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Revisão completa da HPB: fisiopatologia (componente estático e dinâmico), avaliação obrigatória com IPSS, toque retal e fluxometria, tratamento clínico com doses de alfabloqueadores, inibidores da 5-alfa-redutase, IPDE5 e antimuscarínicos, evidência do MTOPS e indicações e técnicas cirúrgicas, incluindo RTU, HoLEP e a síndrome pós-RTU. Focado nos critérios numéricos e pegadinhas que aparecem em provas de Urologia.
[1] Lerner LB, McVary KT, Barry MJ, et al. Management of Lower Urinary Tract Symptoms Attributed to BPH: AUA Guideline. J Urol. 2021;206(3):818-825 · DOI 10.1097/JU.0000000000001528 | [2] Madersbacher S, Berger I, Desai M, et al. EAU Guidelines on the Assessment of Non-neurogenic Male Lower Urinary Tract Symptoms including Benign Prostatic Obstruction. Eur Urol. 2021;79(5):647-658 · DOI 10.1016/j.eururo.2021.01.073 | [3] McConnell JD, Roehrborn CG, Bautista OM, et al. The long-term effect of doxazosin, finasteride, and combination therapy on the clinical progression of benign prostatic hyperplasia. N Engl J Med. 2003;349(25):2387-2398 · DOI 10.1056/NEJMoa030656 | [4] Barry MJ, Fowler FJ Jr, O'Leary MP, et al. The American Urological Association symptom index for benign prostatic hyperplasia. J Urol. 1992;148(5):1549-1557 · DOI 10.1016/S0022-5347(17)36966-5 | [5] Partin AW, Dmochowski RR, Kavoussi LR, Peters CA. Campbell-Walsh-Wein Urology. 12ª ed. Elsevier. 2021 · DOI 10.1097/JU.0000000000001528
A hiperplasia prostática benigna (HPB) é a doença urológica mais comum do homem idoso e uma das causas mais frequentes de consulta de especialidade no mundo: a hiperplasia histológica está presente em cerca de metade dos homens na sexta década e em 80 a 90 por cento na nona década de vida. Nem todos os hiperplásicos têm sintomas, e nem todo sintoma vesical do homem mais velho é HPB: o tema exige distinguir hiperplasia histológica (BPH), crescimento prostático benigno (BPE) e obstrução benigna da próstata (BPO), com consequências diretas para a escolha do tratamento. Este artigo percorre a fisiopatologia, a avaliação padronizada pelo IPSS, o tratamento clínico com doses e tempos de resposta, a evidência do ensaio MTOPS e as indicações e técnicas cirúrgicas, incluindo a síndrome pós-ressecção transuretral.
A nomenclatura confunde mais que a doença, e as provas exploram isso. HPB histológica (BPH, do inglês benign prostatic hyperplasia) é o aumento nodular do número de células, sobretudo na zona de transição (a mesma que envolve a uretra proximal), com componente estromal e glandular. O crescimento prostático benigno (BPE) é o aumento do volume do órgão resultante dessa hiperplasia. A obstrução benigna da próstata (BPO) é o estreitamento mecânico da uretra prostática que reduz o fluxo, e os sintomas do trato urinário inferior (LUTS, lower urinary tract symptoms) são a consequência percebida pelo paciente, divididos em sintomas de armazenamento, de eliminação e pós-miccionais. Um homem pode ter LUTS sem obstrução (bexiga hiperativa, diabetes, tumores) e obstrução com poucos sintomas: por isso a avaliação funcional é obrigatória antes de culpar a próstata.
| Componente dos LUTS | Sintomas típicos | Mecanismo predominante |
|---|---|---|
| Armazenamento | Noctúria, urgência miccional, aumento da frequência diurna, urge-incontinência | Detrusor hiperativo secundário à obstrução ou envelhecimento; produção noturna de urina |
| Eliminação (vazio) | Hesitação, jato fraco e entrecortado, esforço para urinar, gotejamento terminal | Compressão mecânica da uretra prostática pelo adenoma e aumento do tônus alfa-adrenérgico no colo vesical |
| Pós-miccional | Sensação de esvaziamento incompleto, gotejamento pós-miccional | Resíduo urinário elevado e perda da contração eficiente do detrusor |
A prevalência da HPB histológica dobra aproximadamente a cada década a partir dos 40 anos: cerca de 8 a 20 por cento dos homens na quarta década, 50 por cento aos 60 anos e 80 a 90 por cento aos 80 a 90 anos em séries de autópsia clássicas. Sintomas moderados a graves pelo IPSS afetam em torno de um quarto a um terço dos homens acima dos 60 anos. Fatores de risco associados incluem idade, obesidade, síndrome metabólica, diabetes e sedentarismo; fatores protetores descritos incluem exercício físico regular e, de forma inconsistente, dieta. A história natural sem tratamento é progressiva em parte dos pacientes: piora do escore de sintomas, aumento do resíduo urinário, e eventos de progressão clínica como retenção urinária aguda e necessidade de cirurgia, cujo risco cresce com a idade, o volume prostático acima de 30 a 40 mL e o PSA elevado para a idade. No Brasil, a HPB responde por grande parte das cirurgias urológicas eletivas no Sistema Único de Saúde, com forte concentração no idoso.
O crescimento do adenoma depende de androgênios e de envelhecimento. A testosterona é convertida em diidrotestosterona (DHT) pela enzima 5-alfa-redutase, que existe em dois isoformas: o tipo 2 predomina na próstata (e é o alvo da finasterida) e o tipo 1 predomina na pele e fígado (inibido também pela dutasterida, que bloqueia ambos). A DHT liga-se ao receptor androgênico nuclear e sustenta a transcrição de fatores de crescimento (FGF-7, FGF-2, VEGF, TGF-beta), estimulando a proliferação estromal e glandular da zona de transição. O resultado é o componente estático da obstrução: a massa adenomatosa comprime mecanicamente a uretra prostática.
O componente dinâmico vem do tônus muscular liso do estroma prostático, do colo vesical e da uretra prostática, mediado por receptores alfa-1 adrenérgicos, sobretudo o subtipo alfa-1A, que responde pela maior parte da contração prostática. É esse componente que os alfabloqueadores revertem em dias. Com a obstrução mantida, o detrusor hipertrofia (trabeculação vesical visível à cistoscopia e à ultrassonografia), torna-se instável (urgência) e, com o tempo, pode descompensar-se em detrusor hipocontrátil, com resíduo elevado, bexiga de luta e bexiga de retenção, risco de infecções, cálculos vesicais e, no extremo, hidronefrose e insuficiência renal obstrutiva. A HPB não é fator de risco para câncer de próstata, embora as duas doenças coexistam com frequência na mesma faixa etária e possam elevar o PSA.
O quadro clássico combina jato fraco e hesitação (eliminação), noctúria e urgência (armazenamento) em homem acima de 50 anos, com curso progressivo por anos. A retenção urinária aguda pode ser a primeira manifestação, frequentemente desencadeada por cirurgias, imobilização, infecção urinária, constipação ou uso de descongestionantes sistêmicos e anticolinérgicos. A hematúria indolor também ocorre pelo aumento da hipervascularização do adenoma, mas exige sempre investigação para urotelioma. No exame físico, o toque retal avalia tamanho (em gramas, comparado a castanhas de diferentes tamanhos), consistência (elástica e homogênea na HPB; endurecida ou nodular sugere câncer), sulco mediano (preservado na HPB, apagado em cânceres avançados) e tônus anal. Palpar bexigoma e verificar edema de membros inferiores completam a avaliação de descompensação crônica.
As diretrizes AUA (2021) e EAU (2021) convergem em um núcleo obrigatório: anamnese com quantificação de sintomas pelo IPSS e questão de qualidade de vida, exame físico com toque retal, análise de urina tipo 1 e função renal quando indicada. O IPSS (International Prostate Symptom Score), derivado do índice da AUA validado por Barry e colegas em 1992, soma sete perguntas (0 a 5 pontos cada) sobre frequência, noctúria, jato fraco, hesitação, intermitência, esforço e sensação de esvaziamento incompleto, total de 0 a 35 pontos. São opcionais, guiados pela suspeita clínica: PSA (para estimar volume prostático e risco de progressão, e para rastrear câncer em candidatos a tratamento que modificam o PSA, sempre com decisão compartilhada), fluxometria (urofluxometria), resíduo urinário pós-miccional por ultrassonografia, diário miccional e, em casos selecionados, estudo urodinâmico pressão-fluxo, cistoscopia e ultrassonografia do trato urinário superior.
| Faixa do IPSS | Classificação | Conduta usual |
|---|---|---|
| 0 a 7 pontos | Sintomas leves | Medidas comportamentais e observação, se a qualidade de vida estiver preservada |
| 8 a 19 pontos | Sintomas moderados | Farmacoterapia: alfabloqueador de primeira linha; associar 5-ARI se próstata maior que 30-40 mL ou PSA elevado |
| 20 a 35 pontos | Sintomas graves | Tratamento clínico otimizado e avaliação precoce de terapia cirúrgica, sobretudo com complicações |
Dois exames funcionais merecem destaque de prova. A urofluxometria mede o fluxo máximo (Qmax): valores abaixo de 10 mL/s sugerem fortemente obstrução (ou detrusor hipocontrátil), entre 10 e 15 mL/s são equívocos e acima de 15 mL/s tornam obstrução significativa improvável; o padrão-ouro para provar obstrução é o estudo pressão-fluxo da urodinâmica, reservado a casos de dúvida diagnóstica ou candidatos a cirurgia com suspeita de disfunção detrusora. O resíduo urinário pós-miccional não diagnóstica obstrução isoladamente, mas valores altos (acima de 100 a 150 mL e crescentes) indicam descompensação e monitorização. O PSA reflete volume e inflamação além de câncer: um homem em 5-ARI por mais de 6 meses tem PSA cerca de 50 por cento menor, e a interpretação correta é dobrar o valor encontrado antes de compará-lo aos pontos de corte.
| Diagnóstico diferencial | Achado que diferencia da HPB |
|---|---|
| Câncer de próstata | Zona periférica, nódulo endurecido ou fixo ao toque, PSA alterado; HPB não é fator de risco nem fator protetor para câncer |
| Estenose de uretra | História de trauma uretral, instrumentação ou infecção sexualmente transmissível; jato fino de início, esforço menos proeminente, fluxo achatado |
| Bexiga neurogênica (detrusor hipocontrátil ou hiperativo) | Diabetes de longa data, lesão medular, Parkinson, acidente vascular cerebral; urodinâmica mostra padrão neurogênico |
| Prostatite crônica e síndrome da dor pélvica crônica | Dor pélvica ou perineal predominante, sintomas intermitentes, exame de urina e PSA variáveis |
| Cálculo vesical e tumor de bexiga | Hematúria, infecções de repetição, jato interrompido por posição; ultrassonografia e cistoscopia definem |
| Poliúria noturna de outras causas | Insuficiência cardíaca, apneia obstrutiva do sono, medicamentos diuréticos; diário miccional mostra produção noturna predominante de volume |
Todo paciente começa por medidas comportamentais: restrição de líquidos nas 3 a 4 horas antes de deitar, redução de cafeína e álcool, micção programada (timed voiding) e técnica de dupla micção, revisão de medicamentos que pioram o quadro (diuréticos em horário noturno, anticolinérgicos, descongestionantes com pseudoefedrina). Homens com sintomas leves e qualidade de vida preservada podem ser apenas observados. O primeiro fármaco, na maior parte dos casos, é um alfabloqueador, que relaxa o músculo liso prostático e o colo vesical por bloqueio dos receptores alfa-1A, com início de ação em dias a uma semana, independentemente do volume prostático.
| Classe e fármaco | Dose usual no adulto | Início de efeito | Adversos e pontos de atenção |
|---|---|---|---|
| Alfabloqueador urosseltivo: tansulosina | 0,4 mg por via oral 1 vez ao dia (pode-se usar 0,8 mg) | Dias a 1 semana | Ejaculação retrógrada, tontura e hipotensão leve; comunicar ao oftalmologista o uso prévio à cirurgia de catarata (síndrome da íris flácida intraoperatória) |
| Alfabloqueador: doxazosina | 1 mg por via oral à noite, titulando até 4 a 8 mg/dia | Dias a 2 semanas | Hipotensão ortostática e síncope de primeira dose; iniciar à noite e titular |
| Alfabloqueador: silodosina | 8 mg por via oral 1 vez ao dia | Dias | Ejaculação anédrica (a mais frequente da classe), tontura |
| 5-ARI: finasterida | 5 mg por via oral 1 vez ao dia | 3 a 6 meses | Redução de libido, disfunção erétil, ginecomastia; reduz o PSA pela metade; teratogênico para feto masculino (gestante não deve manipular comprimido triturado) |
| 5-ARI: dutasterida | 0,5 mg por via oral 1 vez ao dia | 3 a 6 meses | Perfil semelhante; inibe os tipos 1 e 2 da 5-alfa-redutase e reduz o PSA pela metade |
| IPDE5: tadalafila 5 mg | 5 mg por via oral 1 vez ao dia, contínuo | Semanas | Mialgia, rubor, cefaleia; contraindicada com nitratos; combina com tansulosina com monitoração de pressão |
| Antimuscarínico: tolterodina (exemplo) | 2 mg por via oral 2 vezes ao dia (ou 4 mg de liberação prolongada 1 vez ao dia) | Dias a semanas | Boca seca, constipação; risco de retenção em resíduo elevado, monitorar resíduo pós-miccional |
A escolha dentro da classe é prática: os urosseltivos (tansulosina, silodosina) causam menos hipotensão que os historicamente anti-hipertensivos (doxazosina, terazosina), que exigem titulação. A combinação de alfabloqueador com antimuscarínico é indicada quando predomina armazenamento (urgência, noctúria) com resíduo baixo; a combinação com IPDE5 atende o homem com disfunção erétil concomitante. Nunca se deve esquecer as interações: nitratos com IPDE5 são contraindicados de forma absoluta, e a associação de IPDE5 com alfabloqueadores não urosseltivos exige separação de horários e alerta de hipotensão.
Os inibidores da 5-alfa-redutase (5-ARI) atuam no componente estático: reduzem o volume prostático em cerca de 20 a 25 por cento, aumentam o fluxo máximo e, sobretudo, diminuem em cerca de 50 a 70 por cento o risco de retenção urinária aguda e de cirurgia em próstatas grandes. Seu preço é o tempo (efeito significativo só após 3 a 6 meses) e o perfil sexual. São a escolha racional quando o volume ultrapassa 30 a 40 mL, o PSA está elevado para a idade ou o paciente já apresentou episódio de retenção. O ensaio MTOPS (Medical Therapy of Prostatic Symptoms), publicado no New England Journal of Medicine em 2003, randomizou mais de 3.000 homens para placebo, doxazosina, finasterida ou a combinação, com seguimento médio de 4,5 anos: a terapia combinada reduziu a progressão clínica global em 66 por cento, contra 39 por cento da doxazosina e 34 por cento da finasterida isoladas, com redução consistente de retenção aguda e cirurgia. É a base para a terapia combinada em sintomas moderados a graves com próstata crescida.
A cirurgia é indicada de forma absoluta (ou quase) quando existe dano ou risco iminente decorrente da obstrução: retenção urinária recorrente ou refratária à retirada da sonda, infecções urinárias de repetição, cálculo vesical, hematúria refratária do adenoma, insuficiência renal secundária à obstrução (com hidronefrose) e resíduo muito elevado sintomático. Fora desses cenários, a indicação é relativa: sintomas graves que persistem apesar do tratamento clínico otimizado, ou preferência do paciente. Próstata pequena com sintomas refratários merece revisão diagnóstica (estudo pressão-fluxo, cistoscopia) antes de operar, pois a cirurgia desobstrutiva em ausência de obstrução comprovada tem resultado ruim.
| Técnica | Volume prostático típico | Pontos-chave para a prova |
|---|---|---|
| Ressecção transuretral da próstata (RTU ou TURP) | 30 a 80 mL, padrão histórico de comparação | Padrão-ouro clássico; a variante bipolar usa soro fisiológico como irrigante e reduz a síndrome pós-RTU; melhora média do IPSS de 14 a 15 pontos |
| Enucleação com laser de hólmio (HoLEP) | Qualquer volume, ideal acima de 80 a 100 mL | Remove todo o adenoma como na cirurgia aberta, por via endoscópica; isenta de síndrome pós-RTU; exige curva de aprendizado |
| Adenomectomia aberta (Millin) ou robótica | Acima de 80 a 100 mL | Ressecção completa com melhor tecido para anatomia; maior sangramento e internação |
| Vaporização a laser (PVP, GreenLight 180 W) | Até 60 a 80 mL | Menor sangramento, útil em anticoagulados; retratamento mais frequente que RTU |
| Prostatic urethral lift (UroLift) | Próstatas pequenas a moderadas, sem lobo médio proeminente | Implantes metálicos desobstruem sem ressecar; preserva a ejaculação antegrada em maioria dos casos |
| Embolização das artérias prostáticas | Volumes grandes em pacientes de alto risco cirúrgico | Alternativa minimamente invasiva por radiologia intervencionista; evidência em construção |
A RTU mantém excelente resultado funcional, com melhora média do IPSS ao redor de 15 pontos e aumento do fluxo máximo de 8 a 10 mL/s, ao custo de complicações que a prova cobra por número: ejaculação retrógrada em 65 a 75 por cento (a mais frequente e a que mais afeta a aceitação), disfunção erétil em torno de 5 a 10 por cento (número controverso em estudos com instrumentos validados), estenose de uretra em 2 a 9 por cento, contratura de colo vesical e necessidade de retratamento de 1 a 2 por cento ao ano nas séries longas. Técnicas que preservam a ejaculação (UroLift, e em parte a vaporização) são escolha no homem que deseja manter a função ejaculatória, ainda que com eficácia desobstrutiva menor em próstatas grandes.
O seguimento do tratamento clínico é semestral a anual: reavaliar IPSS e qualidade de vida, toque retal anual, PSA quando indicado, resíduo e função renal em casos selecionados, além de adesão e efeitos adversos. O paciente em 5-ARI precisa saber que o PSA dobra na interpretação e que sintomas sexuais podem aparecer; o paciente em alfabloqueador deve avisar o oftalmologista antes de cirurgia de catarata e levantar-se devagar nas primeiras doses. O prognóstico global é excelente: a maioria controla sintomas com clínica, as complicações irreversíveis (bexiga de retenção, insuficiência renal) tornaram-se raras com tratamento oportuno e a mortalidade diretamente atribuível à HPB é baixa.
1.A hiperplasia prostática benigna origina-se predominantemente em qual zona da próstata?
2.Um paciente tem IPSS de 15 pontos. Como ele é classificado?
3.Homem de 62 anos com IPSS 16, próstata de 55 mL ao ultrassom e jato fraco. Qual esquema tem a melhor evidência para reduzir progressão, retenção e cirurgia?
4.Paciente usa finasterida há 1 ano; o PSA atual é 2,5 ng/mL. Como interpretar?
5.Qual é o principal mecanismo do componente dinâmico da obstrução na HPB e seu alvo farmacológico?
6.Homem de 71 anos em alfabloqueador há 2 anos apresenta segunda retenção urinária aguda em 6 meses, creatinina normal e resíduo de 250 mL após retirada da sonda. Qual a conduta?
7.Durante RTU monopolar prolongada (110 minutos) com glicina, o paciente desenvolve náusea, confusão, hipertensão e bradicardia. Qual é a complicação e o tratamento?
8.Homem de 68 anos com próstata de 110 mL, IPSS 24 e desejo de tratamento definitivo. Qual a opção tecnicamente mais adequada entre as listadas?
9.Qual afirmativa sobre o UroLift (prostatic urethral lift) está correta?
10.Homem de 66 anos com LUTS e disfunção erétil recebeu tadalafila 5 mg diária. Qual orientação é essencial?
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