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Revisão completa de nutrição parenteral: indicações e classificação (central, periférica e domiciliar), limites de osmolaridade, prescrição de macronutrientes com números, boas práticas de manipulação e administração, complicações metabólicas com destaque para a síndrome de realimentação, infecção de corrente sanguínea e monitoramento do paciente.
[1] Singer P, Blaser AR, Berger MM, et al. ESPEN guideline on clinical nutrition in the intensive care unit. Clin Nutr. 2019;38(1):48-79 · DOI 10.1016/j.clnu.2018.08.037 | [2] Mirtallo J, Canada T, Johnson D, Kumpf V, et al. Safe practices for parenteral nutrition. JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2004;28(6 Suppl):S39-70 | [3] Bozzetti F, Arends J, Lundin K, et al. ESPEN guideline on home parenteral nutrition. Clin Nutr. 2020 · DOI 10.1016/j.clnu.2020.04.016 | [4] Mehanna HM, Moledina J, Travis J. Refeeding syndrome: what it is, and how to prevent and treat it. BMJ. 2008;336(7659):1495-8 · DOI 10.1136/bmj.a301 | [5] Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (BRASPEN). Diretriz Brasileira de Terapia Nutricional no Paciente Grave. BRASPEN Journal. 2018 · sbnpe.org.br · DOI 10.1016/j.clnu.2018.08.037
A nutrição parenteral (NP) é a infusão intravenosa de nutrientes em pacientes cujo trato digestivo não pode ser utilizado ou é insuficiente para atender às necessidades. É uma terapia de salvamento na falência intestinal, capaz de manter a vida por anos, como nos pacientes com síndrome do intestino curto em programa domiciliar, mas também uma das intervenções hospitalares com maior potencial de dano iatrogênico quando mal prescrita: hiperglicemia, síndrome de realimentação, hipertrigliceridemia, infecção de cateter e doença hepática associada. O princípio norteador, endossado por todas as diretrizes, é o mesmo desde os anos 1970: se o intestino funciona, use-o, porque a via enteral preserva a barreira mucosa, a imunidade e é mais segura. A NP entra quando a via digestiva é contraindicada por pelo menos 5 a 7 dias ou não atinge os alvos. Para a prova, o aluno precisa dominar cinco eixos: indicações e escolha da via, limites de osmolaridade e acesso vascular, prescrição com números (kcal, glicose, lipídeos e aminoácidos por quilo), complicações com destaque para a síndrome de realimentação e o bundle de segurança do cateter.
NP total (NPT) é a terapia em que todos os macronutrientes, água, eletrólitos, vitaminas e oligoelementos são fornecidos por via intravenosa, sem aporte oral ou enteral relevante; NP parcial ou suplementar é a combinação de uma via digestória funcional parcial com infusão venosa complementar. Quanto ao acesso, classifica-se em NP central, infundida em cateter com ponta em veia cava superior ou na junção cavoatrial, e NP periférica, infundida em veia de calibre médio de membro superior. Quanto à apresentação da mistura, há sistemas 2-em-1 (aminoácidos, glicose, eletrólitos e micronutrientes em um frasco, com emulsão lipídica separada) e 3-em-1 ou all-in-one (todos os componentes em um único recipiente, mais prático, porém com restrições de estabilidade de cálcio e fósforo). Quanto ao cenário, a NP pode ser hospitalar (pacientes agudos) ou domiciliar (NP domiciliar ou NAD), esta última reservada a centros de referência.
As indicações clássicas agrupam-se em falência mecânica (obstrução intestinal sem indicação ou sem condições de operar, íleo paralítico prolongado por mais de 5 a 7 dias), falência funcional (síndrome do intestino curto com menos de 200 cm de intestino delgado remanescente e dependência prevista, diarreia grave por radioterapia ou quimioterapia, mucosite grau 4, doença do enxerto contra o hospedeiro intestinal, fístula enterocutânea de alto débito acima de 500 mL por dia) e falência de acesso (peritonite severa, hemorragia digestiva com instabilidade). Em terapia intensiva, as diretrizes ESPEN e a diretriz brasileira BRASPEN recomendam via enteral precoce nas primeiras 24 a 48 horas em pacientes que puderem ser alimentados por sonda; a NP é reservada a quem tem contraindicação de via enteral ou não atinge mais de 60% do alvo após 7 dias, e o paciente crítico previamente bem nutrido em jejum pode tolerar até 7 dias antes de iniciar NP sem prejuízo. Contraindicações relativas incluem choque séptico não controlado (adiar até estabilização hemodinâmica), hipertrigliceridemia grave acima de 400 a 450 mg/dL, hiperglicemia refratária e situação de final de vida em que o objetivo seja exclusivamente paliativo.
| Cenário clínico | Via de terapia nutricional preferencial | Comentário |
|---|---|---|
| Trato digestivo funcional | Via oral ou enteral em 24-48 h | Se o intestino funciona, use-o; a NP é via de reserva |
| Débito enteral insuficiente após 7 dias em terapia intensiva | NP suplementar combinada | Meta de atingir o alvo calórico-proteico sem esperar perda de peso |
| Obstrução intestinal, íleo prolongado, fístula de alto débito | NP central (NPT) | Falência mecânica clássica; revisar indicação de cirurgia |
| Necessidade prevista menor que 14 dias com boa veia periférica | NP periférica | Osmolaridade até 900 mOsm/L e glicose de até 10% |
| Falência intestinal crônica estável (ex.: intestino curto) | NP domiciliar | Programa de referência, ciclos noturnos e treinamento do paciente |
A decisão entre acesso periférico e central é guiada por três números: osmolaridade, concentração de glicose e tempo previsto de terapia. A recomendação consolidada (NICE e revisões) é permitir NP periférica quando a osmolaridade da mistura não excede 900 mOsm/L, a glicose não passa de 10% e a terapia não deve ultrapassar 14 dias, trocando o acesso venoso a cada 3 a 4 dias e monitorando flebite, que é a principal limitação. Acima desses limites, a infusão deve ser central, em cateter com ponta confirmada em veia cava superior ou junção cavoatrial, onde o alto fluxo dilui rapidamente soluções hipertônicas. Para terapia prolongada e domiciliar, usam-se cateteres tunelizados (Hickman, Broviac) ou portas implantáveis, associados a menor taxa de infecção que os cateteres não tunelizados de longa permanência; o PICC é opção intermediária para semanas a poucos meses. Complicações da inserção central incluem pneumotórax (cerca de 1% nas punções subclávia e jugular), malposição, hematoma e lesão arterial, o que impõe inserção guiada por ultrassom com barreira estéril máxima.
A prescrição parte da estimativa das necessidades. Energia: na fase aguda da doença crítica, 20 a 25 kcal/kg/dia, progredindo a 30 a 35 kcal/kg/dia na fase de anabolismo e convalescença; a calorimetria indireta é o padrão de referência quando disponível, e a equação de Harris-Benedict corrigida por fator de estresse é a alternativa clássica. Proteínas: 1,3 g/kg/dia no paciente crítico (recomendação ESPEN), podendo chegar a 1,5 a 2,0 g/kg/dia no hipercatabolismo (queimados, politrauma, sepse), com ajuste para 0,8 a 1,0 g/kg/dia na hepatopatia encefalopática e na doença renal não dialítica. Água: 30 a 40 mL/kg/dia, ajustada a perdas (febre, fístulas, diurese) e à sobrecarga. Glicose: 3 a 5 g/kg/dia, respeitando a taxa máxima de infusão de 4 a 5 mg/kg/min, com alvo glicêmico de 140 a 180 mg/dL no paciente crítico e correção com insulina quando persistir acima de 180 a 200 mg/dL. Lipídios: 1,0 a 1,5 g/kg/dia, no máximo 2,0 a 2,5 g/kg/dia, suspensos se triglicerídeos excederem 400 a 450 mg/dL. O excesso de glicose (acima de 7 g/kg/dia ou 60% das calorias não proteicas) gera esteatose hepática, hipercapnia e piora da glicemia.
| Componente | Prescrição típica no adulto | Limites e pontos de alerta |
|---|---|---|
| Água | 30-40 mL/kg/dia | Ganho de peso maior que 1 kg/semana sugere retenção; restrinja em insuficiência cardíaca e renal |
| Glicose | 3-5 g/kg/dia | Taxa máxima de 4-5 mg/kg/min; alvo glicêmico 140-180 mg/dL; excesso causa esteatose e hipercapnia |
| Lipídios | 1,0-1,5 g/kg/dia | Suspender se triglicerídeos maiores que 400-450 mg/dL; máximo de 2,0-2,5 g/kg/dia |
| Aminoácidos | 1,2-2,0 g/kg/dia | 1,3 g/kg/dia no crítico; reduzir na encefalopatia hepática e na doença renal não dialítica |
| Sódio | 1-2 mEq/kg/dia | Equilibrar com perdas (fístulas, diuréticos) e com a congestão |
| Potássio | 1-1,5 mEq/kg/dia | Limitar na insuficiência renal e na hiperpotassemia; vigiar na síndrome de realimentação |
Micronutrientes são obrigatórios todos os dias: um multivitamínico parenteral completo (vitaminas A, complexo B, C, D, E, K) e um preparado de oligoelementos (zinco, cobre, selênio, cromo, manganês, molibdênio), pois a mistura de macronutrientes não contém micronutrientes em quantidade suficiente. Detalhes de prova: o manganês se acumula e é neuro e hepatotóxico em terapia prolongada e colestase, devendo ser restrito; a vitamina K não precisa ser diária, mas semanal; o alumínio como contaminante histórico está ligado à doença óssea da NP prolongada; e a glutamina parenteral como dipeptídeo saiu da rotina, porque ensaios grandes não mostraram benefício em mortalidade e sugeriram risco em pacientes com disfunção de múltiplos órgãos. Na escolha da emulsão lipídica, preparações misturadoras com óleo de soja, triglicerídeos de cadeia média, azeite e óleo de peixe, ou ricas em ômega-3, são preferidas nas terapias prolongadas por reduzirem inflamação e colestase, sobretudo em pediatria.
As diretrizes ASPEN Safe Practices organizam a segurança da NP em três barreiras: prescrição padronizada, manipulação em farmácia e administração disciplinada. A prescrição deve ser eletrônica, padronizada por protocolo e revisada por farmacêutico, com checagem automática de limites de eletrólitos e de compatibilidade. A manipulação ocorre em capela de fluxo laminar com asepsia rigorosa, respeitando a ordem de mistura (diluentes, aminoácidos, glicose, eletrólitos, vitaminas por último e lipídios ao final no sistema 3-em-1) e os limites de concentração de cálcio e fósforo que evitam precipitação, a complicação química mais temida, capaz de embolizar o pulmão. A administração usa bomba de infusão, equipo com filtro de 1,2 mícrons para misturas contendo lipídios (ou 0,22 mícrons em sistemas 2-em-1 sem emulsão), troca de equipo a cada 24 horas e administração contínua ou cíclica; a infusão cíclica noturna de 10 a 14 horas é o padrão na NP prolongada e domiciliar, pois simula o ritmo fisiológico, libera o paciente durante o dia e reduz a esteatose hepática.
A hiperglicemia é a complicação metabólica mais frequente da NP, acometendo grande parte dos pacientes críticos e não críticos, por infusão rápida de glicose associada ao estresse e à resistência insulínica; exige monitorização capilar de 4 a 6 vezes ao dia, controle da taxa de glicose e insulina em esquema de correção ou, quando persistente, insulina regular acrescentada à mistura, lembrando que a interrupção abrupta da infusão pode causar hipoglicemia rebote por hiperinsulinemia residual. A hipertrigliceridemia decorre da infusão de lipídios acima da capacidade de clareamento (sobretudo em sepse, hepatopatia, uso de propofol, que é emulsão lipídica, e diabetes), e impõe redução de dose ou suspensão quando triglicerídeos superam 400 a 450 mg/dL, pelo risco de pancreatite e síndrome de sobrecarga lipídica (febre, tremores, dor torácica e hemólise). O excesso calórico-energético global gera hipercapnia (dificuldade de desmame ventilatório por aumento da produção de dióxido de carbono) e esteatose hepática.
A síndrome de realimentação é a complicação clássica da prova: ocorre quando a reintrodução agressiva de carboidrato em paciente desnutrido grave dispara liberação de insulina que transporta fósforo, potássio e magnésio para o meio intracelular, com queda sérica desses eletrólitos, retenção de sódio e água, edema e consumo acelerado de tiamina, podendo evoluir com arritmias, insuficiência cardíaca, insuficiência respiratória, rabdomiólise, convulsões e morte. Os critérios de risco do NICE que identificam o paciente de alto risco incluem índice de massa corporal menor que 16 kg/m², perda de peso não intencional maior que 15% nos últimos 3 a 6 meses, pouco ou nenhum alimento por mais de 10 dias e níveis baixos de potássio, fósforo ou magnésio antes da nutrição (com critérios intermediários combinando IMC menor que 18,5, perda maior que 10%, jejum maior que 5 dias e histórico de alcoolismo ou drogas). O manejo é preventivo: iniciar com cerca de 25% das necessidades (aproximadamente 10 kcal/kg/dia, ou até 15 kcal/kg/dia no alto risco), progredir ao alvo em 4 a 7 dias, corrigir eletrólitos antes e durante a expansão, suplementar tiamina 200 a 300 mg por dia por via oral ou intravenosa por pelo menos 5 a 10 dias (começando antes da primeira infusão) e monitorar fósforo, magnésio e potássio diariamente na primeira semana.
A doença hepática associada à nutrição parenteral (DHANP) engloba esteatose (por excesso de glicose ou de calorias totais), colestase (a forma mais grave, com elevação de fosfatase alcalina, GGT e bilirrubinas, bile espessa, lama biliar e colelitíase por ausência de estímulo enteral) e, na evolução, fibrose e cirrose. As medidas são sequenciais: corrigir o excesso calórico e de glicose, limitar lipídios a 1 g/kg/dia, preferir emulsões com óleo de peixe, ciclar a infusão em regime noturno, estimular qualquer aporte oral ou enteral mínimo (o fator trófico mais potente para o intestino e a bile) e tratar a sepse e a obstrução biliar associadas. Outras complicações da terapia prolongada incluem doença óssea (osteomalácia e osteoporose, com dor óssea e fraturas, historicamente ligadas à contaminação por alumínio e à deficiência de vitamina D), deficiências específicas (cromo, selênio, cobre, molibdênio, biotina, vitamina K e vitamina B12 em ressecções extensas) e sobrecarga de manganês, que se acumula na colestase e produz sintomas extrapiramidais semelhantes ao parkinsonismo.
A infecção de corrente sanguínea relacionada ao cateter é a principal complicação infecciosa da NP, com agentes clássicos Staphylococcus coagulase-negativa, Staphylococcus aureus, enterobactérias e Candida, favorecida pela biofilme no cateter e pela infusão contínua de emulsão lipídica, que favorece o crescimento de leveduras. O diagnóstico em febre durante NP exige hemoculturas pareadas de veia periférica e do cateter (o diferencial de tempo de positividade maior que 2 horas sugere cateter como fonte), exame do sítio de inserção e reavaliação da necessidade de manter a terapia; a retirada do cateter é mandatória em S. aureus, Candida, Pseudomonas e choque séptico. A prevenção é o bundle consagrado: inserção com barreira estéril máxima (campo de corpo inteiro, touca, máscara e luvas estéreis), antisepsia cutânea com clorexidina alcoólica 2%, preferência por subclávia ou jugular guiada por ultrassom, curativo semitransparente, higienização das conexões e cateter de luz única dedicado à NP. Programas de vigilância estabelecem metas de 1 a 2 infecções por 1.000 cateteres-dia como limiar de qualidade. Somam-se complicações mecânicas: pneumotórax e malposição na inserção, trombose venosa associada a cateter (com necessidade de anticoagulação e, às vezes, retirada) e embolia aérea.
A NP domiciliar (NAD) é indicada em pacientes com falência intestinal crônica estável que não conseguem manter hidratação e nutrição pela via oral ou enteral, com três grandes grupos: síndrome do intestino curto (a indicação clássica, por ressecções extensivas, enterites radiológicas ou aganglionose extensa), fístulas intestinais de baixo débito de manejo conservador e neoplasias com obstrução não operável em contexto paliativo com expectativa de vida razoável. Nas causas benignas em centros de referência, a sobrevida em 1 ano supera 80% e parte expressiva dos pacientes com intestino curto consegue adaptação e desmame da NP ao longo de anos com uso de teduglutida e reabilitação intestinal; na doença oncológica avançada, a NAD é predominantemente paliativa. Os requisitos para o programa incluem paciente clinicamente estável, treinamento formal do paciente e do cuidador, cateter tunelizado ou porta, ciclos noturnos de 10 a 14 horas, plano de monitoramento laboratorial e suporte de equipe multiprofissional 24 horas, com resgate imediato para febre (que obriga avaliação imediata por risco de sepse de cateter).
O monitoramento segue a fase da terapia. Na primeira semana ou até a estabilização: glicemia capilar de 4 a 6 vezes ao dia, eletrólitos (sódio, potássio, cloreto, bicarbonato), ureia e creatinina, cálcio, fósforo e magnésio diários, balanço hídrico estrito, peso 2 a 3 vezes por semana e sinais vitais com inspeção diária do cateter. Semanalmente: triglicerídeos, função hepática (TGO, TGP, fosfatase alcalina, GGT e bilirrubinas), albumina e pré-albumina (interpretadas como proteínas de fase aguda, nunca como marcador isolado de eficácia), hemograma e tempo de protrombina. Mensalmente ou conforme a duração: dosagens de micronutrientes (ferro, zinco, selênio, cobre, vitamina D, vitamina B12), avaliação da mistura com a farmácia e densitometria óssea na terapia prolongada. Sinais de alarme que exigem reavaliação imediata: febre ou calafrio durante ou após a infusão, glicemia persistentemente acima de 180 a 200 mg/dL ou abaixo de 70 mg/dL, ganho de peso rápido, icterícia, dor óssea e fraqueza proximal (suspeita de hipofosfatemia e realimentação).
1.Qual o limite clássico de osmolaridade para a administração segura de nutrição parenteral por veia periférica?
2.Paciente crítico estável, com trato digestivo utilizável e sem contraindicação de sonda. Qual a conduta nutricional recomendada pelas diretrizes ESPEN e BRASPEN?
3.Qual a taxa máxima recomendada de infusão de glicose em nutrição parenteral no adulto?
4.Em que situação os lipídios da nutrição parenteral devem ser reduzidos ou suspensos?
5.Qual o distúrbio eletrolítico mais precoce e característico da síndrome de realimentação?
6.Paciente com IMC de 15 kg/m² e 12 dias de jejum iniciará nutrição parenteral. Qual a estratégia correta?
7.Qual a recomendação de proteína para o paciente crítico em suporte nutricional, segundo a diretriz ESPEN de 2019?
8.Qual medida integra o bundle de prevenção de infecção de corrente sanguínea relacionada ao cateter de nutrição parenteral?
9.Durante a infusão noturna de NP de um paciente em programa domiciliar, ocorre queda acidental de energia e a bomba para. Qual o principal risco metabólico imediato da interrupção abrupta?
10.Paciente em NP há 8 semanas apresenta fosfatase alcalina e GGT progressivamente elevadas, com bilirrubina normal e prurido. Qual medida auxiliar no manejo da colestase associada à NP?
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