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Revisão completa da DRC segundo o KDIGO 2024: classificação CGA (TFGe e albuminúria), fisiopatologia da progressão, avaliação diagnóstica, terapia farmacológica com doses (IECA/BRA, iSGLT2, finerenona), manejo de anemia, DRC-MBD, acidose e preparo para terapia renal substitutiva.
[1] KDIGO. KDIGO 2024 Clinical Practice Guideline for the Evaluation and Management of Chronic Kidney Disease. Kidney Int. 2024;105(4S):S117-S314 · DOI 10.1016/j.kint.2023.10.018 | [2] Webster AC, Nagler EV, Morton RL, Masson P. Chronic kidney disease. Lancet. 2017;389(10075):1238-1252 · DOI 10.1016/S0140-6736(16)32064-5 | [3] Heerspink HJL, Stefánsson BV, Correa-Rotter R, et al. Dapagliflozin in Patients with Chronic Kidney Disease (DAPA-CKD). N Engl J Med. 2020;383(15):1436-1446 · DOI 10.1056/NEJMoa2024816 | [4] Nerbass FB, Lima HDN, Strogoff-de-Matos JP, et al. Censo Brasileiro de Diálise 2023. J Bras Nefrol. 2025;47(1):e20240081 · DOI 10.1590/2175-8239-JBN-2024-0081 | [5] Ikizler TA, Burrowes JD, Byham-Gray LD, et al. KDOQI Clinical Practice Guideline for Nutrition in CKD: 2020 Update. Am J Kidney Dis. 2020;76(3 Suppl 1):S1-S107 · DOI 10.1053/j.ajkd.2020.05.006 · DOI 10.1016/j.kint.2023.10.018
A doença renal crônica (DRC) afeta aproximadamente 10% da população adulta mundial e, ao contrário da maioria das doenças crônicas, tem apresentado aumento consistente como causa de morte nas últimas décadas. Ela evolui em silêncio por anos: a maioria dos pacientes não apresenta sintomas específicos até fases avançadas e o diagnóstico costuma surgir em exames de rotina, quando já pode haver doença cardiovascular estabelecida. O paciente com DRC tem probabilidade muito maior de morrer por infarto ou acidente vascular cerebral do que de progredir para diálise, e é essa dupla dimensão, renal e cardiovascular, que organiza toda a avaliação moderna. Para a prova, o estudante precisa dominar três eixos: a classificação CGA do KDIGO (causa, taxa de filtração glomerular estimada e albuminúria), os pilares farmacológicos que retardam a progressão com doses definidas e o manejo das complicações metabólicas com metas numéricas.
O KDIGO define DRC como alterações da estrutura ou da função renal presentes por mais de 3 meses, com implicações para a saúde. Os marcadores de dano estrutural incluem anormalidades de imagem (rins pequenos, cistos, hidronefrose, refluxo vesicoureteral), alterações à biópsia, achados de transplante e histórico de nefropatia; os marcadores de função incluem taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) menor que 60 mL/min/1,73 m2 e evidência de dano glomerular ou tubular, como albuminúria (razão albumina/creatinina urinária, ACR, maior ou igual a 30 mg/g), hematúria dismórfica com cilindros eritrocitários, distúrbios eletrolíticos de origem tubular e nefrolitíase recorrente. A exigência de duração superior a 3 meses é o que separa a DRC da lesão renal aguda e do doença renal aguda sobre crônica. A classificação vigente é o esquema CGA: Causa, TFGe (G1 a G5) e Albuminúria (A1 a A3), porque causa e albuminúria modificam o risco e a conduta independentemente do valor absoluto da TFGe.
| Estágio | TFGe (mL/min/1,73 m2) | Interpretação prática |
|---|---|---|
| G1 | ≥ 90 | TFGe normal ou alta, mas exige marcador de dano (ex.: ACR ≥ 30 mg/g) para configurar DRC |
| G2 | 60-89 | TFGe levemente reduzida, também exige marcador de dano |
| G3a | 45-59 | Redução leve a moderada; otimizar nefroproteção |
| G3b | 30-44 | Redução moderada a grave; risco cardiovascular alto |
| G4 | 15-29 | Redução grave; preparar terapia renal substitutiva e vacinação |
| G5 | < 15 | Falência renal; iniciar diálise quando sintomática ou com indicação urgente |
| Categoria | ACR (mg/g) | Termo equivalente |
|---|---|---|
| A1 | < 30 | Normoalbuminúria |
| A2 | 30-300 | Albuminúria moderadamente aumentada (ex-microalbuminúria) |
| A3 | > 300 | Albuminúria acentuadamente aumentada (macroalbuminúria/proteinúria franca) |
O cruzamento da TFGe com a albuminúria gera o mapa de calor (heat map) do KDIGO, que estratifica o risco de progressão renal, eventos cardiovasculares e morte em baixo, moderado, alto e muito alto. O conceito central, muito cobrado em prova, é que a albuminúria é tão preditiva quanto a TFGe: um paciente G2A3 tem prognóstico pior do que um G3aA1. Tanto a TFGe alterada quanto a ACR alterada devem ser confirmadas em exame repetido: albuminúria confirma-se quando presente em 2 de 3 amostras coletadas em intervalo de 3 a 6 meses.
Estimativas globais apontam prevalência de DRC em torno de 9 a 12% dos adultos, crescendo com a idade: acima dos 70 anos, mais de um terço das pessoas tem TFGe menor que 60 mL/min/1,73 m2. Diabetes mellitus e hipertensão arterial respondem pela grande maioria dos casos incidentes em países ocidentais, seguidos pelas glomerulopatias, doença renal policística, nefropatia obstrutiva e causas urológicas. No Brasil, a melhor fotografia vem do Censo Brasileiro de Diálise da Sociedade Brasileira de Nefrologia: em julho de 2023 havia cerca de 157,3 mil pacientes em terapia renal substitutiva, com 51,1 mil inícios no ano, dos quais aproximadamente 88% em hemodiálise e o restante em diálise peritoneal; hipertensão e diabetes são as causas atribuídas mais frequentes entre os incidentes. Um dado essencial para a atenção primária: a maior parte dos casos em fases iniciais não é diagnosticada, pois a doença é assintomática e a creatinina isolada é insensível para detectar queda precoce de filtração.
A progressão da DRC segue um círculo vicioso bem estabelecido (hipótese de Brenner): a perda de néfrons impõe hiperfiltração e hipertensão glomerular aos néfrons remanescentes; o aumento da pressão intraglomerular danifica a barreira de filtração, gerando proteinúria; a albumina reabsorvida pelas células tubulares ativa vias inflamatórias (NF-kB) e profibróticas, com destaque para o TGF-beta, que recruta miofibroblastos e deposita matriz extracelular; o resultado é fibrose tubulointersticial e glomeruloesclerose, que eliminam mais néfrons e realimentam o processo. O eixo renina-angiotensina-aldosterona é o grande acelerador: a angiotensina II contra a arteríola eferente, eleva a pressão intraglomerular, promove permeabilidade da barreira e libera TGF-beta; a aldosterona adiciona efeito profibrótico direto. Por isso o bloqueio do sistema (IECA/BRA) e a redução da pressão intraglomerular são a base da nefroproteção, e a proteinúria serve como marcador de atividade da doença e alvo terapêutico.
Em paralelo, a falência endócrina e metabólica do rim explica as complicações clássicas. A retenção precoce de fósforo eleva o FGF-23 (que exige Klotho renal), o qual reduz o calcitriol; a queda do calcitriol e da calcemia estimulam o paratormônio, instalando o hiperparatireoidismo secundário do distúrbio mineral e ósseo da DRC (DRC-MBD), com osteodistrofia e calcificações vasculares. A deficiência de eritropoetina pelas fibroblastos peritubulares, somada à inflamação e ao aumento de hepcidina, produz anemia normocítica normocrômica. A redução da excreção de ácido gera acidose metabólica hiperclorêmica, que agrupa catabolismo muscular e piora da progressão. A retenção de potássio, de uréia e de toxinas urêmicas (guanidinas, beta-2 microglobulina) completa o quadro que vai da fadiga à pericardite e à encefalopatia urêmicas.
A DRC é tipicamente oligossintomática: nos estágios G1-G3a, o paciente refere apenas fadiga inespecífica, e o diagnóstico surge pela elevação da creatinina, pela albuminúria de rastreio ou pela hipertensão. Conforme a função cai, surgem manifestações multi-sistêmicas cuja soma define a síndrome urêmica. A hipertensão arterial está presente em 80 a 85% dos pacientes e pode ser ao mesmo tempo causa e consequência da doença.
A TFGe deve ser estimada pela equação CKD-EPI 2021 baseada em creatinina sérica, versão que removeu o fator corretor por raça; em situações de massa muscular extremas, dieta atípica, obesidade grave ou terapias com creatina, recomenda-se confirmar com cistatina C (equação combinada). Para a albuminúria, prefere-se a razão albumina/creatinina em amostra urinária isolada, de preferência a primeira da manhã, confirmada como descrito. O diagnóstico diferencial com lesão renal aguda é clínico-laboratorial e imagemológico.
| Achado | DRC | Lesão renal aguda |
|---|---|---|
| Duração | Superior a 3 meses | Horas a dias |
| Curso da TFGe | Redução estável ou queda lenta | Queda aguda: creatinina sobe 0,3 mg/dL em 48 h ou 50% em 7 dias |
| Rins à ultrassonografia | Frequentemente pequenos e hiperecogênicos | Tamanho preservado, podendo estar aumentados |
| Anemia | Comum, normocítica normocrômica | Pode existir, sem sinais de cronicidade |
| DRC-MBD (PTH, fósforo) | Presente nas fases avançadas | Ausente |
| História | Exames alterados prévios, sintomas graduais | Início súbito, fármacos nefrotóxicos, hipotensão, sepse |
A terapia atual da DRC é uma pilha de intervenções com benefício aditivo. O KDIGO 2024 organiza a terapia direcionada por diretriz em quatro pilares: inibidor da enzima conversora de angiotensina (IECA) ou bloqueador do receptor de angiotensina (BRA), indicado para todos com albuminúria A2 ou A3 e/ou hipertensão, independentemente de diabetes; inibidor de SGLT2, recomendado para adultos com TFGe maior ou igual a 20 mL/min/1,73 m2 com diabetes tipo 2, albuminúria acentuada (ACR maior ou igual a 200 mg/g) ou insuficiência cardíaca, e a considerar com ACR maior ou igual a 20 mg/g e risco cardiovascular alto; controle pressório intensivo com meta de pressão sistólica menor que 120 mmHg (medida padronizada, diretriz KDIGO 2021 de pressão arterial), individualizando em idosos frágeis e ortostáticos; e finerenona, antimineralocorticoide indicado na DRC com diabetes tipo 2 e albuminúria persistente apesar de IECA/BRA em dose tolerável. Somam-se agonistas de GLP-1 com benefício renal e cardiovascular em diabéticos e estatinas para todos os adultos com DRC a partir dos 50 anos.
| Fármaco | Exemplo e dose em adultos | Indicação-chave | Monitorização |
|---|---|---|---|
| IECA | Enalapril 10 a 40 mg/dia VO, dividido em 2 tomadas | DRC com ACR ≥ 30 mg/g e/ou hipertensão | Creatinina e potássio em 2 a 4 semanas após início ou troca |
| BRA | Losartana 50 a 100 mg/dia VO | Alternativa ao IECA em caso de tosse ou angioedema | Mesma do IECA |
| iSGLT2 | Dapagliflozina 10 mg/dia VO ou empagliflozina 10 mg/dia VO | TFGe ≥ 20 mL/min/1,73 m2 com ACR ≥ 200 mg/g, diabetes tipo 2 ou insuficiência cardíaca | Volume, glicemia, cetoacidose euglicêmica rara; queda inicial esperada da TFGe |
| Finerenona | 10 a 20 mg/dia VO, conforme TFGe e potássio | DRC com diabetes tipo 2 e ACR ≥ 30 mg/g apesar de IECA/BRA | Potássio: não iniciar acima de 5,0 mEq/L; reavaliar em 4 semanas |
| GLP-1 análogo | Semaglutida 0,25 a 1,0 mg SC 1x/semana | Diabetes tipo 2 ou obesidade com DRC | Sintomas gastrintestinais, pancreatite rara |
| Estatina | Atorvastatina 20 a 40 mg/dia VO | Todos os adultos ≥ 50 anos com DRC não dialisada | Enzimas hepáticas e mialgia |
Ponto prático de prova e de plantão: após iniciar IECA, BRA ou iSGLT2, é esperado pequeno aumento da creatinina; elevação de até 30% (ou queda de até 25% da TFGe) nas primeiras semanas é aceitável e não justifica suspensão, desde que o paciente esteja estável e sem hipercalemia importante. Com o iSGLT2, a queda inicial de 1 a 3 mL/min da TFGe é hemodinâmica e se estabiliza, seguida de trajetória renoprotetora em longo prazo.
Anemia: investigar sempre deficiência de ferro antes de usar agente estimulador da eritropoese (AESE). Reposição de ferro está indicada com ferritina menor que 100 ng/mL ou saturação de transferrina menor que 20%; ferro sacarose 200 mg IV por sessão (esquemas de 500 a 1.000 mg totais) quando há intolerância oral, perdas contínuas ou necessidade rápida; ferro oral elementar 40 a 65 mg/dia em dias alternados melhora absorção. O AESE (epoetina alfa 50 a 100 U/kg SC, 1 a 3 vezes por semana, ou darbepoetina alfa 0,45 mcg/kg semanal) tem como meta hemoglobina de 10 a 11,5 g/dL: não iniciar com Hb maior ou igual a 10 g/dL e não manter acima de 11,5 g/dL, pois correções mais agressivas aumentaram eventos cardiovasculares e trombóticos nos estudos CHOIR, CREATE e TREAT.
DRC-MBD: dosar cálcio, fósforo, PTH e vitamina D a partir do estágio G3a. Manter fósforo dentro da faixa normal com restrição de aditivos alimentares com fosfato e quelantes: sevelamer 800 mg VO com as refeições (opção sem cálcio, favorável em hipercalemia por binder não cálcico e menor calcificação) ou carbonato de cálcio 500 mg com refeições quando houver hipocalcemia e fósforo controlável, evitando sobrecarga de cálcio. Corrigir deficiência de vitamina D com colecalciferol 1.000 a 2.000 UI/dia; PTH persistentemente elevado apesar de fósforo controlado justifica calcitriol 0,25 mcg/dia ou análogos, e, no hiperparatireoidismo refratário, cinacalcete 30 mg/dia (calciomimético) ou paratireoidectomia em casos selecionados. Acidose metabólica: manter bicarbonato sérico maior ou igual a 22 mEq/L com bicarbonato de sódio 0,5 a 1,0 mEq/kg/dia VO dividido em 2 a 3 tomadas. Hipercalemia: dieta orientada, diurético de alça (furosemida 40 a 240 mg/dia conforme resposta), considerar patirômero ou ciclossilicato de zircônio para permitir manutenção do IECA/BRA em vez de suspensão definitiva.
A diretriz KDOQI 2020 de nutrição recomenda, para adultos com DRC G3 a G5 não dialisada, ingestão proteica de 0,55 a 0,6 g/kg/dia (ou 0,6 a 0,8 g/kg/dia quando tolerada), sempre com acompanhamento dietético para evitar desnutrição; em hemodiálise a meta inverte-se para 1,0 a 1,2 g/kg/dia por causa do catabolismo dialítico. Sódio deve ser limitado a menos de 2 g/dia (cerca de 5 g de sal de cozinha). A restrição de potássio não é rotineira: é indicada apenas na hipercalemia documentada. Restringir aditivos com fósforo (presentes em ultraprocessados e refrigerantes) é mais eficaz que contar fósforo de proteínas. Ingestão hídrica é livre nos estágios iniciais e individualizada na anúria; atividade física de 150 minutos semanais, cessação do tabagismo e controle de peso completam as medidas.
As indicações urgentes de diálise memorizam-se pela sigla AEIOU: Acidose metabólica grave refratária; Eletrólitos, sobretudo hipercalemia maior que 6,5 mEq/L refratária ou com alterações eletrocardiográficas; Intoxicação exógena por substâncias dialisáveis (lítio, metanol, etilenoglicol, salicilatos); Overload: hipervolemia refratária com edema agudo de pulmão; e Uremia sintomática: pericardite, encefalopatia, neuropatia grave ou diátese hemorrágica clínica. TFGe baixa assintomática, isoladamente, não é indicação urgente de diálise.
A doença cardiovascular domina o prognóstico: a mortalidade cardiovascular cresce de forma quase exponencial com a queda da TFGe e o aumento da albuminúria, e inclui morte súbita por arritmia, doença arterial coronariana, acidente vascular e insuficiência cardíaca. Infecções são a segunda grande causa de óbito, o que justifica o calendário vacinal ampliado. Outras complicações incluem injúria renal aguda sobre DRC (a causa mais comum de agravamento súbito é pré-renal: depleção volêmica, AINE e diuréticos), fragilidade, desnutrição, osteodistrofia com fraturas, anemia refratária e prurido incapacitante. A sobrevida em diálise permanece limitada, e o transplante renal é a única terapia que restaura função e melhora consistentemente a sobrevida. O seguimento é dimensionado pelo mapa de calor: risco baixo permite reavaliação anual; risco alto ou muito alto exige consulta e exames a cada 1 a 3 meses, com foco em TFGe, potássio, bicarbonato, hemograma e metabolismo ósseo.
1.Homem de 60 anos apresenta TFGe de 52 mL/min/1,73 m2 em exame atual, sem albuminúria, sem alterações de imagem ou do sedimento urinário e sem exames anteriores disponíveis. Qual a conduta correta segundo o KDIGO?
2.Paciente com TFGe de 35 mL/min/1,73 m2 estável há 8 meses e ACR de 450 mg/g. Qual a classificação KDIGO e o estrato de risco?
3.Qual estratégia para estimar a TFGe reflete as recomendações atuais do KDIGO?
4.No estudo DAPA-CKD, a dapagliflozina 10 mg/dia adicionada à terapia padrão em pacientes com DRC e albuminúria acentuada reduziu o desfecho composto renal/cardiovascular em aproximadamente:
5.Duas semanas após iniciar enalapril para DRC com ACR de 900 mg/g e hipertensão, a creatinina sobe de 1,4 para 1,7 mg/dL (aumento de 21%) e o potássio vai de 4,6 para 5,1 mEq/L; o paciente está assintomático. Qual a conduta?
6.Qual a meta de hemoglobina para paciente com DRC em uso de agente estimulador da eritropoese (AESE)?
7.Qual das situações abaixo é critério do KDIGO para encaminhamento do paciente com DRC ao nefrologista?
8.Qual dos achados abaixo constitui indicação URGENTE de início de diálise?
9.Paciente com diabetes tipo 2 e TFGe de 26 mL/min/1,73 m2 usa metformina 850 mg 3 vezes ao dia. Qual a conduta correta?
10.Segundo o KDOQI 2020 de nutrição, qual a recomendação proteica para adulto com DRC estágio G4 não dialisado?
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