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Revisão completa de mieloma múltiplo: critérios diagnósticos do IMWG (CRAB e SLiM), estadiamento R-ISS, fisiopatologia com citogenética de risco, tratamento com doses (indução, transplante, manutenção), suporte de complicações e o papel emergente da microbiota intestinal.
[1] Dimopoulos MA, Moreau P, Terpos E, et al. Multiple myeloma: EHA-ESMO Clinical Practice Guidelines for diagnosis, treatment and follow-up. Ann Oncol. 2021;32(3):309-322 · DOI 10.1016/j.annonc.2020.11.014 · PMID 33549387 | [2] Rajkumar SV, Dimopoulos MA, Palumbo A, et al. International Myeloma Working Group updated criteria for the diagnosis of multiple myeloma. Lancet Oncol. 2014;15(12):e538-e548 · DOI 10.1016/S1470-2045(14)70442-5 | [3] Kumar SK, Rajkumar SV, Kyle RA, et al. Multiple myeloma. Nat Rev Dis Primers. 2017;3:17046 · DOI 10.1038/nrdp.2017.46 | [4] Maiolino A, Crusoé EQ, Martinez GA, et al. Guidelines on the diagnosis and management of multiple myeloma treatment: ABHH/AMB Project guidelines. Part I. Hematol Transfus Cell Ther. 2022;44(3):410-418 · DOI 10.1016/j.htct.2022.06.003 · PMID 35970751 | [5] Richardson PG, Attal M, Perrot A, et al. Triplet therapy, transplantation, and maintenance until progression in myeloma (DETERMINATION). N Engl J Med. 2022;387(2):132-147 · DOI 10.1056/NEJMoa2204925 · PMID 35660812 | [6] Calcinotto A, Brevi A, Clesi M, et al. Microbiota-driven interleukin-17-producing cells and eosinophils synergize to accelerate multiple myeloma progression. Nat Commun. 2018;9:4832 · DOI 10.1038/s41467-018-07305-8 · DOI 10.1016/j.annonc.2020.11.014
O mieloma múltiplo é a neoplasia de células plasmáticas da medula óssea, responsável por cerca de 10% das neoplasias hematológicas e aproximadamente 1 a 2% de todos os cânceres. Estimativas globais apontam cerca de 176 mil novos casos e 117 mil óbitos por ano (GLOBOCAN 2020), com incidência crescente pelo envelhecimento populacional. A idade média ao diagnóstico fica entre 65 e 70 anos, com leve predominância masculina e incidência cerca de duas vezes maior em pessoas negras; menos de 5% dos pacientes têm menos de 40 anos. O mieloma é famoso por simular doenças comuns: anemia do idoso, lombalgia degenerativa, insuficiência renal crônica e hipercalcemia confundem o clínico e atrasam o diagnóstico em meses. Para a prova, o aluno precisa dominar três eixos: os critérios do International Myeloma Working Group (CRAB e biomarcadores SLiM), o estadiamento R-ISS e os esquemas terapêuticos com nomes e doses, porque o mieloma mudou radicalmente na última década com inibidores de proteassoma, imunomoduladores e anticorpos monoclonais.
O mieloma é a proliferação clonal de plasmócitos que produz imunoglobulina monoclonal (proteína M) completa ou apenas cadeias leves. O isotipo mais comum é IgG (cerca de 50%), seguido de IgA (20%), mieloma de só cadeias leves (15 a 20%, antigamente chamado de doença de cadeias leves ou mieloma de Bence Jones) e formas raras (IgD, IgE, biclonais e não secretoras, 1 a 3%). O mieloma faz parte de um espectro que a prova adora cobrar em tabelas: MGUS (gammopatia monoclonal de significado indeterminado) tem proteína M menor que 30 g/L, plasmócitos medulares menores que 10% e ausência de critérios CRAB; mieloma indolente (smoldering) tem proteína M de 30 g/L ou mais ou plasmócitos entre 10 e 60%, sem CRAB nem biomarcadores de malignidade; mieloma sintomático exige plasmócitos clonais de 10% ou mais (ou plasmocitoma comprovado) mais um evento CRAB ou SLiM. Completam o diferencial o plasmocitoma solitário ósseo ou extramedular, a amiloidose AL (cadeias leves que se depositam como fibrilas) e a macroglobulinemia de Waldenström (IgM, célula linfoplasmocitária).
| Entidade | Proteína M | Plasmócitos medulares | CRAB/SLiM | Conduta |
|---|---|---|---|---|
| MGUS | Menor que 30 g/L | Menores que 10% | Ausentes | Observação anual (risco de progressão de cerca de 1% ao ano) |
| Mieloma indolente (smoldering) | 30 g/L ou mais | 10 a 60% | Ausentes | Seguimento próximo a cada 3-4 meses; ensaios de intervenção precoce em alto risco |
| Mieloma sintomático | Qualquer (pode ser não secretor) | 10% ou mais (ou plasmocitoma) | Pelo menos um critério CRAB ou SLiM | Tratamento imediato com terapia sistêmica |
| Plasmocitoma solitário | Ausente ou pequena | Ausentes | Lesão única, sem doença sistêmica | Radioterapia local ou cirurgia; reavaliar progressão |
| Amiloidose AL | Cadeias leves livres frequentemente | Infiltrado plasmocitário menor | Sem CRAB clássico; sinais de depósito | Quimioterapia antiplasmocitária + suporte de órgãos |
A célula de origem é um linfócito B pós-germinal que diferencia em plasmócito transformado. Alterações citogenéticas dividem os casos em dois grupos: hiperdiplóides (cerca de 50 a 60%, com trissomias de cromossomos ímpares e melhor prognóstico) e não hiperdiplóides com translocações do locus da cadeia pesada em 14q32, como t(4;14), t(14;16) e t(14;20), associadas a risco mais alto. A interação do plasmócito com o microambiente medular via moléculas de adesão e citocinas, sobretudo IL-6, sustenta a sobrevivência tumoral. Cada manifestação CRAB tem um mecanismo: a doença óssea resulta de ativação osteoclástica por RANKL com inibição simultânea da formação óssea pela proteína DKK1, produzindo lesões puramente líticas (em saca-bocados) que não aparecem bem na cintilografia; a anemia vem da infiltração medular e do aumento de hepcidina; a hipercalcemia decorre da reabsorção óssea; e a lesão renal típica é a nefropatia por cilindros, em que cadeias leves livres precipitam com a proteína de Tamm-Horsfall nos túbulos distais, agravada por desidratação, AINEs, contraste iodado e hipercalcemia. A imunossupressão por imunoparesia (supressão das imunoglobulinas não envolvidas) predispõe a infecções por pneumococo e outros encapsulados, e a hiperviscosidade, mais frequente em IgA (que tende a polimerizar), gera sintomas neurológicos, visuais e insuficiência cardíaca.
Ao diagnóstico, cerca de 70 a 80% dos pacientes têm anemia e doença óssea; 20 a 40% apresentam insuficiência renal (creatinina maior que 2 mg/dL ou clearance menor que 40 mL/min) e 15 a 30% hipercalcemia. A queixa mais comum é dor óssea, sobretudo lombar e costal, de padrão persistente e noturno, por lesões líticas ou fraturas por compressão vertebral (presentes em até 60% em algum momento da doença). Outras manifestações: fadiga e palidez (anemia), polidipsia, constipação e confusão (hipercalcemia), oligúria e edema (nefropatia), infecções de repetição (imunoparesia, com pneumonia pneumocócica e pielite por E. coli como portas de entrada clássicas), compressão medular epidural em cerca de 5 a 10% (emergência oncológica) e, na amiloidose associada, macroglossia, púrpura periorbitária, síndrome nefrítica e neuropatia. Hiperviscosidade com viscosidade sérica acima de 4 a 5 centipoise cursa com visão embaçada, cefaleia e sangramentos mucosos. A forma de só cadeias leves pode cursar com proteinúria de cadeias leves e EAS de fita reagente negativo, porque a fita detecta albumina e não globulinas, pegadinha clássica de prova.
O diagnóstico exige plasmócitos clonais de 10% ou mais na medula óssea (ou plasmocitoma confirmado por biópsia) mais pelo menos um evento de dano orgânico CRAB ou um biomarcador SLiM de malignidade. CRAB: cálcio sérico corrigido maior que 11 mg/dL (ou 0,25 mg/dL acima do limite superior do laboratório); disfunção renal com creatinina maior que 2 mg/dL ou clearance menor que 40 mL/min; anemia com hemoglobina menor que 10 g/dL ou 2 g/dL abaixo do limite inferior; lesões ósseas líticas em pelo menos uma lesão maior que 5 mm em imagem moderna. SLiM: plasmócitos clonais Sixty percent ou mais (60%); cadeias leves livres séricas envolvidas com razão anormal maior ou igual a 100 (com concentração da cadeia envolvida de pelo menos 100 mg/L); mais de uma lesão focal (More than one) na ressonância ou PET-TC. A propedêutica mínima inclui eletroforese de proteínas séricas com imunofixação, dosagem de cadeias leves livres séricas, eletroforese e imunofixação de urina de 24 horas (Bence Jones), mielograma ou biópsia de medula com imunofenotipagem (plasmócitos CD38 e CD138 positivos), FISH para del(17p), t(4;14), t(14;16), ganho de 1q e t(11;14), e imagem de corpo inteiro por TC de baixa dose, ressonância ou PET-TC, que substituíram o mapa radiográfico convencional por detectarem lesões focais com sensibilidade muito maior (as radiografias simples perdem até metade das lesões). Completam o rastreio: hemograma, creatinina, cálcio, albumina, ácido úrico, desidrogenase lática, beta-2-microglobulina e imunoglobulinas quantitativas.
Diferenciais que aparecem na prova: metástases ósseas de carcinoma (envolvem cortical com padrão diferente, sem proteína M e com citologia de carcinoma); amiloidose AL; macroglobulinemia de Waldenström (IgM, sintomas de hiperviscosidade, linfoplasmocitose); linfoma; e causas reacionais de gamopatia policlonal (hepatite C, HIV, doenças autoimunes). MGUS com proteína M menor que 15 g/L, IgG e cadeias leves normais pode ser acompanhada clinicamente sem referenciação imediata.
O estadiamento clássico de Durie-Salmon (1982) baseava-se em massa tumoral estimada por hemoglobina, cálcio, proteína M e radiografias, ainda citado em provas antigas. O ISS (2005) simplificou com beta-2-microglobulina e albumina: estádio I tem beta-2-microglobulina menor que 3,5 mg/L e albumina maior ou igual a 3,5 g/dL; estádio III tem beta-2-microglobulina maior ou igual a 5,5 mg/L; o estádio II é todo o resto. O R-ISS (2015), padrão atual, soma ao ISS a desidrogenase lática elevada (acima do limite do laboratório) e a citogenética de alto risco por FISH (del(17p), t(4;14), t(14;16)): R-ISS I exige ISS I, LDH normal e citogenética padrão; R-ISS III é ISS III com LDH alta ou citogenética de alto risco. Sobrevida global em 5 anos nas coortes originais: aproximadamente 82% no R-ISS I, 62% no R-ISS II e 40% no R-ISS III. A doença mínima residual avaliada por citometria de fluxo de próxima geração ou sequenciamento de novo diagnóstico (capazes de detectar uma célula leucêmica em 100 mil a 1 milhão) é o prognosticador mais potente pós-terapia e norteia a estratégia de tratamento até progressão.
Trata-se o mieloma sintomático; MGUS e mieloma indolente de risco padrão acompanham-se clinicamente. A primeira decisão é a elegibilidade ao transplante autólogo de progenitores hematopoiéticos (TMO-auto), definida por idade biológica (corte usual de 65 a 70 anos), performance status e comorbidades, não pela idade cronológica isolada. Candidatos a transplante recebem indução com tríplice terapia por 3 a 4 ciclos: esquema VRd com bortezomibe 1,3 mg por metro quadrado subcutâneo nos dias 1, 4, 8 e 11 de ciclo de 28 dias (dose cheia na 1ª semana de cada ciclo na versão VRd-lite para frágeis), lenalidomida 25 mg por via oral nos dias 1 a 21 e dexametasona 20 mg por semana (dias 1, 4, 8 e 11). A adição de daratumumabe (anticorpo anti-CD38, 1800 mg subcutâneo fixo semanal nos ciclos 1 a 8 e depois a cada 2 semanas) induz respostas mais profundas e taxas maiores de doença mínima residual negativa. Após a coleta de células por aférese (mobilização com fator estimulador de colônias com ou sem plerixafor), faz-se o condicionamento com melfalano 200 mg por metro quadrado intravenoso em dose única e reinfusão autóloga. A manutenção com lenalidomida 10 a 15 mg por dia, 21 dias a cada 28, até progressão ou toxicidade, reduz risco de progressão e mortalidade (meta-análise de ensaios com benefício de sobrevida). Não elegíveis ao transplante (frágeis ou idosos): daratumumabe com lenalidomida e dexametasona (DRd) para os aptos, ou esquemas com bortezomibe, melfalano e prednisona (VMP com bortezomibe 1,3 mg/m2 subcutâneo duas vezes por semana na fase de indução) naqueles com restrição a lenalidomida.
| Fármaco | Classe | Dose e via típicas | Toxicidades que caem em prova |
|---|---|---|---|
| Bortezomibe | Inibidor de proteassoma de primeira geração | 1,3 mg/m2 subcutâneo, dias 1, 4, 8 e 11 de ciclo de 28 dias | Neuropatia periférica (menor por via subcutânea), herpes zoster (exige profilaxia com aciclovir), trombocitopenia |
| Carfilzomibe | Inibidor de proteassoma de segunda geração | 20 mg/m2 na 1ª dose, depois 27 a 56 mg/m2 intravenoso, dias 1, 2, 8, 9, 15 e 16 | Cardiotoxicidade (insuficiência cardíaca, hipertensão), menos neuropatia |
| Lenalidomida | Imunomodulador (IMiD) | 25 mg por oral, dias 1 a 21 de ciclo de 28; manutenção 10-15 mg | Mielossupressão, tromboembolismo (exige profilaxia), teratogenicidade (programa de risco fetal) |
| Pomalidomida | IMiD de segunda geração | 4 mg por oral, dias 1 a 21, combinado a dexametasona | Mielossupressão e tromboembolismo, uso em recaída |
| Daratumumabe | Anticorpo monoclonal anti-CD38 | 1800 mg subcutâneo fixo: semanal (ciclos 1-8), depois a cada 2 semanas e mensal | Reações à infusão (menores por via subcutânea), interfere em testes de Coombs e no pareamento de doadores |
| Melfalano | Alquilante | 200 mg/m2 intravenoso em dose única (condicionamento de TMO-auto) | Mucosite intensa e imunossupressão prolongada; em idosos, associa-se a mielodisplasia secundária em esquemas crônicos |
| Dexametasona | Corticoide | 20 a 40 mg por semana, ajustada à fragilidade | Hiperglicemia, psicose, miopatia, risco infeccioso; reduzir dose em idosos frágeis |
No mieloma em recaída ou refratário, a sequência depende do tempo desde a última terapia e do mecanismo: combinações à base de daratumumabe, carfilzomibe ou isatuximabe com lenalidomida ou pomalidomida; inibidor exportin-1 (selinexor); e as plataformas imunológicas novas, como os anticorpos biespecíficos anti-BCMA x CD3 (teclistamabe, elranatamabe) e as terapias CAR-T anti-BCMA (idecabtagene vicleucel e citacabtagene autoleucel), aprovadas após duas ou mais linhas e capazes de respostas duráveis em doença tripla-refratária. Para a prova de graduação, o essencial é a lógica: indução tripla (ou quádrupla com daratumumabe), transplante nos elegíveis, manutenção até progressão e troca de classe de fármacos a cada recaída.
O intestino dialoga com a doença plasmocitária por meio da imunorregulação: em modelos pré-clínicos, Calcinotto e colegas demonstraram que bactérias comensais que induzem células produtoras de interleucina 17 (linfócitos Th17) cooperam com eosinófilos para acelerar a progressão do mieloma, enquanto a depleção da microbiota ou a neutralização de IL-17 reduz o crescimento tumoral. Estudos clínicos pequenos descrevem disbiose em pacientes com MGUS e mieloma, com perda de produtoras de butirato, e há dados emergentes de que a composição microbiana influencia a toxicidade e a resposta às terapias imunomoduladoras e aos anticorpos, além do risco de infecções durante a quimioterapia. Nenhuma intervenção (probióticos, transplante de microbiota) tem indicação estabelecida fora de ensaios clínicos, mas o tema ilustra a translação da imunologia do microambiente para o tratamento, e é justo o tipo de conexão interdisciplinar que aparece em questões modernas de hematologia.
Apesar dos avanços, o mieloma permanece incurável na prática: praticamente todos os pacientes recaem. Desfechos dependem de estadiamento R-ISS, resposta (doença mínima residual negativa), idade e aptidão; candidatos a transplante hoje têm sobrevidas medianas que excedem 6 a 10 anos em coortes recentes, enquanto R-ISS III mantém prognóstico sombrio. O seguimento na doença estável inclui proteinograma, cadeias leves, hemograma, creatinina e cálcio a cada 3 a 4 meses, e reimagem diante de novos sintomas. Complicações tardias: segundas neoplasias (leve excesso com lenalidomida em manutenção, que não justifica suspender), neuropatia residual, osteonecrose de mandíbula com antirreabsortivos, doença renal crônica terminal e fraturas por fragilidade. A prova moderna cobra sobretudo: proteína M e CRAB para diagnosticar; razão de cadeias leves maior ou igual a 100 e plasmócitos de 60% como gatilhos de tratamento mesmo sem sintomas; R-ISS como estadiamento; VRd, daratumumabe, TMO-auto com melfalano 200 mg/m2 e manutenção com lenalidomida como coluna vertebral do tratamento; EAS de fita negativo com proteinúria de Bence Jones como pegadinha clássica.
1.Qual critério SLiM do IMWG autoriza o tratamento de mieloma múltiplo em paciente sem nenhuma manifestação CRAB?
2.Paciente com suspeita de mieloma tem EAS de fita reagente praticamente negativo, mas creatinina elevada e proteinúria confirmada por razão proteína/creatinina. Qual o mecanismo?
3.O estadiamento R-ISS adiciona ao ISS quais elementos?
4.Qual citogenética por FISH NÃO faz parte do grupo de alto risco do R-ISS?
5.A indução padrão para candidato a transplante autólogo no Brasil e nas diretrizes internacionais é o VRd. Qual a apresentação correta do esquema?
6.Qual é a dose de condicionamento padrão do transplante autólogo no mieloma?
7.A lesão renal clássica do mieloma é:
8.Paciente em uso de lenalidomida com baixo risco trombótico deve receber qual profilaxia?
9.O ensaio DETERMINATION comparou RVd com ou sem transplante autólogo, ambos com manutenção. Qual foi o principal resultado?
10.Sobre a microbiota intestinal no mieloma, qual afirmação é suportada pela evidência atual?
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