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Artigo de revisão sobre rinossinusite: classificação EPOS 2020 (aguda viral, bacteriana e crônica com e sem pólipos), fisiopatologia do complexo ostiomeatal e inflamação tipo 2, microbiologia, critérios clínicos de bacteriana (double sickening), doses de antibióticos e corticoides, cirurgia endoscópica, biológicos e complicações orbitárias e endocranianas.
[1] Fokkens WJ, Lund VJ, Hopkins C, et al. European Position Paper on Rhinosinusitis and Nasal Polyps 2020. Rhinology. 2020;58(Suppl S29):1-464 · DOI 10.4193/Rhin20.600 | [2] Rosenfeld RM, Piccirillo JF, Chandrasekhar SS, et al. Clinical practice guideline (update): adult sinusitis. Otolaryngol Head Neck Surg. 2015;152(2 Suppl):S1-S39 · DOI 10.1177/0194599815572097 | [3] Chow AW, Benninger MS, Brook I, et al. IDSA clinical practice guideline for acute bacterial rhinosinusitis in children and adults. Clin Infect Dis. 2012;54(8):e72-e112 · DOI 10.1093/cid/cir1043 | [4] Anselmo-Lima WT, Romano FR, Tamashiro E, et al. Brazilian guideline for the use of immunobiologicals in chronic rhinosinusitis with nasal polyps: 2024 update. Braz J Otorhinolaryngol. 2024;90:101394 · DOI 10.1016/j.bjorl.2024.101394 | [5] Bachert C, Han JK, Desrosiers M, et al. Efficacy and safety of dupilumab in patients with severe chronic rhinosinusitis with nasal polyps (LIBERTY NP SINUS-24 and SINUS-52). Lancet. 2019;394(10209):1638-1650 · DOI 10.1016/S0140-6736(19)31881-1 · DOI 10.4193/Rhin20.600
Rinossinusite é a inflamação da mucosa do nariz e dos seios paranasais e está entre os diagnósticos mais frequentes da atenção primária: o adulto apresenta em média 2 a 5 infecções virais de vias aéreas superiores por ano, e de 0,5 a 2% delas evolui com sobreinfecção bacteriana — o que faz da rinossinusite aguda bacteriana uma das principais indicações de antibiótico no mundo, com enorme peso no problema da resistência antimicrobiana. A rinossinusite crônica, por sua vez, afeta em torno de 5 a 12% da população geral e impacta qualidade de vida de forma comparável a doenças crônicas maiores. Para a prova, o aluno precisa separar três coisas com precisão: o que é viral (não leva antibiótico), o que sugere bacteriana (critérios IDSA de tempo e gravidade) e o que é crônico (12 semanas ou mais, com tratamento escalonado que vai do lavado nasal ao biológico).
O EPOS 2020 define rinossinusite por critérios sintomáticos: presença de dois ou mais sintomas, sendo pelo menos um obrigatório — obstrução/congestão nasal ou corrimento nasal (anterior ou posterior) — podendo ser acompanhados de pressão ou dor facial e redução do olfato. A classificação temporal separa rinossinusite aguda (menos de 12 semanas, com resolução completa) da crônica (12 semanas ou mais, sem resolução completa). A aguda subdivide-se em viral (a grande maioria, com duas fases: pico de sintomas entre os dias 3 e 6 e melhora até o dia 10) e bacteriana, definida por critérios clínicos de tempo e gravidade, não por exame complementar. A crônica divide-se em RSC sem pólipos (CRSsNP) e com pólipos nasais (CRSwNP), e o EPOS 2020 acrescentou a distinção entre formas primárias (difusa ou localizada) e secundárias (por exemplo, doença sistêmica, discinesia ciliar ou origem odontogênica) — detalhe novo que aparece em provas atualizadas.
| Forma clínica | Duração e marcadores | Conduta principal |
|---|---|---|
| Rinossinusite aguda viral | Menos de 10 dias, pico no dia 3 a 6, melhora espontânea | Sintomáticos: lavado nasal, analgésicos; sem antibiótico |
| Rinossinusite aguda bacteriana | Sintomas por 10 dias ou mais sem melhora, início grave ou piora bifásica (double sickening) | Antibiótico primeira linha: amoxicilina-clavulanato 5 a 7 dias no adulto |
| RSC sem pólipos (CRSsNP) | 12 semanas ou mais de sintomas, sem pólipos à endoscopia | Lavado nasal de grande volume + corticoide intranasal; macrolídeo de baixa dose como opção |
| RSC com pólipos (CRSwNP) | 12 semanas ou mais com pólipos à endoscopia, habitualmente bilaterais | Corticoide intranasal + corticoide oral curto; cirurgia e biológicos nos refratários |
| Rinossinusite recorrente | 3 ou mais episódios agudos por ano, com intervalos assintomáticos | Investigar causas (rinite, imunodeficiência, fatores anatômicos, origem odontogênica) |
A rinossinusite aguda viral acompanha a incidência das viroses: 2 a 5 episódios por ano no adulto e 6 a 10 na criança, com pico sazonal no inverno. Desses quadros, 0,5 a 2% complicam-se com bacteriana — proporção que cai drasticamente quando se usam critérios rígidos de tempo e gravidade, e é exatamente por isso que as diretrizes insistem em não prescrever antibiótico antes do dia 10 em quadros leves. A rinossinusite crônica tem prevalência estimada entre 5 e 12% em estudos populacionais europeus e norte-americanos, com a forma poliposa respondendo por cerca de 1 a 4% dos adultos; a polipose nasal é mais frequente em homens após os 40 anos e associa-se fortemente a asma (presente em 20 a 60% dos casos de CRSwNP em séries especializadas), à intolerância a AAS (tríade de Widal: asma, intolerância a AAS e polipose) e, em uma minoria, à discinesia ciliar primária e à fibrose cística. No Brasil, ainda que faltem inquéritos nacionais amplos, a diretriz brasileira de imunobiológicos na CRSwNP parte da mesma realidade clínica: a doença tipo 2 eosinofílica predomina nos serviços especializados e uma parcela relevante dos pacientes responde mal ao tratamento convencional.
A maioria dos seios paranasais (maxilar, frontal e células etmoidais anteriores) drena pelo complexo ostiomeatal, estreito corredor sob o corneto médio. O evento inicial da rinossinusite aguda é viral: infecção do epitélio respiratório com disfunção ciliar, edema e obstrução dos óstios. O seio ocluído torna-se hipóxico, o pH local cai, o transporte mucociliar para e o muco retido torna-se meio de cultura para bactérias — instala-se a sobreinfecção. Na forma crônica, o circuito inflamatório autoperpetua-se por mecanismos adicionais: biofilmes bacterianos (presentes na maioria das mucosas de RSC operadas), superantígenos do Staphylococcus aureus induzindo IgE local, inflamação eosinofílica do estroma e remodelamento tecidual. O EPOS organiza a RSC por endótipos: o fenótipo tipo 2, mediado por IL-4, IL-5 e IL-13, com eosinofilia tecidual e IgE, domina a CRSwNP e é o alvo dos biológicos; o fenótipo não tipo 2, neutrofílico, é mais comum na CRSsNP. Condições que alteram drenagem ou mucosa favorecem todo o processo: rinite alérgica, desvio septal, concha bolhosa, tabagismo, poluição, imunodeficiências (deficiência de IgA, HIV), fibrose cística e discinesia ciliar primária. Na rinossinusite fúngica alérgica, colônias fúngicas desencadeiam resposta IgE-eosinofílica com muco espesso e calcificações na imagem.
| Contexto clínico | Agentes principais |
|---|---|
| Rinossinusite aguda bacteriana do adulto | Streptococcus pneumoniae e Haemophilus influenzae respondem pela maioria; Moraxella catarrhalis é relevante em crianças e fumantes |
| Origem odontogênica (cerca de 5 a 10% das agudas) | Anaeróbios orais (Peptostreptococcus, Prevotella, Fusobacterium) mistos a aeróbios; suspeitar com dor dentária e velamento unilateral do seio maxilar |
| RSC sem pólipos | Staphylococcus aureus, H. influenzae, estreptococos e Pseudomonas aeruginosa em operados e imunossuprimidos; biofilmes frequentes |
| RSC com pólipos | Colonização por S. aureus (superantígenos) e P. aeruginosa; o papel direto das bactérias é menor que a inflamação tipo 2 |
| Imunossuprimidos e diabéticos | Zigomicetos (Rhizopus, Mucor) causam rinossinusite fúngica invasiva aguda, com necrose palatina ou nasal e emergência máxima |
O quadro típico combina obstrução ou congestão nasal, corrimento mucopurulente anterior ou posterior, pressão facial (que piora à inclinação da cabeça) e hiposmia, com ou sem tosse e febre. A rinossinusite viral atinge pico de sintomas entre o 3º e o 6º dia e melhora progressivamente até o 10º; qualquer desvio desse padrão sugere bacteriana. A IDSA estabelece três critérios clínicos para rinossinusite aguda bacteriana: sintomas persistentes por 10 dias ou mais sem qualquer melhora; início grave, com febre de 39 °C ou mais e corrimento purulento ou dor facial intensa por pelo menos 3 a 4 dias consecutivos; e piora bifásica (double sickening) — melhora inicial seguida de piora após o 5º dia, com retorno da febre, aumento do corrimento e tosse. Sinais de complicação — edema periorbitário, proptose, oftalmoplegia, alteração visual, alteração do estado mental, sinais meníngeos ou cefaleia intensa — caracterizam urgência e exigem imagem e hospitalização imediatas.
O diagnóstico da rinossinusite aguda não complicada é estritamente clínico: nenhuma imagem é necessária e radiografias simples de seios da face não são recomendadas de rotina, com sensibilidade e especificidade insuficientes para separar viral de bacteriana. A endoscopia nasal, feita pelo especialista, documenta corrimento do complexo ostiomeatal, pólipos e alterações anatômicas, além de permitir coleta dirigida para cultura (swab endoscópico do meato médio ou punção do seio maxilar) nos casos graves, recorrentes ou resistentes. A tomografia computadorizada sem contraste, com cortes coronais, é o exame de escolha para RSC e para o planejamento cirúrgico — velamentos, níveis hidroaéreos, espessamento mucoperióstico e variantes anatômicas — quantificada pelo escore de Lund-Mackay (0 a 24 pontos, atribuindo-se 0 a 4 para cada seio e óstio de cada lado). A ressonância magnética é reservada à suspeita de complicação orbitária ou endocraniana, doença fúngica invasiva e lesões expansivas. Na criança pequena com rinorreia purulenta unilateral crônica, afastar corpo estranho nasal antes de rotular como sinusite.
| Diagnóstico diferencial | Diferença-chave em relação à rinossinusite |
|---|---|
| Rinite alérgica | Prurido nasal, espirros em salvas, rinorreia aquosa, sintomas paroxísticos e sazonais, sem dor facial nem corrimento purulento |
| Enxaqueca e cefaleia trigeminal autônoma | Dor episódica intensa com sintomas autonômicos (lacrimação, congestão ocular), exame nasal normal |
| Corpo estranho nasal (criança) | Rinorreia fétida estritamente unilateral com sangramento intermitente |
| Neoplasia nasossinusal | Sintoma unilateral progressivo: obstrução, epistaxe, massa; dor é tardia; investigar com endoscopia com biópsia e imagem |
| Dor odontogênica primária | Dor dental máxima à percussão e a estímulos térmicos, sem obstrução nasal; TC mostra lesão periapical |
A rinossinusite aguda viral é tratada sintomaticamente com lavado nasal com solução salina, analgésicos (dipirona, paracetamol, AINEs) e, por até 3 a 5 dias, descongestionante tópico (oximetazolina 0,05%) — nunca por mais tempo, para evitar rinite medicamentosa; o antibiótico não muda a história natural. Na bacteriana, a primeira linha para o adulto é amoxicilina-clavulanato 875/125 mg VO de 12/12 horas (ou 500/125 mg de 8/8 horas) por 5 a 7 dias, com a vantagem do clavulanato sobre as betalactamases de H. influenzae e M. catarrhalis; em regiões de alta resistência do pneumococo e em crianças, usa-se amoxicilina em dose alta, 80 a 90 mg/kg/dia, associada ao clavulanato e dividida em 2 tomadas. Na alergia à penicilina, as alternativas do adulto são doxiciclina 100 mg VO de 12/12 horas por 5 a 7 dias ou levofloxacino 750 mg VO 1 vez ao dia por 5 dias; em crianças não anafiláticas, cefuroxima. Corticoide sistêmico não é rotina na aguda, mas corticoide intranasal e lavado nasal aceleram a recuperação sintomática. A conduta expectante com prescrição de reserva (watchful waiting por até 7 dias, AAO-HNS) é aceitável em quadros leves com seguimento garantido.
O tratamento da RSC é escalonado e começa sempre pela base: lavado nasal com solução salina de grande volume e corticoide intranasal (mometasona 200 mcg/dia ou equivalente) mantidos por pelo menos 8 a 12 semanas — combinação que melhora sintomas na maioria dos pacientes. Na CRSwNP, acrescenta-se corticoide oral curto, tipicamente prednisona 30 a 40 mg/dia (ou 0,5 a 1 mg/kg/dia) por 5 a 7 dias com retirada gradual, com ganho sintomático rápido, porém temporário; na CRSsNP, uma alternativa é o macrolídeo de baixa dose por longo prazo (12 semanas, como claritromicina 250 mg/dia), explorado pelo efeito anti-inflamatório e imunomodulador, com evidência limitada. A cirurgia endoscópica funcional dos seios paranasais (FESS) está indicada na falha do tratamento clínico otimizado, na doença obstrutiva anatômica, nas mucoceles, na doença fúngica e nas recorrências complicadas: amplia os óstios fisiológicos preservando mucosa e, nos ensaios clínicos, proporciona melhora sintomática superior à terapia clínica isolada em seguimento de 12 meses ou mais. A cirurgia não exclui o tratamento médico: pós-operatório exige o mesmo lavado e corticoide intranasal indefinidamente, sob pena de recorrência dos pólipos.
| Escalonamento | Terapia | Doses e duração típicas |
|---|---|---|
| Base (todas as RSC) | Lavado nasal salino de grande volume + corticoide intranasal | 2 a 3 lavados ao dia; mometasona 200 mcg/dia ou equivalente, por 8 a 12 semanas ou mais |
| CRSwNP ativa | Corticoide oral curto | Prednisona 30 a 40 mg/dia (0,5 a 1 mg/kg) por 5 a 7 dias, com retirada gradual |
| CRSsNP selecionada | Macrolídeo de baixa dose de longa duração | Claritromicina 250 mg/dia (ou eritromicina) por até 12 semanas |
| Refratária ao clínico | Cirurgia endoscópica funcional (FESS) | Indicada após falha do tratamento otimizado; manutenção do tratamento tópico no pós-operatório |
| CRSwNP grave não controlada (tipo 2) | Biológicos | Dupilumabe 300 mg SC de 14/14 dias; omalizumabe e mepolizumabe conforme critérios |
Os biológicos mudaram o desfecho da CRSwNP grave tipo 2. O dupilumabe, anticorpo monoclonal contra o receptor de IL-4/IL-13, na dose de 300 mg subcutânea a cada 2 semanas, reduziu significativamente o escore de pólipos, a congestão nasal e a necessidade de cirurgia e corticoide sistêmico nos estudos SINUS-24 e SINUS-52 (Lancet 2019), e é a primeira escolha entre os imunobiológicos pela diretriz brasileira de 2024. Omalizumabe (anti-IgE, dosado por peso e IgE sérica) e mepolizumabe (anti-IL-5, 100 mg SC a cada 4 semanas) são alternativas eficazes. Os critérios de uso envolvem doença bilateral documentada (endoscopia e/ou TC), inflamação tipo 2 (eosinófilos teciduais ou sanguíneos elevados e/ou IgE total alta) e descontrole apesar de tratamento clínico otimizado e/ou cirurgia — em geral com corticoides sistêmicos repetidos ou necessidade cirúrgica recorrente. A resposta deve ser reavaliada em 16 semanas (SNOT-22 e escores objetivos) para decidir manutenção.
As complicações da rinossinusite aguda, sobretudo da etmoidite em crianças, são emergências. A classificação de Chandler organiza o envolvimento orbitário em cinco estágios progressivos: I — celulite pré-septal (edema palpebral sem limitação oculomotora nem queda da acuidade visual); II — celulite orbital (proptose e oftalmoplegia); III — abscesso subperiosteal (deslocamento globo, oftalmoplegia, risco visual); IV — abscesso orbital intraconal; V — trombose do seio cavernoso (febre alta, proptose bilateral, oftalmoplegia e sinais meníngeos, com alto risco de morte). As complicações endocranianas incluem meningite, empiema subdural ou epidural, abscesso cerebral (frontal) e osteomielite da tabela externa do frontal com abscesso subperiosteal — o tumor exoftálmico de Pott, clássico do adolescente com sinusite frontal. A rinossinusite fúngica invasiva do imunossuprimido/diabético evolui em horas com necrose mucosa, febre e proptose: exige biópsia de urgência, desbridamento cirúrgico e anfotericina. Toda complicação exige tomografia com contraste (e/ou ressonância), internação, antibiótico venoso e avaliação conjunta ENT-oftalmologia-neurocirurgia, com drenagem cirúrgica nos abscessos significativos ou na deterioração clínica.
Na RSC, as complicações crônicas incluem perda olfativa persistente (principal causa de anosmia na população), exacerbações agudas repetidas, mucoceles expansivas (com risco de erosão óssea e compressão orbitária), destruição da parede orbital e, raramente, osteomielite crônica ou complicações intracranianas. O seguimento combina sintomas (SNOT-22), endoscopia nasal e, quando indicado, reavaliação tomográfica com escore de Lund-Mackay. O prognóstico da rinossinusite aguda bacteriana tratada é excelente, com resolução na grande maioria; o da RSC é de doença crônica controlável: a adesão ao tratamento tópico mantido é o principal preditor de estabilidade, as recidivas de pólipos após FESS são frequentes em doença tipo 2 grave (daí o papel crescente dos biológicos) e a remissão completa não é o objetivo — o descontrole e a necessidade de corticoide sistêmico repetido, sim, devem ser evitados.
1.Segundo o EPOS 2020, o diagnóstico sintomático de rinossinusite exige dois ou mais sintomas, sendo obrigatório:
2.O critério temporal que diferencia rinossinusite crônica da aguda é:
3.O padrão double sickening (piora bifásica) descrito pela IDSA corresponde a:
4.A primeira linha de antibiótico para rinossinusite aguda bacteriana no adulto, segundo a IDSA, é:
5.Paciente com rinossinusite aguda e alergia documentada à penicilina. A alternativa oral recomendada no adulto é:
6.Sobre exames de imagem na rinossinusite aguda não complicada, a conduta correta é:
7.O escore tomográfico de Lund-Mackay, usado na rinossinusite crônica, varia de 0 a:
8.Os dois agentes mais frequentes da rinossinusite aguda bacteriana do adulto são:
9.Criança com etmoidite apresenta edema palpebral, proptose, oftalmoplegia e queda da acuidade visual. Na classificação de Chandler, o achado de proptose com oftalmoplegia sem abscesso intraconal corresponde a:
10.Na CRSwNP grave tipo 2 não controlada apesar de tratamento clínico otimizado e cirurgia, o biológico de primeira escolha e o esquema são:
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