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Revisão completa dos beta-lactâmicos: mecanismo de ação nas proteínas ligadoras de penicilina, classificação de penicilinas, cefalosporinas por geração, carbapenêmicos e monobactâmicos com doses de adulto, farmacocinética tempo-dependente e infusão estendida, mecanismos de resistência (ESBL, AmpC, KPC, NDM, OXA-48), novas combinações com inibidores de beta-lactamase, condutas da IDSA para multirresistentes e princípios de uso racional e stewardship.
[1] Tamma PD, Aitken SL, Bonomo RA, et al. Infectious Diseases Society of America 2022 Guidance on the Treatment of Extended-Spectrum beta-Lactamase Producing Enterobacterales (ESBL-E), Carbapenem-Resistant Enterobacterales (CRE), and Pseudomonas aeruginosa with Difficult-to-Treat Resistance (DTR-P. aeruginosa). Clin Infect Dis. 2022;75(7):1871-1881 · DOI 10.1093/cid/ciac268 | [2] Bush K, Bradford PA. Interplay between beta-lactamases and new beta-lactamase inhibitors. Nat Rev Microbiol. 2019;17(5):295-306 · DOI 10.1038/s41579-019-0159-8 | [3] Papp-Wallace KM, Endimiani A, Taracila MA, Bonomo RA. Carbapenems: past, present, and future. Antimicrob Agents Chemother. 2011;55(11):4943-4960 · DOI 10.1128/AAC.00296-11 | [4] Shenoy ES, Macy E, Rowe T, Blumenthal KG. Evaluation and Management of Penicillin Allergy: A Review. JAMA. 2019;321(2):188-199 · DOI 10.1001/jama.2018.19283 | [5] Antimicrobial Resistance Collaborators. Global burden of bacterial antimicrobial resistance in 2019: a systematic analysis. Lancet. 2022;399(10325):629-655 · DOI 10.1016/S0140-6736(21)02724-0 | [6] Harris PNA, Tambyah PA, Lye DC, et al. Effect of Piperacillin-Tazobactam vs Meropenem on 30-Day Mortality for Patients With E coli or Klebsiella pneumoniae Bloodstream Infection Susceptible to Both Agents: The MERINO Randomized Clinical Trial. JAMA. 2018;320(10):984-994 · DOI 10.1001/jama.2018.10463 | [7] World Health Organization. WHO bacterial priority pathogens list, 2024. Geneva: WHO; 2024 · ISBN 978-92-4-009135-5 · who.int/publications/i/items/9789240091355 | [8] Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Boletim Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde: vigilância das IRAS e resistência microbiana. Brasília: Anvisa · gov.br/anvisa · DOI 10.1093/cid/ciac268
Os beta-lactâmicos são a família de antimicrobianos mais prescrita no mundo e também o palco central da crise de resistência: a análise do Global Burden of Disease estimou 4,95 milhões de mortes associadas e 1,27 milhão diretamente atribuíveis à resistência bacteriana em 2019, com enterobactérias resistentes a carbapenêmicos classificadas como patógenos de prioridade crítica pela OMS. Dominar essa classe exige integrar quatro camadas que as provas cobram juntas: o mecanismo de ação nas proteínas ligadoras de penicilina, o espectro e as doses de cada subclasse, os mecanismos de resistência mediados por beta-lactamases com suas siglas (ESBL, AmpC, KPC, NDM, OXA-48) e os princípios de uso racional que vão da escolha empírica à descalatação orientada por cultura.
Todos os beta-lactâmicos compartilham o anel beta-lactâmico de quatro membros, responsável pela atividade, e diferem nas cadeias laterais que determinam espectro, afinidade e suscetibilidade às beta-lactamases. São bactericidas que inibem as proteínas ligadoras de penicilina (PBPs), transpeptidases que cruzam as cadeias de peptidoglicano da parede bacteriana: ao bloquear a transpeptidação, impedem a síntese da parede e ativam autólise, já que as autolisinas bacterianas passam a agir sem oposição. A afinidade diferencial pelas PBP explica peculiaridades cobradas em prova: a PBP3 orienta a formação de filamentos bacterianos, a penicilina liga-se preferencialmente à PBP1 e o Staphylococcus aureus resistente à meticilina produz a PBP2a (codificada pelo gene mecA), que tem afinidade mínima por todos os beta-lactâmicos clássicos, com exceção das cefalosporinas antiestafilocócicas de última geração como a ceftarolina, que a inibe. Como agem sobre alvo presente apenas em bactérias em divisão, a atividade é tempo-dependente e não concentração-dependente.
| Subclasse | Representantes | Espectro essencial | Dose típica em adulto |
|---|---|---|---|
| Penicilinas naturais | Penicilina G cristalina, penicilina V oral | Estreptococos, Treponema pallidum, Actinomyces; pouco resistentes à penicilinase estafilocócica | Penicilina G 4 milhões de UI IV a cada 4 a 6 h; sífilis tardia e neurossífilis 18 a 24 milhões de UI/dia fracionada |
| Aminopenicilinas | Amoxicilina, ampicilina | Streptococcus, Enterococcus, Listeria, Haemophilus, E. coli sensível; destruídas por beta-lactamases | Amoxicilina 500 mg VO a cada 8 h; ampicilina 2 g IV a cada 4 a 6 h |
| Aminopenicilinas com inibidor | Amoxicilina-clavulanato, ampicilina-sulbactam | Amplo espectro com anaeróbios e cocos produtores de penicilinase | Amoxicilina-clavulanato 875/125 mg VO a cada 12 h; ampicilina-sulbactam 3 g IV a cada 6 h |
| Penicilinas antiestafilocócicas | Oxacilina, nafcilina, flucloxacilina | Staphylococcus aureus sensível à meticilina (MSSA); não cobrem MRSA nem gram-negativos | Oxacilina 2 g IV a cada 4 a 6 h; não requer ajuste renal expressivo |
| Penicilinas antipseudomonas | Piperacilina-tazobactam | Enterobactérias, Pseudomonas aeruginosa e anaeróbios; opção empírica ampla | 4,5 g IV a cada 6 h em 30 min ou infusão estendida de 4 h |
| Geração | Representantes | Espectro marcante | Dose típica em adulto |
|---|---|---|---|
| Primeira | Cefazolina, cefalexina, cefadroxila | Cocos gram-positivos e pouco E. coli; cefazolina é padrão de profilaxia cirúrgica | Cefazolina 2 g IV a cada 8 h; profilaxia 2 g até 60 min antes da incisão, no máximo 24 h |
| Segunda | Cefuroxima, cefoxitina, cefaclor | Gram-positivos com algum gram-negativo; cefoxitina cobre anaeróbios e é pressionada por AmpC | Cefuroxima 1,5 g IV a cada 8 h; cefoxitina 2 g IV a cada 6 h |
| Terceira | Ceftriaxona, cefotaxima, ceftazidima | Gram-negativos ampliados e SNC; ceftazidima acrescenta Pseudomonas; ceftriaxona não cobre Pseudomonas nem Enterococcus | Ceftriaxona 1 a 2 g IV a cada 24 h (meningite 2 g a cada 12 h); ceftazidima 2 g IV a cada 8 h |
| Quarta | Cefepima | Gram-negativos incluindo Pseudomonas com estabilidade a algumas AmpC, mais gram-positivos | Cefepima 1 a 2 g IV a cada 8 a 12 h; neutropenia febril 2 g a cada 8 h |
| Quinta e novas associações | Ceftarolina, ceftobiprole, ceftolozano-tazobactam, ceftazidima-avibactam, cefiderocol | Ceftarolina cobre MRSA por afinidade à PBP2a; ceftolozano-tazobactam é potente sobre Pseudomonas; ceftazidima-avibactam cobre KPC e OXA-48 | Ceftarolina 600 mg IV a cada 12 h; ceftazidima-avibactam 2,5 g IV a cada 8 h em infusão de 2 h |
Detalhes de prova sobre cefalosporinas: nenhuma cobre Enterococcus faecium nem Listeria, e apenas a ceftarolina cobre MRSA; a ceftriaxona é eliminada por via biliar e pode causar barro biliar e, em neonatos recebendo cálcio intravenoso, precipitação; a ceftazidima foi a primeira com atividade antipseudomonas; a cefepima atravessa bem o sistema nervoso central e é neurotóxica em disfunção renal, causando encefalopatia e mioclonias reconhecidas como neurotoxicidade associada à cefepima; e as cefalosporinas de terceira geração estão entre os principais fatores de risco para infecção por Clostridioides difficile.
Os carbapenêmicos têm o anel beta-lactâmico protegido por um núcleo trans-hidroxietila e um grupamento metil que confere estabilidade à maioria das beta-lactamases, incluindo ESBL e AmpC, e são o padrão-ouro para enterobactérias produtoras de ESBL em infecções graves. Doses de adulto: meropenem 1 g IV a cada 8 h (2 g a cada 8 h em infecção do sistema nervoso central, preferindo infusão estendida de 3 h), imipenem-cilastatina 500 mg IV a cada 6 h, ertapenem 1 g IV ou intramuscular a cada 24 h e doripenem 500 mg a cada 8 h. O ertapenem não cobre Pseudomonas aeruginosa, Acinetobacter baumannii nem Enterococcus, armadilha clássica. O imipenem é proconvulsivo em doses altas e na disfunção renal, e o ácido valproico tem seus níveis abolidos por carbapenêmicos, com risco de crise. O aztreonam, único monobactâmico em uso, atua apenas em aeróbios gram-negativos, inclusive Pseudomonas, preserva atividade contra NDM porque não é hidrolisado por metalo-beta-lactamases, e é a opção segura em alergia grave tipo anafilaxia à penicilina, já que sua estrutura tridimensional não compartilha determinantes IgE com os demais beta-lactâmicos.
Os beta-lactâmicos são bactericidas tempo-dependentes: o índice farmacodinâmico preditivo de sucesso é o tempo em que a concentração livre permanece acima da concentração inibitória mínima (fT maior que CIM), tipicamente 40% a 70% do intervalo entre doses conforme a subclasse, sem efeito pós-antibiótico relevante sobre gram-negativos. Consequentemente, estratégias que prolongam a exposição, como infusão estendida de 3 a 4 horas ou infusão contínua, otimizam a probabilidade de atingir o alvo, sobretudo em pacientes críticos com volume de distribuição e clearance aumentados; estudos observacionais de grande porte, como a coorte DALI, associaram o alcance do alvo a maior sobrevida. A distribuição é boa para pulmão, abdome e urina, e as cefalosporinas de terceira e quarta gerações, o meropenem e a ceftazidima alcançam níveis terapêuticos no líquor quando a meninge está inflamada; em contrapartida, praticamente todos os beta-lactâmicos exigem ajuste na disfunção renal, principal via de eliminação, com exceções notáveis como oxacilina, nafcilina e ceftriaxona.
O mecanismo dominante de resistência aos beta-lactâmicos é a produção de beta-lactamases, enzimas que hidrolisam o anel beta-lactâmico, classificadas por Ambler em classes A, B, C e D conforme homologia molecular, sendo a classe B a das metalo-beta-lactamases dependentes de zinco. Em enterobactérias, as ESBL (principalmente CTX-M, classe A) hidrolisam cefalosporinas de terceira geração e são inibidas pelo clavulanato, mas a presença de inibidor no antibiograma não garante eficácia clínica; as AmpC (classe C), cromossômicas e desreprimíveis em Enterobacter cloacae, Klebsiella aerogenes, Serratia e Citrobacter, hidrolisam cefoxitina e não são inibidas pelos inibidores clássicos; as carbapenemases destroem até os carbapenêmicos: KPC (classe A) é endêmica no Brasil desde o fim dos anos 2000, NDM (classe B) não é inibida por avibactam, OXA-48 (classe D) predomina em algumas regiões e mantém susceptibilidade apenas a ceftazidima-avibactam entre as combinações. Além das enzimas, contam a perda de porinas (OmpK35 e OmpK36), que somada a ESBL ou AmpC gera resistência aos carbapenêmicos, o efluxo ativo em Pseudomonas e a alteração do alvo, como a PBP2a do MRSA e os mosaicos de PBP do pneumoco resistente.
| Enzima | Classe de Ambler | O que hidrolisa | Inibidores ativos | Opção terapêutica típica |
|---|---|---|---|---|
| ESBL (CTX-M) | A | Cefalosporinas de terceira geração e aztreonam | Clavulanato, tazobactam, avibactam | Carbapenêmico em infecção grave ou bacteremia (MERINO) |
| AmpC | C | Cefoxitina e cefalosporinas de primeira a terceira geração | Avibactam e relebactam (não os clássicos) | Cefepima ou carbapenêmico conforme sensibilidade |
| KPC | A | Carbapenêmicos e quase todas as cefalosporinas | Avibactam, vaborbactam, relebactam | Ceftazidima-avibactam, meropenem-vaborbactam ou imipenem-relebactam |
| NDM | B (metalo) | Carbapenêmicos, mas não aztreonam | Nenhum inibidor disponível de rotina | Aztreonam combinado a avibactam; cefiderocol conforme sensibilidade |
| OXA-48 | D | Penicilinas e cefalosporinas, com hidrólise variável de carbapenêmicos | Avibactam | Ceftazidima-avibactam |
Na detecção, o laboratório usa triagem fenotípica com discos de mercopenem de baixa concentração, testes de sinergia com inibidores, mCIM e eCIM para diferenciar metalo enzimas, e métodos moleculares por PCR para confirmar o gene; o antibiograma e a comunicação obrigatória do achado de carbapenemase compõem a vigilância exigida pela Anvisa no Brasil, país com disseminação documentada de KPC em Klebsiella pneumoniae e emergência de NDM, o que reforça a prescrição criteriosa de carbapenêmicos como antibióticos de último recurso.
A diretriz da IDSA de 2022 organiza a conduta por fenótipo. Para ESBL-E, a cistite não complicada pode usar trimetoprim-sulfametoxazol, fluoroquinolona ou fosfomicina se sensíveis, mas a pielonefrite e qualquer infecção fora do trato urinário, inclusive bacteremia, preferem carbapenêmico; o ensaio MERINO demonstrou mortalidade em 30 dias de 12% com piperacilina-tazobactam contra 3,7% com meropenem na bacteremia por E. coli e Klebsiella sensíveis in vitro a ambos, arquivando o pip-tazo como terapia definitiva nessa situação. Para CRE, as opções preferenciais são ceftazidima-avibactam, meropenem-vaborbactam, imipenem-relebactam e cefiderocol quando sensíveis, reservando aminoglicosídeos, tigeciclina e polimixinas para casos sem alternativa. Para Pseudomonas de difícil tratamento (não suscetível a pip-tazo, ceftazidima, cefepima e aztreonam), preferir ceftolozano-tazobactam, ceftazidima-avibactam, imipenem-relebactam ou cefiderocol, sempre que possível em monoterapia eficaz confirmada por cultura.
O uso racional começa antes da prescrição: escolher espectro adequado ao sítio e à epidemiologia local, coletar culturas antes do antibiótico sempre que possível e definir duração prevista desde o primeiro dia. A classificação AWaRe da OMS separa os antimicrobianos em Acesso (por exemplo amoxicilina e cefazolina, preferenciais), Vigilância (maioria das cefalosporinas de terceira geração e carbapenêmicos, que devem ser preservados) e Reserva (ceftazidima-avibactam e cefiderocol, uso last-line), e o Brasil controla a dispensação de antimicrobianos com retenção de receita desde a RDC 20 de 2011 da Anvisa. Nos hospitais, os pilares são a descalatação guiada por cultura nas primeiras 48 a 72 horas, a conversão intravenosa para oral com fármacos de boa biodisponibilidade, o respeito a durações curtas respaldadas por ensaios (5 a 7 dias para pneumonia comunitária estável, 7 dias para pielonefrite e bacteremia de trato urinário sem complicações) e a profilaxia cirúrgica restrita à janela da incisão. A rotulação de alergia à penicilina merece ação ativa: cerca de 10% dos pacientes carregam o rótulo, mas mais de 90% o toleram ao serem testados, e o rótulo não verificado aumenta uso de antibióticos de amplo espectro, custos, infecção por C. difficile e MRSA; a revisão de Shenoy propõe estratificar em baixo risco (reação remota leve, sem sintomas sistêmicos) para desafio direto com amoxicilina, risco moderado para teste cutâneo com valor preditivo negativo acima de 95% e risco alto para avaliação alergológica.
As reações de hipersensibilidade dividem-se em imediatas IgE-mediadas, com urticária e anafilaxia nas primeiras horas, e tardias, como exantemas maculopapulares, drug rash com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS) e necrólise epidérmica tóxica; a reatividade cruzada real entre penicilinas e cefalosporinas com cadeias laterais diferentes é inferior a 2%, e cefalosporinas de terceira e quarta gerações podem ser usadas com segurança na maioria das alergias não graves, evitando-se apenas cefazolina e cefuroxima na alergia anafilática a amoxicilina ou ampicilina por semelhança de cadeia lateral. Além da hipersensibilidade, a classe causa nefrite intersticial aguda (metamicilina é o exemplo histórico), diarreia associada a C. difficile proporcional ao espectro, neurotoxicidade da cefepima em disfunção renal, convulsões do imipenem, hipoprotrombinemia com cefalosporinas que carregam cadeia laterais N-metiltiotetrazólica, barro biliar e precipitação com cálcio da ceftriaxona, e reação tipo dissulfiram com algumas cefalosporinas antigas. Vancomicina associada a piperacilina-tazobactam aumenta lesão renal aguda em comparação com vancomicina mais cefepima, detalhe que conecta farmacologia e nefrotoxicidade.
1.Qual é o mecanismo de ação bactericida dos antimicrobianos beta-lactâmicos?
2.Paciente com bacteremia por E. coli produtor de ESBL, sensível in vitro a piperacilina-tazobactam e meropenem. Qual a terapia definitiva preferida segundo a IDSA e o ensaio MERINO?
3.Qual cefalosporina apresenta atividade contra Staphylococcus aureus resistente à meticilina?
4.Sobre o ertapenem, qual afirmativa correta?
5.Enterobactéria produtora de NDM. Qual estratégia preserva melhor atividade antimicrobiana?
6.A cefoxitina resistente no antibiograma de Enterobacter cloacae sugere qual mecanismo?
7.Paciente em uso de cefepima para pneumonia nosocomial desenvolve confusão mental e mioclonias com creatinina elevada. Qual o diagnóstico a considerar?
8.Qual estratégia farmacodinâmica otimiza a terapia com beta-lactâmicos em pacientes críticos?
9.Paciente com histórico de rash remoto e leve após amoxicilina na infância precisa de cefazolina para profilaxia cirúrgica. Qual conduta correta?
10.Qual associação antimicrobiana tem maior risco de nefrotoxicidade quando combinada à vancomicina?
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