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Referencial completo sobre tromboembolismo venoso e trombofilias hereditárias e adquiridas: vias anticoagulantes naturais, fator V de Leiden, mutação da pró-trombina, deficiências de antitrombina e proteínas C e S, síndrome antifosfolípide, indicações e armadilhas da investigação laboratorial e tratamento anticoagulante com DOACs.
[1] Stevens SM, Woller SC, Kreuziger LB, et al. Antithrombotic Therapy for VTE Disease: Second Update of the CHEST Guideline and Expert Panel Report. Chest. 2021;160(6):e545-e608 · DOI 10.1016/j.chest.2021.07.055 · PMID 34352278 | [2] Konstantinides SV, Meyer G, Becattini C, et al. 2019 ESC Guidelines for the diagnosis and management of acute pulmonary embolism. Eur Heart J. 2020;41(4):543-603 · DOI 10.1093/eurheartj/ehz405 · PMID 31504429 | [3] Miyakis S, Lockshin MD, Atsumi T, et al. International consensus statement on an update of the classification criteria for definite antiphospholipid syndrome (APS). J Thromb Haemost. 2006;4(2):295-306 · DOI 10.1111/j.1538-7836.2006.01753.x · PMID 16420554 | [4] Seligsohn U, Lubetsky A. Genetic susceptibility to venous thrombosis. N Engl J Med. 2001;344(16):1222-1231 · DOI 10.1056/NEJM200104193441607 · PMID 11309694 | [5] Koster T, Rosendaal FR, de Ronde H, et al. Venous thrombosis due to poor anticoagulant response to activated protein C: Leiden Thrombophilia Study. Lancet. 1993;342(8886-8887):1503-1506 · PMID 7901627 | [6] Brasil. Ministério da Saúde/Conitec. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Prevenção de Tromboembolismo Venoso em Gestantes com Trombofilia. Portaria Conjunta SAES/SCTIE nº 23, de 21/12/2021 · https://www.gov.br/conitec · DOI 10.1016/j.chest.2021.07.055
O tromboembolismo venoso, compreendendo trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar, acomete 1 a 2 adultos a cada 1.000 por ano e é a principal causa evitável de morte hospitalar. Trombofilia é o termo guarda-chuva para alterações hereditárias ou adquiridas que aumentam a tendência à trombose, mas a maior parte dos episódios não decorre de um defeito genético único e sim da soma de fatores transitórios, como cirurgia, imobilização, câncer, gestação e terapia hormonal, sobre um terreno genético permissivo. O aluno precisa dominar três competências que caem repetidamente em prova: reconhecer quando a investigação de trombofilia está indicada, interpretar os exames sem cair nas armadilhas de interferência dos anticoagulantes e entender que, na maioria dos casos, o resultado da pesquisa de trombofilia não muda a duração do tratamento.
A trombose venosa nasce da tríade de Virchow: estase, lesão endotelial e hipercoagulabilidade. O organismo contrapõe à ativação da coagulação três sistemas anticoagulantes naturais que são, ao mesmo tempo, a chave fisiopatológica e a chave laboratorial do tema. A antitrombina inibe diretamente a trombina e o fator Xa, e sua atividade é amplificada milhares de vezes pela heparina, base do efeito dos anticoagulantes parenterais. A proteína C, ativada pela trombina ligada à trombomodulina endotelial, degrada os cofatores Va e VIIIa com o apoio da proteína S como cofator, freando a explosão de geração de trombina na superfície plaquetária. O inibidor do fator tissular fecha o sistema bloqueando a via de iniciação. Defeitos quantitativos ou funcionais nesses sistemas desequilibram a balança para a geração de fibrina, sobretudo nas bolsas de estase das veias profundas das panturrilhas.
Essa revisão funcional explica por que o laboratório da trombofilia é cheio de armadilhas: a warfarina reduz os fatores II, VII, IX e X, mas também as proteínas C e S, gerando falsas deficiências; a heparina consumida na anticoagulação baixa a antitrombina medida; e o episódio trombótico agudo em si consome os inibidores. Um resultado isolado e colhido no momento errado produz mais dano diagnóstico do que a omissão do exame, porque rotula o paciente de deficiente sem que ele seja.
As trombofilias hereditárias se dividem em comuns, fator V de Leiden e mutação G20210A da pró-trombina, com efeito moderado sobre o risco de primeiro evento e efeito discreto sobre a recorrência, e raras, deficiências de antitrombina, proteína C e proteína S, menos prevalentes porém mais potentes, principalmente na recorrência e no trombos de início precoce e familiar. Entre as adquiridas, a síndrome antifosfolípide é a mais potente e a única que muda sistematicamente a escolha e a duração do anticoagulante; as neoplasias mieloproliferativas com mutação JAK2 V617F devem ser lembradas nas tromboses de sítios incomuns, esplâncnica, portal e hepática, sobretudo com eritrocitose ou trombocitose; e a hemoglobinúria paroxística noturna entra no diferencial de tromboses abdominais com citopenias. Situações clínicas como gestação, puerpério, anticoncepcional hormonal, câncer, imobilização e síndrome do anticorpo anti-heparina completam a lista de hipercoagulabilidade adquirida.
| Trombofilia | Prevalência aproximada | Risco de 1º TEV (OR) | Impacto na recorrência |
|---|---|---|---|
| Fator V de Leiden heterozigoto | 3-8% dos caucasianos europeus | 3-5 | Discreto (OR ~1,4); não estende anticoagulação |
| Mutação G20210A da pró-trombina heterozigota | 1-4%, maior no sul da Europa | ~3 | Discreto; não estende anticoagulação |
| Deficiência de antitrombina | 1:2.000 a 1:5.000 | 5-20 (estimativas variáveis) | Importante; favorece tratamento prolongado |
| Deficiência de proteína C | ~0,2% (1:500) | 5-10 | Importante; favorece tratamento prolongado |
| Deficiência de proteína S | ~0,1-0,2% | 3-10 (variável) | Importante; favorece tratamento prolongado |
| Fator V de Leiden homozigoto ou dupla heterozigose | Muito rara | 20-80 | Alta; indica anticoagulação prolongada |
| Síndrome antifosfolípide (adquirida) | Causa de 10-15% dos TEV em jovens | Variável, alto | Alta sem anticoagulação; anticoagulação indefinida |
Convém memorizar a hierarquia de risco absoluto: um heterozigoto para fator V de Leiden tem risco de trombose ao longo da vida inferior a 10%, e a maioria dos portadores nunca trombosa; já as deficiências de antitrombina, proteína C e proteína S têm penetrância clínica maior, com história familiar de trombose precoce em cerca de metade das famílias afetadas. O efeito combinado, contudo, é multiplicativo: homozigotose para fator V de Leiden, dupla heterozigose e a associação de trombofilia com anticoncepcional hormonal elevam o risco em dezenas de vezes, porque os fatores agem em vias diferentes e concorrentes.
O fator V de Leiden é a mutação G1691A no exon 10 do gene do fator V, que troca a arginina 506 por glutamina (Arg506Gln). A Arg506 é o primeiro sítio de clivagem da proteína C ativada na molécula do fator Va; sua substituição torna o fator V resistente à inativação, fenômeno funcional descrito por Dahlbäck em 1993 e demonstrado como fator de risco no Leiden Thrombophilia Study, de Koster e colaboradores, no mesmo ano. O nome da mutação homenageia a cidade holandesa onde o grupo de Bertina identificou o defeito genético em 1994. É o defeito genético trombogênico mais comum em caucasianos e praticamente ausente em africanos e asiáticos, resultado de um efeito fundador de cerca de 30.000 anos.
A mutação G20210A da pró-trombina atinge a região 3 não traduzida do gene da protrombina, no cromossomo 11, e eleva os níveis plasmáticos de pró-trombina em cerca de 30%, aumentando a quantidade de substrato disponível para geração de trombina. As deficiências de antitrombina, proteína C e proteína S seguem herança autossômica dominante com penetrância variável e resultam de mutações perda de função de grande espectro, o que torna o diagnóstico predominantemente funcional e quantitativo, sem um teste genético único. A deficiência de antitrombina tem subtipos: o tipo I reduz o antigenicamente e funcionalmente; o tipo II compromete o sítio de ligação à heparina, causa falsa resistência à heparina e é relevante na prática intensiva.
Na síndrome antifosfolípide, anticorpos dirigidos a complexos fosfolípide-proteína, sobretudo contra a beta-2-glicoproteína I, ativam endotélio, monócitos e plaquetas e fixam complemento, gerando trombose arterial e venosa, microangiopatia e morbidade obstétrica por insuficiência placentária. Os critérios de classificação de Sydney, de 2006, exigem pelo menos um critério clínico e um laboratorial, com confirmação laboratorial em duas medidas separadas por pelo menos 12 semanas, justamente para excluir anticorpos transientes de infecção e drogas.
Detalhe de prova que engana muitos alunos: o anticoagulante lúpico prolonga o TTPa in vitro, mas o paciente trombosa in vivo, não sangra. A síndrome antifosfolípide exige anticoagulação indefinida após trombose, preferencialmente com varfarina em alvo de INR 2 a 3: o ensaio TRAPS, interrompido precocemente por excesso de eventos trombóticos no braço experimental, mostrou que a rivaroxabana foi inferior à varfarina em pacientes com os três anticorpos positivos e histórico de trombose, a chamada SAF tríplice positiva.
O rastreamento populacional de trombofilia não se justifica: a prevalência dos polimorfismos comuns é alta, o risco absoluto dos portadores é baixo e o resultado não muda conduta. A investigação é reservada a cenários de probabilidade pré-teste significativa, nos quais o resultado pode alterar a duração do anticoagulante, a profilaxia de familiares ou o aconselhamento reprodutivo e hormonal. A diretriz CHEST 2021 é explícita: para a maioria dos pacientes com trombose provocada, testar trombofilia não muda nada.
| Exame | Principais interferentes | Conduta prática |
|---|---|---|
| Proteína C e proteína S (antígeno livre) | Warfarina, hepatopatia, deficiência de vitamina K, evento agudo, gestação e estrogênio (proteína S) | Coletar antes de iniciar varfarina ou 2 semanas ou mais após suspender, com INR menor que 1,5; confirmar em duas medidas |
| Antitrombina (atividade) | Heparina e HBPM, evento trombótico agudo, asparaginase, hepatopatia grave, síndrome nefrótica | Coletar idealmente sem heparina; repetir 3-6 meses após o evento se baixo na fase aguda |
| Anticoagulante lúpico | Heparina, DOACs e varfarina causam falsos resultados | Coletar fora dos anticoagulantes ou interpretar com cautela; confirmar com 12 semanas ou mais |
| Fator V de Leiden e G20210A (genéticos) | Nenhum interferente relevante | Podem ser feitos a qualquer momento, inclusive em uso de anticoagulante |
| Fator VIII coagulante | Inflamação, gestação, idade avançada, grupo sanguíneo não O | Repetir fora do quadro agudo antes de rotular como fator de risco |
A trombose venosa profunda típica cursa com dor e edema unilaterais de membro inferior, diferença de circunferência maior que 3 cm medida 10 cm abaixo da tuberosidade da tíbia, edema depressível, calor local, dilatação das veias superficiais e, nos casos extensos, cianose. Trombose de panturrilha pode ser oligossintomática, e a bilateralidade deve levantar diagnósticos alternativos, como síndrome nefrótica e insuficiência cardíaca. O escore de Wells de TVP estratifica em probabilidade baixa, 0 pontos ou menos, moderada, 1 a 2, e alta, 3 ou mais, e define quem pode seguir direto ao ultrassom com Doppler, exame de escolha, sensibilidade acima de 95% para trombose proximal, e quem pode ter a doença descartada por D-dímero na probabilidade baixa ou moderada.
No tromboembolismo pulmonar, dispneia súbita, dor torácica pleurítica, taquicardia e hipoxemia dominam o quadro; sincope, hipotensão e choque sinalizam obstrução maciça e alto risco de morte, com indicação de trombólise se não houver contraindicação absoluta. O escore de Wells de TEP maior que 6 pontos ou escore simplificado de 2 pontos define probabilidade alta e autoriza angiotomografia direta; nas probabilidades baixa e intermediária, o D-dímero por método de alta sensibilidade, sensibilidade de 95 a 98% e especificidade de apenas 40 a 50%, permite descartar a doença quando negativo. Em pacientes acima de 50 anos, o corte ajustado pela idade, idade multiplicada por 10 em microgramas por litro, reduz exames falsos positivos sem perder segurança. A regra PERC, apenas em pacientes de baixa probabilidade e sem critérios, dispensa até o D-dímero.
A fase aguda e a manutenção se resolvem hoje, na maioria dos pacientes, com um anticoagulante oral direto iniciado desde o primeiro dia, sem necessidade de heparina parenteral nos inibidores orais diretos do fator Xa com esquema de ataque. A diretriz CHEST 2021 recomenda os DOACs como primeira linha sobre a varfarina para o TEV não associado a câncer ou síndrome antifosfolípide, por eficácia equivalente, menor risco de sangramento maior e praticidade. As exceções que mantêm a varfarina ou a heparina no centro da estratégia são a gravidez, os anticoagulantes não atravessam bem a barreira placentária e a varfarina é teratogênica, a SAF, e a insuficiência renal grave, na qual agentes renais exigem ajuste ou troca.
| Anticoagulante | Fase inicial | Manutenção | Observações |
|---|---|---|---|
| Apixabana | 10 mg VO de 12/12 h por 7 dias | 5 mg VO de 12/12 h | Reduzir para 2,5 mg de 12/12 h com 2 de: idade 80 anos ou mais, peso 60 kg ou menos, creatinina 1,5 mg/dL ou mais |
| Rivaroxabana | 15 mg VO de 12/12 h por 21 dias | 20 mg VO 1x/dia | Tomar com alimento; evitar em gravidez e SAF |
| Dabigatrana | Heparina ou HBPM por 5 dias ou mais | 150 mg VO de 12/12 h | Inibidor direto da trombina; não tem fase oral de ataque |
| Edoxabana | Heparina ou HBPM por 5 dias ou mais | 60 mg VO 1x/dia | 30 mg se clearance 15-50 mL/min, peso 60 kg ou menos ou inibidor de glicoproteína P |
| Varfarina | Sobreposição com heparina por 5 dias ou mais e INR 2 ou mais por 24 h | INR alvo 2,0-3,0 | Preferida na SAF com trombose; interações e monitoramento frequentes |
| Enoxaparina (HBPM) | 1 mg/kg SC de 12/12 h ou 1,5 mg/kg 1x/dia | Mesma dose ajustada ao clearance | Preferida na gravidez e na fase inicial do TEV associado a câncer |
A duração é ditada pelo gatilho do evento. Trombose provocada por cirurgia ou fator transitório maior: 3 meses de anticoagulação. Trombose não provocada ou provocada por fator menor: pelo menos 3 meses e reavaliação; estender indefinidamente quando o risco de recorrência supera o risco hemorrágico, com preferência pelos esquemas de dose plena de apixabana ou rivaroxabana na manutenção estendida, pela melhor relação eficácia-segurança demonstrada em comparação à aspirina nos estudos de extensão. Aqui mora o ponto mais cobrado: heterozigose para fator V de Leiden ou mutação G20210A da pró-trombina não altera a duração recomendada, porque praticamente não aumenta o risco de recorrência. Indicações de anticoagulação prolongada incluem trombose recorrente não provocada, homozigotose, dupla heterozigose, deficiências graves de antitrombina, proteína C ou proteína S, síndrome antifosfolípide e TEV associado a câncer ativo enquanto houver doença ativa.
Na gestante com trombose venosa, o tratamento é a heparina de baixo peso molecular, enoxaparina 1 mg/kg de 12/12 h, mantida durante toda a gravidez e por pelo menos 6 semanas no puerpério, somando no mínimo 3 meses; a varfarina é contraindicada entre a 6ª e a 12ª semanas de gestação por embriopatia e próximo ao parto por sangramento fetal, e os DOACs não são usados na gestação. A associação entre trombofilia e anticoncepcional hormonal combinado é o exemplo clássico de interação multiplicativa: o anticoncepcional isolado eleva o risco relativo de TEV em 3 a 4 vezes, a heterozigose para fator V de Leiden em 5 a 8 vezes, e a combinação de ambos eleva o risco relativo a cerca de 30 a 35 vezes, ainda com risco absoluto baixo, na ordem de 25 a 30 eventos por 100.000 mulheres-ano. O protocolo clínico brasileiro de prevenção de tromboembolismo venoso em gestantes com trombofilia estrutura a profilaxia com enoxaparina segundo o tipo de trombofilia, histórico pessoal e familiar de trombose e presença de fatores adicionais de risco obstétrico.
A síndrome pós-trombótica, consequência de hipertensão venosa por destruição valvular e obstrução residual, acomete 20 a 40% dos pacientes após trombose proximal sintomática, com dor, edema, hiperpigmentação e, nos casos graves, úlcera venosa; compressão elástica graduada e anticoagulação terapêutica precoce são as medidas com melhor evidência de prevenção. A doença tromboembólica crônica pulmonar, com remodelamento hipertensivo persistente, desenvolve-se em cerca de 2 a 4% dos sobreviventes de tromboembolismo pulmonar em até 2 anos e deve ser suspeitada na dispneia esforçativa que não regride, com confirmação por cintilografia de ventilação-perfusão. A recorrência é a variável que organiza a conduta: aproximadamente 10% no primeiro ano após suspensão do anticoagulante e 30% em 10 anos após evento não provocado, contra menos da metade disso após evento provocado cirúrgico. Trombose provocada por fator persistente, como câncer ativo, tem recorrência mais alta e anticoagulação enquanto o fator persistir.
1.Qual é a trombofilia hereditária mais prevalente em indivíduos caucasianos?
2.Qual é o mecanismo molecular do fator V de Leiden?
3.Paciente em uso de varfarina há 3 meses faz pesquisa de trombofilia que mostra proteína C e proteína S baixas. Qual a interpretação correta?
4.Homem de 68 anos apresenta trombose venosa profunda após prostatectomia. Sem outros fatores de risco. Qual a conduta quanto à investigação de trombofilia?
5.Qual requisito laboratorial é obrigatório para classificar síndrome antifosfolípide pelos critérios de Sydney?
6.Qual esquema corresponde à fase inicial correta da rivaroxabana no tratamento do tromboembolismo venoso?
7.Qual é a duração recomendada de anticoagulação para trombose venosa profunda provocada por cirurgia ortopédica major?
8.Gestante no primeiro trimestre apresenta trombose venosa profunda proximal. Qual o anticoagulante de escolha?
9.Qual é a principal utilidade clínica do D-dímero no tromboembolismo venoso?
10.Paciente com 30 anos, trombose venosa recorrente não provocada, investigação mostrando homozigose para fator V de Leiden. Qual a conduta anticoagulante?
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