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Ultrassonografia point-of-care aplicada a emergências: fundamentos físicos e escolha do transdutor, protocolos integrados à beira do leito (RUSH para choque, FAST/eFAST no trauma, BLUE na insuficiência respiratória), avaliação cardíaca focal com sinais de tamponamento e sobrecarga de VD, aorta, TVP, vesícula, rim, olho, primeiro trimestre e guia de procedimentos. Com sensibilidades, especificidades e os sinais artefatuais que a prova cobra.
[1] Moore CL, Copel JA. Point-of-care ultrasonography. N Engl J Med. 2011;364(8):749-757 · DOI 10.1056/NEJMra0909487 | [2] Lichtenstein DA, Mezière GA. Relevance of lung ultrasound in the diagnosis of acute respiratory failure: the BLUE protocol. Chest. 2008;134(1):117-125 · DOI 10.1378/chest.07-2800 | [3] Volpicelli G, Elbarbary M, Blaivas M, et al. International evidence-based recommendations for point-of-care lung ultrasound. Intensive Care Med. 2012;38(4):577-591 · DOI 10.1007/s00134-012-2513-4 | [4] Perera P, Mailhot T, Riley D, Mandavia D. The RUSH exam: Rapid Ultrasound in SHock in the evaluation of the critically ill. Emerg Med Clin North Am. 2010;28(1):29-56 · DOI 10.1016/j.emc.2009.09.008 | [5] American College of Emergency Physicians. Ultrasound guidelines: emergency, point-of-care, and clinical ultrasound guidelines in medicine. Dallas: ACEP, 2016 · https://www.acep.org · DOI 10.1056/NEJMra0909487
A ultrassonografia point-of-care (POCUS, point-of-care ultrasound) é o exame de imagem realizado e interpretado pelo próprio médico que atende o paciente, à beira do leito e em tempo real, para responder perguntas clínicas focadas: há líquido livre na cavidade abdominal? O coração tem derrame pericárdico? O pulmão deslizou? Diferente do mapeamento convencional realizado por radiologista com laudo posterior, a POCUS é uma extensão do exame físico, repetível quantas vezes a evolução exigir, sem radiação e sem transporte do paciente crítico. Em emergências, a POCUS encurta o tempo até decisões vitais: um FAST positivo em politraumatizado instável indica laparotomia imediata; um subxifoide com colapso diastólico do ventrículo direito muda a conduta para pericardiocentese; linhas B bilaterais diferenciam edema pulmonar cardiogênico de DPOC exacerbada em minutos. A prova cobra a lógica dos protocolos (RUSH, FAST/eFAST, BLUE), os limiares numéricos (aneurisma de aorta a partir de 3 cm, via biliar até 6 mm, diâmetro da VCI até 2,1 cm) e os sinais com especificidade quase absoluta, como o ponto pulmonar do pneumotórax. Este artigo percorre fundamentos, aplicações e desempenho diagnóstico de cada módulo.
O ultrassom usa o efeito piezelétrico: cristais do transdutor convertem pulsos elétricos em ondas ultrassônicas (2 a 15 MHz) e recebem os ecos de volta, reconstruindo uma imagem em modo B (brilho bidimensional). A regra física central é o trade-off entre resolução e penetração: frequências altas (7-15 MHz) dão detalhe fino em estruturas superficiais (vasos, nervos, partes moles, pleura anterior) e frequências baixas (1-5 MHz) penetram profundamente (abdome, coração) com menos detalhe. Os artefatos não são ruído a eliminar, mas informação diagnóstica: a reverberação gera as linhas A (eco repetido da pleura em um pulmão normal) e as linhas B (artefatos em raio, provenientes do interstício alveolar-intersticial repleto de líquido); a sombra acústica posterior a cálculos e gás delimita litíase; o espelhamento hepático aparece junto ao diafragma e pode simular hematoma subfrênico; a reverberação em série abaixo da pleura, sem deslizamento, sustenta o diagnóstico de pneumotórax.
| Transdutor | Frequência | Formato da imagem | Aplicações principais |
|---|---|---|---|
| Convexo (curvilinear) | 2-5 MHz | Setor largo, campo profundo | Abdome: FAST, aorta, vesícula, rim, apêndice; pulmão em adultos com parede espessa |
| Setorial (phased array) | 1-5 MHz | Setor estreito, pequeno footprint | Coração (subxifoide e janelas cardíacas), pulmão, crânio em neonatos |
| Linear de alta frequência | 7-15 MHz | Retangular, superficial | Vasos e compressão para TVP, partes moles, pleura anterior, nervos, globo ocular |
| Endocavitário | 5-10 MHz | Setor de alta resolução a curta distância | Primeiro trimestre de gestação, avalização pélvica, via transvaginal |
O pulmão normal é ar, e ar reflete quase todo o feixe: a POCUS pulmonar analisa a linha pleural e seus artefatos. Achados normais: deslizamento pulmonar (glide sign, o vaivém da pleura na respiração) e linhas A horizontais (reverberações regulares da pleura), com modo M mostrando o sinal praia (camadas granulares acima da pleura e ondas regulares abaixo). Achados patológicos: três ou mais linhas B verticais partindo da pleura e apagando as linhas A indicam síndrome alveolar-intersticial (edema, fibrose, pneumonia intersticial); ausência de deslizamento pulmonar com linhas A preservadas e modo M em código de barras (ou estratosfera) sugere pneumotórax; consolidação aparece como tecido homogêneo com textura hepática (hepatização pulmonar) com broncogramas aéreos, podendo ser dinâmicos (móveis com a respiração, sinal de consolidação e não de massa); derrame pleural anecoico delimitado pelas linhas quad (parede torácica, pleura visceral, pulmão) e pelo sinal do sinusoide no modo M; e o ponto pulmonar - a transição abrupta entre zona com deslizamento e zona sem deslizamento no mesmo campo - fecha pneumotórax com especificidade próxima de 100% (sensibilidade menor, porque pneumotórax de pequeno volume pode não alcançar a parede anterior no decúbito).
O protocolo BLUE (Bedside Lung Ultrasound in Emergency) padroniza a avaliação da insuficiência respiratória aguda com três pontos por hemitórax (dois anteriores na linha médio-clavicular e um lateral na linha axilar média) e perfis diagnósticos: perfil A (linhas A com deslizamento bilateral) com compressão venosa positiva de membros inferiores aponta tromboembolismo pulmonar; perfil B bilateral (três ou mais linhas B em pelo menos dois campos de cada lado) aponta edema pulmonar cardiogênico; perfil A/B (B unilateral) sugere pneumonia assimétrica; perfil C (consolidações) sugere pneumonia; e perfil A sem deslizamento (abolição do deslizamento pulmonar) sugere pneumotórax. No estudo de validação (Chest, 2008), o protocolo chegou à causa da dispneia em 90,5% de 260 pacientes de UTI, em minutos, sem radiografia. Em metanálises, a POCUS pulmonar supera a radiografia de tórax para pneumotórax (sensibilidade de 80-90% contra cerca de 30-50% da radiografia em decúbito, com especificidade de 98-100%), para derrame pleural e para consolidação.
O FAST (Focused Assessment with Sonography for Trauma) procura hemoperitônio, hemopericárdio e (no eFAST) pneumotórax em quatro a seis janelas: hipocôndrio direito (região de Morrison entre fígado e rim, espaço subfrênico e sub-hepático), hipocôndrio esquerdo (espaço periesplênico), pelve (fundo de saco de Douglas/retrovesical, com a bexiga como janela acústica) e subxifoide (pericárdio); o eFAST acrescenta as duas janelas pulmonares anteriores e a VCI. A regra de decisão é fixa: politraumatizado instável com FAST positivo vai ao centro cirúrgico, sem tomografia; FAST negativo em paciente instável não exclui lesão (sensibilidade em torno de 60-80% para lesão intra-abdominal contusa) e obriga a repetição seriada ou tomografia se o paciente estabilizar. O estudo detecta volumes a partir de aproximadamente 100 a 250 mL na região de Morrison, com sensibilidade crescente conforme o volume se acumula; a especificidade é alta (90-99%). Limitações clássicas: lesões retroperitoneais não visualizadas, lesão de víscera oca sem líquido inicial, ascite prévia simulando hemoperitônio, meteorismo, obesidade, feridas penetrantes de tórax (FAST menos validado) e lesão de intestino delgado.
| Janela do FAST | Estrutura avaliada | Achado positivo |
|---|---|---|
| Hipocôndrio direito (Morrison) | Espaço hepatorenal, subfrênico e sub-hepático direitos | Líquido anecoico (sangue) ao redor do rim direito |
| Hipocôndrio esquerdo (periesplênico) | Espaço entre baço e rim esquerdo, subfrênico esquerdo | Líquido anecoico periesplênico ou subfrênico |
| Pelviana | Fundo de saco de Douglas (mulheres) ou retrovesical (homens) | Líquido livre posterior à bexiga cheia |
| Subxifoide | Pericárdio e coração | Derrame pericárdico anecoico ao redor do coração |
| eFAST: tórax anterior bilateral | Pleura e pulmão anteriores | Ausência de deslizamento pulmonar / ponto pulmonar (pneumotórax) |
| eFAST: VCI | Veia cava inferior | VCI colapsada (hipovolemia) ou plética (tamponamento, cor pulmonale) |
A avaliação cardíaca focal responde quatro perguntas: há derrame pericárdico? A função ventricular esquerda é normal, hiperdinâmica ou hipocontrátil? O ventrículo direito está dilatado ou hipocinético? A VCI está colapsada ou plética? Janelas: subxifoide (a mais fácil no paciente traumado), paraesternal longa e curta, e apical 4 câmaras. Tamponamento: derrame pericárdico com colapso das câmaras direitas - o colapso sistólico do átrio direito (fase precoce, presente na diástole) e o colapso diastólico do ventrículo direito são os sinais específicos - além de VCI plética (>2,1 cm sem colapso inspiratório), coração balançante e taquicardia. Função esquerda: a estimativa visual (eyeballing) categoriza normal, hipercinética (cavidades pequenas e hipercontráteis, típica de hipovolemia e choque distributivo) ou globalmente hipocontrátil (choque cardiogênico, com POCUS auxiliando pela fração de encurtamento e pela distância do ponto E do mitral ao septo). Sobrecarga aguda do ventrículo direito: razão VD/VE maior que 1 (ou 0,7 em apical 4 câmaras) na embolia pulmonar maciça, com sinal de McConnell (acinesia da parede livre do VD com ápice poupado, cinético, recebendo sangue do VE hipercinético).
O RUSH (Rapid Ultrasound in Shock and Hypotension) organiza a POCUS do paciente hipotenso pela metáfora hidráulica: a bomba (coração), o tanque (volume) e os canos (vasos). Na prática sequencial: avalia-se o coração (derrame, contratilidade, VD), o tanque (VCI, FAST para líquido livre, pulmões para linhas B ou pneumotórax, e a veia jugular), e os canos (aorta abdominal para aneurisma, compressão venosa de membros inferiores para trombo, e aorta torácica quando possível). O protocolo discrimina os quatro choques fisiológicos em minutos e é a estrutura mais cobrada em prova de emergência.
| Tipo de choque | Bomba (coração) | Tanque (VCI/FAST/pulmão) | Canos |
|---|---|---|---|
| Hipovolêmico (hemorragia) | Hiperdinâmico, cavidades pequenas | VCI colapsada; FAST positivo com líquido livre | Aorta: excluir aneurisma como fonte |
| Cardiogênico | VE hipocontrátil global | VCI plética; linhas B bilaterais (edema) | Excluir TVP como gatilho |
| Obstrutivo - tamponamento | Derrame pericárdico com colapso de câmaras direitas | VCI plética; pulmões secos | Pericárdio: pericardiocentese guiada |
| Obstrutivo - embolia pulmonar | VD dilatado (VD/VE >1), sinal de McConnell | VCI plética; pulmões secos (perfil A) | Compressão venosa: TVP presente em metade dos casos |
| Obstrutivo - pneumotórax hipertensivo | Coração balançando deslocado, retorno venoso reduzido | Ausência de deslizamento pulmonar unilateral | Ponto pulmonar fecha o diagnóstico |
| Distributivo (séptico, anafilático) | Hiperdinâmico ou hipocontrátil na miocardiopatia séptica | VCI variável; FAST negativo; consolidação focal (foco infeccioso) | Excluir outras causas antes de fechar |
A POCUS de aorta na dor lombar ou abdominal aguda com instabilidade mede o diâmetro transverso e anteroposterior da aorta do diafragma à bifurcação ilíaca, de parede externa a parede externa: diâmetro de 3 cm ou mais define aneurisma de aorta abdominal (aorta normal tem até 2,5 cm e afina distalmente). O exame à beira do leito identifica a presença de aneurisma com sensibilidade acima de 95% e praticamente muda a conduta do paciente instável com dor: aneurisma visualizado em paciente hipotenso = ruptura até prova em contrário, indicando cirurgia vascular imediata, sem tomografia. O risco de ruptura cresce com o diâmetro: cerca de 1% ao ano para aneurismas de 4 a 5 cm, 3 a 5% ao ano entre 5 e 6 cm, e acima de 10% ao ano a partir de 6 cm, o que fundamenta a indicação de reparo eletivo a partir de 5,5 cm (ou crescimento maior que 0,5 cm em 6 meses, sintomático ou roto). Já a compressão venosa de membros inferiores nos três pontos (veia femoral comum, femoral e poplía) explora a TVP proximal: a veia normal colapsa totalmente à compressão com o transdutor; a ausência de compressibilidade (incompressibilidade venosa) é o sinal de trombose, com sensibilidade em torno de 90 a 95% e especificidade superior a 95% para TVP proximal - muito mais rápido que aguardar duto diagnóstico no pronto atendimento.
Na dor em hipocôndrio direito, a POCUS procura litíase biliar (cálculo hiperecogênico com sombra acústica posterior, sensibilidade em torno de 95% para colelitíase), parede vesicular espessada acima de 3 mm (medida com a vesícula não distendida), sinal de Murphy ultrassonográfico (dor máxima à pressão do transdutor sobre a vesícula), líquido pericolecístico e, nas vias biliares, dilatação da via biliar principal: até 6 mm é o limite usual em pacientes abaixo de 60 anos, acrescenta-se cerca de 1 mm por década após os 60, e admite-se até 1 cm em colecistectomizados. Dois ou mais achados de colecistite aguda em contexto clínico compatível sustentam o diagnóstico. No rim, a hidronefrose (dilatação pielocalicial anecoica) em paciente com cólica lombar e hematúria aponta urolitíase obstrutiva, embora a POCUS não substitua a tomografia para localizar o cálculo. No abdome agudo obstrutivo: alças de delgado com diâmetro maior que 2,5 cm, com peristaltismo em vaivém (to-and-fro) e pregas circulares visíveis, sugere obstrução de intestino delgado; apêndice com diâmetro externo de 6 mm ou mais, incompressível, com alvo (target sign) e dor à compressão localizada sustenta apendicite aguda, com sensibilidade variável (70 a 90%) e alta especificidade em mãos treinadas.
| Estrutura | Limiar/achado diagnóstico | Comentário |
|---|---|---|
| Vesícula biliar (parede) | Espessura > 3 mm | Medir com vesícula não distendida; jejum espessa fisiologicamente |
| Via biliar principal | ≥ 6 mm até 60 anos; +1 mm/década após; até 10 mm em colecistectomizado | Dilatação sugere coledocolitíase ou obstrução neoplásica |
| Aorta abdominal | Diâmetro ≥ 3 cm | Medir de parede externa a externa; reparo eletivo a partir de 5,5 cm |
| Alça de delgado | Diâmetro > 2,5 cm com peristaltismo anormal | Obstrução de intestino delgado; procurar ponto de transição |
| Apêndice | Diâmetro ≥ 6 mm, incompressível | Compressão gradativa no ponto de dor; sensibilidade menor na obesidade e íleo retrocecal |
| Hidronefrose | Dilatação pielocalicial anecoica | Gradação leve a grave; localiza o lado, não o cálculo |
Com transdutor linear sobre o globo ocular protegido (pálpebra fechada e gel estéril), a POCUS ocular identifica descolamento de retina (membrana móvel, em faixa ou taça, que se insere no disco óptico e ondula com os movimentos oculares - diferindo do descolamento de coroide, convexo e que não se insere no disco), hemorragia vítrea (ecos móveis de baixa amplitude no humor vítreo) e papiledema; o diâmetro do nervo óptico (medida da bainha, 3 mm atrás do globo) maior que 5,7 mm sugere pressão intracraniana acima de 20 mmHg em adultos. No primeiro trimestre, a POCUS pélvica decide a vida ou a morte na dor pélvica com teste de gravidez positivo: saco gestacional intrauterino com conteúdo (embrião, vesícula vitelínica) afasta gravidez ectópica na maioria dos casos; útero vazio com β-hCG acima da zona discriminatória (saco deve ser visto por via transvaginal com β-hCG em torno de 1.500 a 2.000 UI/mL; via transabdominal exige cerca de 6.500 UI/mL) mais líquido livre no fundo de Douglas ou massa anexial = ectópica até prova em contrário. Em partes moles, a POCUS diferencia celulite (espessamento e edema subcutâneo em padrão cobblestone) de abcesso (coleção anecoica ou de ecos mistos com reforço posterior, que drena sob guia), com sensibilidade muito superior à palpação clínica.
A POCUS é dependente do operador: a acurácia publicada pressupõe treinamento formal com supervisão, o que as diretrizes da ACEP (2016) e os consensos internacionais de ultrassom pulmonar e cardíaco focal estabelecem em número estruturado de exames supervisionados por aplicação, com educação continuada e controle de qualidade. Limitações práticas: obesidade e parede torácica espessa, enfisema subcutâneo (que dispersa o feixe e abole o deslizamento, simulando pneumotórax), curativos e feridas, meteorismo abdominal, janelas ósseas e a incapacidade de avaliar estruturas retroperitoneais e parenquimatosas profundas sem contraste. Dois erros conceituais terminam qualquer discussão de prova: a POCUS é focal (responde à pergunta formulada, não substitui o ecocardiograma completo ou a tomografia) e deve ser documentada com imagens arquivadas e laudo estruturado no prontuário, integrada ao contexto clínico - um achado isolado nunca é conduta por si só.
1.Na POCUS pulmonar, o achado com especificidade próxima de 100% para pneumotórax é:
2.Paciente com dispneia aguda: POCUS pulmonar mostra três ou mais linhas B verticais difusas em ambos os hemitórax, com deslizamento preservado. O diagnóstico mais provável é:
3.O sinal código de barras (ou estratosfera) no modo M da POCUS pulmonar significa:
4.Politraumatizado chega hipotenso (PA 80/50 mmHg) com FAST positivo na janela de Morrison. A conduta correta é:
5.Na avaliação cardíaca focal, o conjunto derrame pericárdico + colapso diastólico do ventrículo direito + VCI plética indica:
6.Paciente dispneico e hipotenso: razão VD/VE maior que 1 com acinesia da parede livre do VD e ápice preservado (sinal de McConnell). O quadro sugere:
7.O limiar ultrassonográfico para aneurisma de aorta abdominal, medido de parede externa a externa, é:
8.Na compressão venosa dos membros inferiores, o sinal positivo de trombose venosa profunda proximal é:
9.Sobre a via biliar principal, o valor de referência usual no adulto abaixo de 60 anos e a regra de ajuste pelo idade são:
10.Gestante no primeiro trimestre com β-hCG de 4.000 UI/mL, útero vazio à ultrassonografia transvaginal e líquido livre no fundo de Douglas. A conduta interpretativa correta é:
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