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Revisão completa do atendimento à pessoa em situação de violência no serviço de urgência: classificação e epidemiologia, princípios do acolhimento e da escuta qualificada, reconhecimento de maus-tratos em crianças, mulheres e idosos, protocolo de atenção integral à violência sexual com todas as profilaxias e doses, documentação médico-legal, notificação compulsória no SINAN e rede de proteção.
[1] World Health Organization. Global and Regional Estimates of Violence Against Women: Prevalence and Health Effects of Intimate Partner Violence and Non-partner Sexual Violence. Genebra: WHO; 2013. who.int/publications/i/item/9789241564625 | [2] Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pós-Exposição (PEP) de Risco à Infecção pelo HIV, IST e Hepatites Virais. Brasília: MS. gov.br/saude | [3] Christian CW; Committee on Child Abuse and Neglect. The Evaluation of Suspected Child Physical Abuse. Pediatrics. 2015;135(5):e1337-e1354. DOI 10.1542/peds.2015-0356 | [4] Curry SJ, Krist AH, Owens DK, et al. Screening for Intimate Partner Violence, Elder Abuse, and Abuse of Vulnerable Adults: US Preventive Services Task Force Recommendation Statement. JAMA. 2018;320(16):1678-1687. DOI 10.1001/jama.2018.14798 | [5] Yon Y, Mikton CR, Gassoumis ZD, Wilber KH. Elder abuse prevalence in community settings: a systematic review and meta-analysis. Lancet Glob Health. 2017;5(2):e147-e156. DOI 10.1016/S2214-109X(17)30006-2 | [6] Pierce MC, Kaczor K, Aldridge S, et al. Bruising characteristics discriminating physical child abuse from accidental trauma. Pediatrics. 2010;125(1):67-74. PMID 19969620 | [7] Cerqueira D, Bueno S (org.). Atlas da Violência 2024. Rio de Janeiro: IPEA/FBSP; 2024. ipea.gov.br · DOI 10.1001/jama.2018.14798
A violência é um problema de saúde pública de primeira grandeza e o serviço de urgência é, com frequência, a única porta de entrada do sistema para a vítima: estudos mostram que grande parte das mulheres em situação de violência pelo parceiro íntimo procura atendimento médico em algum momento, muitas vezes por queixas inespecíficas (dor crônica, cefaleia, sintomas depressivos) sem relatar a agressão. A OMS estima que cerca de 30% das mulheres do mundo já sofreram violência física e/ou sexual pelo parceiro íntimo ou violência sexual por não parceiro ao longo da vida. No Brasil, o Atlas da Violência 2024 registrou 1.410 feminicídios em 2022 e mais de 48 mil mulheres assassinadas na década de 2012 a 2022, com cerca de um terço dos homicídios de mulheres ocorrendos no próprio domicílio. Paralelamente, a violência contra crianças e contra pessoas idosas é sistematicamente subnotificada. Para a prova, o aluno precisa dominar quatro eixos: os princípios do acolhimento e da escuta qualificada, o reconhecimento clínico dos maus-tratos em cada faixa etária, o protocolo de atenção integral à violência sexual (com janelas de tempo e doses das profilaxias) e os deveres ético-legais de documentação e notificação compulsória.
A OMS define violência como o uso intencional de força física ou poder, real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa ou contra grupo/comunidade, que resulte ou tenha probabilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência ou privação. A tipologia clássica da OMS divide a violência em três grandes grupos: autodirigida (suicídio e automutilação), interpessoal (violência intrafamiliar e comunitária, que inclui a violência pelo parceiro íntimo, contra crianças, idosos e pessoas com deficiência) e coletiva (social, política e econômica). Do ponto de vista prático no pronto socorro, o que importa é a classificação por natureza do agravo e por ciclo etário, porque cada recorte tem protocolo, instrumento de rastreio e marco legal próprios. Maus-tratos é o termo operacional que engloba o abuso (ação: física, psicológica, sexual e financeira/econômica) e a negligência (omissão no cuidado básico), em qualquer faixa etária.
| Tipo de violência | Definição operacional | Marcador clínico sugestivo | Marco legal brasileiro |
|---|---|---|---|
| Física | Uso de força com potencial de causar lesão corporal | Equimoses em zonas atípicas, padrões de objeto, lesões em fases de cicatrização diferentes | ECA art. 13, Estatuto do Idoso, Lei Maria da Penha |
| Psicológica | Agressão verbal, ameaça, humilhação, isolamento e controle | Medo do acompanhante, resposta evitativa, sintomas depressivos e ansiosos | Lei Maria da Penha (art. 7º) |
| Sexual | Qualquer ato sexual sem consentimento ou sem capacidade de consentir | Lesões genitais ou anais, DST recentes, queixa ginecológica vagamente relatada | Código Penal art. 213-216; norma técnica do MS |
| Negligência | Omissão de cuidados básicos (alimentação, higiene, saúde, medicação) | Desnutrição, escaras, imunizações atrasadas, hipoglicemias recorrentes | ECA art. 19 e seguintes; Estatuto do Idoso |
| Financeira/econômica | Apropriação ou controle indevido de bens e renda da vítima | Idoso sem acesso à própria aposentadoria, acompanhante que responde tudo | Estatuto do Idoso art. 26 e seguintes |
Na violência interpessoal notificada no Brasil (SINAN, ficha de notificação de violência interpessoal e autoprovocada), o perfil é consistentemente o de vítima do sexo feminino, jovem (concentração entre 20 e 39 anos), agredida por pessoa conhecida e do convívio doméstico, com o domicílio como local mais frequente do evento. A violência pelo parceiro íntimo atinge cerca de 1 em cada 4 a 5 mulheres em inquéritos brasileiros, e o risco de feminicídio é maior quando há escalada da violência, ameaça com arma de fogo, tentativa de estrangulamento prévia e separação recente. Em crianças, a faixa mais notificada no Brasil concentra-se entre 1 e 9 anos, o abuso físico e a negligência predominam nos menores de 10 anos, o abuso sexual concentra-se entre 10 e 14 anos e o autor é quase sempre do círculo de convivência. Em idosos, a metanálise de Yon e colaboradores (52 estudos, 28 países) encontrou prevalência global de 15,7% na comunidade: violência psicológica 11,8%, financeira 4,4%, negligência 2,6%, física 2,6% e sexual 0,9%, embora no Brasil a negligência seja o tipo mais notificado nesse grupo, frequentemente associada a dependência funcional e sobrecarga do cuidador. Homens também são vítimas de violência interpessoal e sexual, com barreira ainda maior de notificação.
Acolhimento, no conceito da Política Nacional de Humanização e da Política Nacional de Atenção Integral às pessoas em situação de violência, é a recepção responsável e resolutiva que escuta o usuário, reconhece sua dor e assume a responsabilidade por sua demanda, incluindo a dimensão subjetiva, social e de direitos, e não apenas a lesão biológica. O acolhimento dito multidimensional avalia simultaneamente quatro dimensões: clínica (lesões e risco de vida), psíquica (sofrimento, risco de suicídio), social (dependência, moradia, suporte) e de direitos (segurança imediata, necessidade de medidas protetivas). A entrevista deve ocorrer em ambiente privativo, com a vítima sozinha (jamais na presença do possível agressor ou de quem responda por ela quando ele for o suspeito), sem pressa, sem julgamento e sem perguntas inquisitórias repetidas que revitimizem; o relato deve ser colhido uma única vez, por profissional capacitado, e registrado de forma fidedigna. A vítima deve ser informada de seus direitos e das etapas do atendimento, com valorização de sua autonomia: a decisão de denunciar formalmente é dela (exceto crianças, adolescentes e idosos, em que a comunicação é obrigatória), mas o atendimento de saúde nunca pode ser condicionado a boletim de ocorrência.
O prontuário do médico que atende vítima de violência tem fé pública e é peça pericial: a descrição das lesões deve registrar, para cada uma, a localização anatômica exata, o tipo (equimose, perfurocontundente, escoriação), as dimensões em centímetros, a cor (que permite estimar tempo de evolução), os sinais de vitalidade e a compatibilidade ou não com o mecanismo relatado, usando-se termos descritivos e nunca conclusões como maus-tratos ou simulação. Fotografias, com consentimento, complementam o registro. A notificação da violência interpessoal e autoprovocada é compulsória em todo o território nacional desde a Portaria GM/MS nº 1.977/2011, hoje consolidada na Portaria de Consolidação nº 4/2017, por meio da ficha do SINAN, em todos os serviços públicos e privados; a notificação é obrigatória mesmo na suspeita, não exige confirmação, e o sigilo profissional é resguardado pela natureza epidemiológica da ficha. Em crianças e adolescentes, o ECA (art. 13) determina ainda a comunicação expressa dos casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos ao Conselho Tutelar, e o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003, art. 19) impõe comunicação às autoridades competentes dos casos de violência contra pessoas com 60 anos ou mais. O médico deve ainda orientar a vítima sobre o exame de corpo de delito no IML (ou perito acionado), que pode ser realizado independentemente do momento da decisão de representar criminalmente.
O achado isolado mais poderoso em abuso físico infantil é a equimose em local ou idade improváveis. A regra TEN-4 deriva do estudo de Pierce e colaboradores: equimose em tronco (torso, incluindo tórax, abdome, costas e nádegas), orelha ou pescoço em criança de até 4 anos, ou qualquer equimose em lactente com menos de 4 meses (o 4 da sigla remete a ambas as idades), tem sensibilidade de 97% e especificidade de 84% para abuso físico quando comparada a equimoses acidentais; o aforismo complementar é o de que criança que ainda não engatinha raramente se machuca. Lesões-sentinelas como queimadura em luva ou meia simétrica (imersão), lesões de fricção tipo mordida humana, franjas de couro cabeludo ausentes sem explicação e fraturas em crianças que não deambulam devem disparar investigação. Fraturas de alta especificidade para abuso: fraturas costais posteriores, lesões metafisárias clássicas (arrancamento periosteal), escápula, esterno e processos espinhosos; na suspeita, indica-se estudo ósseo completo (skeletal survey) em menores de 2 anos e cintilografia ou repetição em 2 semanas quando necessário, além de tomografia de crânio em menores de 1 ano com suspeita de trauma craniano. O trauma craniano abusivo (síndrome do bebê sacudido) associa hemorragia subdural, hemorragias retinianas difusas e encefalopatia hipóxica-isquêmica, muitas vezes sem sinais externos de impacto.
| Achado | Especificidade para abuso | Conduta |
|---|---|---|
| Equimose TEN-4 (tronco, orelha, pescoço em menor de 4 anos) | Alta (S 97%, E 84%) | Notificar, estudo ósseo se menor de 2 anos, investigar lesões ocultas |
| Fratura costal posterior, lesão metafisária clássica, escápula ou esterno | Muito alta em menores de 2 anos | Skeletal survey, TCr em menores de 1 ano, notificar |
| Hemorragia subdural + hemorragias retinianas difusas | Muito alta (trauma craniano abusivo) | TCr, fundo de olho, coagulograma, notificação imediata |
| Queimadura em luva/meia com demarcação nítida | Alta | Notificar e encaminhar a centro de queimados quando indicado |
| Qualquer equimose em lactente que não engatinha nem deambula | Alta | Investigação completa mesmo sem outras lesões |
Diagnósticos diferenciais legítimos devem ser considerados e documentados, sem que sirvam de desculpa para não notificar: osteogênese imperfeita e raquitismo (fraturas), dermatografismo e púrpura de Henoch-Schönlein (equimoses), doença de Menkes, coagulopatias e deficiência de proteína C, melanose congênita e hipersensibilidade a picadas de inseto (confundidas com lesões de picada de cigarro) e doenças cutâneas mimetizando queimaduras. O abuso sexual infantil raramente apresenta lesões físicas: o diagnóstico apoia-se no relato, no comportamento sexualizado e em DST compatíveis, e a suspeita exige exame minucioso, acionamento de serviço de violência sexual pediátrica e comunicação ao Conselho Tutelar. A negligência grave (desnutrição, abandono de tratamento, imunizações ausentes) também é forma de maus-tratos e deve ser notificada.
Toda pessoa em situação de violência sexual tem direito à atenção integral, gratuita e imediata em qualquer serviço de urgência do SUS, e o atendimento independe da apresentação de boletim de ocorrência e da vontade de processar o agressor. O protocolo tem pilares fixos: acolhimento e registro do relato em privacidade, tratamento das lesões, profilaxia das infecções sexualmente transmissíveis (HIV, sífilis, gonorreia, clamídia, hepatite B, tricomoníase e, quando aplicável, HPV via vacina), profilaxia da gestação indesejada, suporte psicológico, coleta de material para fins forenses com consentimento e encaminhamento à rede. A coleta vestigial pericial é idealmente realizada nas primeiras 24 a 72 horas (serviços e perícias aceitam material até cerca de 5 dias em algumas situações); a profilaxia do HIV (PEP) deve iniciar o mais rápido possível, obrigatoriamente em até 72 horas; a anticoncepção de emergência hormonal é mais eficaz nas primeiras 72 horas (com uso possível até 120 horas) e o DIU de cobre pode ser inserido em até 5 dias, sendo o método de maior eficácia. Orientar a vítima a não lavar-se, não trocar de roupa e a levar as vestes em saco de papel é fundamental quando houver intenção pericial, mas nenhuma dessas medidas pode retardar o atendimento clínico.
| Profilaxia | Esquema e dose | Janela de tempo |
|---|---|---|
| Gonorreia | Ceftriaxona 500 mg IM, dose única | Ideal nas primeiras 72 h, até 14 dias |
| Clamídia | Azitromicina 1 g VO, dose única | Ideal nas primeiras 72 h, até 14 dias |
| Tricomoníase e vaginose | Metronidazol 2 g VO, dose única | Ideal nas primeiras 72 h |
| HIV (PEP) | Tenofovir/lamivudina 300/150 mg, 1 comprimido VO 1x/dia, associado a dolutegravir 50 mg VO 1x/dia, por 28 dias | Início o quanto antes, até 72 h |
| Hepatite B | Vacina em não imunes (esquema acelerado) associada a imunoglobulina hiperimune conforme protocolo | Ideal nas primeiras 72 h, considera-se até 14 dias |
| Anticoncepção de emergência | Levonorgestrel 1,5 mg VO dose única; alternativa: acetato de ulipristal 30 mg VO; DIU de cobre (mais eficaz) | Levonorgestrel e ulipristal até 120 h; DIU até 5 dias |
| HPV e tétano | Vacina HPV conforme faixa etária e calendário do PNI; atualização antitetânica conforme ferimento | Oportunista no primeiro atendimento |
A violência pelo parceiro íntimo segue com frequência o ciclo da violência descrito por Lenore Walker: fase de construção de tensão, explosão aguda de violência e fase de reconciliação (lua de mel), que se repetem com escalada de severidade e encurtamento dos intervalos. O USPSTF recomenda (grau B) rastrear violência pelo parceiro íntimo em mulheres em idade reprodutiva e oferecer suporte continuado às que rastreiam positivo, e conclui que a evidência é insuficiente para rastrear rotineiramente abuso de idosos e adultos vulneráveis, o que não isenta o médico da conduta diante de suspeita clínica. Instrumentos curtos validados incluem HITS, HARK e AAS (Abuse Assessment Screen); perguntas diretas e normalizadas (muitas mulheres passam por isso na minha consulta; alguém já a machucou ou ameaçou?) funcionam melhor que perguntas genéricas de segurança. A avaliação de risco de feminicídio valoriza: tentativa de estrangulamento prévia (indicador clássico de risco letal, com aumento descrito em torno de 7 a 8 vezes do risco de homicídio), acesso a arma de fogo, ameaças de morte, escalada da frequência e gravidade, ciúme persecutório e stalking, separação recente ou tentativa de romper a relação, uso de álcool/drogas pelo agressor e violência contra filhos.
A violência contra idosos tem particularidades: dependência funcional e cognitiva dificultam o relato, o agressor frequentemente é o cuidador ou familiar do convívio diário, e os sinais mimetizam o envelhecimento (perda de peso, quedas, feridas, confusão). A prevalência comunitária global é de 15,7%, liderada pela violência psicológica; no Brasil predominam notificações de negligência, seguida de violência física e psicológica, com elevada participação de vítimas com algum grau de dependência. O instrumento breve EASI (Elder Abuse Suspicion Index), de 5 a 6 perguntas, foi validado para uso em emergências por profissionais não especialistas e pode ser aplicado longe do acompanhante. Sinais de alerta específicos: escaras de estágio avançado sem tratamento, lesões em estágios múltiplos de cicatrização, contenção física indevida (marcas de pulseiras), falta de adesão a medicamentos essenciais sob responsabilidade do cuidador, genitália com lesões, perda de peso sem causa clínica e atraso inexplicado na busca de socorro. O Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003) garante atendimento preferencial, determina a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de violência às autoridades competentes e tipifica crimes próprios; a notificação no SINAN é igualmente compulsória.
As consequências da violência extrapolam a lesão aguda: transtorno de estresse pós-traumático (presente em fração substancial das vítimas de violência sexual, muitas vezes acima de um terço em seguimentos de meses), depressão, ansiedade, ideação suicida, dor crônica e síndromes funcionais, uso nocivo de álcool e outras drogas, IST e gestação não planejada na violência sexual, lesões permanentes e óbito, além de transmissão intergeracional da violência em crianças expostas. O prognóstico melhora com intervenção precoce, suporte psicológico estruturado, rede de proteção ativa e seguimento programado com contra-referência; abandono da PEP e perda de seguimento são eventos frequentes e devem ser antecipados com aconselhamento na primeira dose. Cuidado centrado no trauma (trauma-informed care) é o padrão recomendado: colaboração, transparência, devolução de controle à vítima e evitar reexposição a gatilhos, incluindo toque não anunciado durante o exame físico.
1.Lactente de 3 meses é levado ao pronto socorro por irritabilidade; ao exame, nota-se equimose de 2 cm no tronco, sem relato de trauma. Qual a conduta correta?
2.Mulher de 26 anos procura atendimento 30 horas após estupro e deseja profilaxia, mas relata não querer registrar boletim de ocorrência. Qual a conduta?
3.Qual esquema corresponde à profilaxia de IST recomendada pelo Ministério da Saúde após violência sexual?
4.Sobre anticoncepção de emergência após violência sexual, qual afirmação é correta?
5.Criança de 5 meses com letargia é submetida a tomografia de crânio, que mostra hemorragia subdural bilateral e, à fundoscopia, hemorragias retinianas difusas. O diagnóstico mais provável é:
6.Qual fratura tem a maior especificidade para abuso físico em crianças menores de 2 anos?
7.Segundo o USPSTF (2018), qual recomendação é correta sobre rastreio de violência?
8.Metanálise de prevalência global apontou 15,7% de violência contra pessoas idosas na comunidade. Qual foi o tipo mais prevalente?
9.Na violência pelo parceiro íntimo, qual achado histórico é reconhecido como um dos mais fortes preditores de homicídio futuro?
10.Sobre os deveres do médico que atende vítima de violência no Brasil, qual afirmação é correta?
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