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Revisão integrada dos principais vírus respiratórios (influenza, VSR, SARS-CoV-2, parainfluenza, adenovírus, rinovírus): classificação viral, sazonalidade no Brasil, fisiopatologia, síndromes clínicas, exames com desempenho e antivirais com doses e janelas de tempo.
[1] Uyeki TM, Bernstein HH, Bradley JS, et al. Clinical Practice Guidelines by the Infectious Diseases Society of America: 2018 Update on Diagnosis, Treatment, Chemoprophylaxis, and Institutional Outbreak Management of Seasonal Influenza. Clin Infect Dis. 2019;68(6):e1-e47 · DOI 10.1093/cid/ciy866 | [2] Griffiths C, Drews SJ, Marchant DJ. Respiratory syncytial virus infection in young children. Lancet. 2017;390(10098):942-955 · DOI 10.1016/S0140-6736(17)31061-0 | [3] Hayden FG, Sugaya N, Hirotsu N, et al. Baloxavir Marboxil for Uncomplicated Influenza in Adults and Adolescents. N Engl J Med. 2018;379(10):913-923 · DOI 10.1056/NEJMoa1716197 | [4] Hammond J, Leister-Tebb H, Garner A, et al. Oral Nirmatrelvir for High-Risk, Nonhospitalized Adults with Covid-19. N Engl J Med. 2022;386(15):1397-1408 · DOI 10.1056/NEJMoa2118542 | [5] WHO. Influenza (Seasonal), fact sheet. Genebra: Organização Mundial da Saúde · https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/influenza-(seasonal) | [6] Sociedade Brasileira de Pediatria. Imunização passiva com nirsevimabe para prevenção da doença pelo vírus sincicial respiratório em crianças. Rio de Janeiro: SBP, 2024 · www.sbp.com.br · DOI 10.1093/cid/ciy866
Infecções respiratórias agudas são a causa mais frequente de adoecimento e de procura por atendimento médico no planeta, e a grande maioria delas é viral. Quatro grupos concentram a carga de doença grave: influenza A e B, SARS-CoV-2, vírus sincicial respiratório (VSR) e os vírus sazonais da infância (parainfluenza, adenovírus, metapneumovírus, rinovírus e coronavírus sazonais). Para a prova e para a enfermaria o estudante precisa dominar três eixos: reconhecer a assinatura clínica de cada vírus, saber quando e como testar, e conhecer os antivirais com doses, vias e janelas de tempo. A gripe sazonal sozinha causa cerca de 3 a 5 milhões de casos graves e 290.000 a 650.000 mortes respiratórias por ano no mundo; o VSR provoca perto de 33 milhões de infecções do trato respiratório inferior em menores de 5 anos por ano, com 3,4 milhões de hospitalizações; e a COVID-19 já acumulou mais de 770 milhões de casos notificados à OMS. Este artigo integra virologia, epidemiologia, clínica, diagnóstico e tratamento em um só material.
Identificar o agente começa pela família viral. Toda a lógica de transmissão, sazonalidade e tratamento começa na estrutura viral: genoma envelopado ou não, segmentado ou não, RNA positivo ou negativo. A tabela abaixo organiza os agentes que caem em prova.
| Vírus | Família | Genoma | Assinatura clínica |
|---|---|---|---|
| Influenza A e B | Orthomyxoviridae | RNA negativo, 8 segmentos | Gripe: febre alta súbita, mialgia, tosse seca |
| Influenza C | Orthomyxoviridae | RNA negativo, 7 segmentos | Resfriado leve, principalmente em crianças |
| VSR A e B | Pneumoviridae | RNA negativo não segmentado | Bronquiolite do lactente; pneumonia do idoso |
| Parainfluenza 1 a 4 | Paramyxoviridae | RNA negativo não segmentado | Crup (tipo 1), bronquiolite e pneumonia (tipo 3) |
| Metapneumovírus humano | Pneumoviridae | RNA negativo não segmentado | Quadro semelhante ao VSR, frequente em pré-escolares |
| SARS-CoV-2 | Coronaviridae (beta) | RNA positivo | COVID-19: do resfriado à SRAG com hipoxemia |
| Coronavírus 229E, OC43, NL63, HKU1 | Coronaviridae | RNA positivo | Resfriado comum leve |
| Adenovírus | Adenoviridae | DNA linear, sem envelope | Febre faringoconjuntival, pneumonia, enterite |
| Rinovírus A, B e C | Picornaviridae | RNA positivo | Resfriado comum; gatilho de crise asmática |
| Bocavírus humano | Parvoviridae | DNA | Frequentemente co-detectado em secreção de crianças |
O genoma segmentado do influenza A é a base molecular das pandemias. A deriva antigênica (drift) acumula mutações pontuais nos genes da hemaglutinina (H) e da neuraminidase (N) e explica as epidemias anuais e a necessidade de vacina atualizada todo ano; a mudança antigênica (shift) é o reassortimento de segmentos entre vírus humanos e animais (aves e suínos), criando subtipos novos contra os quais não existe imunidade populacional, mecanismo das pandemias de 1918 (H1N1), 1957 (H2N2), 1968 (H3N2), 1977 e 2009 (H1N1pdm09). Os subtipos que circulam atualmente em humanos são o A(H1N1)pdm09 e o A(H3N2), além do influenza B das linhagens Victoria e Yamagata. O VSR escapa da imunidade pela variabilidade da proteína G e pela curta duração da imunidade mucosa, o que explica reinfecções ao longo de toda a vida. O SARS-CoV-2 diversifica-se por mutações no domínio de ligação ao receptor da proteína S, com variantes de preocupação substituindo-se desde 2020.
No hemisfério sul a temporada respiratória vai de abril a setembro. No Brasil, o VSR tipicamente circula de março a julho, com pico em maio e junho, alcançando primeiro Sul e Sudeste; o influenza circula de abril a setembro, com pico entre junho e julho, e o tipo B aparece mais no fim da temporada; parainfluenza, rinovírus e adenovírus circulam o ano todo. A pandemia de COVID-19 rompeu esse padrão: as medidas de barreira de 2020 e 2021 praticamente aboliram a circulação de VSR e influenza por duas temporadas, seguidas de ondas fora de época quando as restrições caíram, fenômeno associado à chamada dívida imunológica, que lotou emergências pediátricas no hemisfério norte em 2022 e no Brasil em 2023 e 2024. Na vigilância brasileira de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), o VSR é historicamente o agente mais frequente em menores de 2 anos, enquanto em idosos predominam influenza e SARS-CoV-2.
Em séries pré-pandêmicas de pneumonia em crianças internadas, o VSR respondia por cerca de 20 a 30% das identificações etiológicas, com letalidade concentrada em prematuros, cardiopatas congênitos e displasia broncopulmonar. Percentuais variam por ano, região e método diagnóstico: em prova, cite intervalos e faixas, nunca um valor único.
A porta de entrada é a mucosa nasal e faríngea, inoculada por gotas e aerossóis (e também por contato de mão contaminada com mucosa). O vírus adere ao epitélio ciliado, replica-se e causa morte celular local com disfunção do clearance mucociliar; a invasão descendente para traqueia, brônquios e alvéolos produz traqueíte, bronquiolite e pneumonia com infiltrado intersticial. A intensidade da resposta imune inata (interferons, células NK) determina o quadro: inflamação vigorosa e mal regulada gera dano alveolar difuso, enquanto resposta insuficiente permite replicação descontrolada, típica do imunossuprimido.
Mecanismos específicos que caem em prova: no VSR, a resposta do tipo Th2 com IL-4, IL-5 e IL-13 recruta eosinófilos e produz edema da parede brônquica e tampões de muco que obstruem bronquíolos de pequeno calibre, criando a tríade taquipneia, sibilos e hiperinsuflação da bronquiolite; a proteína F (fusão) do VSR funde membranas celulares vizinhas formando sincícios multinucleados, que dão nome ao vírus. No influenza, a hemaglutinina precisa ser clivada por proteases do hospedeiro para permitir a fusão, e a neuraminidada cliva o ácido siálico e libera novos virions; a extensão da destruição do epitélio deixa a via aérea vulnerável à invasão bacteriana secundária. No SARS-CoV-2, a proteína S liga-se à enzima conversora de angiotensina 2 (ECA2) e é ativada pela serina protease TMPRSS2; a doença grave associa-se a tempestade de citocinas (IL-6, TNF-alfa), linfopenia, coagulopatia e tromboinflamação com microtrombose difusa. Consequência clínica comum: pneumonia viral com hipoxemia por shunt e o intervalo de 3 a 7 dias entre o início dos sintomas e o agravamento que caracteriza influenza e COVID-19 graves.
Períodos de incubação típicos: rinovírus 1 a 3 dias; influenza 1 a 4 dias (média de 2); COVID-19 2 a 5 dias nas variantes atuais; VSR 2 a 8 dias (média de 4 a 6); adenovírus até 14 dias. A eliminação viral começa 24 a 48 horas antes dos sintomas no influenza (transmissão pré-sintomática) e é mais prolongada em crianças e imunossuprimidos, que eliminam VSR por semanas.
| Síndrome | Achados dominantes | Vírus mais associados |
|---|---|---|
| Resfriado comum | Coriza, espirros, odinofagia leve, febre baixa ou ausente, início gradual, duração de 7 dias | Rinovírus, coronavírus sazonais, parainfluenza, VSR em adultos |
| Síndrome gripal | Febre alta de início súbito (38 a 40 C), mialgia, cefaleia, prostração, tosse seca, anorexia | Influenza A e B (também SARS-CoV-2) |
| Crup (laringotraqueíte) | Tosse metálica (cão ladrando), estridor inspiratório, piora noturna, entre 6 meses e 3 anos | Parainfluenza 1 (também 2 e 3) |
| Bronquiolite | Primeiro episódio de sibilância em menor de 2 anos: taquipneia, tiragem, expiração prolongada, hiperinsuflação | VSR (cerca de 70% das internações), rinovírus, metapneumovírus |
| Febre faringoconjuntival | Febre, faringite exsudativa, conjuntivite, adenomegalia cervical | Adenovírus |
| Pneumonia viral | Tosse, dispneia, hipoxemia, estertores difusos, infiltrados intersticiais bilaterais | VSR, influenza, SARS-CoV-2, adenovírus, parainfluenza 3 |
| SRAG | Pneumonia com insuficiência respiratória aguda e necessidade de suporte de oxigênio | Todos os anteriores em grau máximo |
Apresentações que enganam: o idoso com influenza pode ter apenas confusão mental, queda e prostração, sem febre alta; o lactente com VSR pode iniciar com apneia; o imunossuprimido (transplantado de medula e de órgão sólido) desenvolve doença do trato inferior com sintomatologia escassa e carga viral prolongada; a influenza B associa-se classicamente a mialgia intensa e miocardite em jovens; anosmia e ageusia foram marcas da COVID-19 inicial e ficaram menos frequentes com as variantes atuais; o adenovírus causa febre prolongada com hiperemia faríngea e conjuntivite em crianças em idade escolar e recrutas militares.
O diagnóstico do resfriado comum e da síndrome gripal leve em paciente de baixo risco é clínico-epidemiológico (sazonalidade mais quadro típico), sem necessidade de exame. A investigação etiológica se justifica em SRAG, pacientes internados, imunossuprimidos, surtos institucionais, vigilância sentinela e situações em que o resultado muda conduta: antiviral específico, isolamento, quimioprofilaxia ou descontinuação de antibiótico. As definições de vigilância do Ministério da Saúde são cito em prova.
| Método | O que detecta | Desempenho | Tempo |
|---|---|---|---|
| Teste rápido imunocromatográfico (antigênico) | Antígenos de influenza A/B ou de SARS-CoV-2 | Sensibilidade em torno de 50 a 70% (maior em crianças e nas primeiras 72 horas); especificidade superior a 95% | 10 a 15 minutos |
| Imunofluorescência direta | Painel de antígenos virais (VSR, influenza, parainfluenza, adenovírus) | Sensibilidade intermediária; exige microscopia e técnico treinado | 2 a 4 horas |
| RT-PCR e painéis multiplex | RNA de até cerca de 20 agentes víricos e atípicos | Sensibilidade maior que 95% em coleta adequada; padrão de referência | 1 a 6 horas |
| Teste molecular rápido (NAAT ponto de cuidado) | RNA de influenza, VSR e/ou SARS-CoV-2 | Sensibilidade de 91 a 97% e especificidade próxima de 99% | 15 a 60 minutos |
| Serologia (IgM e IgG) | Resposta sorológica | Papel limitado no agudo; útil em estudos e retrospectivo | Dias |
Regra prática baseada na diretriz da IDSA: prefira testes moleculares rápidos ao teste antigênico sempre que o resultado mudar a conduta, especialmente em hospitalizados. Resultado antigênico negativo não exclui influenza nem COVID-19 em contexto de alta suspeita (predição negativa dependente da prevalência): mantenha a conduta clínica. Exames complementares no grave: radiografia de tórax (infiltrados intersticiais bilaterais, consolidação sugere sobreinfecção), gasometria, hemograma (linfopenia na COVID-19), PCR e procalcitonina (esta última ajuda a restringir antibiótico, com valor de corte habitual menor que 0,25 ng/mL para não tratar).
O tratamento da maioria dos vírus respiratórios é sintomático: hidratação, antitérmicos (dipirona, paracetamol), lavagem nasal com sinal fisiológico e monitorização. O arsenal específico concentra-se em influenza e COVID-19. Nas diretrizes, tratar influenza sem aguardar a confirmação laboratorial em todo paciente hospitalizado, com doença grave, complicada ou progressiva, ou com condição de risco, independentemente do tempo de sintomas e do estado vacinal: o benefício em hospitalizados persiste mesmo quando o início ocorre após 48 horas do início dos sintomas.
| Droga | Via e dose no adulto | Duração | Indicação principal |
|---|---|---|---|
| Oseltamivir | Oral, 75 mg a cada 12 horas | 5 dias | Influenza A e B, qualquer gravidade; profilaxia em 75 mg 1x ao dia |
| Zanamivir | Inalatória, 10 mg (2 inalações) a cada 12 horas | 5 dias | Influenza a partir de 7 anos; evitar em asma e DPOC graves |
| Peramivir | Intravenosa, 600 mg em dose única | 1 dia | Influenza em quem não tolera via oral |
| Baloxavir | Oral, dose única: 40 mg se 40 a 79 kg; 80 mg se 80 kg ou mais | 1 dia | Influenza simples a partir dos 12 anos, nas primeiras 48 horas |
| Nirmatrelvir com ritonavir | Oral, 300 mg mais 100 mg a cada 12 horas (150/100 se TFGe entre 30 e 59) | 5 dias | COVID leve a moderada com fator de risco, em até 5 dias de sintomas |
| Remdesivir | Intravenosa, 200 mg no dia 1 e 100 mg ao dia nos dias 2 e 3 | 3 dias no ambulatorial | COVID de risco quando o esquema oral é contraindicado |
| Dexametasona | Oral ou intravenosa, 6 mg ao dia | Até 10 dias | COVID hospitalizada com necessidade de oxigênio suplementar |
Cuidados gerais com potencial de prova: evitar salicilatos em crianças e adolescentes com suspeita de influenza ou varicela (risco de síndrome de Reye, hepatopatia microvesicular com encefalopatia); não usar antibiótico na gripe não complicada; reconsiderar sobreinfecção bacteriana quando há deterioração após melhora, consolidação focal, escara purulenta, leucocitose com desvio ou procalcitonina elevada; e iniciar isolamento respiratório precoce (máscara, quarto privativo quando indicado).
A vacina de influenza é inativada (fragmentada ou de subunidades), trivalente ou tetravalente conforme a circulação da linhagem B, administrada anualmente antes da temporada (campanhas brasileiras abrem em abril e maio) para maiores de 6 meses. A composição é revisada duas vezes por ano pela OMS (fevereiro para o hemisfério norte e setembro para o sul). Grupos prioritários no Programa Nacional de Imunizações: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas, maiores de 60 anos, professores, profissionais de saúde, povos indígenas, pessoas com comorbidades, privados de liberdade e forças de segurança. Crianças de 6 meses a menores de 9 anos recebem 2 doses com intervalo de 30 dias na primeira vacinação.
Medidas não farmacológicas permanecem em prova: higiene das mãos (o rinovírus se transmite mais por contato de mão do que por aerossol), etiqueta respiratória, ventilação de ambientes, máscaras em temporadas epidemicas e para proteção de imunossuprimidos, e afastamento de sintomáticos em serviços de saúde e creches.
| Complicação | Vírus associados | Nota de prova |
|---|---|---|
| Otite média aguda e sinusite | Rinovírus, VSR, influenza, adenovírus | Sobreinfecção por pneumococo, Haemophilus influenzae e Moraxella catarrhalis |
| Pneumonia bacteriana secundária | Influenza (clássica), SARS-CoV-2 | Pneumococo é o mais comum; Staphylococcus aureus causa pneumonia necrosante grave pós-gripe |
| Exacerbação de asma e de DPOC | Rinovírus, VSR, influenza | Principais gatilhos virais das crises em todas as idades |
| Miocardite e miosite | Influenza B, SARS-CoV-2 | Mialgia intensa com elevação de CK; pensar em miocardite se taquicardia persistente ou arritmia |
| Encefalite e síndrome de Reye | Influenza e varicela | Reye: uso de aspirina em criança ou adolescente com infecção viral |
| Bronquiolite obliterante | Adenovírus (principal), VSR | Obstrução fixa com sibilância persistente e TC com padrão em mosaico |
| COVID prolongada | SARS-CoV-2 | Sintomas como fadiga intensa, disautonomia e falta de ar persistindo além de 3 meses |
Prognóstico: a maioria das infecções respiratórias virais é autolimitada, com melhora em 5 a 10 dias; tosse da gripe e do VSR pode persistir 2 a 3 semanas sem significar falha terapêutica. A mortalidade concentra-se nos extremos de idade, em gestantes, cardiopatas, pneumopatas, imunossuprimidos e obesos. Marcadores de desfecho desfavorável no pronto atendimento: hipoxemia, taquipneia persistente, desconforto respiratório com sinais de trabalho respiratório, alteração do sensorio e comorbidades múltiplas. A pneumonia gripal que melhora e retorna com febre alta e escara purulenta entre o quarto e o décimo quarto dia é o padrão descrito de sobreinfecção bacteriana, clássico de prova.
Vírus respiratórios se distinguem por assinatura clínica, sazonalidade e ferramentas terapêuticas. Na dúvida diante de um paciente dispneico na temporada: meça a saturação, defina se é SRAG, teste com método molecular, comece empiricamente oseltamivir se influenza for plausível em paciente grave ou de risco, avalie nirmatrelvir ou remdesivir para COVID de risco dentro das janelas, e reserve antibiótico para sobreinfecção comprovada ou fortemente suspeitada. Para as crianças, vacine gestantes e lactentes contra VSR conforme o calendário vigente; para os adultos e idosos, influenza e COVID anuais. O resto é anatomia da transcriptase reversa: família viral, genoma e proteínas de superfície explicam transmissão, vacina e antiviral.
1.Qual antiviral para influenza é administrado por via oral em dose única?
2.Adulto de 40 kg internado com influenza confirmada deve receber oseltamivir na dose de:
3.O agente mais frequente de bronquiolite em lactentes menores de 2 anos é:
4.O mecanismo responsável pelas pandemias de influenza A é:
5.Homem de 68 anos, hipertenso e diabético, com COVID-19 leve, 3 dias de sintomas, SpO2 de 96%, TFGe de 85 mL/min. Conduta antiviral:
6.Em paciente internado com SRAG, o método diagnóstico com maior sensibilidade para identificar o agente etiológico viral é:
7.Lactente de 11 meses, 5 dias após quadro gripal, apresenta piora súbita com febre de 39,5 C, consolidação focal e escara purulenta. O patógeno bacteriano classicamente associado à pneumonia necrosante pós-influenza é:
8.A prevenção da doença grave pelo VSR no primeiro ano de vida com imunização passiva de longa duração utiliza:
9.A síndrome de Reye está classicamente associada ao uso de qual fármaco em crianças e adolescentes com influenza ou varicela?
10.Criança de 2 anos com tosse metálica, estridor inspiratório noturno e febre baixa. O agente viral mais provável é:
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