carregando…
carregando…
Revisão completa de osteomielite hematôgena e artrite séptica em crianças: fisiopatologia metafisária, etiologia por faixa etária, critérios de Kocher com PCR, esquemas antibióticos com doses e indicações de drenagem cirúrgica.
[1] Peltola H, Pääkkönen M. Acute Osteomyelitis in Children. N Engl J Med. 2014;370(4):352-360 · DOI 10.1056/NEJMra1213956 | [2] Liu C, Bayer A, Cosgrove SE, et al. Clinical Practice Guidelines by the IDSA for the Treatment of Methicillin-Resistant Staphylococcus aureus Infections in Adults and Children. Clin Infect Dis. 2011;52(3):e18-e55 · DOI 10.1093/cid/ciq146 | [3] Kocher MS, Zurakowski D, Kasser JR. Differentiating between septic arthritis and transient synovitis of the hip in children: an evidence-based clinical prediction algorithm. J Bone Joint Surg Am. 1999;81(12):1662-1670 · PMID 10608394 | [4] Caird MS, Flynn JM, Le YL, et al. Factors distinguishing septic arthritis from transient synovitis of the hip in children. J Bone Joint Surg Am. 2006;88(6):1251-1257 · PMID 16757758 | [5] Yagupsky P. Kingella kingae: carriage, transmission, and disease. Clin Microbiol Rev. 2015;28(1):54-79 · DOI 10.1128/CMR.00036-14 | [6] Kliegman RM, St. Geme JW. Nelson Textbook of Pediatrics. 21ª ed. Elsevier; 2019 · DOI 10.1056/NEJMra1213956
A criança que chega ao pronto-socorso com febre, dor em membro inferior e claudicação é um clássico absoluto de provas de pediatria, ortopedia e infectologia — e uma das poucas emergências musculoesqueléticas em que poucas horas definem o desfecho. A osteomielite hematôgena aguda acomete cerca de 8 em cada 100.000 crianças por ano em países de alta renda, com incidência maior em regiões de baixa renda, e a artrite séptica incide em torno de 2 a 5 por 100.000, com pico em lactentes e pré-escolares. O Staphylococcus aureus domina a etiologia em todas as idades, mas a faixa etária muda o segundo agente mais provável — e, com ele, o antimicrobiano empírico. Para a prova e para a vida, o aluno precisa dominar três eixos: diferenciar artrite séptica de sinovite transitória do quadril (critérios de Kocher e o papel da proteína C reativa), escolher o esquema antibiótico empírico conforme idade e fatores de risco, e reconhecer quando a drenagem cirúrgica é obrigatória.
Infecções osteoarticulares é o termo guarda-chuva para a invasão bacteriana do osso (osteomielite), do espaço articular (artrite séptica), do disco intervertebral (discite) e do músculo (piomiosite). Na criança pré-púbere, a via hematôgena é de longe a mais frequente, diferente do adulto, em que predominam contiguidade (trauma, cirurgia, feridas) e insuficiência vascular. A classificação clinicamente útil combina o sítio anatômico, o tempo de evolução e a presença de complicações (necrose óssea, abscesso, envolvimento articular), porque cada combinação muda a conduta: duração do antibiótico, necessidade de drenagem e risco de sequelas do crescimento.
| Entidade | Definição | Ponto-chave para a prova |
|---|---|---|
| Osteomielite hematôgena aguda | Infecção óssea por disseminação sanguínea, início súbito e evolução de dias | Metáfise de ossos longos é o sítio clássico; distal do fêmur e proximal da tíbia lideram |
| Osteomielite subaguda (abscesso de Brodie) | Infecção indolente, de semanas a meses, geralmente sem febre, com abscesso ósseo delimitado | Criança maior; simula neoplasia; a biópsia afasta tumor e permite cultura |
| Osteomielite crônica | Necrose óssea com sequestro e evolução prolongada, após diagnóstico tardio ou tratamento inadequado | Sequestro é osso necrótico isolado; involucro é o novo osso periosteal formado ao redor |
| Artrite séptica | Infecção do espaço articular (membrana e líquido sinoviais) | Emergência absoluta: quadril e ombro exigem drenagem urgente para salvar a cartilagem |
| Osteoartrite | Osteomielite que rompe para a articulação adjacente | Comum em lactentes pequenos, pois vasos transversam a fise até cerca de 12 a 18 meses de vida |
| Discite e espondilodiscite | Infecção do disco intervertebral e dos platôs vertebrais | Lactente que se recusa a sentar ou andar; raio de coluna pode ser normal no início |
| Piomiosite | Infecção supurativa do músculo, sobretudo por S. aureus | Simula osteomielite; a RMI define a coleção e guia a drenagem |
A osteomielite hematôgena aguda tem incidência estimada em 8 por 100.000 crianças-ano em países de alta renda, sendo claramente mais frequente onde saneamento e acesso à saúde são precários. A artrite séptica incide em 2 a 5 por 100.000 crianças-ano. Ambas predominam no sexo masculino (cerca de 2:1) e têm dois picos etários: o período neonatal e a idade pré-escolar, com mediana em torno de 3 a 6 anos em séries gerais. A artrite séptica concentra-se nos menores de 3 anos e atinge sobretudo grandes articulações portadoras de peso (quadril e joelho). Onde o MRSA comunitário circula com intensidade, ele se associa a formas mais graves, com abscessos maiores, miosite, tromboflebite séptica e tromboembolismo venoso. No Brasil, séries de serviços de referência confirmam o predomínio de S. aureus e chamam atenção para o atraso diagnóstico como principal determinante de sequelas.
Tudo começa com uma bacteremia, muitas vezes a partir de colonização ou infecção de mucosas e pele (rinofaringite, escoriação, impetigo), frequentemente inaparente. Os microrganismos alojam-se nos capilares sinusoidais metafisários, leitos em alça de cabelo com fluxo lento e fenestrações endoteliais que favorecem a agressão bacteriana. A resposta inflamatória local gera edema intraósseo; como o osso é um compartimento fechado, a pressão sobe, os vasos são comprimidos e o osso necrosa. O pus abre caminho pelo córtex através dos canais de Volkmann e Havers e disseca sob o periósteo, formando o abscesso subperiosteal e desencadeando neoformação óssea periosteal. O osso necrótico destacado é o sequestro, e o manto de osso novo é o involucro — o par que define a cronicidade.
Na artrite séptica, a bactéria chega à articulação por três vias: disseminação hematôgena direta (a membrana sinovial é altamente vascular e carece de membrana basal limitante, o que facilita a bactéria passar ao espaço articular), extensão contígua de foco metafisário e, raramente, inoculação direta (trauma, punção, cirurgia). Uma vez no espaço articular, o pus mistura neutrócitos e enzimas proteolíticas (proteases do hospedeiro e fatores bacterianos, como as hialuronidases e coagulases estafilocócicas) que degradam a matriz da cartilagem em poucas horas. A pressão intra-articular elevada comprime os vasos que nutrem a cabeça femoral e provoca isquemia e necrose — a razão fisiopatológica pela qual o quadril séptico é emergência cirúrgica.
A pergunta que organiza toda a prescrição empírica é simples: qual a idade da criança e quais seus fatores de risco? O Staphylococcus aureus é o agente mais frequente em todas as faixas, mas o segundo lugar muda: Kingella kingae em menores de 4 anos, estreptococos do grupo A em maiores, Gram-negativos e estreptococo do grupo B no neonato. O Kingella kingae merece atenção especial: é fastidioso, cresce mal em meios comuns, coloniza orofaringe de crianças de 6 meses a 4 anos e é a causa mais comum de osteomielite e artrite séptica nessa faixa em regiões que usam PCR rotineiramente; costuma cursar com quadros mais brandos e temperatura menor, e tem excelente sensibilidade a betalactâmicos.
| Faixa etária ou contexto | Agentes mais prováveis | Esquema empírico típico |
|---|---|---|
| Neonato (até 2 meses) | S. aureus (incluindo MRSA), Streptococcus agalactiae, E. coli e outros Gram-negativos | Vancomicina + oxacilina (ou nafcicina) + gentamicina ou cefotaxima |
| 2 meses a 5 anos | S. aureus, Kingella kingae, Streptococcus pyogenes, S. pneumoniae | Oxacilina ou cefazolina; vancomicina ou clindamicina se risco de MRSA; ceftriaxona quando Kingella é provável |
| Maiores de 5 anos | S. aureus e Streptococcus pyogenes | Oxacilina ou cefazolina; vancomicina ou clindamicina se MRSA local relevante |
| Adolescente sexualmente ativo com artrite | S. aureus e Neisseria gonorrhoeae | Ceftriaxona 1 g/dia até excluir gonococo, além da cobertura para estafilococo |
| Drepanocítico | Salmonella não typhi (marcador clássico), além de S. aureus | Ceftriaxona cobre Salmonella e estafilococo sensível |
| Pé perfurado por prego com tênis | Pseudomonas aeruginosa | Cirúrgica limpeza + ceftazidima ou piperacilina-tazobactama |
| Imunossuprimido ou pós-cirúrgico | Gram-negativos, MRSA, fungos | Individualizar conforme epidemiologia local e culturas |
A trítade clássica da osteomielite hematôgena aguda é dor, disfunção do membro e febre, mas raramente completa: a febre está presente em pouco mais da metade dos casos no momento do diagnóstico, e a criança pode chegar apenas com claudicação progressiva ou recusa de deambular (no lactente, recusa de manipular o membro, a chamada pseudoparalisia). A dor da osteomielite é pontual na metáfise e piora à percussão local. Na artrite séptica, o quadro é articular e exuberante: articulação quente, inchada e extremamente dolorosa, com travamento em posição de conforto — o quadril mantém-se em flexão, abdução e rotação externa — e grito ao menor movimento passivo. No neonato, o quadro é sutil e traiçoeiro: irritabilidade, recusa alimentar, instabilidade térmica e pseudoparalisia, muitas vezes sem febre.
Nenhum exame isolado fecha o diagnóstico; ele se constrói com inflamação, imagem e microbiologia. A proteína C reativa (PCR) sobe em 6 a 12 horas, alcança o pico em 2 a 3 dias e cai pela metade a cada dia de tratamento eficaz, normalizando-se em 7 a 10 dias — é o melhor marcador para seguimento. O VHS é mais lento: pode ser normal nas primeiras 24 a 48 horas em até 10 a 20% dos casos e leva de 3 a 6 semanas para normalizar. Leucocitose é inconstante (presente em cerca de um terço), e a procalcitonina não se mostrou suficientemente discriminante para entrar na rotina. Hemoculturas devem ser coletadas antes do antibiótico sempre que possível e positivam-se em 30 a 50% das osteomielites; a cultura de material ósseo ou do líquido articular, obtida por punção ou cirurgia, aumenta o rendimento e deve ser tentada antes da primeira dose, salvo instabilidade clínica.
No quadril doloroso agudo, a tarefa central é separar artrite séptica de sinovite transitória. Os critérios de Kocher derivados em 1999 — febre acima de 38,5 C, incapacidade de suportar peso, VHS igual ou maior que 40 mm/h e leucócitos acima de 12.000/mm3 — estratificam essa probabilidade de forma prática. O estudo prospectivo de Caird (2006) acrescentou a PCR acima de 2 mg/dL e mostrou que febre e PCR são os dois preditores mais fortes, com probabilidade de artrite séptica que ultrapassa 98% quando os cinco preditores estão presentes. Kocher é ferramenta de rastreamento, nunca de confirmação: validações subsequentes encontraram probabilidades menores que as originais com quatro critérios, e a decisão de puncionar é clínica e assistida por ultrassom.
| Critérios de Kocher positivos | Probabilidade de artrite séptica (coorte de derivação, 1999) |
|---|---|
| Nenhum | 16,9% |
| Um | 36,7% |
| Dois | 62,4% |
| Três | 82,6% |
| Quatro | 93,1% |
No líquido sinovial, contagem acima de 50.000 leucócitos/mm3 com predomínio de neutrófilos maior que 75% é fortemente sugestiva de artrite séptica; valores entre 10.000 e 50.000 são zona cinzenta que obrigam à correlação clínica. Glicose sinovial baixa (menor que a metade da sérica) e lactato elevado reforçam o diagnóstico. A coloração de Gram é positiva em torno de um terço a metade dos casos e a cultura do líquido positivam-se em 30 a 60%, percentual que cai drasticamente com antibiótico prévio. Como o Kingella kingae é fastidioso, quando disponível envie PCR (16S ou espécie-específica) do líquido e swab orofaríngeo, que elevam o rendimento etiológico de 40-80% para acima de 90% em menores de 4 anos.
| Achado | Sinovite transitória | Artrite séptica |
|---|---|---|
| Febre | Ausente ou baixa | Frequente, acima de 38,5 C na metade dos casos |
| Estado geral | Bom; criança brinca e come | Aspecto tóxico, irritada, imobiliza o membro |
| Dor | Leve a moderada | Intensa; choro ao movimento passivo mínimo |
| PCR e VHS | Normais ou discretamente elevadas | PCR acima de 2 a 4 mg/dL e VHS acima de 40 mm/h são comuns |
| Leucograma | Normal | Leucocitose com desvio em um terço a metade |
| Ultrassom de quadril | Derrame discreto | Derrame abundante |
| Líquido sinovial | Menos de 50.000 leucócitos | Mais de 50.000 leucócitos, neutrófilos acima de 75%, glicose baixa |
Na imagem, o raio simples é o primeiro exame e serve sobretudo para excluir fratura e tumor: costuma ser normal na primeira semana, mostra edema de partes moles entre o 3º e o 5º dia e só evidencia rarefação óssea e periostite entre o 10º e o 14º dia. A ultrassom detecta derrame articular (sensibilidade de cerca de 80 a 90% no quadril, dependendo do operador) e coleções subperiostais superficiais, além de guiar a punção. A ressonância magnética é o melhor exame para osteomielite, com sensibilidade de 92 a 100% e especificidade em torno de 89 a 100%: define extensão intraóssea, abscesso subperiosteal, envolvimento articular e planifica a cirurgia. A cintilografia óssea fica reservada para quando a RMI é indisponível ou para rastrear lesões múltiplas, com sensibilidade menor (em torno de 80%). O diagnóstico diferencial amplo inclui artrite idiopática juvenil, leucemia com dor óssea, sarcoma de Ewing, osteossarcoma, doença de Legg-Calvé-Perthes e epifisiólise, e a punção-biópsia resolve os casos dúvidos.
Coletadas as culturas, inicie antibiótico intravenoso empírico de alta potência contra o agente mais provável para a idade. A meta-análise e os ensaios randomizados finlandeses consolidaram a estratégia curta de via intravenosa: manter a via parenteral apenas até a criança estar afebril e clinicamente melhor, com PCR em queda — em geral 2 a 7 dias — e então completar o curso por via oral em dose alta, com a mesma duração total. A osteomielite aguda não complicada trata-se por 3 a 4 semanas totais; formas complicadas (abscesso drenado, MRSA, envolvimento articular, neonatos) pedem 4 a 6 semanas. A artrite séptica trata-se por 2 a 4 semanas. Antibiótico oral exige dose alta, quatro tomadas diárias quando a droga permitir, adesão supervisionada e reavaliação com PCR em 48 a 72 horas e depois semanalmente.
| Fármaco | Dose pediátrica | Comentário prático |
|---|---|---|
| Oxacilina | 150 a 200 mg/kg/dia IV dividido a cada 6 h (máx. 12 g/dia) | Padrão-ouro para S. aureus sensível à meticilina; não cobre MRSA |
| Cefazolina | 100 a 150 mg/kg/dia IV a cada 8 h (máx. 6 g/dia) | Alternativa à oxacilina, com menos efeitos adversos; não cobre MRSA |
| Vancomicina | 40 a 60 mg/kg/dia IV dividido a cada 6 h | Escolha para MRSA; monitorar trough entre 10 e 15 mg/L ou AUC/MIC de 400 a 600 |
| Clindamicina | 30 a 40 mg/kg/dia IV ou VO a cada 6 a 8 h (máx. 2,7 g/dia) | Cobre MRSA se sensível; exigir D-test negativo; evitar como empírico se resistência local acima de 10 a 15% |
| Ceftriaxona | 50 a 75 mg/kg/dia IV ou IM uma vez ao dia (máx. 2 g/dia) | Kingella kingae, Salmonella, pneumococo e gonococo; evitar no neonato com hiperbilirrubinemia |
| Cefotaxima | 150 a 200 mg/kg/dia IV dividido a cada 6 h | Cobertura de Gram-negativos no neonato, preferida à ceftriaxona nessa faixa |
| Cefalexina (oral) | 100 a 150 mg/kg/dia VO dividido a cada 6 h | Consolidação oral de infecção por estafilococo sensível |
| Amoxicilina (oral) | 80 a 100 mg/kg/dia VO dividido a cada 8 h | Consolidação oral de Kingella e estreptococos |
O suporte inclui analgesia escalonada, controle térmico, hidratação, repouso relativo com imobilização breve do membro afetado e proibição de apoio de peso até a dor ceder. Em quadros graves por MRSA comunitário portador de leucocidina de Panton-Valentine, atenção a complicações hematológicas: doença tromboembólica venosa ocorre em parcela relevante dos casos de osteomielite pélvica ou de ossos longos por MRSA, e alguns protocolos rastreiam com ultrassom e dímero D. Artrites de articulações periféricas acessíveis (joelho) podem ser manejadas com artrocentese repetida ou lavagem, mas o quadril nunca deve ser apenas puncionado e observado.
Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a cura sem sequelas é a regra e a mortalidade é inferior a 1% em países de alta renda. As sequelas, entretanto, chegam a 4% a 40% das séries dependendo do atraso: lesão fisária com parada de crescimento, discrepância de comprimento de membros, necrose avascular e colapso da cabeça femoral, condrolise, instabilidade articular, fratura patológica e evolução para osteomielite crônica. Pioram o prognóstico: idade neonatal, demora maior que uma semana para o tratamento, envolvimento do quadril, osteomielite com artrite associada, agente MRSA e presença de abscesso. O seguimento combina PCR semanal até normalizar, VHS até a normalização (3 a 6 semanas) e vigilância ortopédica do crescimento por pelo menos 1 a 2 anos, com radiografias seriadas quando a fise foi comprometida.
1.Qual sítio anatômico é o mais acometido pela osteomielite hematôgena aguda na criança e por quê?
2.Lactente de 2 anos, febre baixa, claudicação há 3 dias e cultura do líquido articular negativa. Qual agente deve ser ativamente investigado e com qual método?
3.Qual item NÃO faz parte dos critérios originais de Kocher para diferenciar artrite séptica de sinovite transitória do quadril?
4.Criança de 4 anos com quadril séptico confirmado por punção. Qual a conduta terapêutica correta?
5.Por que lactentes de até 12 a 18 meses frequentemente apresentam osteomielite epifisária com artrite séptica associada?
6.Criança com anemia falciforme apresenta osteomielite. Qual agente é o marcador clínico dessa condição e deve entrar na cobertura empírica?
7.Qual a dose correta de vancomicina intravenosa para criança com osteomielite por MRSA?
8.Qual a duração total recomendada do tratamento da osteomielite hematôgena aguda não complicada?
9.Qual exame de imagem tem a melhor sensibilidade e especificidade para osteomielite aguda na criança?
10.Antes de prescrever clindamicina para infecção osteoarticular por MRSA, qual verificação laboratorial é obrigatória?
acesso de membros
Matérias, materiais na íntegra, resumos, quiz e revisões ficam liberados na sua conta — a prévia desfocada é só um gostinho.
Entrar e continuar