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Revisão sistemática do exame ortopédico: anamnese dirigida, inspeção, palpação, goniometria, força muscular pela escala MRC e os testes especiais de ombro, cotovelo, punho, quadril, joelho, coluna e tornozelo, com sensibilidades e especificidades de prova. Inclui regras de Ottawa, avaliação neurovascular e pegadinhas clássicas.
[1] Hoppenfeld S. Physical Examination of the Spine and the Extremities. 1ª ed. Nova York: Appleton-Century-Crofts; 1976 | [2] Hebert S, Barros Filho TEP, Xavier R, Pardini Jr AG. Ortopedia e Traumatologia: Princípios e Prática. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2017 | [3] Solomon DH, Simel DL, Bates DW, Katz JN, Schaffer JL. Does this patient have a torn meniscus or ligament of the knee? Value of the physical examination. JAMA. 2001;286(13):1610-20 · DOI 10.1001/jama.286.13.1610 | [4] Hermans J, Luime JJ, Meuffels DE, Reijman M, Simel DL, Bierma-Zeinstra SMA. Does this patient with shoulder pain have rotator cuff disease? The Rational Clinical Examination systematic review. JAMA. 2013;310(8):837-47 · DOI 10.1001/jama.2013.276305 | [5] Stiell IG, McKnight RD, Greenberg GH, et al. Multicentre trial to introduce the Ottawa ankle rules for use of radiography in acute ankle injuries. BMJ. 1995;311(7005):594-7 · DOI 10.1136/bmj.311.7005.594 | [6] Devillé WLJM, van der Windt DAWM, Dzaferagić A, Bezemer PD, Bouter LM. The test of Lasègue: systematic review of the accuracy in diagnosing herniated discs. Spine. 2000;25(9):1140-7 · DOI 10.1001/jama.286.13.1610
O exame ortopédico básico segue sempre a mesma sequência lógica, independentemente do segmento: anamnese dirigida, inspeção, palpação, avaliação da amplitude de movimento (ativa e passiva, com goniômetro quando necessário), teste da força muscular e testes especiais, fechando com a avaliação neurovascular e a comparação obrigatória com o lado contralateral. A disciplina dessa sequência é o que transforma achados soltos em uma hipótese diagnóstica: dor à palpação da interlinha articular mais Lachman positivo localiza a lesão no joelho com precisão que nenhuma anamnese isolada alcança. Este artigo percorre cada etapa com os números de sensibilidade e especificidade que as bancas cobram, baseados nas revisões do Rational Clinical Examination (JAMA) e nos clássicos Hoppenfeld e Hebert.
Cinco queixas organizam a anamnese ortopédica: dor, instabilidade (sensação de falseio, perda de sustentação), travamento (bloqueio verdadeiro, mecânico, típico de lesão meniscal em alça de balde, distinto do pseudo-travamento por dor da artrite), deformidade e limitação funcional (claudicação, dificuldade para vestir-se, escada). A dor deve ser caracterizada em seus sete atributos: localização, irradiação, qualidade, intensidade, cronologia, fatores de melhora e piora e manifestações associadas. O mecanismo de trauma é diagnóstico: entorse em valgo com rotação define a suspeita de LCA; queda com mão estendida aponta fratura de Colles; mecanismo de desaceleração em motociclista sugere lesão do LCA do joelho (dashboard injury).
A inspeção começa com o paciente em pé, deitado e deambulando, sempre comparando os dois lados: alinhamento (varo, valgo, antetorsão, escoliose, protração), marchas características (antálgica, de Trendelenburg, em degrau), aumento de volume, equimose, cicatrizes prévias, alterações tróficas de pele e unhas, postura antálgica e atrofia muscular. A atrofia do quadríceps mede-se com fita métrica em ponto fixo: 10 a 15 cm acima da borda superior da patela, comparando os lados; diferença maior que 1 a 2 cm já é significativa. A palpação segue ordem sistemática e reproduz a dor: pontos ósseos (espinhas, epicôndilos, interlinhas articulares, tuberosidades), estruturas tendíneas, bursas e trajetos nervosos, além da temperatura local (aumento de calor sugere processo inflamatório ou infeccioso).
A amplitude de movimento (ADM) avalia-se primeiro ativa (o paciente move), depois passiva (o examinador move): dor ou limitação só passiva sugere bloqueio mecânico ou capsulite; limitação proporcional nas duas sugere dor inibitória ou artropatia. O padrão de restrição capsular descrito por Cyriax localiza a articulação acometida: no ombro, rotação externa mais comprometida que abdução e rotação interna; no joelho, flexão mais que extensão; no quadril, rotação interna e flexão dominam. Amplitudes não capsulares (limitação isolada em arco doloroso ou em único plano) apontam para causa extra-articular ou tendinopatia.
| Articulação | Amplitude normal aproximada | Observação de prova |
|---|---|---|
| Ombro | Flexão 0 a 180 graus, abdução 0 a 180 graus, rotação externa 0 a 90, rotação interna 0 a 70 | Abdução completa exige rotação externa e escápulo-umeral em ritmo de 2 para 1 |
| Cotovelo | Flexão 0 a 150 graus, extensão até 0, pronação e supinação 0 a 80 ou 90 | Ângulo de carga (valgo fisiológico) de 5 a 15 graus |
| Punho | Flexão e extensão 0 a 70 ou 80 graus, desvio radial 20, desvio ulnar 30 | Compare sempre com o lado oposto |
| Quadril | Flexão 0 a 120 (joelho fletido), extensão 0 a 10, abdução 0 a 45, rotações 0 a 45 | Flexão com joelho estendido limita-se a 60 ou 70 graus |
| Joelho | Flexão 0 a 135 ou 150 graus, extensão até 0 | Extensão ativa incompleta sugere lesão do mecanismo extensor |
| Tornozelo | Dorsiflexão 0 a 20 graus, flexão plantar 0 a 50 graus | Dorsiflexão limitada testa o tríceps sural e a articulação tibiotársica |
A força gradua-se pela escala do Medical Research Council (MRC), de 0 a 5, testando cada grupo muscular contra gravidade e contra resistência, sempre comparando com o lado são. Registre o grau, o grupo muscular e a raiz correspondente: por exemplo, grau 4 de extensor longo do hálux sugere compressão de L5; grau 3 de flexores plantares, S1. A tabela a seguir é a mais citada de toda a semiologia neuromuscular.
| Grau MRC | Definição | Descrição prática |
|---|---|---|
| 0 | Ausência de contração | Nenhum movimento visível ou palpável |
| 1 | Contração palpável ou visível sem movimento | Contrai o músculo, não move o segmento |
| 2 | Movimento possível apenas com gravidade eliminada | Move o segmento no plano horizontal |
| 3 | Vence a gravidade, não vence resistência | Move o segmento contra a gravidade, cede à resistência do examinador |
| 4 | Vence gravidade e resistência parcial | Força reduzida, mas move contra resistência |
| 5 | Força normal | Vence resistência máxima do examinador |
No ombro, a revisão sistemática do Rational Clinical Examination (JAMA 2013) mostra que testes isolados têm desempenho modesto, mas combinações de três ou quatro testes aumentam substancialmente a probabilidade pós-teste de doença do manguito rotador. O arco doloroso entre 60 e 120 graus de abdução, a força diminuída em abdução e rotação externa e o teste do.drop arm são os achados mais úteis; para ruptura completa, o drop arm e a fraqueza de rotação externa concentram a melhor razão de verossimilhança.
| Teste | O que avalia | Como se faz | Desempenho aproximado |
|---|---|---|---|
| Neer | Conflito subacromial | Elevação anterior passiva do braço com rotação interna | Sensibilidade em torno de 0,79 e especificidade de 0,50 |
| Hawkins-Kennedy | Conflito subacromial | Flexão de 90 graus com rotação interna forçada | Sensibilidade em torno de 0,79 e especificidade de 0,59 |
| Arco doloroso | Doença do manguito | Dor entre 60 e 120 graus de abdução ativa | Sensibilidade em torno de 0,73 e especificidade de 0,81 |
| Jobe ou lata vazia | Força do supraespinal | Abdução de 90 graus no plano da escápula com polegar para baixo, contra resistência | Fraqueza sugere lesão do supraespinal |
| Drop arm | Ruptura completa do manguito | Paciente não consegue manter abdução de 90 graus, o braço cai | Alta razão de verossimilhança para ruptura completa |
| Lift-off de Gerber | Músculo subescapular | Mão nas costas, paciente retira a mão da região lombar contra resistência | Incapacidade indica lesão do subescapular |
| Apreensão e realocação | Instabilidade anterior | Abdução e rotação externa geram sensação de luxação, aliviada com pressão posterior | Diagnóstico clínico de instabilidade traumática |
| Speed e Yergason | Tendão da cabeça longa do bíceps | Elevação anterior resistida com cotovelo estendido; supinação resistida | Dor no sulco bicipital positiva |
O cotovelo avalia-se com atenção aos epicôndilos: a epicondilite lateral (cotovelo do tenista) dói à palpação do epicôndilo lateral e nos testes de Cozen (extensão resistida de punho com cotovelo estendido) e Mill (flexão passiva de punho com pronação e extensão de cotovelo); a epicondilite medial (golfe) inverte a lógica. No punho, o trio de sinais da síndrome do túnel do carpo compara-se sempre com a eletroneuromiografia: Tinel (percussão sobre o túnel do carpo), Phalen (flexão máxima de punho por 60 segundos) e o teste de compressão de Durkan, com sensibilidades na faixa de 50 a 70% e especificidades em torno de 70%. O teste de Finkelstein (flexão do punho com desvio ulnar com o polegar fechado na palma) é positivo na tenossinovite de De Quervain. O sinal de Froment, com flexão compensatória da interfalângica do polegar ao segurar papel entre polegar e indicador, localiza a lesão no nervo ulnar (adutor do polegar). O teste de Allen documenta a patência dos arcos palmares antes de punção radial.
| Teste | Estrutura avaliada | Resultado positivo |
|---|---|---|
| Cozen | Epicôndilo lateral (extensores do carpo) | Dor no epicôndilo lateral na extensão resistida do punho |
| Finkelstein | Compartimento primeiro dorsal (abdutor longo e extensor curto do polegar) | Dor na face radial do punho na manobra com desvio ulnar |
| Tinel do carpo | Nervo mediano no túnel do carpo | Parestesias nos dedos na percussão do retináculo flexor |
| Phalen | Nervo mediano no túnel do carpo | Parestesias ao manter flexão máxima de punho por 60 segundos |
| Durkan | Nervo mediano no túnel do carpo | Parestesias na compressão do carpo por 30 segundos |
| Froment | Nervo ulnar (adutor do polegar) | Flexão do polegar pela interfalângica ao segurar uma folha de papel |
| Allen | Perfusão dos arcos palmares | Cor da mão demora a retornar após compressão alternada das artérias |
No quadril, o teste de Thomas detecta contratura em flexão: estendendo-se o quadril contralateral, o lado acometido flexiona; o sinal de Trendelenburg positivo (a pelve cai do lado são quando o paciente se apoia no lado afetado) indica fraqueza do glúteo médio, por lesão do nervo glúteo superior (radiculares L4 e L5), neuropatia ou dor; o teste de FABER (flexão, abdução e rotação externa, ou teste de Patrick) aproxima o joelho da maca e, quando doloroso, sugere patologia coxofemoral ou da articulação sacroilíaca. A dor referida é regra no quadril: doença do quadril dói na virilha e irradia para a face medial do joelho por nervo obturatório.
No joelho, a hierarquia de precisão diagnóstica dos testes ligamentares vem da revisão do JAMA de 2001: o Lachman é o melhor teste para a lesão do ligamento cruzado anterior (sensibilidade mediana de 85% e especificidade de 94%), o pivot shift é pouco sensível mas altamente específico, e o teste de gaveta anterior ganha sensibilidade na lesão crônica. Para meniscos, nenhum teste isolado é definitivo: a combinação de dor à palpação da interlinha, McMurray e teste de Apley aproxima o diagnóstico e orienta a ressonância. As regras de Ottawa para o joelho indicam radiografia quando há idade de 55 anos ou mais, dor isolada da patela, dor na cabeça do perônio, incapacidade de flexionar 90 graus ou incapacidade de apoiar o peso em 4 passos, com sensibilidade em torno de 99% para fratura clinicamente significativa.
| Teste | Estrutura avaliada | Técnica em uma frase | Desempenho ou interpretação |
|---|---|---|---|
| Lachman | Ligamento cruzado anterior | Com o joelho a 20 ou 30 graus de flexão, traciona a tíbia para frente | Sensibilidade em torno de 0,85, especificidade em torno de 0,94, melhor teste do LCA |
| Gaveta anterior | Ligamento cruzado anterior | Joelho a 90 graus, paciente com pé fixo, traciona a tíbia para frente | Sensibilidade menor na lesão aguda (0,55), melhora na crônica |
| Pivot shift | Ligamento cruzado anterior | Rotação interna e valgo com extensão passiva do joelho | Pouco sensível (0,24), muito específico (0,98) para LCA |
| Gaveta posterior e sinal do degrau | Ligamento cruzado posterior | Tíbia recuada sob o fêmur a 90 graus de flexão | Base do diagnóstico clínico do LCP |
| Estresse em valgo a 30 graus | Ligamento colateral medial | Valgo forçado com o joelho fletido a 30 graus | Abertura indica lesão do LCM |
| Estresse em varo a 30 graus | Ligamento colateral lateral | Varo forçado com o joelho fletido a 30 graus | Abertura indica lesão do LCL |
| McMurray | Meniscos | Rotação da tíbia com o joelho em extensão e flexão passivas | Sensibilidade em torno de 0,55, especificidade em torno de 0,77 |
| Apley (compressão e distração) | Meniscos versus ligamentos | Paciente em decúbito ventral, compressão axial com rotação; a distração alivia dor meniscal | Valor limitado isolado, útil em combinação |
| Thomas | Contratura em flexão do quadril | Estende o quadril contralateral e observa o lado examinado flexionar | Positivo quando o quadril testado não estende |
| Trendelenburg | Glúteo médio e nervo glúteo superior | Paciente apoia um pé e observa o nível da pelve | Queda da pelve do lado são ao apoiar o lado afetado |
O teste de Lasègue (elevação da perna estendida) é o teste de provas e de pronto-socorro: positivo quando reproduz radiculalgia entre 30 e 70 graus de elevação. A revisão sistemática de Devillé (Spine, 2000) consolidou seus números: sensibilidade de 0,92 e especificidade de apenas 0,26 a 0,28 para hérnia de disco, ou seja, ótimo para afastar (alto valor preditivo negativo) e fraco para confirmar. O Lasègue cruzado (elevação da perna sadia reproduz dor no lado afetado) inverte o perfil: sensibilidade de 0,28 e especificidade de 0,90, sendo o achado físico mais específico para hérnia extrusa. O teste de estiramento do nervo femoral (Lasègue invertido) investiga raízes L2 a L4. Na cervical, o teste de Spurling (extensão e rotação homolateral com compressão axial) tem sensibilidade moderada, em torno de 0,50, e especificidade alta, próxima de 0,90, para radiculopatia cervical.
| Nível | Miótomos de prova | Reflexo | Dermátomo típico |
|---|---|---|---|
| L2-L3 | Flexores do quadril (iliopsoas) | Sem reflexo específico | Face anterior da coxa |
| L4 | Extensor do joelho (quadríceps) | Patelar | Face medial da perna até o hálux |
| L5 | Dorsiflexão e extensor longo do hálux, abdutor do hálux | Sem reflexo específico (hamstring em alguns autores) | Face lateral da perna e dorso do pé |
| S1 | Flexores plantares (tríceps sural) | Aquileano | Face lateral do pé e planta |
| C6 | Flexão do cotovelo e extensão do punho (bíceps e extensores) | Bicipital | Face lateral do antebraço e polegar |
| C7 | Extensão do cotovelo (tríceps) | Tricipital | Dedo médio |
As regras de Ottawa para o tornozelo foram validadas para decidir radiografia após trauma em entorse e têm sensibilidade de 98 a 100% para fratura clinicamente significativa, reduzindo radiografias em torno de 25 a 30% sem perder fraturas. A regra manda radiografar quando há dor na zona maleolar (dor óssea na borda posterior ou na ponta dos maléolos lateral ou medial) somada a um de dois critérios: dor óssea na base do quinto metatarso ou no navicular, ou incapacidade de apoiar o peso imediatamente após o trauma e por 4 passos na emergência. Na entorse lateral aguda, o teste de gaveta anterior do tornozelo (frouxidão do ligamento talofibular anterior) e o teste do talar tilt avaliam a instabilidade, mas na fase aguda a dor limita o exame, que se completa após 5 a 7 dias.
Todo exame ortopédico fecha com pulsos (radial, umeral, femoral, poplíteo, pedioso e tibial posterior), enchimento capilar (normal menor que 2 segundos), sensibilidade (com toque de algodão ou monofilamento de Semmes-Weinstein quando há suspeita de neuropatia), motricidade e, em traumas, correlação com os cinco Ps da isquemia: dor, palidez, parestesia, paralisia e ausência de pulso, achados tardios que não devem ser esperados para agir. O sinal precoce da síndrome compartimental é dor desproporcional ao trauma e dolorimento à mobilização passiva dos músculos do compartimento acometido; pulsos presentes não excluem o diagnóstico, porque a pressão de compartimento costuma ficar abaixo da pressão sistólica. Documente sempre medidas comparativas, graduações MRC, testes realizados e sua positividade, pois o exame serial é o melhor instrumento para detectar deterioração precoce.
1.Atleta de 24 anos apresenta entorse do joelho por desaceleração com rotação. Qual teste físico tem a maior sensibilidade para lesão do ligamento cruzado anterior na fase aguda?
2.Após entorse em valgo, o paciente apresenta abertura articular ao estresse em valgo com o joelho a 30 graus de flexão, mas não a 0 grau. Qual estrutura está lesada?
3.Ao apoiar-se sobre a perna direita, a pelve de um paciente cai do lado esquerdo. Qual músculo e nervo devem ser investigados no lado direito?
4.Paciente de 58 anos não consegue manter o braço abduzido a 90 graus contra a gravidade após anestesia do manguito; o braço cai lentamente. Qual o diagnóstico provável?
5.Sobre o teste de Lasègue e o Lasègue cruzado na hérnia de disco lombar, qual assertiva é correta?
6.Qual situação satisfaz critério de radiografia pelas regras de Ottawa após entorse de tornozelo?
7.Paciente consegue extender o joelho contra a gravidade, mas não resiste à força do examinador. Qual grau na escala MRC?
8.Durante exame do joelho a 90 graus de flexão, observa-se que a tíbia se recua sob os côndilos femorais (sinal do degrau). Qual estrutura principal está lesada?
9.Qual é o padrão capsular de restrição do joelho descrito por Cyriax?
10.Ao pedir que o paciente segure uma folha de papel entre o polegar e o indicador, observa-se flexão da interfalângica do polegar para compensar. Qual nervo está comprometido?
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