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Revisão didática das tonturas no idoso: classificação em quatro tipos, causas periféricas e centrais, prevalência em geriatria, exame com HINTS, provas vestibulares (calórica, VHIT, VEMP) e tratamento com manobras, fármacos em doses e reabilitação vestibular.
[1] Bhattacharyya N, Gubbels SP, Schwartz SR, et al. Clinical Practice Guideline: Benign Paroxysmal Positional Vertigo (Update). Otolaryngol Head Neck Surg. 2017;156(1 Suppl):S1-S47 · DOI 10.1177/0194599816689667 | [2] Kattah JC, Talkad AV, Wang DZ, Hsieh YH, Newman-Toker DE. HINTS to Diagnose Stroke in the Acute Vestibular Syndrome: Three-Step Bedside Oculomotor Examination More Sensitive Than Early MRI Diffusion-Weighted Imaging. Stroke. 2009;40(11):3504-3510 · DOI 10.1161/STROKEAHA.109.551234 | [3] Tinetti ME, Williams CS, Gill TM. Dizziness among older adults: a possible geriatric syndrome. Ann Intern Med. 2000;132(5):337-344 · PMID 10691583 | [4] McDonnell MN, Hillier SL. Vestibular rehabilitation for unilateral peripheral vestibular dysfunction. Cochrane Database Syst Rev. 2015;(1):CD005397 · DOI 10.1002/14651858.CD005397.pub4 | [5] Basura GJ, Adams ME, Monfared A, et al. Clinical Practice Guideline: Ménière's Disease. Otolaryngol Head Neck Surg. 2020;162(4):415-434 · DOI 10.1177/0194599820909438 · DOI 10.1177/0194599816689667
Tontura é um dos sintomas mais frequentes na atenção primária e uma das principais queixas do idoso: cerca de um em cada quatro adultos comunitários acima de 70 anos refere tontura com prejuízo moderado a grave, e a queixa dobra o risco de quedas, hospitalização e perda funcional. O desafio no idoso é que raramente depende de uma única doença: há degeneração simultânea dos labirintos, da visão, da propriocepção e do sistema nervoso central, somada a polifarmácia — por isso Tinetti propôs a tontura como síndrome geriátrica multifatorial. Para a prova, o aluno deve dominar: a classificação em quatro tipos de tontura, a manobra de Dix-Hallpike e o tratamento da vertigem posicional paroxística benigna (VPPB), o exame HINTS para separar causa periférica de central na síndrome vestibular aguda e as indicações da reabilitação vestibular em vez de supressores indefinidamente.
Tontura é termo inespecífico que o paciente usa para sensações distintas. A abordagem clássica de Ruckenstein separa quatro tipos, e cada um aponta para um sistema: vertigem (ilusão de movimento, giratória ou linear — labirinto e vias vestibulares), pré-síncope (sensação de desmaio iminente — sistema cardiovascular), desequilíbrio (instabilidade na marcha, pior no escuro ou terreno irregular — sistemas proprioceptivo, cerebelar e sensório-motor) e tontura inespecífica/flutuante (sensação vaga de cabeça leve — ansiedade, hiperventilação, fármacos). No idoso, é comum a forma mista, com mais de um mecanismo contribuindo ao mesmo tempo.
| Tipo | Sensação descrita | Sistema envolvido | Exemplos típicos |
|---|---|---|---|
| Vertigem | Giro do ambiente ou do próprio corpo | Labirinto, nervo vestibular, tronco encefálico, cerebelo | VPPB, neurite vestibular, doença de Ménière, AVC |
| Pré-síncope | Escurecimento visual, sensação de desmaio | Cardiovascular, hipotensão | Hipotensão ortostática, arritmia, efeitos de anti-hipertensivos |
| Desequilíbrio | Instabilidade, medo de cair | Propriocepção, cerebelo, visão, força muscular | Neuropatia diabética, falência vestibular bilateral, Parkinson |
| Tontura inespecífica | Cabeça leve, flutuante, difusa | Psiquiátrico, metabólico, farmacológico | Ansiedade, hiperventilação, tontura persistente perceptual postural |
Estudos populacionais estimam que 20 a 40% dos idosos referem tontura, com prejuízo moderado a grave em torno de 25% acima dos 70 anos — no estudo de Tinetti, 24,5% dos idosos comunitários apresentavam a queixa, associada a maior comprometimento das atividades de vida diária, depressão, risco de queda e sintomas cardiovasculares. A VPPB é a causa mais comum de vertigem em todas as idades (prevalência ao longo da vida de 2,4%, com pico entre a 5ª e a 7ª décadas e predomínio feminino de 2-3:1); em idosos, é responsável por grande parcela das vertigens posicionais e é achado frequente em quem caiu sem explicação. A falência vestibular bilateral (oscilopsia e desequilíbrio no escuro) e a presbivertigem (degeneração senesciente multisensorial, também chamada presbiastasia) ganham peso com a idade. Polifarmária é fator de risco modificável central: anti-hipertensivos, benzodiazepínicos, anticolinérgicos, antidepressivos e anticonvulsivantes figuram entre os mais implicados.
O labirinto contém cinco órgãos sensoriais de cada lado: três canais semicirculares (detectam aceleração angular; o canal superior e o externo operam nos planos vertical e horizontal, o posterior no plano vertical sagital) e dois órgãos otolíticos, utrículo e sáculo (detectam aceleração linear e gravidade, por meio das máculas com otoconias de carbonato de cálcio). Os impulsos percorrem o nervo vestibular até os núcleos vestibulares do tronco e daí para o reflexo vestíbulo-ocular (VOR — estabiliza a imagem na retina durante movimentos cefálicos), a medula espinhal (reflexos posturais), o cerebelo (floconodular, calibração) e o córtex (percepção). A assimetria abrupta de sinal entre os labirintos é percebida como vertigem e gera nistagmo, náusea e desvio postural; a compensação central (plasticidade dos núcleos vestibulares) explica a recuperação espontânea em dias a semanas nas lesões periféricas agudas — base da reabilitação vestibular.
Na VPPB, otoconias desprendidas da mácula utricular migram para os canais semicirculares (canalitíase) ou aderem à cúpula (cupulolitíase), tornando o canal sensível à gravidade: movimentos de cabeça no plano do canal afetado geram fluxo anômalo de endolinfa, excitação paroxística e vertigem de curta duração com latência de segundos e fatigabilidade. O canal posterior é acometido em cerca de 86% dos casos (razão pela qual o Dix-Hallpike é a manobra de rastreio padrão) e o canal horizontal em aproximadamente 10% (diagnosticado com o roll test em decúbito). Na neurite vestibular, inflamação viral do nervo vestibular (frequentemente pós-infecciosa) gera vertigem contínua por horas a dias. Na doença de Ménière, disfunção da homeostase da endolinfa (hidropsia endolinfática) produz crises recorrentes de vertigem com hipoacusia fluctuante. No idoso somam-se perda progressiva de células ciliadas e neurônios vestibulares, queda da visão e da propriocepção e lentificação da compensação central.
VPPB: vertigem rotatória de segundos (habitualmente menor que 1 minuto), desencadeada por mudança de posição da cabeça (deitar, virar na cama, olhar para cima, abaixar-se), com náuseas ocasionais e sem hipoacusia. Idiopática em mais da metade dos casos; pode ser secundária a trauma craniano, neurite vestibular, imobilização prolongada e doença de Ménière, e é mais recorrente no idoso e diabético (recorrência em torno de 15% ao ano). Neurite vestibular: vertigem contínua intensa com náuseas e marcha instável por 24 a 72 horas (podendo durar dias), nistagmo horizontal unidirecional e hiporreflexia vestibular ipsilateral, sem perda auditiva — quando há hipoacusia concomitante fala-se em labirintite. Doença de Ménière (critérios AAO-HNS 2020 para doença definitiva): duas ou mais crises espontâneas de vertigem com duração entre 20 minutos e 12 horas, perda auditiva neurossensorial documentada audiometricamente nas frequências baixas e médias do ouvido afetado, sintomas aurais flutuantes (zumbido e plenitude) e sintomas não melhor explicados por outro diagnóstico vestibular. Falência vestibular bilateral: desequilíbrio e oscilopsia (a imagem salta durante a marcha), pior no escuro e em terreno irregular; causas incluem ototoxicidade por aminoglicosídeos, doença de Ménière bilateral e meningite.
| Achado | Lesão periférica | Lesão central |
|---|---|---|
| Nistagmo | Unidirecional, horizontal-torsional, fixo em todas as direções do olhar | Muda de direção conforme o olhar (bidirecional) ou é vertical puro |
| Latência e fatiga ao posicionar | Latência de 1-5 s, fatigável, habitua-se na repetição | Sem latência, não fatiga |
| Teste de impulso cefálico (HIT) | Alterado (catch-up saccade) para o lado da lesão | Normal |
| Desvio vertical alternado (skew) | Ausente | Presente |
| Sintomas auditivos | Comuns (hipoacusia, zumbido, plenitude) | Incomuns, salvo lesão da artéria auditiva interna |
| Sinais neurológicos | Ausentes (exceto marcha instável) | Disartria, diplopia, disfagia, ataxia de tronco, hemiparesia |
| Náusea e intolerância ao movimento | Intensas | Variáveis, às vezes discretas |
Cerca de 3 a 5% dos pacientes que chegam ao pronto-socorro com tontura isolada (síndrome vestibular aguda) tiveram AVC — a maioria em tronco encefálico ou cerebelo, território da circulação vertebrobasilar. A gravidade está no infarto cerebelar pseudolabiríntico, que pode edemaciar e comprimir o tronco (hérnia, letalidade). A triagem cabe ao exame HINTS (Head Impulse, Nystagmus, Test of Skew): na síndrome vestibular aguda persistente (vertigem contínua em curso), HINTS central (= risco) é o HIT normal (VOR preservado) OU nistagmo que muda de direção com o olhar OU skew deviation positivo — qualquer um dos três basta. Nos critérios clássicos de Kattah, o HINTS central foi mais sensível que a ressonância com difusão nas primeiras 24-48 horas para AVC (sensibilidade de aproximadamente 100% contra cerca de 88% da RM inicial nas mãos de examinador treinado): RM negativa precoce não afasta AVC se o HINTS for central, e o exame deve repetir-se em 48-72 horas. Nota de segurança: o HINTS só se aplica à vertigem contínua com nistagmo espontâneo presente; e é exame de especialista — em dúvida, image.
Outras centrais que cobram prova: enxaqueca vestibular (cinco ou mais episódios de sintomas vestibulares de 5 minutos a 72 horas, com história atual ou pregressa de enxaqueça com aura em 50% e fenômenos migranosos em ao menos metade dos episódios — uma das causas mais comuns de vertigem recorrente espontânea), tontura persistente perceptual postural (PPPD: tontura não rotatória presente em 3 ou mais meses, pior em posição ortostática, movimento e estímulo visual complexo, frequentemente após evento precipitante vestibular; tratar com inibidores de recaptação de serotonina, terapia cognitivo-comportamental e reabilitação), neuropatias degenerativas com instabilidade progressiva e tumor do ângulo pontocerebelar (zumbido unilateral e hipoacusia progressiva mais desequilíbrio; investigar com audiometria e RM).
A anamnese organiza-se por timing (duração dos episódios) mais gatilho (desencadeante): episódios de segundos desencadeados por posição sugerem VPPB; minutos a horas espontâneos, doença de Ménière ou enxaqueca vestibular; dias contínuos, neurite vestibular ou AVC; tontura contínua de semanas com flutuação, PPPD. Perguntar sempre: sintomas auditivos, cefaleia, fotofobia, sintomas autonômicos, fármacos novos, trauma, queda, e as bandeiras vermelhas (cefaleia occipital ou cervical súbita, incapacidade de andar, sinais de tronco, vertigem com hipertensão e fatores de vasculopatia — pensar em dissecção vertebral e AVC).
A propedêutica instrumentada confirma topografia e lateralidade, mas não substitui a hipótese clínica. A prova calórica (irrigação de água ou ar a 44 °C e 30 °C em cada orelha) avalia o reflexo vestíbulo-ocular em baixíssima frequência (por volta de 0,003 Hz) e quantifica paresia vestibular unilateral (assimetria maior que cerca de 20-25% entre lados é anormal). O teste de impulso cefálico vídeo-assistido (vHIT) mede o ganho do VOR em altas frequências (normal aproximadamente 0,8-1,2) e detecta catch-up saccades covert e overt — complementar à calórica, pois lesões parciais podem aparecer em apenas uma das faixas de frequência. Os potenciais miogênicos evocados vestibulares (VEMP) avaliam os órgãos otolíticos: cVEMP (via sáculo-nervo vestibular inferior) e oVEMP (via utrículo-superior). Somam-se a audiometria e a impedanciometria em toda tontura com sintoma auditivo, eletronistagmografia/videonistagmografia (provas optocinéticas e rastreio pendular) e a posturografia computadorizada, que quantifica o equilíbrio e orienta a reabilitação. Ressonância magnética com difusão está indicada na suspeita de causa central, na vertigem progressiva ou nas perdas auditivas assimétricas; a tomografia só avaliar estruturas otológicas ósseas.
| Exame | O que avalia | Comentário prático |
|---|---|---|
| Prova calórica | VOR em baixa frequência (≈ 0,003 Hz), canais horizontais | Padrão-ouro histórico de lateralização; demorada e mal tolerada |
| vHIT | VOR em alta frequência (2-5 Hz), canais verticais e horizontais | Rápido e bem tolerado; ganho normal ≈ 0,8-1,2 |
| VEMP (cervical e ocular) | Função otolítica (sáculo e utrículo, nervos inferior e superior) | Útil em doença de Ménière e neuropatia vestibular superior |
| Audiometria tonal e vocal | Perda auditiva neurossensorial e recrutamento | Obrigatória se zumbido, hipoacusia ou plenitude auricular |
| RM com difusão | Infartos tronco-encefálicos e cerebelares, tumores | Repetir em 48-72 h se a inicial for negativa com suspeita alta |
| Posturografia computadorizada | Integração visual, vestibular e proprioceptiva do equilíbrio | Quantifica risco de queda e orienta a reabilitação |
Na VPPB o tratamento de primeira linha é a manobra de reposicionamento de partículas de Epley (sequência de rotações que migra as otoconias do canal posterior de volta ao utrículo), que resolve o nistagmo posicional na grande maioria dos pacientes em uma a poucas sessões; a manobra liberatória de Semont é alternativa. Exercícios domiciliares de Brandt-Daroff (sentar-deitar alternado para cada lado, 3 séries ao dia) auxiliam recorrentes e casos não resolvidos. A diretriz AAO-HNS desencoraja radiografia e reabilitação vestibular como tratamento inicial da VPPB e recomenda não prescrever rotineiramente supressores vestibulares; restrições posturais após a manobra não são necessárias. Vertigem incapacitante persistente por semanas (VPPB refratária) pode justificar oclusão canalicular cirúrgica, excepcional no idoso.
| Fármaco | Dose usual no adulto | Uso e alertas no idoso |
|---|---|---|
| Dimenidrinato | 50 mg VO ou IM a cada 6-8 h, no máximo de 3 a 4 dias | Anticolinérgico: sedação, retenção urinária, risco de delirium e quedas |
| Betahistina | 24 mg VO 2x/dia (total 48 mg/dia), ciclos de semanas | Adjuvante na doença de Ménière; boa tolerância, sem efeito anticolinérgico relevante |
| Hidroclorotiazida | 25-50 mg VO/dia | Diurético da doença de Ménière; monitorar sódio, potássio e queda de pressão no idoso |
| Metoclopramida | 10 mg VO ou IV até 3x/dia por curto período | Antiemético de resgate na fase aguda; risco de efeitos extrapiramidais acima de 12 semanas de uso |
| Diazepam | 2-5 mg VO, uso excepcional e curto | Supressor central potente: retarda a compensação vestibular, dependência e quedas no idoso |
Supressores vestibulares (anticolinérgicos, anti-histamínicos, benzodiazepínicos) servem apenas para alívio sintomático nas primeiras 24-72 horas de vertigem intensa com náuseas; o uso prolongado no idoso é perigoso (critérios de Beers: anticolinérgicos e benzodiazepínicos entre os fármacos potencialmente inapropriados) e sabota a compensação central. Na neurite vestibular, corticoide sistêmico precoce (esquemas clássicos com metilprednisolona ou prednisona em desmame ao longo de cerca de 3 semanas) acelera a recuperação da função labiríntica, com benefício clínico modesto em revisões sistemáticas. Na doença de Ménière: aconselhamento, restrição de sódio para cerca de 1,5-2 g/dia, diurético (hidroclorotiazida ou acetazolamida) e betahistina; casos refratários podem receber corticoide intratimpânico ou gentamicina intratimpânica (ablatação química do labirinto). Na enxaqueca vestibular, profilaxia e tratamento de crise iguais aos da enxaqueca comum; na PPPD, ISRS/IRSN em dose baixa com titulação lenta, terapia cognitivo-comportamental e reabilitação.
Reabilitação vestibular é indicação de forte evidência (revisão Cochrane: evidência moderada a forte de segurança e eficácia na disfunção vestibular periférica unilateral) e tratamento de eleição após neurite, nas falências bilaterais e na VPPB refratária. Estrutura típica: exercícios de estabilização do olhar (fixação de alvo com movimentos cefálicos horizontais e verticais), habituação (repetição dos movimentos gatilhos), treino de equilíbrio progressivo (superfícies estáveis para instáveis, olhos abertos e fechados, com e sem estímulo visual conflitante), marcha com desafios cognitivos e de superfície, e treino funcional para atividades de vida diária; 20 a 60 minutos por sessão, sessões semanais supervisionadas por 4 a 10 semanas com reforço domiciliar diário. No idoso, agregar treino de força, revisão de fármacos, correção visual, suplementação de vitamina D quando deficiente (também discutida na VPPB recorrente) e adaptações ambientais (iluminação noturna, barras de apoio, remoção de tapetes).
Complicações: quedas com fraturas (a tontura crônica eleva o risco de queda em idosos e o achado vestibular é frequentemente negligenciado), medo de cair com restrição de atividades e sedentarismo, isolamento, depressão, iatrogenia farmacológica e, nas lesões centrais não reconhecidas, sequelas neurológicas graves ou morte por herniação. O prognóstico periférico é bom: a VPPB resolve na maioria com manobras (recorrência em torno de 15% ao ano exige re-ensinar Brandt-Daroff), a neurite recupera-se em semanas a meses pela compensação central e a reabilitação vestibular antecipa essa recuperação; a doença de Ménière é crônica com risco cumulativo de hipoacusia profunda no ouvido afetado; a falência bilateral exige reabilitação de manutenção por tempo indefinido. Seguimento: reavaliar em 4 a 6 semanas após o início do tratamento; persistência ou surgimento de sinais neurológicos ou sintomas auditivos progressivos reabre investigação com imagem.
1.Idosa de 78 anos apresenta crises de vertigem rotatória de menos de 1 minuto ao deitar e virar-se na cama, sem hipoacusia. Qual o teste diagnóstico de escolha?
2.Qual é o tratamento de primeira linha para a VPPB confirmada?
3.Homem hipertenso de 72 anos com vertigem contínua há 8 horas: HIT normal, nistagmo horizontal que bate para a direita ao olhar para a direita e para a esquerda ao olhar para a esquerda, e skew deviation presente. Qual a interpretação?
4.Sobre o desempenho diagnóstico do HINTS em relação à ressonância com difusão nas primeiras 24-48 horas da síndrome vestibular aguda:
5.Qual conjunto de critérios define doença de Ménière definitiva (AAO-HNS 2020)?
6.Sobre supressores vestibulares no idoso com VPPB, a conduta correta é:
7.Paciente de 68 anos com vertigem rotatória intensa há 2 dias, náuseas, nistagmo horizontal unidirecional batendo para a esquerda, HIT alterado à direita e audição normal. Diagnóstico mais provável?
8.Qual a diferença funcional entre a prova calórica e o vHIT na avaliação vestibular?
9.A visão da tontura do idoso como síndrome geriátrica multifatorial (Tinetti) implica que:
10.A reabilitação vestibular, segundo a revisão Cochrane de 2015 e as diretrizes atuais:
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