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Revisão completa dos Enterobacterales (Escherichia coli, Klebsiella, Proteus, Enterobacter, Salmonella, Shigella e outros): microbiologia e provas rápidas, fatores de virulência, síndromes clínicas, mecanismos de resistência (ESBL, AmpC, carbapenemases KPC, NDM e OXA-48), detecção laboratorial, epidemiologia brasileira e tratamento com doses conforme as diretrizes IDSA 2024 e da Sociedade Brasileira de Infectologia 2025, com 10 questões e flashcards.
[1] Tamma PD, Aitken SL, Bonomo RA, Mathers AJ, van Duin D, Clancy CJ. Infectious Diseases Society of America 2024 Guidance on the Treatment of Antimicrobial-Resistant Gram-Negative Infections. Clin Infect Dis. 2024;79(6):1533 · DOI 10.1093/cid/ciae103 | [2] Zavascki AP, Chebabo A, et al. Guideline for antimicrobial treatment of multidrug-resistant Gram-negative infections: practice recommendations of the Brazilian Society of Infectious Diseases. Braz J Infect Dis. 2025;29(6):104589 · DOI 10.1016/j.bjid.2025.104589 | [3] Paterson DL, Bonomo RA. Extended-spectrum beta-lactamases: a clinical update. Clin Microbiol Rev. 2005;18(4):657-686 · DOI 10.1128/CMR.18.4.657-686.2005 | [4] World Health Organization. WHO Bacterial Priority Pathogens List, 2024. Genebra: WHO; 2024 · who.int/news/item/17-05-2024-who-updates-list-of-drug-resistant-bacteria-most-threatening-to-human-health | [5] Carroll KC, Landry ML, McAdam AJ, et al. Manual of Clinical Microbiology. 12ª ed. Washington: ASM Press; 2019 | [6] Clinical and Laboratory Standards Institute. Performance Standards for Antimicrobial Susceptibility Testing (CLSI M100). 35ª ed. Wayne: CLSI; 2025 · DOI 10.1093/cid/ciae103
Os bacilos Gram-negativos entéricos, reunidos desde 2016 na ordem Enterobacterales (nova grafia da antiga Enterobacteriales), são o grupo bacteriano mais isolado em infecções humanas: a Escherichia coli causa a maioria das infecções do trato urinário comunitárias (70 a 95% dos episódios não complicados), os Enterobacterales lideram pneumonias associadas à ventilação, infecções abdominais e bacteremias hospitalares, e a Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase é o patógeno resistente mais temido das UTIs brasileiras. A lista de prioridades da Organização Mundial da Saúde de 2024 coloca os Enterobacterales resistentes a cefalosporinas de terceira geração e os resistentes a carbapenêmicos na categoria crítica, o nível mais alto de prioridade para pesquisa e desenvolvimento. Para a prova, o estudante precisa dominar três camadas: a microbiologia clássica (provas bioquímicas e sorotipagem), a clínica por espécie e, sobretudo, a gramática da resistência (ESBL, AmpC e carbapenemases), que traduz o antibiograma em escolha terapêutica.
A família Enterobacteriaceae reúne bacilos Gram-negativos, não esporulados, fermentadores de glicose, oxidase-negativos e nitrato-positivos, incluindo os gêneros Escherichia, Klebsiella, Enterobacter, Citrobacter, Salmonella, Shigella, Proteus, Providencia, Morganella, Serratia, Yersinia, Cronobacter, Hafnia, Pantoea, Edwardsiella e Plesiomonas (único oxidase-positivo, hoje reclassificado). Na coloração de Gram coram-se de rosa-avermelhado pela safranina após a descoloração, pois a parede rica em lipopolissacarídeo (LPS) retém o corante. Nos meios de cultura, o ágar MacConkey e o EMB separam os fermentadores de lactose (colônias rosa-avermelhadas ou com brilho verde metálico na E. coli, colônias mucóides rosadas na Klebsiella) dos não fermentadores (colônias pálidas de Salmonella, Shigella e Proteus). A identificação usa provas rápidas: TSI/KIA (reação do fundo e da superfície, gás e H2S), indol, citrato, urease, motilidade, LIA, MIO e o perfil bioquímico automatizado ou por espectrometria de massas MALDI-TOF, hoje padrão nos grandes laboratórios.
| Espécie | Lactose | Provas clássicas e particularidades |
|---|---|---|
| Escherichia coli | Fermentadora | Indol positivo, motil, beta-hemolítica opcional, brilho verde metálico na EMB; sorotipagem O157:H7 não fermenta sorbitol (MacConkey sorbitol) |
| Klebsiella pneumoniae | Fermentadora | Indol negativo, imótil, colônias mucóides por cápsula espessa; hipervirulenta K1/K2 com teste do fio (string test) positivo |
| Enterobacter cloacae | Fermentadora tardia | Indol negativo, motil, AmpC cromossômico induzível |
| Proteus mirabilis | Não fermentadora | Indol negativo, urease intensa, swarming em ágar sangue, H2S positivo no TSI |
| Proteus vulgaris | Não fermentadora | Igual ao P. mirabilis, porém indol positivo (clássica dupla de prova) |
| Salmonella enterica | Não fermentadora | Indol negativo, H2S positivo, motil, antígenos O, H e Vi (sorologia de Widal); Typhi é H2S variável |
| Shigella spp. | Não fermentadora | Imótil (único Enterobacterales não motil de rotina), indol variável, H2S negativo |
A parede celular dos Enterobacterales organiza-se em três camadas imunológicas cobradas em prova. O antígeno somático O é o polissacarídeo do LPS, cuja porção lipídica A é a endotoxina; o antígeno K é o polissacarídeo capsular, antifagocítico, e o antígeno H é a proteína flagelar. A combinação O e H define sorotipos de valor clínico e epidemiológico, como E. coli O157:H7 (STEC) e Salmonella enterica sorotipo Typhi. A cápsula K1 da E. coli merece destaque: composta de ácido siálico que mimetiza moléculas humanas, é o principal fator de virulência da meningite neonatal por E. coli, ao lado do antígeno K da Klebsiella, que confere o fenótipo mucóide e protege da fagocitose e do complemento.
A virulência dos entéricos combina adesinas, cápsulas, toxinas e sistemas de captura de ferro. As fímbrias (pili) determinam o tropismo: a fímbria P, que se liga a resíduos galabiose (Gal-Gal) do urotélio, é marca da E. coli uropatogênica causadora de pielonefrite; a fímbria tipo 1 (sensível à manose) adere ao epitélio vesical e à mucosa intestinal; as fímbrias AAF da E. coli enteroagregativa formam o padrão de tijolos empilhados (stacked bricks). O LPS, porção endotóxica da parede, ativa o TLR4 nas células do sistema imune inato, com produção de IL-1, TNF-alfa e IL-6, que em excesso sustentam a cascata do choque séptico (vasodilatação, disfunção miocárdica, coagulação intravascular disseminada). Sideróforos como a enterobactina capturam o ferro do hospedeiro; as toxinas incluem as Shiga toxinas Stx1 e Stx2 da STEC, as enterotoxinas termolábil (LT) e termoestável (ST) da ETEC e a alfa-hemolisina de cepas uropatogênicas; Salmonella e Shigella injetam efetores por sistemas de secreção tipo III que provocam invasão e inflamação intestinal; e o biofilme sobre cateteres e próteses explica as ITUs recorrentes associadas a dispositivos.
| Espécie | Síndromes típicas | Peculiaridade que cai em prova |
|---|---|---|
| Escherichia coli | ITU comunitária, pielonefrite, bacteremia, meningite neonatal, diarreias (cinco patotipos), prostatite | Principal causa de ITU e de bacteremia comunitária; ITU associada a cateter forma biofilme |
| Klebsiella pneumoniae | Pneumonia necrosante (escarro em geleia de groselha), ITU, bacteremia nosocomial, abscesso hepático hipervirulento | Cepa hipervirulenta K1/K2 com string test; KPC endêmica no Brasil |
| Proteus mirabilis | ITU complicada, cálculos de estruvita (coral), bacteremia | Urease alcaliniza a urina e precipita fosfato de amônio e magnésio; swarming no ágar sangue |
| Enterobacter cloacae e Citrobacter | Pneumonia associada à ventilação, ITU, bacteremia, meningite neonatal (C. koseri com abscessos cerebrais) | AmpC cromossômico induzível: resistência pode emergir durante o tratamento com cefalosporina de terceira geração |
| Serratia marcescens | Pneumonia nosocomial, infecção de cateter, endocardite rara | Pigmento vermelho (prodigiosina) em 25-30 C; AmpC cromossômico |
| Salmonella Typhi e Paratyphi | Febre tifoide (bacteremia contínua, roseola tifoidea, hepatoesplenomegalia) | Reservatório exclusivamente humano; portadores crônicos na vesícula (tratamento cirúrgico eventual) |
| Salmonella não tifoídica | Gastroenterite autolimitada, bacteremia em imunossuprimidos, osteomielite em falcêmicos | Antibiótico não indicado na enterite não complicada (prolonga excreção); carnes e ovos |
| Shigella spp. | Disenteria (fezes com sangue e muco, tenesmo) | Inóculo mínimo; antibiótico encurta excreção e é indicado; resistência crescente a fluoroquinolonas |
| Yersinia enterocolitica | Enterite, adenomesenterite (pseudoapendicite), artrite reativa | Cresce a 4-25 C (enriquecimento a frio); associação com sobrecarga de ferro e transfusões |
A E. coli diarreica classifica-se em cinco patotipos clássicos com mecanismos distintos. A ETEC (enterotoxigênica) produz toxinas LT e ST e causa a diarreia do viajante aquosa, sem febre; a EPEC (enteropatogênica) provoca lesão attaching-effacing com perda de microvilosidades e é clássica de lactentes nos países em desenvolvimento; a EIEC (enteroinvasiva) invade o epitélio e mimetiza shiguelose; a EAEC (enteroagregativa) adere em tijolos empilhados e causa diarreia persistente, importante em crianças e pessoas com HIV; e a STEC/EHEC (produtora de toxina de Shiga), sorotipo O157:H7 e outros, causa colite hemorrágica após carne malpassada e evolui em 5 a 15% dos casos (sobretudo crianças) para síndrome hemolítico-urêmica, com anemia hemolítica microangiopática, trombocitopenia e lesão renal aguda.
A hierarquia das beta-lactamases dos entéricos é o coração da prova moderna. As ESBL (espectro estendido), codadas sobretudo pelos genes CTX-M (a CTX-M-15 é dominante mundial e brasileira), TEM e SHV, hidrolisam penicilinas e cefalosporinas de terceira geração e aztreonam, poupando cefamicinas e carbapenêmicos, e são inibidas por ácido clavulânico e tazobactam: é essa sinergia com inibidores que o laboratório demonstra no teste do duplo disco. As AmpC, cromossômicas e induzíveis nos gêneros Enterobacter, Citrobacter, Serratia, Proteus indol-positivo, Providencia e Morganella (mnemônico ESPCPM), hidrolisam cefalosporinas de terceira geração e cefoxitina, escapam dos inibidores clássicos e deixam o cefepime e os carbapenêmicos ativos. As carbapenemases quebram os carbapenêmicos e subdividem-se em classe A (KPC, endêmica no Brasil desde o final dos anos 2000), classe B metalo-beta-lactamases (NDM, VIM, IMP, dependentes de zinco, inibidas por EDTA e não por avibactam) e classe D (OXA-48-like, que hidrolisa fracamente carbapenêmicos e pode apresentar fenótipo oculto, sensível a cefalosporinas, incluindo a variante brasileira OXA-370).
| Enzima | Genes típicos | Perfil de suscetibilidade | Detecção no laboratório | Terapia preferencial |
|---|---|---|---|---|
| ESBL | CTX-M (M15), TEM, SHV | Resistência a ceftriaxona e ceftazidima, sensibilidade a cefoxitina e carbapenêmicos | Triagem por não suscetibilidade a cefalosporina de 3G; confirmação por sinergia com clavulanato (duplo disco) | Carbapenêmico nas infecções graves; oralidade na cistite não complicada |
| AmpC (induzível/desreprimida) | cromossômico em ESPCPM; plasmidial CMY, DHA | Resistência a cefoxitina e 3G, cefepime geralmente sensível | Cefoxitina como triagem (não específica); teste de indução com disco de cefoxitina adjacente ao de ceftriaxona | Cefepime ou carbapenêmico conforme sensibilidade e gravidade |
| Carbapenemase classe A | KPC | Resistência a carbapenêmicos e cefalosporinas | Triagem por ertapenem não sensível; mCIM positivo; ácido borônico inibe KPC | Ceftazidima-avibactam, meropenem-vaborbactam ou imipenem-relebactam |
| Carbapenemase classe B (MBL) | NDM, VIM, IMP | Resistência a todos os beta-lactâmicos, exceto aztreonam (não hidrolisado) | mCIM positivo com eCIM positivo (EDTA inibe a metaloenzima) | Cefiderocol ou ceftazidima-avibactam associado a aztreonam |
| Carbapenemase classe D | OXA-48-like (OXA-370 no Brasil) | Fenótipo oculto: pode sensibilizar a cefalosporinas; ertapenem resistente | mCIM; PCR ou MALDI para confirmar; suspeitar quando ertapenem isolado resistente | Ceftazidima-avibactam |
A OMS classificou como prioridade crítica os Enterobacterales resistentes a cefalosporinas de terceira geração e a carbapenêmicos, que concentram o maior impacto em mortalidade e custo hospitalar. No Brasil, a ESBL predominante é a CTX-M-15, e estudos nacionais mostram que algo entre um terço e a metade dos isolados invasivos de E. coli e a maioria dos de Klebsiella pneumoniae hospitalares produzem ESBL; a KPC é endêmica desde o final dos anos 2000, com sucessão de clones (ST11, ST437) e disseminação posterior de NDM (incluindo co-produção KPC mais NDM, descrita em importantes surtos nacionais) e de OXA-370, variante da OXA-48 descrita em São Paulo. Bacteremias por Enterobacterales resistentes a carbapenêmicos têm letalidade descrita entre 30 e 50% em coortes brasileiras e internacionais, refletindo atraso da terapia eficaz, virulência e gravidade do hospedeiro; daí a estratégia atual de terapia empírica estruturada por fatores de risco (colonização prévia por CRE, exposição recente a carbapenêmico, hemodiálise, internação prolongada).
As diretrizes IDSA 2024 e da Sociedade Brasileira de Infectologia 2025 organizam a terapia por mecanismo e por sítio da infecção, sempre começando pelo controle do foco (retirada de cateter, drenagem, desbridamento). Nas infecções por ESBL fora do trato urinário inferior, o carbapenêmico é o padrão: meropenem 1 g IV a cada 8 horas (2 g a cada 8 horas em meningite) ou ertapenem 1 g IV a cada 24 horas quando não há preocupação com Pseudomonas. O ensaio MERINO mostrou que piperacilina-tazobactam foi inferior ao meropenem na bacteremia por ESBL (mortalidade em 30 dias de cerca de 12% contra 4%), banindo a combinação como terapia deliberada nessa situação. Na cistite não complicada por ESBL, a oralidade é a regra: nitrofurantoína 100 mg VO a cada 12 horas por 5 dias, fosfomicina 3 g VO em dose única (apenas E. coli) ou trimetoprima-sulfametoxazol 160/800 mg VO a cada 12 horas por 3 a 7 dias quando o antibiograma confirmar sensibilidade.
| Cenário | Esquema preferencial com doses | Alternativas e observações |
|---|---|---|
| Cistite não complicada por ESBL | Nitrofurantoína 100 mg VO 12/12 h por 5 dias; fosfomicina 3 g VO dose única (E. coli); TMP-SMX 160/800 mg VO 12/12 h por 3 dias se sensível | Fluoroquinolona apenas se sensível e poupança de carbapenêmico; nitrofurantoína não atinge tecido renal (não usar em pielonefrite) |
| Pielonefrite ou ITU complicada por ESBL | Ertapenem 1 g IV 24/24 h ou meropenem 1 g IV 8/8 h | Duração típica de 7 dias com resposta adequada e controle de foco |
| Bacteremia por ESBL (qualquer fonte) | Meropenem 1 g IV 8/8 h em infusão estendida | MERINO: piperacilina-tazobactam inferior; 7 dias de terapia após negativação de hemocultura é suficiente na maioria |
| Infecção grave por KPC | Ceftazidima-avibactam 2,5 g IV 8/8 h em infusão de 2 h; alternativas meropenem-vaborbactam 4 g IV 8/8 h em 3 h ou imipenem-cilastatina-relebactam 1,25 g IV 6/6 h | Ceftriaxona e pip-tazo inúteis; cefepime não confiável; reservar polimixina para quando nada mais existir |
| Infecção por NDM ou outra MBL | Cefiderocol 2 g IV 8/8 h em infusão de 3 h; ou ceftazidima-avibactam 2,5 g IV 8/8 h associado a aztreonam 2 g IV 8/8 h | A associação funciona porque o avibactam protege o aztreonam, único beta-lactâmico não hidrolisado pelas MBL |
| Infecção por OXA-48-like | Ceftazidima-avibactam 2,5 g IV 8/8 h | Cuidado com fenótipo oculto: antibiograma pode sugerir sensibilidade a cefalosporinas |
| Cistite por CRE | Dose única de aminoglicosídeo (gentamicina 5 mg/kg IV) ou agente oral se sensível (TMP-SMX, fluoroquinolona) | Infecção confinada à bexiga permite poupar as novas combinações |
As complicações variam com a síndrome: a ITU por Proteus leva a urolitíase de estruvita e obstrução; a bacteremia por E. coli pode cursar com focos metastáticos (espondilodiscite, endocardite); a STEC ameaça com síndrome hemolítico-urêmica e suas sequelas renais e neurológicas; a pneumonia necrosante por Klebsiella cursa com abscesso e empiema; e a febre tifoide complica-se com hemorragia e perfuração intestinal ileal na terceira semana. O prognóstico das infecções resistentes depende criticamente da terapia inicial adequada: cada dia de antibiótico ineficaz na bacteremia por CRE aumenta a mortalidade, e é esse dado que sustenta o uso empírico precoce das combinações novas em pacientes graves com fatores de risco. Seguimento com hemoculturas de controle persiste indicado em endocardite e bacteremias sem foco claro; em ITU complicada, reavaliar cultura de controle apenas se houver falha clínica.
1.Um bacilo Gram-negativo não esporulado, fermentador de glicose, oxidase negativo, imótil e não fermentador de lactose foi isolado de coprocultura com disenteria. O agente mais provável é:
2.Antibiograma de E. coli mostra resistência apenas ao ertapenem, com meropenem e ceftriaxona sensíveis. Qual hipótese deve ser ativamente investigada?
3.Sobre a cápsula K1 da Escherichia coli, é correto afirmar:
4.Antibiograma de Klebsiella pneumoniae: resistente a ceftriaxona, ceftazidima e ertapenem; o teste com ácido borônico reverte a resistência. O mecanismo é:
5.Paciente com bacteremia por E. coli produtora de ESBL estável, sem alergias. Qual a terapia adequada segundo IDSA 2024 e SBI 2025?
6.Na cistite não complicada por E. coli produtora de ESBL, a conduta preferencial é:
7.Enterobacter cloacae isolado de hemocultura sensibiliza in vitro à ceftriaxona. Por que evitá-la na terapia?
8.Cepa de K. pneumoniae com NDM. Qual esquema é racional?
9.Criança de 4 anos com diarreia sanguinolenta após hambúrguer, sem febre alta, com creatinina em ascensão e esfregaço com esquizócitos. O diagnóstico e a conduta são:
10.Sobre a febre tifoide por Salmonella Typhi, assinale a correta:
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