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Revisão completa dos cocos gram-positivos de importância médica: classificação por catalase, coagulase, hemólise e grupos de Lancefield, fatores de virulência e toxinas de Staphylococcus aureus, MRSA, síndromes estreptocócicas e sequelas imunológicas, além de diagnóstico laboratorial e tratamento com doses. Inclui tabelas de diferenciação e antibioticoterapia.
[1] Murray PR, Rosenthal KS, Pfaller MA. Medical Microbiology. 9ª ed. Philadelphia: Elsevier; 2021 | [2] Chambers HF, DeLeo FR. Waves of resistance: Staphylococcus aureus in the antibiotic era. Nat Rev Microbiol. 2009;7:629-641. DOI 10.1038/nrmicro2200 | [3] Liu C, Bayer A, Cosgrove SE, et al. Clinical practice guidelines by the Infectious Diseases Society of America for the treatment of methicillin-resistant Staphylococcus aureus infections in adults and children. Clin Infect Dis. 2011;52:e18-e55. DOI 10.1093/cid/ciq146 | [4] Stevens DL, Bisno AL, Chambers HF, et al. Practice guidelines for the diagnosis and management of skin and soft tissue infections: 2014 update by the Infectious Diseases Society of America. Clin Infect Dis. 2014;59:e10-e52. DOI 10.1093/cid/ciu296 | [5] Verani JR, McGee L, Schrag SJ. Prevention of perinatal group B streptococcal disease: revised guidelines from CDC, 2010. MMWR Recomm Rep. 2010;59(RR-10):1-36. PMID 21088663 · DOI 10.1093/cid/ciq146
Os cocos gram-positivos concentram alguns dos patógenos mais cobrados e mais letais da medicina: Staphylococcus aureus causa bacteremia com letalidade de 15 a 25% em 30 dias e lidera endocardite, osteomielite e pneumonia necrotizante; Streptococcus pyogenes segue endêmico no Brasil e mantém a febre reumática como principal causa de cardiopatia adquirida em jovens; Streptococcus agalactiae foi, antes da profilaxia intraparto, a maior causa de sepse neonatal precoce. A banca cobra três eixos: identificar o germe pelos testes rápidos (catalase, coagulase, hemólise, bacitracina, optoquina, novobiocina, bile e sal), ligar toxinas a síndromes clínicas e escolher o antimicrobiano certo considerando a resistência (mecA, VRE, penicilinase).
O primeiro passo após a visualização de cocos gram-positivos ao Gram é a catalase: positiva em Staphylococcus (cocos em cachos, por divisão em múltiplos planos) e negativa em Streptococcus e Enterococcus (cocos e diplococos em cadeias ou pares, divisão em um só plano). No gênero Staphylococcus, a coagulase separa S. aureus (positivo) dos coagulase-negativos; entre estes, a novobiocina distingue S. saprophyticus (resistente) de S. epidermidis (sensível). Nos estreptococos, a hemólise em ágar sangue orienta: beta-hemolíticos são grupados pelo carboidrato da parede (grupos de Lancefield), sendo o grupo A (S. pyogenes) sensível à bacitracina e o grupo B (S. agalactiae) resistente; alfa-hemolíticos se separam pela optoquina e pela solubilidade em bile (pneumococo sensível e solúvel; viridans resistente e insolúvel); os enterococos crescem em bile-esculina e em caldo com NaCl 6,5%, diferindo do grupo do Streptococcus bovis, que só é bile-esculina positivo.
| Espécie | Testes-chave | Aspecto no Gram | Doença marcante |
|---|---|---|---|
| Staphylococcus aureus | Catalase positiva; coagulase positiva; DNAse positiva; fermenta manitol no ágar salgado (colônias douradas) | Cocos em cachos de uva | Bacteremia, endocardite aguda, osteomielite, toxinfecções e choque tóxico |
| Staphylococcus epidermidis | Catalase positiva; coagulase negativa; novobiocina sensível; produz biofilme | Cocos em cachos | Infecção de cateteres e próteses; endocardite de válvula protética |
| Staphylococcus saprophyticus | Catalase positiva; coagulase negativa; novobiocina resistente | Cocos em cachos | Infecção urinária em mulheres jovens e sexualmente ativas |
| Streptococcus pyogenes (grupo A) | Catalase negativa; beta-hemólise; sensível à bacitracina; PYR positivo | Cocos em cadeias | Faringite, escarlatina, fasceíte necrosante, febre reumática e glomerulonefrite |
| Streptococcus agalactiae (grupo B) | Catalase negativa; beta-hemólise discreta; resistente à bacitracina; CAMP positivo; hipurato positivo; pigmento laranja no ágar Granada | Cocos em cadeias | Sepse e meningite neonatal precoce; infecção puerperal |
| Streptococcus pneumoniae | Alfa-hemólise; sensível à optoquina; bile solúvel; cápsula evidente (prova de Quellung) | Diplococos lanceolados | Pneumonia, meningite, otite média e sinusite |
| Streptococcus do grupo viridans | Alfa-hemólise; resistente à optoquina; bile insolúvel | Cocos em cadeias | Endocardite subagada; cárie (S. mutans) |
| Enterococcus faecalis e faecium | Catalase negativa; cresce em bile-esculina e em NaCl 6,5%; PYR positivo; grupo D | Cocos em pares e cadeias curtas | Infecção urinária, endocardite, VRE |
S. aureus é coco gram-positivo coagulase-positivo, fermentador de manitol, com colônias douradas por carotenoides (estafilocoxantina) que neutralizam radicais oxidativos dos neutrófilos. A parede contém ácidos teicóicos e peptidoglicano que ativam o complemento e o TLR2, e a superfície é revestida de MSCRAMMs (clumping factor e proteínas de ligação a fibronectina) que aderem à matriz extracelular e às vegetações de endocardite. A cápsula polissacarídica (sorotipos 5 e 8 na maioria dos isolados invasivos) inibe a opsonização. A proteína A é a pegadinha clássica: liga o domínio Fc das IgG de forma invertida, impedindo a opsonização e a fagocitose, e também é o antígeno usado na aglutinação em látex para identificação rápida.
| Produto de virulência | Mecanismo | Síndrome clínica |
|---|---|---|
| Coagulase e fator de aglutinação | Convertem fibrinogênio em fibrina ao redor do coco | Abcessos encapsulados; vegetações de endocardite |
| Proteína A | Liga o Fc das IgG ao contrário e bloqueia opsonização | Evasão imune clássica de prova |
| Catalase | Degrada peróxido de hidrogênio | Sobrevivência ao burst oxidativo; diferencia Staphylococcus de Streptococcus |
| TSST-1 (superantígeno) | Liga MHC II e Vbeta do TCR fora do sulco; ativa até 20% dos linfócitos T | Síndrome do choque tóxico menstrual (tampones) e não menstrual |
| Toxinas exfoliativas A e B | Clivam a desmogleína 1 na camada granulosa | Síndrome da pele escaldada estafilocócica em crianças pequenas |
| Leucocidina de Panton-Valentine | Formam poros em membranas de neutrófilos | Abscessos e pneumonia necrotizante de CA-MRSA |
| Enterotoxinas A a E | Superantígenos termoestáveis (resistem à cocção) | Toxinfecção alimentar com vômitos intensos em 1 a 6 horas |
| Beta-lactamase e alteração de PBP | Hidrolisa penicilinas; PBP2a afasta todas as beta-lactâmicas | Mais de 90% dos isolados produzem penicilinase; MRSA |
A resistência à meticilina é mediada pelo gene mecA, carregado no elemento móvel cassetete cromossômico SCCmec, que codifica a PBP2a, uma proteína ligante de penicilina de baixa afinidade por todas as beta-lactâmicas, com a exceção farmacológica das cefalosporinas de quinta geração (ceftarolina). MRSA hospitalar (SCCmec I a III) acumula resistências a macrolídeos, fluoroquinolonas e aminoglicosídeos; MRSA comunitário (SCCmec IV e V, clone USA300) costuma carregar a leucocidina de Panton-Valentine e permanece sensível a sulfametoxazol-trimetoprima, clindamicina e tetraciclinas. A clindamicina exige teste de indução (D-test) para detectar resistência por erm. Frente à pressão da vancomicina surgiram VISA (CIM de 4 a 8 µg/mL, por parede celular espessurada que aprisiona o antibiótico) e VRSA (CIM maior ou igual a 16 µg/mL, por aquisição do gene vanA de enterococos). No Brasil, séries de hospitais terciários apontam prevalência de MRSA em torno de um terço a metade dos isolados invasivos, com grande variação regional, o que sustenta o uso empírico de vancomicina nas infecções hospitalares graves.
Staphylococcus epidermidis é comensal da pele e a principal causa de infecção relacionada a biomateriais: cateteres venosos centrais, derivações ventriculares, próteses ortopédicas e válvulas cardíacas. Sua virulência vem do biofilme (adesina polissacarídica intercelular, PIA) que abriga as bactérias da ação de anticorpos, complemento e antibióticos, exigindo frequentemente a remoção do material estranho; em endocardite protética, o esquema clássico é vancomicina associada a rifampicina e gentamicina. Staphylococcus saprophyticus é a segunda causa de infecção urinária não complicada em mulheres jovens e sexualmente ativas (10 a 20% dos nesses grupos), com displúria de início agudo, e resiste à novobiocina. Staphylococcus lugdunensis é coagulase-negativo por teste padrão, mas comporta-se como S. aureus: causa endocardite aguda de válvula nativa destrutiva e deve ser tratado como S. aureus, errada e perigosamente confundido com contaminante.
S. pyogenes é cocos gram-positivo beta-hemolítico do grupo A de Lancefield, catalase negativo, sensível à bacitracina e PYR positivo. Sua superfície tem a proteína M (mais de 200 tipos, antifagocitária e alvo dos anticorpos que explicam a imunidade tipo-específica), cápsula de ácido hialurônico (molecular mimicry com o hospedeiro) e protease de C5a que degrada o quimiotático C5a. Libera estreptolisina O (imunogênica, base do título ASLO, e inativada pelo oxigênio) e estreptolisina S (responsável pela beta-hemólise na placa), estreptoquinase (ativa plasminogênio), DNAses que liquefazem o pus e hialuronidase que facilita a disseminação. As exotoxinas pirogênicas A, B e C são superantígenos que causam escarlatina e síndrome do choque tóxico estreptocócico; a exotoxina B, protease de tecidos, é a flesh-eating da fasceíte necrosante tipo II.
A febre reumática aguda é reação cruzada entre anticorpos contra a proteína M e tecido cardíaco (mimetismo molecular), ocorre 2 a 4 semanas após faringite não tratada e não ocorre após infecção de pele, enquanto a glomerulonefrite pós-estreptocócica, por complexos imunes, surge 1 a 3 semanas após faringite ou 3 a 6 semanas após pioderma. Os critérios de Jones revisados em 2015 mantêm como maiores cardite (clínica ou subclínica ao ecocardiograma), poliartrite migratória (ou monoartrite em populações de alto risco), coreia, eritema marginal e nódulos subcutâneos; a confirmação exige evidência de infecção prévia por grupo A (ASLO ou anti-DNase B elevados, cultura ou teste rápido positivo). O tratamento do surto é penicilina e a profilaxia secundária com penicilina benzatina a cada 4 semanas (600.000 UI se menor de 27 kg; 1,2 milhão UI acima) se mantém até os 21 anos ou por 10 anos após o último surto, o que for maior. A glomerulonefrite manifesta-se com hematúria cor de coca-cola, edema e hipertensão, C3 baixo e ASLO elevado, e evolui para cura espontânea em mais de 95% das crianças.
S. agalactiae, beta-hemolítico do grupo B, resistente à bacitracina, CAMP positivo e hidrolisador de hipurato, coloniza 10 a 30% das gestantes. A doença precoce (0 a 6 dias de vida) se apresenta como sepse, pneumonia e desconforto respiratório, sobretudo com prematuridade, e a tardia (7 a 90 dias) como bacteremia e meningite, frequentemente pelo sorotipo capsular III. A estratégia universal de rastreio da cultura vaginorretal entre 35 e 37 semanas, aliada à profilaxia antibiótica intraparto, reduziu a incidência de doença precoce nos EUA de cerca de 1,7 para 0,2 a 0,25 por 1.000 nascidos vivos.
Streptococcus pneumoniae é diplococo alfa-hemolítico capsulado, sensível à optoquina e solúvel em bile, com mais de 90 sorotipos capsulares (prova de Quellung). A cápsula é o principal fator de virulência (anticorpos anticapsulares vacinais), e a pneumolisina forma poros e ativa o complemento. A resistência à penicilina é por alteração de proteínas ligantes de penicilina (não por beta-lactamase): para meningite, os pontos de corte seguem sensível com CIM menor ou igual a 0,06 µg/mL e resistente com CIM maior ou igual a 0,12 µg/mL, o que sustenta a dose de 24 a 30 milhões de UI/dia de penicilina ou vancomicina mais ceftriaxona enquanto a CIM não é conhecida. Os vacinas conjugadas PCV13, PCV15 e PCV20 e a polissacarídica VPP23 cobrem sorotipos conforme a idade e o risco. O grupo viridans, optoquina resistente, causa endocardite subagada após procedimentos dentários (S. mutans na cárie, S. sanguinis na placa) e resistência relativa à penicilina define conduta. Enterococcus faecalis responde pela maioria das infecções clínicas, com E. faecium mais resistente; o gênero é intrinsecamente resistente às cefalosporinas (baixa afinidade por PBP) e a aminoglicosídeos em baixa concentração, e a associação sinérgica de ampicilina com gentamicina por 4 a 6 semanas permanece padrão na endocardite por E. faecalis. Vancomicina-resistente (vanA: também resiste à teicoplanina; vanB: só à vancomicina) exige daptomicina ou linezolida. Bacteremia por Streptococcus gallolyticus (grupo bovis I) obriga à colonoscopia pela forte associação com neoplasia colorretal, descrita em parcela substancial dos casos em séries clássicas.
A escolha depende de três perguntas: S. aureus ou estreptococo? Meticilino-sensível ou resistente? Infecção superficial ou invasiva com foco profundo? Nas infecções por S. aureus, a oxacilina (ou nafcilina) é superior à vancomicina quando o germe é sensível, e bacteremia exige repetição de hemoculturas a cada 48-72 horas até negativação, ecocardiograma, investigação de focos metastáticos e remoção de cateteres.
| Cenário | Primeira linha (doses para adulto) | Alternativas | Duração típica |
|---|---|---|---|
| Celulite não purulenta | Cefazolina 2 g IV a cada 8 h ou oxacilina 2 g IV a cada 4 h | Vancomicina 15-20 mg/kg IV a cada 8-12 h se risco de MRSA | 5 a 7 dias |
| Abscesso cutâneo | Incisão e drenagem (tratamento definitivo) | TMP-SMX 800/160 mg VO a cada 12 h se sinais sistêmicos ou imunossupressão | 5 a 7 dias após drenagem, se indicado |
| Bacteremia por MSSA | Oxacilina 2 g IV a cada 4 h ou cefazolina 2 g IV a cada 8 h | Evitar vancomicina quando a sensibilidade é conhecida | Mínimo de 14 dias a partir da primeira hemocultura negativa, se não complicada |
| Bacteremia ou endocardite por MRSA | Vancomicina (alvo AUC/MIC 400-600 ou vale 15-20 µg/mL) ou daptomicina 6-8 mg/kg IV ao dia | Ceftarolina 600 mg IV a cada 12 h; linezolida não é opção para endocardite | Endocardite: 42 dias |
| Pneumonia por MRSA | Vancomicina ou linezolida 600 mg IV ou VO a cada 12 h | Linezolida atinge alta concentração pulmonar e inibe toxinas | 7 dias |
| Faringite por estreptococo do grupo A | Penicilina V 500 mg VO 2x ao dia (adultos) ou amoxicilina 50 mg/kg/dia | Penicilina benzatina 1,2 milhão UI IM dose única (600.000 UI se menor de 27 kg); alérgicos: cefalexina 500 mg VO 2x ao dia | 10 dias (essencial para prevenir febre reumática) |
| Osteomielite estafilocócica | Oxacilina 2 g IV a cada 4 h ou vancomicina, mais drenagem | Clindamicina ou linezolida para seqüência oral após 2 semanas IV | 4 a 6 semanas |
| Endocardite por E. faecalis | Ampicilina 2 g IV a cada 4 h mais gentamicina | Vancomicina mais gentamicina se alérgico | 4 a 6 semanas |
A bacteremia por S. aureus semeia focos metastáticos: endocardite em parcela relevante dos casos (por isso o ecocardiograma é mandatório), osteomielite, artrite séptica, abscessos pulmonares, cerebrais e esplênicos; febre ou hemoculturas positivas por mais de 72 horas depois do tratamento adequado sugerem foco profundo não drenado, endocardite ou material estranho remanescente. A endocardite estafilocócica de válvula nativa é aguda e destrutiva, com necessidade cirúrgica em falência cardíaca, embolias persistentes ou destruição valvar. A febre reumática deixa valvopatia crônica (regurgitação mitral e aórtica), principal causa de cardiopatia adquirida em jovens em países endemicos, com mais de 33 milhões de casos de cardiopatia reumática crônica estimados no mundo. O prognóstico da glomerulonefrite pós-estreptocócica é excelente em crianças e mais reservado em adultos. Enterococos resistentes e MRSA com CIM de vancomicina em elevação tendem a falha terapêutica e obrigam troca para daptomicina em alta dose ou ceftarolina.
1.Cocos gram-positivos em cachos, catalase positiva e coagulase negativa, isolados de urocultura de mulher de 22 anos com disúria: qual germe?
2.A catalase estafilocócica confere qual vantagem ao patógeno?
3.Criança de 2 anos com febre, eritema difuso doloroso, flacidez cutânea com sinal de Nikolsky positivo e períbuccal crusting, sem envolvimento de mucosas. Qual toxina e qual síndrome?
4.O gene mecA confere resistência à meticilina por qual mecanismo?
5.Qual teste laboratorial detecta resistência induzível à clindamicina em Staphylococcus aureus?
6.Beta-hemólise, catalase negativa, sensibilidade à bacitracina e PYR positivo em cultura de orofaringe de criança de 7 anos com exsudato tonsilar. Qual germe e qual complicação a penicilina previne?
7.Em que semana gestacional se realiza o rastreio universal de Streptococcus agalactiae pela cultura vaginorretal?
8.Qual o esquema padrão de profilaxia intraparto para GBS em gestante sem alergia?
9.Diplococos gram-positivos lanceolados, alfa-hemolíticos, sensíveis à optoquina e bile solúveis em liquor com hiperpleocitose neutrofílica. Além de ceftriaxona, qual antimicrobiano empírico permanece até a CIM da penicilina ser conhecida?
10.Paciente com bacteremia por Streptococcus gallolyticus (grupo bovis). Qual investigação é obrigatória após o tratamento da bacteremia?
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