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Revisão completa das grandes síndromes geriátricas — fragilidade, sarcopenia, quedas, delirium, incontinência urinária e polifarmácia — com critérios diagnósticos, escores, pontos de corte, doses de drogas e protocolo de deprescrição. Inclui a fisiopatologia da iatrogenia e os números que caem em prova.
[1] Inouye SK, Studenski S, Tinetti ME, Kuchel GA. Geriatric syndromes: clinical, research, and policy implications of a core geriatric concept. J Am Geriatr Soc. 2007;55(5):748-62 · DOI 10.1111/j.1532-5415.2007.01156.x | [2] American Geriatrics Society Beers Criteria Update Expert Panel. American Geriatrics Society 2023 updated AGS Beers Criteria for potentially inappropriate medication use in older adults. J Am Geriatr Soc. 2023;71(7):2052-81 · DOI 10.1111/jgs.18348 | [3] O'Mahony D, Cherubini A, Guiteras AR, et al. STOPP/START criteria for potentially inappropriate prescribing in older people: version 3. Eur Geriatr Med. 2023;14(4):625-32 · DOI 10.1007/s41999-023-00777-y | [4] Cruz-Jentoft AJ, Bahat G, Bauer J, et al. Sarcopenia: revised European consensus on definition and diagnosis (EWGSOP2). Age Ageing. 2019;48(1):16-31 · DOI 10.1093/ageing/afy169 | [5] Montero-Odasso M, van der Velde N, Martin FC, et al. World guidelines for falls prevention and management for older adults: a global initiative. Age Ageing. 2022;51(9):afac205 · DOI 10.1093/ageing/afac205 | [6] Inouye SK. Delirium in older persons. N Engl J Med. 2006;354(11):1157-65 · DOI 10.1056/NEJMcp055921 | [7] Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Cadernos de Atenção Básica nº 19. Brasília: MS; 2006 · DOI 10.1111/j.1532-5415.2007.01156.x
O Brasil envelhece em ritmo acelerado: o Censo de 2022 registrou 10,9% da população com 65 anos ou mais, contra 7,4% em 2010. Nessa faixa etária, as doenças crônicas isoladas explicam apenas parte do risco — o que realmente determina desfechos é o acúmulo de déficits que se expressa nas síndromes geriátricas: fragilidade, quedas, delirium, incontinência urinária, sarcopenia e polifarmácia. O conceito foi formalizado por Sharon Inouye e colegas em 2007: síndromes geriátricas são condições multifatoriais que surgem quando a reserva funcional acumulada de múltiplos sistemas cai abaixo de um limiar crítico, e não doenças de um único órgão. Para a prova e para a enfermaria, dominar esse raciocínio muda a conduta: o idoso que cai, se confunde ou enxerga mal não precisa apenas de um exame de imagem — precisa de avaliação multidimensional.
Síndrome geriátrica é um quadro clínico multifatorial — fragilidade, queda, delirium, incontinência, sarcopenia — que não se explica por uma única doença de órgão. O modelo de Inouye propõe que esses quadros resultam da soma de comprometimentos em múltiplos sistemas (reserva fisiológica acumulada) sobre os quais atuam fatores de risco compartilhados: idade avançada, comprometimento cognitivo, comprometimento funcional e mobilidade reduzida. A consequência prática é dupla: primeiro, o tratamento exige identificar e atacar vários fatores ao mesmo tempo; segundo, a mesma intervenção (exercício, revisão de medicamentos, correção sensorial) beneficia várias síndromes simultaneamente. A iatrogenia atravessa todas elas: no idoso com reserva limitada, cada fármaco, sonda e dia de leito cobra um preço desproporcional.
| Síndrome | Apresentação típica | Rastreio à beira do leito |
|---|---|---|
| Fragilidade | Exaustão, perda de peso, lentidão, vulnerabilidade a internações | Fenótipo de Fried (5 critérios) ou Clinical Frailty Scale |
| Sarcopenia | Fraqueza e lentidão sem explicação por doença única | SARC-F ≥4 pontos + dinamometria de preensão palmar |
| Quedas | Queda no último ano; medo de cair; marcha insegura | Perguntar diretamente por quedas + Timed Up and Go (TUG) |
| Delirium | Confusão de início agudo e curso flutuante | CAM — Confusion Assessment Method |
| Incontinência urinária | Perda de urina ao esforço, com urgência ou em gotejamento | Diário miccional e questionário ICIQ |
| Polifarmácia | ≥5 medicamentos; receitas duplicadas; adesão confusa | Revisar todas as receitas (inclusive isentos de prescrição) a cada contato |
| Desnutrição | Perda de peso involuntária; apatia; roupas largas | MUST ou Mini Nutritional Assessment (MNA-SF) |
| Declínio cognitivo | Esquecimentos progressivos; repetição de perguntas | Mini-Cog ou rastreio cognitivo anual a partir dos 65 anos |
Fragilidade é um estado de homeostase reduzida e maior vulnerabilidade a estressores, associado a risco aumentado de quedas, hospitalização, institucionalização e morte. No estudo de coorte que gerou o fenótipo de Fried (Cardiovascular Health Study), a prevalência em idosos comunitários foi de cerca de 7%, subindo fortemente com a idade; o estado pré-frágil acomete 40 a 50% dos idosos e é parcialmente reversível, o que justifica rastrear e intervir cedo. Existem duas definições operacionais principais: o fenótipo físico de Fried (5 critérios) e o índice de déficits acumulados de Rockwood, que soma 30 a 70 déficits clínicos e laboratoriais (proporção de déficits presentes = índice de fragilidade; valores ≥0,25 indicam fragilidade). A Clinical Frailty Scale (1 a 9 pontos, baseada em descrições funcionais) é a forma rápida à beira do leito: escores ≥5 definem fragilidade.
| Critério de Fried | Como medir | Ponto de corte habitual |
|---|---|---|
| Perda de peso | Peso atual comparado ao peso de 1 ano antes | Involuntária: ≥4,5 kg ou ≥5% do peso corporal em 1 ano |
| Exaustão | Duas perguntas do CES-D sobre esforço e vontade de fazer coisas | Resposta frequentemente ou na maior parte do tempo |
| Fraqueza | Dinamometria de preensão palmar | Quintil inferior ajustado por sexo e índice de massa corporal |
| Lentidão | Tempo para caminhar 4,57 metros (15 pés) | Quintil inferior ajustado por sexo e altura |
| Baixa atividade física | Questionário de atividades da semana anterior | Quintil inferior por sexo |
Interpretação: 3 ou mais critérios = idoso frágil; 1 ou 2 = pré-frágil; 0 = robusto. O manejo da fragilidade é multinível: exercício de resistência progressiva 2 a 3 vezes por semana (a única intervenção com benefício consistente em força, mobilidade e mortalidade), proteína dietética de 1,0 a 1,2 g/kg/dia distribuída ao longo do dia (com cautela na doença renal crônica avançada), reposição de vitamina D quando deficiente, correção de déficits sensoriais e revisão ativa de medicamentos que causam fadiga, sedação e anorexia. Não existe fármaco aprovado para fragilidade; prescrever testosterona ou outros anabólicos para esse fim não é conduta baseada em evidência.
A sarcopenia é doença muscular progressiva, e não sinônimo de envelhecimento normal: envolve perda de massa e, mais importante, de força e de desempenho físico, com risco de incapacidade, quedas e morte. O consenso europeu EWGSOP2 (2019) mudou a lógica diagnóstica ao colocar a FORÇA como parâmetro principal — um idoso pode ter massa muscular preservada na densitometria e ainda assim ser sarcopênico se tiver força baixa. O algoritmo em três passos é o mais cobrado em prova.
Os mecanismos incluem inatividade, inflamação de baixo grau (IL-6), resistência anabólica à insulina e à proteína, deficiência de vitamina D, hipogonadismo, denervação e uso de corticoides. O tratamento de primeira linha é o exercício de resistência progressiva; a nutrição fornece 1,0 a 1,2 g/kg/dia de proteína, idealmente 20 a 25 g por refeição com fonte de leucina, e vitamina D 800 a 1000 UI/dia quando há deficiência. Não há fármaco consolidado: inibidores de miostatina, testosterona e outros permanecem experimentais para essa indicação.
Cerca de 30% dos idosos comunitários com 65 anos ou mais caem a cada ano, proporção que chega a 50% acima dos 80 anos. Aproximadamente 5% das quedas resultam em fratura e 1% em fratura de quadril, cuja mortalidade em 1 ano fica entre 20 e 30%. Queda prévia duplica o risco de nova queda — por isso, toda anamnese geriátrica deve perguntar explicitamente por quedas no último ano, pois o evento é sistematicamente subnotificado por vergonha e medo de institucionalização. Diferencie sempre queda por instabilidade (síndrome geriátrica) de síncope (causa cardiovascular ou neurológica) e de acidente circumstancial.
Na avaliação, aplique o Timed Up and Go (TUG): levantar da cadeira, caminhar 3 metros, voltar e sentar; tempo ≥13,5 segundos associa-se a risco aumentado de quedas. Complemente com teste de levantar da cadeira 5 vezes, verificação de hipotensão ortostática (queda de pressão sistólica ≥20 mmHg ou diastólica ≥10 mmHg entre deitado e 3 minutos em pé), exame dos pés e calçados, teste de visão e inspeção do ambiente doméstico. O manejo segue as diretrizes mundiais de quedas de 2022: exercício multicomponente (força mais equilíbrio, como taichi) por pelo menos 6 meses como intervenção central, descontinuação de psicotrópicos, correção de déficit visual (a cirurgia de catarata reduz quedas), modificações ambientais e, em institucionalizados de alto risco, protetores de quadril.
Delirium é distúrbio da atenção e da consciência de início agudo (horas a dias), curso flutuante e causa orgânica identificável. Atinge de 10 a 40% dos idosos em enfermarias e até 70 a 80% em UTI, e é independemente associado a internação mais longa, institucionalização, declínio cognitivo persistente e mortalidade. Classifica-se em hiperativo (agitação, alucinações — o que ninguém deixa de notar), hipoativo (apatia, letargia, redução de resposta — o mais comum, o menos reconhecido e o de pior prognóstico) e misto (alternância dos dois). Delirium e demência se relacionam: demência é o maior fator de risco para delirium, e episódios repetidos de delirium aumentam o risco de demência — relação bidirecional muito cobrada em prova.
A fisiopatologia é o modelo predisponentes vezes precipitantes: um cérebro jovem tolera grandes insultos sem delirium, enquanto um cérebro idoso e vulnerável (demência, déficit sensorial, idade avançada) descompensa com insultos pequenos — infecção urinária, retenção urinária, constipação, troca de ambiente, privação de sono ou de óculos. Precipitantes a rastrear sistematicamente: infecção (ITU, pneumonia), desidratação, distúrbios eletrolíticos (sódio, cálcio), hipoxemia, drogas (anticolinérgicos, opioides, benzodiazepínicos, corticoides), dor, retenção urinária e fecal, restrição de mobilidade e uso de cateteres e contenções.
Tratamento: a primeira medida é sempre identificar e tratar a causa e usar medidas não farmacológicas (reorientação, presença de familiar, iluminação diurna, sono noturno protegido, óculos e aparelhos, deambulação, retirada de cateteres e contenções). Fármacos ficam reservados para agitação que ameaça a segurança: haloperidol em doses baixas (0,25 a 0,5 mg por via oral ou intramuscular, com reavaliação) ou quetiapina 25 mg por via oral. Benzodiazepínicos estão formalmente contraindicados no delirium, exceto em abstinência de álcool ou benzodiazepínico e no delirium tremens. Sedar o delirium hipoativo com hipnótico é erro clássico: piora o quadro.
A incontinência urinária afeta de 15 a 30% dos idosos na comunidade e mais da metade dos institucionalizados, e é sistematicamente subnotificada por vergonha. Antes de rotular como definitiva, afaste as causas transitórias resumidas no mnemônico DIAPPERS: Delirium, Infection (ITU), Atrofia urogenital (atrofia vaginal e uretral), Pharmaceuticals (diuréticos, anticolinérgicos, sedativos, opioides), Psychological (depressão), Excess urine output (edemas que se mobilizam à noite, polidipsia, diabetes), Restricted mobility (barreiras de acesso) e Stool impaction (impactação fecal, que causa retenção por reflexo).
| Tipo | Mecanismo | Achado típico | Primeira linha |
|---|---|---|---|
| Esforço | Insuficiência do assoalho pélvico e do esfíncter uretral | Perda pequena ao tossir, espirrar ou levantar peso | Fisioterapia do assoalho pélvico; cirurgia (sling) se refratária |
| Urgência (bexiga hiperativa) | Contratilidade involuntária do detrusor | Vontade súbita e intensa com perda antes do banheiro | Treinamento vesical; antimuscarínico ou beta-3 agonista |
| Mista | Combinação dos dois mecanismos | Elementos dos dois padrões no diário miccional | Tratar primeiro o componente predominante |
| Transbordamento | Obstrução (hiperplasia prostática) ou bexiga hipotônica | Gotejamento contínuo com resíduo pós-miccional elevado | Tratar a obstrução; alívio vesical programado |
| Funcional | Trato urinário íntegro com barreiras de acesso | Idoso chega tarde ao banheiro por mobilidade ou cognição | Rotina de micção programada e adaptação ambiental |
Avaliação mínima: diário miccional de 3 dias, exame de urina, medida do resíduo pós-miccional (elevado sugere transbordamento) e teste do pad. No tratamento farmacológico da incontinência de urgência: oxibutinina 2,5 a 5 mg por via oral 2 a 3 vezes ao dia ou tolterodina 2 mg ao dia (antimuscarínicos — atenção à carga anticolinérgica cumulativa e ao risco de delirium e retenção) ou mirabegrona 25 a 50 mg ao dia (beta-3 agonista, preferencial no idoso frágil por não piorar cognição). Na incontinência de esforço, a fisioterapia do assoalho pélvico por pelo menos 3 meses precede qualquer opção cirúrgica.
Polifarmácia é classicamente definida como o uso de 5 ou mais medicamentos contínuos (10 ou mais define hiperpolifarmácia), mas o número isolado não conta a história: o problema é a prescrição inapropriada, que inclui fármacos de risco desproporcional ao benefício, duplicações e receitas sem indicação vigente. Reações adversas a medicamentos respondem por parcela relevante das internações de idosos — estimativas conservadoras apontam algo entre 5 e 10% — e a maioria é evitável. Dois conjuntos de critérios dominam a prática e as provas: os critérios de Beers (American Geriatrics Society, atualização 2023), que listam fármacos a evitar em ≥65 anos, e os critérios STOPP/START (versão 3, 2023), que somam 190 itens entre medicamentos para suspender (STOPP) e omissões de prescrição a corrigir (START).
| Fármaco de risco | Problema no idoso | Conduta preferencial |
|---|---|---|
| Benzodiazepínicos e hipnóticos Z | Quedas, fraturas, prejuízo cognitivo, dependência | Desmame lento; higiene do sono; melatonina |
| AINEs em uso crônico | Sangramento digestivo, lesão renal aguda, hipertensão | Paracetamol até 3 g/dia; analgésicos tópicos; revisar indicação |
| Glibenclamida | Hipoglicemia grave e prolongada por meia-vida longa | Metformina ajustada à função renal; inibidor de DPP-4 |
| Anticolinérgicos (amitriptilina, biperideno, antihistamínicos de 1ª geração) | Delirium, retenção urinária, constipação, boca seca, quedas | Somar a carga anticolinérgica total e substituir por alternativas |
| Digoxina em dose plena | Toxicidade: arritmias, náuseas, confusão, visão amarelada | Doses baixas; monitorar função renal, potássio e magnésio |
| Inibidor de bomba de prótons indefinido | Fraturas, deficiência de B12, enterocolite por Clostridioides difficile | Reavaliar indicação em 4 a 8 semanas e retirar sem indicação |
Cascata iatrogênica é a sequência em que um efeito adverso de um fármaco é interpretado como nova doença e tratado com outro fármaco. Exemplos canônicos: AINE prescrito para artralgia causa retenção de líquidos e hipertensão, que recebe um diurético, que causa hipocalemia; metoclopramida para saciedade precoce induz parkinsonismo, que recebe levodopa; donepezila gera urgência miccional, que recebe antimuscarínico, que precipita delirium. A regra prática que resolve prova e enfermaria: no idoso, todo sintoma novo que surge após a introdução de um fármaco é reação adversa até que se prove o contrário — e a primeira conduta é suspender ou reduzir, não acrescentar.
No idoso frágil, a hospitalização em si agride: cada dia de sonda vesical de demora aumenta em 3 a 7% o risco de bacteriúria significativa (a infecção do trato urinário associada a cateter é a infecção hospitalar mais evitável); a contenção mecânica aumenta quedas, delirium e lesões por pressão; o repouso no leito custa de 1 a 1,5% de força muscular por dia em idosos — dez dias de imobilização podem apagar a reserva funcional de meses; jejuns repetidos por exames desencadeiam desnutrição hospitalar; e o delirium pós-operatório é frequente após cirurgias de grande porte, sobretudo ortopédicas e cardíacas. Some-se a isso flebites, sondas nasogástricas, iatrogenia de procedimentos e erros de transcrição de receita.
A avaliação geriátrica ampla (AGA) é a avaliação multidimensional da condição médica, função (atividades básicas e instrumentais da vida diária), cognição, humor, nutrição, marcha e equilíbrio, fármacos, rede social e ambiente, seguida de plano terapêutico interdisciplinar. Revisões sistemáticas Cochrane mostram que idosos internados em unidades com AGA têm maior chance de estar vivos e em casa no seguimento, com menos deterioração funcional e institucionalização em comparação ao cuidado usual. Prognosticamente: fragilidade prediz hospitalização e morte; delirium associa-se a declínio cognitivo persistente e maior mortalidade; fratura de quadril mata 20 a 30% dos pacientes em 1 ano; incontinência e quedas repetidas são dos maiores preditores de institucionalização. Em contrapartida, o estado pré-frágil e a sarcopenia respondem a exercício em qualquer idade — ensaios com octogenários mostram ganhos consistentes de força e mobilidade.
1.Segundo o conceito moderno (Inouye, 2007), as síndromes geriátricas são melhor definidas como:
2.Qual item NÃO faz parte do fenótipo de fragilidade de Fried?
3.Pelo consenso EWGSOP2, a força de preensão palmar compatível com força baixa é:
4.Idoso de 78 anos, comunitário, sem deficiência de vitamina D documentada, pergunta o que fazer para evitar quedas. A conduta com melhor evidência é:
5.No Confusion Assessment Method (CAM), o diagnóstico de delirium exige:
6.O subtipo de delirium mais comum, menos reconhecido pela equipe e associado ao pior prognóstico é o:
7.Idoso internado com pneumonia apresenta delirium hipoativo. Qual conduta farmacológica é INCORRETA?
8.Polifarmácia em geriatria é classicamente definida pelo uso concomitante de:
9.Idoso recebe metoclopramida por saciedade precoce; um mês depois é diagnosticado com parkinsonismo e recebe levodopa. Essa sequência caracteriza:
10.A associação correta entre síndrome geriátrica e instrumento de avaliação é:
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