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Revisão sobre fibromialgia: conceito de dor nociplástica, critérios ACR 1990/2010/2016 (WPI e SSS), fisiopatologia da sensibilização central, diagnóstico diferencial com doenças inflamatórias, tratamento em degraus da EULAR com exercício na base e fármacos com doses (amitriptilina, duloxetina, milnaciprano, pregabalina).
[1] Macfarlane GJ, Kronisch C, Dean LE, et al. EULAR revised recommendations for the management of fibromyalgia. Ann Rheum Dis. 2017;76(2):318-328 · DOI 10.1136/annrheumdis-2016-209724 | [2] Wolfe F, Clauw DJ, Fitzcharles MA, et al. The American College of Rheumatology preliminary diagnostic criteria for fibromyalgia and measurement of symptom severity. Arthritis Rheum. 2010;62(9):2763-2771 · DOI 10.1002/art.27462 | [3] Clauw DJ. Fibromyalgia: a clinical review. JAMA. 2014;311(15):1547-1555 · DOI 10.1001/jama.2014.3266 | [4] Heymann RE, Paiva ES, Martinez JE, et al. Consenso brasileiro do tratamento da fibromialgia. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):56-66 · https://www.scielo.br/j/rbr/a/VD3Vcmj5QPNbM6MDcHGwF3f/?lang=pt | [5] Heymann RE, et al. Novas diretrizes para o diagnóstico da fibromialgia. Rev Bras Reumatol (English Ed). 2017;57(Supl 2):467-476 · https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0482500417301791 · DOI 10.1136/annrheumdis-2016-209724
A fibromialgia afeta de 2% a 4% da população geral, com predomínio feminino marcante (80-90% dos pacientes) e pico de diagnóstico entre 30 e 50 anos, sendo uma das principais causas de dor musculoesquelética difusa crônica e de encaminhamento ao reumatologista. O caminho até o diagnóstico costuma ser longo, com múltiplos consultórios, exames repetidamente normais e rótulos equivocados - o que gera iatrogenia, polifarmácia e sofrimento evitável. O aluno precisa levar para a prova o conceito de dor nociplástica por sensibilização central (a dor é real, mas não há inflamação: VHS e PCR são normais), os critérios ACR 2010/2016 baseados no Widespread Pain Index e no Symptom Severity Scale, o uso racional (e restrito) de exames, e o tratamento em degraus da EULAR: educação e exercício aeróbico como base, psicoterapia e higiene do sono como segundo degrau, e fármacos - amitriptilina, duloxetina, milnaciprano, pregabalina - apenas quando o não farmacológico é insuficiente.
Fibromialgia é uma síndrome de dor crônica difusa (generalizada, axial e nos quatro quadrantes do corpo) presente por pelo menos 3 meses, acompanhada de fadiga, sono não reparador e sintomas cognitivos, decorrente de amplificação do processamento central da dor sem lesão tecidual periférica que a justifique. A International Association for the Study of Pain classifica esse mecanismo como dor nociplástica: dor gerada por alteração da sensibilização do sistema nervoso central, ainda que sem estímulo lesivo periférico ativo nem lesão do sistema nervoso (que definiria dor neuropática). Entender isso muda a conduta: não se trata de doença autoimune, degenerativa ou psiquiátrica primária; exames de inflamação são normais, biópsias musculares não mostram miosite, e o tratamento mira o sistema nervoso, a função e o sono - não a articulação.
| Tipo de dor | Mecanismo | Exemplo típico |
|---|---|---|
| Nociceptiva | Estímulo lesivo real em tecido periférico ativa nociceptores | Artrose, fratura, apendicite |
| Neuropática | Lesão ou doença do sistema nervoso somatossensorial | Neuropatia diabética, neuralgia pós-herpética |
| Nociplástica | Sensibilização central com amplificação da dor sem lesão ativa | Fibromialgia, síndrome do intestino irritável, enxaqueca crônica |
Os critérios ACR 1990 exigiam dor difusa (axial e nos quatro quadrantes) por pelo menos 3 meses e 11 ou mais de 18 pontos dolorosos à digitação de aproximadamente 4 kg/cm2 (suboccipital, cervicais inferiores, trapézio, supraespinhal, segunda costela, epicôndilo lateral, glúteo, grande trocânter e joelho - 9 pares), com sensibilidade de 88,4% e especificidade de 81,1%. Eram critérios de classificação para pesquisa e dependiam do examinador. Os critérios ACR 2010 abandonaram a palpação e passaram a usar dois instrumentos autorrelatados: o Widespread Pain Index (WPI, 0-19), que conta em quantas de 19 áreas corporais houve dor na última semana, e o Symptom Severity Scale (SSS, 0-12), que pontua 0-3 cada um dos três sintomas cardinais - fadiga, despertar sem descanso e sintomas cognitivos - somados a 0-3 pela quantidade de sintomas somáticos gerais. Diagnóstico: WPI >= 7 com SSS >= 5 OU WPI 3-6 com SSS >= 9, com sintomas em nível semelhante há pelo menos 3 meses. A revisão de 2016 ajustou a segunda regra para WPI 4-6 com SSS >= 9, exigiu dor generalizada (pelo menos 4 de 5 regiões corporais, excluindo dor apenas em mandíbula, tórax e abdome) e, mudança conceptual decisiva, permitiu o diagnóstico mesmo na presença de outras doenças - a fibromialgia pode e costuma coexistir com artrose, artrite reumatoide e lúpus, sem que estes expliquem toda a dor. A escala FS (WPI + SSS, 0-31) quantifica gravidade e segue a resposta ao tratamento.
| Aspecto | ACR 1990 | ACR 2010/2016 |
|---|---|---|
| Método | Exame físico: contagem de 18 pontos dolorosos à digitação | Questionários autorrelatados: WPI (0-19) e SSS (0-12) |
| Regra principal | Dor difusa há >= 3 meses + >= 11 de 18 pontos dolorosos | WPI >= 7 e SSS >= 5 ou WPI 4-6 e SSS >= 9, com sintomas >= 3 meses |
| Relação com outras doenças | Exigia ausência de outra doença que explicasse a dor | Diagnóstico válido mesmo com doenças concomitantes (revisão 2016) |
| Uso atual | Histórico; exige treinamento do examinador | Diagnóstico clínico e seguimento; base da escala FS (0-31) |
A prevalência mundial gira em torno de 2-4% da população geral, com maior força em mulheres e na faixa de 30-50 anos; casos começam na adolescência (fibromialgia juvenil), mas o diagnóstico antes dos 20 anos é menos frequente. Há forte agregação familiar, com herdabilidade estimada em torno de 50%, ligada a polimorfismos de genes da via catecolaminérgica (COMT) e serotoninérgica (5-HTTLPR). As comorbidades são a regra e organizam a consulta: depressão e ansiedade (presentes em metade ou mais dos pacientes), enxaqueca e cefaleia tensional, síndrome do intestino irritável, bexiga dolorosa/cistite intersticial, disfunção temporomandibular, dismenorreia e endometriose, apneia e insônia, síndrome da fadiga crônica e síndrome das pernas inquietas. Nas doenças reumáticas, a fibromialgia coexiste em cerca de 10-30% dos pacientes com artrite reumatoide, lúpus, Sjögren e artrose avançada - a chamada fibromialgia secundária, que infla escores de atividade (DAS28, SLEDAI) sem inflamação real e leva a escaladas indevidas de imunossupressores se não reconhecida.
O núcleo fisiopatológico é a sensibilização central: neurônios de segunda ordem do corno dorsal da medula e centros supramesencefálicos tornam-se hiperecitáveis, amplificando estímulos que seriam inócuos (allodynia) e exagerando os dolorosos (hiperalgesia). Testes de sensibilidade quantitativa mostram limiares de pressão e calor rebaixados; ressonância funcional demonstra hiperativação do córtex insular e do córtex cingulado anterior a estímulos de baixa pressão que não ativam controles. Os mensageiros estão desequilibrados: no líquor, a substância P está elevada 2 a 3 vezes, junto com o fator de crescimento nervoso (NGF) e o glutamato (aumentado na ínsula por espectroscopia); há aumento do BDNF que facilita a potentiação sináptica; em contrapartida, a neurotransmissão inibitória descendente é deficiente, com atividade serotoninérgica e noradrenérgica baixa - exatamente os alvos dos fármacos que funcionam (antidepressivos inibidores da recaptação e pregabalina, que reduz a liberação de neurotransmissores excitatórios ligando a subunidade alfa-2-delta do canal de cálcio). Somam-se disfunção do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (resposta atenuada de cortisol ao estresse), disautonomia com hiperatividade simpática noturna e intolerância ortostática, e o sono não reparador com intrusão de ritmo alfa no sono delta (padrão alfa-delta), que fecha o ciclo dor-sono ruim-fadiga-dor. Em parte considerável dos pacientes há evidência de patologia de pequenas fibras (densidade reduzida de fibras nervosas intraepidérmicas na biópsia de pele), e relata-se neuroinflamação com ativação glial. Nenhuma dessas camadas envolve inflamação sistêmica: VHS, PCR e fator reumatoide são normais, a menos que exista doença concomitante.
O quadro clássico é dor difusa há meses ou anos, de caráter queimante, peso ou rigidez, migratória, envolvendo coluna cervical e lombar e os quatro quadrantes, pior com esforço incomum, frio e noites mal dormidas. Acompanham-na fadiga presente em mais de 90% dos pacientes, sono não reparador (o paciente acorda cansado), e queixas cognitivas de fibrofog (dificuldade de concentração e de memória de trabalho). Parestesias de luvas e meias sem topografia dermatomérica são frequentes e o exame neurológico é normal. Rigidez matinal existe, mas é breve (habitualmente menor que 30-60 minutos) e generalizada, melhorando com o movimento - diferente da rigidez prolongada das doenças inflamatórias. É comum a queixa de múltiplas síndromes funcionais associadas: cefaleia, disfunção temporomandibular, intestino irritável, bexiga dolorosa, cólicas menstruais intensas, olhos e boca secos sem síndrome de Sjögren objetiva. Ao exame: dor à digitação de tecidos moles (pontos dolorosos clássicos), hiperalgesia difusa, e ausência de elementos que sugiram doença orgânica - sem sinovite, sem fraqueza muscular real, sem rash, sem febre, sem perda de peso.
| Achado | Fibromialgia | Doença reumática inflamatória (ex.: AR) |
|---|---|---|
| Rigidez matinal | Breve, geralmente < 30-60 min, generalizada | Prolongada, > 60 min, periarticular |
| VHS e PCR | Normais | Elevadas na atividade da doença |
| Exame articular | Dor difusa sem sinovite; articulações com movimento preservado | Sinovite com tumefação, calor e limitação |
| Padrão da dor | Difusa, migratória, axial e periférica, bilateral | Articular, simétrica, de padrão inflamatório |
| Resposta a AINH | Ausente ou inconsistente para a dor difusa | Boa resposta da dor inflamatória |
| Sintomas de companhia | Fadiga, sono não reparador e fibrofog proeminentes | Constitucionais quando atividade alta |
O diagnóstico é clínico e pode ser fechado na primeira consulta pelos critérios ACR 2010/2016; não existe exame que confirme fibromialgia. Os exames servem para excluir os diferenciais com painel racional: hemograma, VHS, PCR, TSH, creatinina, CPK, transaminases e, quando houver suspeita clínica, 25-hidroxivitamina D e ferritina. Autoanticorpos (FAN, fator reumatoide, anti-CCP) NÃO devem ser pedidos de rotina em paciente com dor difusa sem sinais inflamatórios: FAN em baixo título é positivo em até 10-15% de mulheres saudáveis e, sem clínica, gera rótulo falso de lúpus e ansiedade. Sinais de alerta que obrigam a investigar outra doença: início após os 50 anos com dor de cinturas (polimialgia reumática), febre, perda de peso, fraqueza muscular proximal real (miopatia inflamatória), VHS ou PCR altas, CPK elevada, rash, sinovite objetiva, Raynaud ou fenômenos autonômicos novos. Rastrear comorbidades tratáveis: depressão e ansiedade (PHQ-9, GAD-7), apneia do sono em roncadores com sonolência (STOP-Bang) e sedentarismo.
| Diagnóstico diferencial | Pista clínica | Confirmação |
|---|---|---|
| Hipotireoidismo | Fadiga, ganho de peso, pele seca, bradicardia, constipação | TSH e T4 livre |
| Polimialgia reumática | Idade > 50 anos, dor de cinturas escapular e pélvica, rigidez importante, VHS elevada (frequentemente > 40-50 mm/h) | Clínica + VHS; resposta dramática à prednisona em baixa dose |
| Miopatia inflamatória | Fraqueza proximal real (levantar da cadeira, escadas), CPK elevada | CPK, eletroneuromiografia, RM, biópsia muscular |
| Miopatia por estatinas | Mialgia difusa em uso de estatinas, com ou sem CK elevada | CPK e teste de suspensão/reintrodução da droga |
| Deficiência de vitamina D | Dor difusa, fraqueza, osteomalácia em casos graves | 25-hidroxivitamina D sérica |
| Apneia obstrutiva do sono | Ronco, sonolência diurna, fadiga e dor difusa não explicadas | Polissonografia |
| AR, lúpus e Sjögren iniciais | Sinovite objetiva, rash, fenômeno de Raynaud, xeroftalmia com sialometria alterada | FAN, anti-CCP/FR, anti-Ro/La dirigidos à clínica |
A EULAR organiza o tratamento como abordagem graduada e compartilhada. Primeiro degrau para todos: educação sobre o mecanismo nociplástico (validar a dor, explicar exames normais, discutir prognóstico e autocuidado) e exercício físico - a ÚNICA recomendação forte da diretriz. O programa começa abaixo da capacidade atual: 10-15 minutos de caminhada ou bicicleta leve em dias alternados, progredindo a cada 2-4 semanas até ~150 minutos semanais de aeróbico moderado, somado a fortalecimento e alongamento globais; hidroginástica em água aquecida tem evidência própria e é útil para quem não tolera exercício de impacto; a progressão deve ser lenta porque excesso em um dia bom causa piora por dias (ciclo de boom-bust). Segundo degrau para quem não responde: terapia cognitivo-comportamental (reestruturar catastrofização, manejo do sono e pacing de atividades), mindfulness e técnicas de relaxamento, higiene do sono rigorosa (horário regular, sem telas à noite, cafeína e álcool reduzidos), e tratamento das comorbidades (depressão, apneia, enxaqueca, intestino irritável). Manter atividade laboral e social é objetivo terapêutico; repouso prolongado e passividade pioram o descondicionamento e a dor. O consenso brasileiro segue a mesma lógica, com ênfase em abordagem multidisciplinar (reumatologista, fisioterapia, psicologia e educação em grupos).
Os fármacos têm efeito modesto (tamanho de efeito pequeno a moderado) e são coadjuvantes; escolha pelo perfil do paciente. Amitriptilina em doses baixas (10 mg à noite, podendo aumentar para 25 mg) melhora dor, sono e fadiga - é a primeira escolha quando predomina insônia; seus efeitos anticolinérgicos exigem cautela em idosos. Ciclobenzaprina (5-10 mg à noite), estruturalmente um tricíclico, é alternativa para dor e sono. Duloxetina (30 mg/dia por 1-2 semanas, depois 60 mg/dia) é a escolha quando coexistem depressão, ansiedade ou dor neuropática; milnaciprano (iniciar 12,5-25 mg/dia e titular até 100-200 mg/dia) é alternativa do mesmo grupo. Pregabalina (75 mg/dia à noite, progressão para 150-450 mg/dia em duas tomadas) beneficia especialmente sono, ansiedade e dor; causa tontura, sonolência, edema e ganho de peso, e exige ajuste na insuficiência renal. Tramadol associado a paracetamol é o único esquema opioide fraco com alguma evidência, reservado a resgates curtos. A EULAR recomenda FORTEMENTE CONTRA opioides fortes (sem eficácia demonstrada e com dano claro), e não recomenda corticoides (não há inflamação), AINH como terapia isolada da fibromialgia (só como adjuvante de comorbidades degenerativas), benzodiazepínicos crônicos, hormônio de crescimento e oxibato de sódio. Doses abaixo das mínimas eficazes e trocas precipitadas de fármaco são erros comuns: cada esquema merece 4-8 semanas em dose adequada antes de julgar falência.
| Fármaco | Dose inicial e faixa | Perfil e observações |
|---|---|---|
| Amitriptilina | 10 mg à noite; faixa 10-25 mg | Primeira escolha com insônia; boca seca, ganho de peso, cautela em idosos |
| Ciclobenzaprina | 5 mg à noite; faixa 5-10 mg | Relaxante tricíclico; dor e sono; sonolência |
| Duloxetina | 30 mg/dia; faixa 60 mg/dia | Depressão/ansiedade associadas e dor neuropática; náusea inicial comum |
| Milnaciprano | 12,5-25 mg/dia; faixa 100-200 mg/dia | Inibidor de recaptação de serotonina e noradrenalina; titulação lenta |
| Pregabalina | 75 mg/dia; faixa 150-450 mg/dia em 2 tomadas | Sono, ansiedade e dor; tontura, edema, ganho de peso; ajustar na DRC |
| Tramadol + paracetamol | Doses usuais, uso de resgate | Único opiáceo fraco com evidência; evitar uso crônico |
A fibromialgia é crônica, com exacerbações (flares) desencadeadas por estresse, infecções, noites mal dormidas e excesso físico, mas melhora de forma sustentada em metade ou mais dos pacientes engajados em tratamento multimodal - a adesão ao exercício é o maior preditor de melhora. Não encurta a expectativa de vida por si, porém o risco de ideação suicida está aumentado e deve ser rastreado (quedas funcionais, desemprego, isolamento e polifarmácia são consequências comuns quando não tratada). O seguimento programado (a cada 1-3 meses) monitora dor por escala numérica, função e impacto pelo FIQR (Revised Fibromyalgia Impact Questionnaire, 0-100), sono, humor e efeitos adversos de fármacos, evitando polifarmácia e manter prescrições sem benefício. Na flare: reassegurar, proteger o sono, reduzir temporariamente a carga física - sem repouso absoluto -, tratar o gatilho e ajustar medicação noturna; pacientes refratários merecem reavaliar diagnósticos concomitantes e encaminhamento à dor crônica multidisciplinar.
1.Mulher de 42 anos com dor difusa há 8 meses, fadiga, sono não reparador e WPI de 8 com SSS de 6. Hemograma, VHS, PCR, TSH e CPK normais. Diagnóstico e exame esperado:
2.Pela revisão ACR 2016, qual combinação satisfaz os critérios de fibromialgia?
3.Sobre a base do tratamento da fibromialgia na EULAR:
4.O Widespread Pain Index (WPI) conta dor em quantas áreas corporais?
5.Qual conduta farmacológica está formalmente CONTRAINDICADA pelas recomendações EULAR?
6.Paciente com fibromialgia e depressão moderada, com predomínio de dor e humor deprimido. O fármaco de melhor adequação ao perfil é:
7.Sobre a fisiopatologia da fibromialgia, assinale a correta:
8.Paciente com artrite reumatoide em uso de metotrexate refere dor difusa e fadiga há meses; o DAS28 está alto, mas não há sinovite ao exame e a PCR é normal. A interpretação correta é:
9.Idosa de 68 anos com dor de cinturas escapular e pélvica há 2 meses, rigidez matinal de 1 hora e VHS de 72 mm/h. O diagnóstico a considerar primeiro é:
10.Sobre exames na investigação de dor difusa crônica suspeita de fibromialgia:
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