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Revisão completa da esclerose sistêmica (esclerodermia): critérios de classificação ACR/EULAR 2013 com pontuação, subtipos limitada e difusa, epidemiologia, fisiopatologia (vasculopatia, autoimunidade e fibrose), mapa de autoanticorpos, envolvimento cutâneo, gastrointestinal, pulmonar, cardíaco e renal, rastreio de DIP e hipertensão pulmonar, crise renal esclerodérmica e tratamento por domínio com doses, incluindo nintedanibe e transplante de medula óssea.
[1] van den Hoogen F, Khanna D, Fransen J, et al. 2013 classification criteria for systemic sclerosis: an American College of Rheumatology/European League Against Rheumatism collaborative initiative. Ann Rheum Dis. 2013;72(11):1747-1755 · DOI 10.1136/annrheumdis-2013-204424 | [2] Volkmann ER, Andréasson K, Smith V. Systemic sclerosis. Lancet. 2023;401(10373):304-318 · DOI 10.1016/S0140-6736(22)01692-0 | [3] Del Galdo F, Kowal-Bielecka O, Fransen J, et al. EULAR recommendations for the treatment of systemic sclerosis: 2023 update. Ann Rheum Dis. 2025;84(1):29-40 · DOI 10.1136/annrheumdis-2023-224457 | [4] Distler O, Highland KB, Gahlemann M, et al. Nintedanib for systemic sclerosis-associated interstitial lung disease (SENSCIS). N Engl J Med. 2019;380(26):2518-2528 · DOI 10.1056/NEJMoa1816088 | [5] Sullivan KM, Goldmuntz EA, Keyes-Elstein L, et al. Myeloablative autologous stem-cell transplantation for severe scleroderma. N Engl J Med. 2018;378(1):35-47 · DOI 10.1056/NEJMoa1703327 · DOI 10.1136/annrheumdis-2013-204424
A esclerose sistêmica (ESc), ou esclerodermia, é a doença reumática com maior taxa de mortalidade: uma doença autoimune difusa caracterizada pela tríade vasculopatia obliterativa de pequenos vasos, disfunção imune com autoanticorpos específicos e fibrose progressiva da pele e de órgãos internos. Afeta principalmente mulheres entre 30 e 50 anos (relação de 4 a 8 mulheres por homem) e, sem tratamento, a sobrevida em 10 anos historicamente ficava em torno de 55 a 75%. Para a prova, o aluno precisa dominar quatro blocos: os critérios de classificação ACR/EULAR 2013 com a pontuação de cada item, o mapa de autoanticorpos e suas associações clínicas (anticentrômero, anti-Scl-70, anti-RNA polimerase III), o rastreio sistemático de doença pulmonar intersticial (DIP) e hipertensão pulmonar, e a conduta na crise renal esclerodérmica, em que a resposta clássica (manter o inibidor da ECA mesmo com creatinina subindo) contraria o reflexo habitual da nefrologia.
A ESc é definida como doença autoimune sistêmica caracterizada por endurecimento cutâneo (esclerose) associado a envolvimento de órgãos internos. Os critérios ACR/EULAR 2013 substituíram os critérios preliminares de 1980 e têm arquitetura em duas etapas: um critério suficiente, que sozinho classifica a doença — espessamento cutâneo dos dedos de ambas as mãos com extensão proximal às articulações metacarpofalangeanas — e, se ele estiver ausente, um escore aditivo de itens ponderados agrupados por domínio (dentro de cada domínio conta-se apenas o item de maior pontuação). Nove pontos ou mais classificam ESc, com sensibilidade de cerca de 91% e especificidade de 92% na coorte de validação, superando os critérios de 1980, pouco sensíveis para doença inicial e forma limitada.
| Item do critério | Pontos |
|---|---|
| Espessamento cutâneo dos dedos de ambas as mãos com extensão proximal às metacarpofalangeanas (critério suficiente) | 9 (classifica sozinho) |
| Espessamento dos dedos: dedos edematosos e inflamatórios (puffy fingers) | 2 |
| Espessamento dos dedos: esclerodactilia (espessamento confinado, distal às metacarpofalangeanas) | 4 |
| Lesões das pontas digitais: úlceras digitais | 3 |
| Lesões das pontas digitais: cicatrizes puntiformes (pitting scars) | 2 |
| Telangiectasias | 2 |
| Capilaroscopia periungueal alterada | 2 |
| Hipertensão pulmonar e/ou doença pulmonar intersticial (domínio com pontuação máxima) | 2 |
| Fenômeno de Raynaud | 3 |
| Autoanticorpos específicos: anticentrômero, anti-topoisomerase I (anti-Scl-70) ou anti-RNA polimerase III | 3 |
A classificação clinicamente mais útil divide a ESc pela extensão do endurecimento cutâneo em relação aos cotovelos e joelhos. A forma limitada (anteriormente síndrome CREST) compromete a pele distalmente aos cotovelos e joelhos (mãos, antebraços, face), cursa com fenômeno de Raynaud de longa data (frequentemente anos a décadas antes da esclerose) e associa-se ao anticentrômero; suas complicações típicas são hipertensão pulmonar tardia, calcinose, teleangiectasias e doença gastrointestinal. A forma difusa acomete pele proximal e distal aos cotovelos e joelhos (podendo atingir tronco), tem Raynaud concomitante ou posterior ao início cutâneo (dentro de 1 ano), piora cutânea rápida nos primeiros 3 anos e concentra os maiores riscos de doença pulmonar intersticial e crise renal, sobretudo nos primeiros 4 anos. Existe ainda a ESc sine scleroderma (menos de 5%), com envolvimento interno e autoanticorpo típico sem esclerose cutânea clinicamente evidente.
| Característica | Forma limitada | Forma difusa |
|---|---|---|
| Extensão do espessamento cutâneo | Distal a cotovelos e joelhos (mãos, face) | Proximal e distal a cotovelos e joelhos, podendo atingir tronco |
| Relação temporal com o Raynaud | Raynaud precede em anos a décadas | Raynaud é simultâneo ou surge até 1 ano depois da pele |
| Autoanticorpo mais associado | Anticentrômero | Anti-Scl-70 (anti-topoisomerase I) e anti-RNA polimerase III |
| Complicação pulmonar típica | Hipertensão pulmonar isolada tardia | Doença pulmonar intersticial precoce |
| Crise renal | Rara | Risco concentrado nos primeiros 4 anos (cerca de 10%) |
| Evolução cutânea | Lenta, insidiosa, pode estabilizar | Piora rápida em 1 a 3 anos, seguida de estabilização e até regressão parcial |
A incidência estimada da ESc é de cerca de 1 a 3 novos casos por 100 mil adultos por ano, e a prevalência varia amplamente conforme o método: de 7 a 30 por 100 mil habitantes em estudos clássicos europeus até mais de 200 por 100 mil em coortes administrativas recentes dos Estados Unidos e Austrália. O pico de início ocorre entre 30 e 50 anos (média em torno de 45 anos), com claro predomínio feminino de 4-8:1; pacientes de ascendência africana têm início mais precoce, mais forma difusa, mais doença pulmonar e pior sobrevida. A concordância entre gêmeos é baixa (cerca de 5%), o que reforça o peso de gatilhos ambientais em hospedeiro suscetível.
A lesão inicial é o dano endotelial de pequenos vasos (provavelmente imunomediado, com papel de citomegalovírus e estresse oxidativo hipotéticos), que leva a ativação, proliferação intimal e obliteração progressiva da luz, com perda de capilares (rarefação) e áreas avasculares visíveis à capilaroscopia. A hipóxia tecidual resultante estimula o endotélio a liberar endotelina-1 (vasoconstritor e profibrótico) e reduz a óxido nítrico sintase, perpetuando vasoconstrição (a base do fenômeno de Raynaud). Em paralelo, linfócitos T autorreativos produzem perfil Th2 (IL-4 e IL-13) e citocinas profibróticas, com ativação de linfócitos B e produção dos autoanticorpos específicos; parte dos pacientes tem assinatura de interferon tipo I. O terceiro componente é a ativação de fibroblastos e pericitos que se diferenciam em miofibroblastos (induzidos por TGF-beta, CTGF, PDGF e IL-4/IL-13), que producem colágeno tipos I e III em excesso e resistem à apoptose: a fibrose substitui o tecido adiposo dérmico e os interstícios pulmonar, renal e gastrointestinal. Na pele, a evolução é trifásica: fase edematosa (puffy fingers, inflamatória), fase fibrótica (endurecimento) e fase atrófica.
Os autoanticorpos específicos da ESc são mutuamente excludentes em cerca de 90% dos pacientes, praticamente não mudam ao longo da doença e funcionam como verdadeiros marcadores de fenótipo: antecipam quais órgãos rastrear. Eles têm especificidade alta (acima de 90%) e sensibilidade variável, e o FAN costuma ser nuclear (padrão centromérico ou nucleolar pontilhado fino).
| Anticorpo | Frequência aproximada | Subtipo e associação clínica | Prognóstico |
|---|---|---|---|
| Anticentrômero (ACA) | 20 a 40% (60 a 80% da forma limitada) | Forma limitada, CREST, hipertensão pulmonar tardia, doença biliar | Sobrevida relativamente melhor; risco de HAP de início tardio |
| Anti-topoisomerase I (Scl-70) | 15 a 30% (mais na difusa) | Forma difusa, doença pulmonar intersticial mais grave e extensa | Pior quando DIP extensa |
| Anti-RNA polimerase III | 5 a 25% (mais nos EUA) | Forma difusa rápida, crise renal esclerodérmica, câncer sincrônico | DIP menos frequente; risco renal e neoplásico |
| Anti-Th/To | 1 a 5% | Forma limitada, DIP e hipertensão pulmonar | Pior sobrevida pulmonar |
| Anti-U3-RNP (fibrilarina) | 1 a 5% | Forma difusa, hipertensão pulmonar, envolvimento cardíaco e gastrointestinal, mais em afrodescendentes | Reservado |
| Anti-PM/Scl | 1 a 5% | Síndrome de superposição com miosite, forma limitada, DIP leve | Melhor |
| Anti-U1-RNP | 5 a 10% | Superposição com lúpus, artrite e miosite (doença mista do tecido conjuntivo) | Menos fibrose grave |
O endurecimento cutâneo segue o padrão descrito e é medido pelo escore de Rodnan modificado (mRSS): 17 áreas corpóreas (dedos, mãos, antebraços, braços, face, tórax, abdome, coxas, pernas e pés) avaliadas de 0 a 3, num máximo de 51 pontos — quanto maior o mRSS inicial e mais rápida sua progressão, pior o prognóstico. A face ganha aparência em máscara, com microstomia, rugas periorais radiadas e teleangiectasias malar. O fenômeno de Raynaud, presente em mais de 95% dos pacientes, é a primeira manifestação na forma limitada e pode ser tão grave a ponto de causar úlceras digitais dolorosas (30 a 50% dos pacientes), pitting scars, perda de polpa digital e até gangrena com perda de dedos. A capilaroscopia periungueal distingue Raynaud secundário do primário: na ESc há capilares gigantes (ectasias), hemorragias e, na fase tardia, rarefação com áreas avasculares e ramificações — padrões precoce, ativo e tardio de Cutolo.
Como a doença pulmonar é frequentemente paucissintomática até estádios avançados (dispneia e tosse seca surgem tarde), o rastreio é protocolar e independe de sintomas. Todo paciente com ESc faz espirometria com DLCO e radiografia ou TC de tórax de base e, a seguir, espirometria com capacidade de difusão anual: queda da CVF maior que 10% ou da DLCO maior que 15% em 1 ano deve disparar nova TC de tórax de alta resolução. A TCAR caracteriza o padrão (PINE na maioria), a extensão fibrosa (extensão maior que 20% confere pior prognóstico) e a tração brônquica. A DLCO isoladamente baixa com CVF preservada é o sinal de alerta de doença vascular pulmonar: nesses casos, rastreio de hipertensão pulmonar com ecocardiograma e, se houver suspeita, cateterismo cardíaco direito — o algoritmo DETECT (que usa DLCO, teleangiectasias, anticentrômero, razão CVF/DLCO e estimativa ecocardiográfica) foi desenhado para a ESc e encaminha ao cateterismo os pacientes com escore igual ou superior a 300.
A crise renal esclerodérmica é uma emergência hipertensiva com lesão renal aguda por microangiopatia trombótica: o endurecimento da arteríola aferente com ativação do sistema renina-angiotensina produz hipertensão maligna, hipoperfusão renal e microangiopatia (esquizócitos, hemólise, plaquetopenia, LDH elevada). Típica da forma difusa nos primeiros 4 anos, acomete cerca de 10% desses pacientes; fatores de risco reconhecidos incluem anti-RNA polimerase III, doença cutânea rapidamente progressiva, uso recente de corticoide em dose igual ou superior a 15 mg/dia de prednisona (risco atribuível bem documentado) e anemia. Apresenta-se com pressão elevada (acima de 150/85 mmHg), cefaleia, encefalopatia hipertensiva, visão turva, dispneia por edema agudo de pulmão e creatinina subindo; cerca de 10% cursam com pressão normal ou apenas levemente elevada (crise normotensiva), variante de pior prognóstico.
Não existe tratamento imunossupressor global que cure a ESc: a terapia é guiada por domínio de envolvimento, e a recomendação EULAR de 2023 organiza as escolhas por evidência. A tabela abaixo consolida os esquemas essenciais com doses.
| Domínio | Primeira linha | Doses usuais | Observações |
|---|---|---|---|
| Fenômeno de Raynaud | Bloqueador de canal de cálcio diidropiridínico | Nifedipino 30 a 120 mg/dia (liberação lenta) ou anlodipino 5 a 20 mg/dia | Em falha, acrescentar inibidor de PDE5 (sildenafila 20 a 50 mg 8/8h); iloprosto endovenoso nos casos graves |
| Úlcera digital ativa | Iloprosto endovenoso + cuidados locais | 0,5 a 2 ng/kg/min por 3 a 5 dias | Analgésia, curativos, tratar infecção secundária; isquemia crítica = emergência (considerar toxina botulínica local, simpatectomia digital) |
| Prevenção de novas úlceras | Bosentana (se úlceras múltiplas) | 62,5 mg 12/12h por 4 semanas, depois 125 mg 12/12h | Reduz o aparecimento de novas úlceras, mas não cicatriza as existentes; hepatotoxicidade e teratogenicidade (monitorar transaminases e contracepção) |
| Pele na forma difusa precoce | Metotrexato | 15 a 25 mg/semana VO ou SC com ácido fólico | Recomendação condicional EULAR; efeito modesto no mRSS |
| DIP-ESc (inflamatória) | Micofenolato mofetil | 2 a 3 g/dia por pelo menos 6 a 12 meses | Alternativa: ciclofosfamida (1 a 2 mg/kg/dia VO ou 600 a 750 mg/m2 IV mensal); nintedanibe associado se progressão apesar da imunossupressão |
| DIP-ESc progressiva (antifibrótico) | Nintedanibe | 100 mg 12/12h, contínuo | Inibidor de tirosino quinases (PDGFR, FGFR, VEGFR); reduz a velocidade de queda da CVF, independente de imunossupressor concomitante; efeito adverso principal: diarreia |
| Hipertensão pulmonar | Terapia combinada em centro de referência | Antagonistas de endotelina (ambrisentana 5-10 mg/dia, macitetana 10 mg/dia), inibidores de PDE5 (tadalafila 40 mg/dia), estimulador de guanilato ciclase solúvel (riociguate), prostaciclina IV em formas graves | Cateterismo direito antes de iniciar; diuréticos e anticoagulação individualizados |
| Crise renal | Captopril titulável | 6,25 a 12,5 mg até 300 a 450 mg/dia | Manter apesar da creatinina; diálise de suporte |
| Doença gastrointestinal | IBP dose plena + procinéticos | Omeprazol 40 mg/dia (ou 20 mg 12/12h); domperidona 10 mg 15 a 30 min antes das refeições | Supercrescimento bacteriano: ciclos de antibiótico (rifaximina, ciprofloxacino ou metronidazol por 10 a 14 dias); GAVE com sangramento = coagulação com plasma de argônio |
O SENSCIS (New England Journal of Medicine, 2019) randomizou 576 pacientes com ESc e doença intersticial na TC para nintedanibe ou placebo: o nintedanibe reduziu a queda anual da CVF de cerca de 93 mL/ano para 53 mL/ano (diferença ajustada de aproximadamente 40 mL/ano a favor da droga, estatisticamente significativa), independentemente do uso concomitante de micofenolato ou ciclofosfamida — sem, porém, melhorar o escore cutâneo, a CVF absoluta basal ou a dispneia. O tocilizumabe (anti-IL-6, 162 mg SC semanal) ganhou recomendação condicional para pele e DIP com inflamação ativa. Para a forma difusa precoce grave e refratária, o transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas é a intervenção com maior efeito já demonstrado: no ensaio SCOT, comparado com 12 ciclos mensais de ciclofosfamida, o transplante mieloablativo aumentou a sobrevida livre de eventos em 54 meses de 50% para 79%, com reversão parcial da fibrose cutânea e melhora da função pulmonar, ao custo de maior toxicidade precoce (incluindo mortalidade relacionada ao tratamento no primeiro ano, exigindo seleção rigorosa em centros experientes).
A mortalidade da ESc permanece 3 a 4 vezes a esperada para a população geral. As principais causas de morte mudaram com a era dos inibidores da ECA: hoje dominam a doença pulmonar (DIP e hipertensão pulmonar, juntas responsáveis por cerca de metade das mortes), seguida pelo envolvimento cardíaco, infecções (imunossupressão e aspiração), neoplasias e, residualmente, a doença renal. A sobrevida global em 10 anos nas coortes contemporâneas gira em torno de 70 a 80%, mas cai drasticamente em subgrupos: forma difusa com DIP extensa (sobrevida em 5 anos de 50 a 80% conforme a extensão fibrosa), hipertensia pulmonar não tratada (sobrevida mediana histórica de 2 a 3 anos sem terapia específica, melhorando com a terapia combinada), início após os 60 anos, sexo masculino, ascendência africana e mRSS alto com progressão rápida. Complicações cumulativas que degradam a função: úlceras digitais recorrentes com perda de função da mão, contraturas flexionais, microstomia com comprometimento da higiene oral e mastigação, desnutrição por supercrescimento bacteriano e pseudo-obstrução, e disfagia com pneumonia aspirativa.
1.Qual achado, isolado, é suficiente para classificar um paciente como esclerose sistêmica pelos critérios ACR/EULAR 2013?
2.Paciente sem critério suficiente. Qual combinação de itens atinge o corte de 9 pontos nos critérios ACR/EULAR 2013?
3.O anticorpo anti-RNA polimerase III associa-se classicamente a:
4.Mulher de 58 anos, Raynaud há 15 anos, calcinose, teleangiectasias e esclerodactilia. Qual autoanticorpo e complicação esperar?
5.Qual achado laboratorial da capilaroscopia periungueal diferencia o Raynaud da esclerose sistêmica do Raynaud primário?
6.Paciente com ESc difusa há 2 anos em uso de prednisona 20 mg/dia apresenta PA 180/110 mmHg, creatinina 2,8 mg/dL, esquizócitos e plaquetopenia. Conduta?
7.Qual fator de risco modificável para crise renal esclerodérmica deve ser evitado no manejo da ESc difusa precoce?
8.Qual é o esquema mínimo de rastreio pulmonar recomendado para todo paciente com esclerose sistêmica?
9.Sobre o nintedanibe na doença pulmonar intersticial da esclerose sistêmica (SENSCIS), é correto afirmar:
10.Paciente com história de múltiplas úlceras digitais cicatrizadas e novas lesões recorrentes apesar de nifedipino e sildenafila. Qual droga reduz o surgimento de novas úlceras?
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