carregando…
carregando…
Revisão completa dos distúrbios do potássio: distribuição 98% intracelular e fatores de translocação, manejo renal na célula principal (ENaC e ROMK), causas de hiper e hipopotassemia por mecanismo, progressão do ECG e tratamento agudo com doses exatas. Inclui regras de reposição segura por via e velocidade e a correção obrigatória do magnésio.
[1] Sterns RH, Grieff M, Bernstein PL. Treatment of hyperkalemia: something old, something new. Kidney Int. 2016;89(3):546-554 · DOI 10.1016/j.kint.2015.11.018 | [2] Elliott MJ, Ronksley PE, Clase CM, Ahmed SB, Hemmelgarn BR. Management of patients with acute hyperkalemia. CMAJ. 2010;182(15):1631-1635 · DOI 10.1503/cmaj.100461 | [3] Gennari FJ. Hypokalemia. N Engl J Med. 1998;339(7):451-458 · DOI 10.1056/NEJM199808133390707 | [4] Weir MR, Bakris GL, Bushinsky DA, et al. Patiromer in patients with kidney disease and hyperkalemia receiving RAAS inhibitors. N Engl J Med. 2015;372(3):211-221 · DOI 10.1056/NEJMoa1410853 | [5] Kidney Disease: Improving Global Outcomes (KDIGO). KDIGO Clinical Practice Guideline for Acute Kidney Injury. Kidney Int Suppl. 2012;2:1-138 · https://kdigo.org/guidelines/acute-kidney-injury/ | [6] Loscalzo J, Fauci AS, Kasper DL, et al. Harrison's Principles of Internal Medicine. 21st ed. New York: McGraw-Hill Education; 2022 · DOI 10.1016/j.kint.2015.11.018
O potássio é o cátion intracelular mais abundante do organismo e o eletrólito cuja variação mata mais rápido: a faixa normal estreita de 3,5 a 5,0 mmol/L mantém o potencial de repouso das células excitáveis, e desvios de apenas 1 a 2 mmol/L para qualquer lado podem produzir arritmia fatal em minutos. A hiperpotassemia (K sérico maior que 5,5 mmol/L) ocorre em cerca de 1 a 10% dos pacientes hospitalizados, com prevalência mais alta na doença renal crônica avançada, na insuficiência cardíaca e nos usuários de bloqueadores do sistema renina-angiotensina-aldosterona; a hipopotassemia (K menor que 3,5 mmol/L) é ainda mais frequente, afetando até 20% dos internados e mais da metade dos pacientes em uso de diuréticos. A prova cobra quatro eixos que este artigo desenvolve por completo: a distribuição de 98% intracelular e os fatores de translocação, a fisiologia da secreção renal na célula principal (ENaC e ROMK), a leitura sequencial do ECG e as doses exatas do tratamento agudo, incluindo a reposição segura e a correção obrigatória do magnésio.
Cerca de 98% do potássio corporal (pool total de aproximadamente 3.000 a 3.500 mmol, ou 50 mEq/kg) está no compartimento intracelular, com concentração de aproximadamente 140 mmol/L; o líquido extracelular contém apenas 65 a 75 mmol no total. Essa assimetria explica por que a liberação de menos de 1% do pool intracelular (por exemplo, na lise celular) pode praticamente dobrar a concentração sérica. O gradiente é mantido pela Na/K-ATPase (bomba que exporta 3 sódios e importa 2 potássios por ATP consumido) e é o principal determinante do potencial de membrana de repouso, descrito pela equação de Nernst (aproximadamente -90 mV no miócito cardíaco). É por isso que alterações pequenas do potássio extracelular mudam a excitabilidade miocárdica antes de qualquer sintoma sistêmico: a despolarização da membrana aproxima o potencial de repouso do limiar e gera arritmias tanto no excesso (despolarização mantida, inativação de canais de sódio, QRS alargado) quanto na falta (hiperpolarização com repolarização tardia e onda U).
O rim filtra cerca de 700 mmol de K por dia e reabsorve 85 a 90% no túbulo proximal (paracelular, seguindo sódio e água) e na espessa ascendente da alça de Henle (cotransportador NKCC2), de modo que o potássio urinário final depende quase inteiramente da secreção no túbulo coletor cortical. Na célula principal, a Na/K-ATPase basolateral mantém o K intracelular alto; o sódio entra pela luz através do canal ENaC, gerando potencial elétrico lumen-negativo que impulsiona a secreção de K pelos canais ROMK (Kir1.1) e, quando o fluxo tubular é alto, pelos canais BK. A aldosterona é o hormônio mestre da calicúria: aumenta a expressão do ENaC, da Na/K-ATPase e do ROMK. A secreção também depende da entrega de sódio ao túbulo (diuréticos de alça e tiazídicos aumentam), do fluxo urinário, da ingestão de K e do estado ácido-base. Na doença renal crônica, cada nefron remanescente secreta mais K e o cólon passa a excretar até 30 a 50% da carga ingerida (o normal é cerca de 10%), o que explica por que a hiperpotassemia costuma surgir apenas quando o TFGe cai abaixo de aproximadamente 10 a 15 mL/min/1,73 m2.
Hiperpotassemia é K sérico maior que 5,5 mmol/L, graduada em leve (5,5 a 6,0), moderada (6,1 a 6,9) e grave (igual ou maior que 7,0, ou qualquer valor com alterações eletrocardiográficas). Antes de tratar, exclua a pseudohipercalemia, que é artefato de coleta sem doença real: hemólise da amostra (garrote prolongado, agulha fina, aspiração violenta, demora no processamento), plaquetose acentuada (acima de 600.000 a 1.000.000 por mm3, como na trombocitemia essencial, com liberação de K dos plaquetas durante a retração do coágulo), leucocitose extrema (acima de 100.000 por mm3, com fragilidade leucocitária nas leucemias) e punção traumática. A pista clássica é K elevado em paciente assintomático, sem causa aparente e com ECG normal: recolha nova amostra com garrote mínimo, sem esforço, em tubo correto e com processamento imediato antes de instituir tratamento agressivo. Errar aqui significa submeter o paciente a insulina, cálcio e até diálise sem necessidade.
| Mecanismo | Exemplos | Pistas de prova |
|---|---|---|
| Translocação (saída da célula) | Acidose metabólica mineral; rabdomiólise; síndrome de lise tumoral; hemólise intravascular; queimaduras e trauma; exercício extenuante; insulinopenia da cetoacidose; digoxina em altas doses (inibe a Na/K-ATPase); succinilcolina; hiperosmolaridade | CK e mioglobinúria; quimioterapia recente de doença volumosa; anemia hemolítica; lista de medicamentos |
| Aumento de oferta | KCl intravenoso (erros de bomba e diluição); suplementos orais; hemotransfusão massiva ou de concentrados antigos; substitutos de sal à base de KCl | Contexto de reposição volêmica e transfusional; dieta e sal de dieta |
| Redução da excreção | IRA oligúrica; DRC com TFGe menor que 10-15; hipoaldosteronismo hiporreninêmico do diabético e da DRC; IECA, ARA-II, espironolactona, eplerenona; trimetoprim-sulfametoxazol; AINE; heparina; ciclosporina e tacrolimus; doença de Addison; obstrução urinária | Função renal, medicamentos, e quando indicado cortisol, ACTH e renina/aldosterona |
| Pseudohipercalemia | Hemólise da amostra; plaquetose; leucocitose extrema; garrote prolongado e punção difícil | Paciente assintomático, ECG normal e ausência de causa clínica: repetir a coleta |
A sequência clássica do ECG acompanha a despolarização progressiva do miócito. A primeira alteração é a onda T apiculada, em tenda, de base estreita, melhor vista nas derivações precordiais (K em torno de 5,5 a 6,5 mmol/L); segue-se a redução de amplitude e o desaparecimento da onda P com alongamento do PR (6,0 a 7,0); depois vem o alargamento do QRS (7,0 a 8,0); por fim, a fusão de QRS e T no padrão de onda senoidal (sine wave), que antecede assistolia ou fibrilação ventricular (K frequentemente acima de 8 a 9). A correspondência entre o valor de K e o ECG é ruim: diabéticos com neuropatia, pacientes em betabloqueador e portadores de DRC avançada podem ter K de 7,0 com ECG quase normal, e a progressão pode saltar etapas. Por isso a decisão terapêutica considera o K e o ECG em conjunto: K igual ou maior que 6,5 mmol/L com qualquer alteração eletrocardiográfica é emergência, e K igual ou maior que 7,0 mmol/L deve ser tratado como grave mesmo com ECG aparentemente normal, sempre sob monitorização contínua, porque a deterioração pode ser súbita.
Memorize três alvos simultâneos: estabilizar, deslocar e remover. Estabilizar a membrana cardíaca com cálcio intravenoso não reduz o K sérico, mas abole o risco de arritmia em 1 a 3 minutos e é o primeiro gesto quando há alteração eletrocardiográfica. Deslocar o K para dentro da célula com insulina e glicose, salbutamol nebulizado e bicarbonato (este apenas na acidose metabólica) reduz o K sérico em 0,5 a 1,2 mmol/L e compra tempo. Remover o potássio do organismo com diurético de alça (se a diurese estiver preservada), resinas ou ligantes orais e, definitivamente, com hemodiálise é o único conjunto de medidas que corrige o balanço. Em paralelo, suspenda a fonte: IECA, ARA-II, espironolactona, AINE, trimetoprim, suplementos e dieta rica em potássio (frutas secas, abacate, tomate, laranja, batata, sal light).
| Droga ou medida | Mecanismo | Dose no adulto | Início | Duração e observações |
|---|---|---|---|---|
| Gluconato de cálcio 10% | Estabiliza a membrana do miócito | 10-30 mL IV em 5-10 min; repetir em 5 min se o ECG persistir alterado | 1-3 min | 30-60 min; não reduz o K sérico; no paciente em digital, infundir lentamente sob monitorização; o cloreto de cálcio 10% (10 mL) reserva-se à parada cardíaca e à via central |
| Insulina regular + glicose | Ativa a Na/K-ATPase e desloca K para dentro | 10 U IV em bolus + 25 g de glicose IV (50 mL de glicose 50%); glicose desnecessária se glicemia maior que 250 mg/dL | 15-30 min | 4-6 h; reduz 0,5-1,2 mmol/L; monitorar hipoglicemia (risco de 10-20%) em 1, 2, 4 e 6 h |
| Salbutamol nebulizado | Agonista beta-2, aumenta cAMP e a bomba Na/K | 10-20 mg nebulizados em 4 mL de solução fisiológica (2 a 4 ampolas de 5 mg) | 15-30 min | 2-6 h; reduz 0,5-1,0 mmol/L; efeito aditivo à insulina; cautela com taquiarritmia e cardiopatia isquêmica |
| Bicarbonato de sódio 8,4% | Alcaliniza e desloca K para dentro | 50 mEq IV em 15-30 min | 30-60 min | Benefício consistente apenas na acidose metabólica; efeito pequeno (0,2-0,5 mmol/L) sem acidose; risco de sobrecarga de sódio |
| Furosemida | Aumenta a excreção urinária de K | 40-80 mg IV | 15-30 min | Exige diurese preservada e volemia adequada; monitorar perdas |
| Poliestireno sulfonato de sódio (resina) | Troca K por Na no intestino | 15-30 g por via oral ou enema a cada 6 h | 2-12 h | Eficácia questionada; risco de necrose colônica, sobretudo no pós-operatório e no íleo |
| Patiromer | Ligante de K não absorvido (troca por cálcio) | 8,4 g por via oral 1 vez ao dia (dose inicial semanalmente ajustável; máximo 25,2 g/dia) | 4-7 h | Constipação e hipomagnesemia; separar 3 h da ingestão de outras drogas orais |
| Ciclossilicato de zircônio sódico | Ligante de K seletivo de ação rápida | 10 g por via oral 3 vezes ao dia por até 72 h; manutenção 5-10 g/dia | 1-2 h | Carga de sódio com risco de edema; aprovado para uso agudo e crônico |
| Hemodiálise | Remoção extracorpórea definitiva | Sessão convencional remove 25-50 mmol/h | Imediato | Escolha na IRA oligúrica ou anúrica, lise tumoral, rabdomiólise maciça e refratariedade clínica |
Hipopotassemia é K sérico menor que 3,5 mmol/L: leve entre 3,0 e 3,5, moderada entre 2,5 e 3,0 e grave abaixo de 2,5 mmol/L. Como 98% do pool é intracelular, a queda sérica subestima o déficit: cada redução de 1 mmol/L corresponde a um déficit corporal de aproximadamente 200 a 400 mEq. As causas se organizam em quatro grupos: perdas digestivas, perdas renais, translocação para dentro da célula e ingesta insuficiente (rara isoladamente). O corte que separa as questões de prova é a pressão arterial: hipopotassemia com hipertensão sugere hiperaldosteronismo primário, síndrome de Cushing ou excesso aparente de mineralocorticoides (alcaçuz, por ácido glicirretínico); hipopotassemia com pressão normal sugere vômitos, diuréticos, síndrome de Bartter ou de Gitelman, hipomagnesemia, acidose tubular renal ou perdas digestivas. O vômito gera perda de HCl com alcalose hipoclorêmica, e a hipopotassemia é predominantemente renal, conduzida pela aldosterona ativada pela depleção de volume e pelo bicarbonato na urina; a diarreia causa perda fecal direta de K, com acidose hiperclorêmica.
| Mecanismo | Exemplos e pistas |
|---|---|
| Perdas digestivas | Diarreia (perda fecal direta, acidose hiperclorêmica); vômitos e sonda nasogástrica (alcalose hipoclorêmica com perda renal de K); laxativos; fístulas biliodigestivas e pancreáticas |
| Perdas renais | Diuréticos de alça e tiazídicos; hipomagnesemia; hiperaldosteronismo primário (hipertensão com alcalose, renina baixa e aldosterona alta); síndrome de Cushing; alcaçuz; síndrome de Bartter (defeito de alça: hipocloremia com alcalose, pressão normal, hipomagnesemia em alguns subtipos); síndrome de Gitelman (defeito tipo tiazídico: hipomagnesemia com hipocalciúria); acidose tubular renal tipos 1 e 2; anfotericina B, aminoglicosídeos e cisplatina |
| Translocação para dentro da célula | Alcalose; insulina (tratamento da cetoacidose); agonistas beta-2; refeeding; vitamina B12 e folato na anemia megaloblástica; tireotoxicose; hipotermia em reaquecimento |
| Ingesta insuficiente | Anorexia nervosa, alcoolismo e dietas restritivas; quase sempre associada a outras perdas |
A apresentação é muscular, digestiva, renal e cardíaca. Entre 3,0 e 3,5 mmol/L o paciente costuma ser oligossintomático; abaixo de 2,5 aparecem fraqueza proximal simétrica, cãibras e parestesias e, nas quedas graves, rabdomiólise (necrose de fibras com CK elevada e mioglobinúria), íleo paralítico e paralisia hipocalêmica periódica (crises desencadeadas por refeição rica em carboidratos ou exercício, mais frequente em asiáticos). No rim, a depleção crônica causa incapacidade de concentrar a urina (poliúria e polidipsia), vacuolização das células tubulares e predisposição a infecções; há ainda intolerância à glicose (a secreção de insulina é dependente de K) e aprofundamento da alcalose. No coração, o achado marcante é a onda U, que se segue a uma onda T achatada, com depressão do segmento ST e aparência de QT longo (na verdade, QU); a hiperexcitabilidade produz extrassístoles ventriculares e torsades de pointes, e a hipopotassemia potencia a toxicidade do digital (ambos inibem a Na/K-ATPase, com risco de arritmias automáticas).
A via oral é a mais segura e a preferida sempre que o paciente estiver assintomático e o K for maior que 2,5 a 3,0 mmol/L: KCl 40 a 100 mEq/dia, fracionado, diluído em água ou suco e ingerido com alimentos (o KCl oral irrita a mucosa gástrica; a apresentação líquida é melhor tolerada que a de liberação lenta). A via intravenosa reserva-se à hipopotassemia sintomática, à grave (menor que 2,5 mmol/L), à intolerância oral e à cetoacidose diabética. O sal de escolha é o KCl: o cloro corrige a alcalose e reduz a excreção renal de K. Regras de segurança que a prova cobra literalmente: nunca administrar em bolus; por veia periférica, concentração máxima de 40 mmol/L (por exemplo, 10 a 20 mEq em 100 a 250 mL) e velocidade máxima de 10 mEq/h sem monitorização cardíaca contínua; velocidades de até 20 mEq/h e concentrações de 60 a 100 mmol/L apenas com acesso central, monitor cardíaco contínuo, preferencialmente em UTI, reavaliando o K a cada 2 a 4 h; interromper a reposição quando o K superar 5,0 mmol/L. Na cetoacidose diabética, a reposição acompanha a insulina desde o início: se K menor que 3,3 mmol/L, segurar a insulina e repor 20 a 30 mEq/h antes; se K entre 3,3 e 5,2, adicionar 20 a 30 mEq de K a cada litro de soro; se K maior que 5,2, não repor e apenas monitorar.
| Situação | Conduta |
|---|---|
| Hipopotassemia leve (3,0-3,5), assintomática | KCl oral 40-60 mEq/dia fracionado; revisar diuréticos; dosar magnésio |
| Hipopotassemia moderada (2,5-3,0) ou sintomática | KCl IV por veia periférica: até 10 mEq/h com concentração de até 40 mmol/L; dosagem seriada de K |
| Hipopotassemia grave (menor que 2,5) com arritmia, íleo ou rabdomiólise | Via central: até 20 mEq/h em concentração de até 100 mmol/L, com monitor cardíaco contínuo em UTI; corrigir Mg em paralelo |
| Torsades de pointes associada | Sulfato de magnésio 1-2 g IV em bolus associado à reposição contínua de K |
| Cetoacidose diabética | K menor que 3,3: segurar insulina e repor 20-30 mEq/h; K 3,3-5,2: 20-30 mEq por litro de soro; K maior que 5,2: sem reposição, monitorar |
1.Qual mecanismo explica a entrada de potássio na célula estimulada pela insulina?
2.Paciente com trombocitemia essencial (plaquetas 950.000 por mm3), K 6,9 mmol/L, assintomático e com ECG normal. Conduta inicial adequada:
3.A primeira alteração eletrocardiográfica típica da hiperpotassemia é:
4.Sobre o gluconato de cálcio 10% na hiperpotassemia com ECG alterado, é correto afirmar que:
5.O mecanismo da hiperpotassemia associada ao trimetoprim-sulfametoxazol é:
6.O esquema clássico de insulina regular com glicose no tratamento agudo da hiperpotassemia no adulto é:
7.Paciente com K de 2,4 mmol/L que permanece baixo após 3 dias de KCl IV em velocidade correta. Próximo passo:
8.A velocidade máxima de infusão de KCl por veia periférica, sem monitorização cardíaca contínua, é:
9.O par eletrocardiográfico e a arritmia mais característicos da hipopotassemia grave são:
10.A indicação mais apropriada de hemodiálise na hiperpotassemia é:
acesso de membros
Matérias, materiais na íntegra, resumos, quiz e revisões ficam liberados na sua conta — a prévia desfocada é só um gostinho.
Entrar e continuar