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Revisão completa da semiologia dermatológica: definições e dimensões de todas as lesões elementares primárias, secundárias e especiais, padrões de configuração e distribuição, manobras e sinais (Nikolsky, Asboe-Hansen, Auspitz, Darier, diascopia), correlação clinicopatológica, semiologia em populações de risco e critérios ABCDE de malignidade.
[1] Bolognia JL, Schaffer JV, Cerroni L. Dermatology. 4th ed. Philadelphia: Elsevier; 2018 | [2] Wolff K, Johnson RA, Saavedra AP. Fitzpatrick Color Atlas and Synopsis of Clinical Dermatology. 8th ed. New York: McGraw-Hill; 2017 | [3] Abbasi NR, Shaw HM, Rigel DS, et al. Early diagnosis of cutaneous melanoma: revisiting the ABCD criteria. JAMA. 2004;292(22):2771-2776 · DOI 10.1001/jama.292.22.2771 | [4] INCA. Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA; 2022 · https://www.inca.gov.br | [5] Sociedade Brasileira de Dermatologia. Campanha Dezembro Laranja — câncer de pele · https://www.sbd.org.br · DOI 10.1001/jama.292.22.2771
A pele é o único órgão examinado inteiro a olho nu, e por isso a semiologia dermatológica é a mais visual da medicina: cerca de 1 em cada 3 a 4 consultas de atenção primária envolve queixa cutânea, e o câncer de pele não melanoma é de longe o tumor mais incidente do Brasil, com cerca de 220 mil casos novos por ano projetados para o triênio 2023-2025 pela Estimativa do INCA, dentro de um total de aproximadamente 704 mil cânceres por ano. Nomear a lesão com precisão não é pedantismo: mácula, pápula, vesícula e púrpura remetem a mecanismos e diagnósticos diferentes, e a descrição padronizada é o que permite o raciocínio morfológico, a comunicação entre médicos e o uso seguro da teledermatologia. A prova cobra definições com limiares de tamanho, a diferença entre lesões que palidecem e não palidecem à pressão e os sinais das dermatoses bolhosas.
A epiderme tem quatro camadas principais (córnea, granulosa, espinhosa e basal) e é avascular: por isso lesões exclusivamente epidérmicas eritematosas não existem, e alterações de cor que dependem de sangue se localizam na derme. A junção dermoepidérmica, com a membrana basal, é o plano de clivagem que separa as bolhas intraepidérmicas (frágeis, rotas com facilidade, como no pemfigo e na varicela) das bolhas subepidérmicas (tensas e integrais, como no penfigoide bolhoso e na dermatite herpetiforme). A derme papilar, frouxa e vascular, abriga os vasos que produzem eritema, púrpura e livedo; a derme reticular e o subcutâneo abrigam os nódulos das paniculites e o eritema nodoso.
Os anexos participam da semiologia: o folículo pilosebáceo explica os comedões da acne e a distribuição do acne no rosto, tórax e dorso; as glândulas écrinas explicam as vesículas sudsaminosas (miliária); e o acometimento ungueal (pittings em gota de vela do psoríase, onicólise, hiperceratose subungueal) e do couro cabeludo orienta doenças que a inspeção do tronco sozinha perderia. Examine sempre pele cabelluda, palmas, plantas, unhas e mucosas: melanomas acrais e doenças sistêmicas se escondem nesses sítios.
Lesão primária é aquela que surge sobre pele previamente normal e carrega o maior valor diagnóstico. Decore o limiar de 1 cm, que separa três pares: mácula e mancha, pápula e placa, vesícula e bolha. A pápula é elevada por acúmulo de células, fluido ou depósitos na derme superior ou epiderme; a placa é quase sempre a confluência de pápulas em superfície plana elevada maior que 1 cm, como as placas do psoríase.
| Lesão | Definição | Dimensão | Exemplos clássicos |
|---|---|---|---|
| Mácula | Alteração de cor sem elevação nem depressão, não palpável | Menor que 1 cm | Efélides, mácula hipocrômica hansênica, mancha rubi (petéquia inicial) |
| Mancha (patch) | Alteração de cor plana, não palpável | Maior ou igual a 1 cm | Vitiligo extenso, pitiríase versicolor, mancha em vinho do porto |
| Pápula | Lesão elevada, sólida, bem delimitada | Menor que 1 cm | Líquen plano, molusco contagioso, pápula sifilítica |
| Placa | Lesão elevada de superfície plana, confluência de pápulas | Maior ou igual a 1 cm | Psoríase em placas, micose superficial, eczema numular crônico |
| Nódulo | Lesão sólida, palpável, profunda (derme ou hipoderme), arredondada | Maior que 1 cm | Eritema nodoso, nódulo reumatoide, cisto inflamado |
| Tumor | Nódulo de maior volume, geralmente neoplásico | Vários centímetros | Fibrossarcoma, carcinomas cutâneos volumosos |
| Vesícula | Cavidade elevada com líquido claro, de paredes finas | Menor que 1 cm | Herpes simples, varicela, dermatite herpetiforme, miliária |
| Bolha (bulla) | Cavidade com líquido claro ou hemático, tensa ou flácida | Maior ou igual a 1 cm | Penfigoide bolhoso, pemfigo foliáceo, queimaduras de 2º grau |
| Pústula | Cavidade elevada com conteúdo purulento | Variável, habitualmente pequena | Foliculite, impetigo, acne inflamatória, pustulose palmoplantar |
| Urtica (pápula urticariforme) | Elevação edematosa, transitória, rosa ou pálida, com prurido | Milímetros a centímetros | Urticária aguda e crônica, dermografismo |
| Cisto | Cavidade fechada com revestimento epitelial e conteúdo líquido ou semissólido | Variável | Cisto epidermoide (sebáceo), cisto triquilemal, milium |
Some a essa lista a telangiectasia, lesão primária vascular: dilatação capilar, venular ou arteriolar visível, que desaparece completamente à diascopia e reaparece ao cessar a pressão, presente no lúpus cutâneo, na esclerodermia (telangiectasias em tampo de prego matriformes) e nas doenças com eritropoese anômala. A distinção entre conteúdo seroso (vesícula e bolha), purulento (pústula) e sangue (bolha hemática) orienta o diagnóstico diferencial e a conduta.
Lesões secundárias resultam da evolução da lesão primária, do ato de coçar, de infecção ou de tratamento, e costumam coexistir com as primárias. Duas distinções valem pontos de prova: erosão (perda de substância limitada à epiderme, que cicatriza sem cicatriz) versus úlcera (perda que atinge derme ou mais, que cicatriza com cicatriz); e escama (células córneas descamativas) versus crosta (resíduo seco de soro, sangue ou pus).
| Lesão secundária | Definição | Exemplo típico |
|---|---|---|
| Escama (escama) | Camadas de células córneas descamativas, secas ou gordurosas | Escama micácea prateada do psoríase; escama furfurácea da pitiríase versicolor |
| Crosta | Exsudato seco de soro, sangue ou pus sobre uma lesão | Crostas melicéricas amarelas do impetigo |
| Erosão | Perda de substância restrita à epiderme, sem cicatriz final | Erosões pós-vesícula do herpes simples e da epidermólise bolhosa |
| Úlcera | Perda de substância que alcança derme ou subcutâneo, com cicatriz | Úlcera venosa de perna, úlcera necrótica da piodermite gangrenosa |
| Excoriação | Erosão ou úlcera linear causada por coçar, com crosta punctiforme | Eczema e escabiose intensamente pruriginosos |
| Fissura | Fenda linear profunda que atravessa a epiderme | Queilite angular candidiásica, fissuras palmoplantares |
| Atrofia | Afinamento da epiderme, da derme ou do subcutâneo, com ou sem rugas | Atrofia secundária a corticosteroide tópico, estrias distensae |
| Cicatriz | Substituição do tecido lesado por colágeno fibroso, sem anexos | Cicatriz hipertrófica confinada e queloide que ultrapassa os limites da ferida |
| Liquenificação | Espessamento da pele com acentuação dos sulcos, por prurido crônico | Neurodermite (liquen simples crônico), eczema de longo curso |
A sequência temporal ajuda a datar a doença: vesículas rotas com erosões e crostas sugerem processo bolhoso agudo de curtos dias; liquenificação e escama espessa indicam prurido crônico de semanas a meses; atrofia e cicatrizes apontam doença pregressa. No relatório da lesão, descreva sempre as lesões primárias primeiro, porque elas carregam o diagnóstico, e as secundárias depois, porque indicam a fase e o manejo.
As lesões vasculares são o grupo em que a semiologia vira triagem de urgência. Petéquia é uma mácula hemorrágica puntiforme de até 3 mm; púrpura varia de 3 mm a 1 cm; equimose é maior que 1 cm. Todas decorrem de extravasamento de hemácias e, por isso, não palidecem à vitropressão (diascopia), ao contrário do eritema inflamatório, que é vasodilatação e desaparece sob a lâmina. Púrpura palpável (as lesões se elevam à palpação) indica vasculite de pequenos vasos, tipicamente vasculite leucocitoclástica e púrpura de Henoch-Schönlein (IgA) na criança com artralgia, dor abdominal e hematúria.
Outros padrões vasculares úteis: livedo reticular (retículo arroxado, fisiológico pelo frio ou patológico, como na síndrome antifosfolípide e na crioglobulinemia), erisipela com placas eritematosas de bordas elevadas e bem demarcadas, e o eritema que se apaga à pressão das doenças exantemáticas virais, como o megaloeritema da parvovírus B19 e o exantema súbito (roséola) da criança pequena.
Depois de nomear a lesão, descreva como ela se agrupa (configuração) e onde ela vive (distribuição). Esses dois eixos transformam uma lesão banal em diagnóstico: pápulas eritematosas dispostas em anel com borda ativa e clareamento central sugerem tinha corporal; vesículas agrupadas em buquê sobre base eritematosa, herpes simples; e pápulas em linha sobre escoriações, fenômeno de Koebner de psoríase ou líquen plano.
| Configuração | Descrição | Exemplos clássicos |
|---|---|---|
| Anular | Lesões em anel com borda ativa e centro clareado | Tinha corporal, psoríase anular, granuloma anular |
| Linear | Lesões em linha, seguindo trauma ou inoculação | Fenômeno de Koebner (psoríase, líquen plano), larva migrans cutânea |
| Herpetiforme | Vesículas agrupadas em buquês sobre base eritematosa | Herpes simples, dermatite herpetiforme |
| Dermatomal | Distribuição em faixa unilateral de uma raiz nervosa | Herpes zoster, raramente zosteriforme em linfoma cutâneo |
| Em alvo (irisado) | Placas com anéis concêntricos de cores alternadas | Eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson |
| Girado ou figurado | Bordas policrotas que mudam de forma em horas ou dias | Urticária, eritema anular centrífugo |
| Serpiginoso | Trilhado sinuoso que avança de um lado | Larva migrans cutânea (bicho geográfico), escabiose |
| Reticular | Padrão em rede ou malha | Livedo reticular, líquen plano oral (retículo branco na mucosa) |
Na distribuição, memorize as associações que as bancas adoram: fotoexposta (lúpus cutâneo, fotodermatoses, porfiria cutânea tarda, dermatomiosite com heliotrópio) versus poupada de sol; intertriginosa (candidíase, intertrigo, doença de Hailey-Hailey) nas dobras; extensora nos cotovelos e joelhos (psoríase) versus flexural nas dobras antecubital e poplítea (dermatite atópica); acral em mãos e pés (sífilis secundária, vasculites, melanoma acral, mão-pé-boca); e couro cabeludo, unhas e região lombossacral no psoríase. Em crianças com prurido noturno, comece pelos espaços interdigitais e o exame dos contatos domiciliares.
O exame segue a ordem observe, palpe, comprima e compare: observe à distância a distribuição; aproxime-se para a lesão elementar e sua configuração; palpe a consistência (pedra-like no dermatofibroma, amolecida no cisto), a profundidade e a aderência; comprima com a lâmina (diascopia) para separar eritema de púrpura e procure o padrão de maçã gelada dos granulomas; e compare regiões simétricas e lesões irmãs em diferentes estágios, porque a coexistência de lesões em várias fases é assinatura de doenças como varicela, pitiríase rosea e sífilis secundária.
| Sinal ou manobra | Como se faz | O que significa |
|---|---|---|
| Diascopia (vitropressão) | Comprime-se a lesão com lâmina de vidro ou porta-objeto transparente | Eritema desaparece (vasodilatação); púrpura permanece (extravasamento); granulomas assumem cor de maçã gelada (lúpus discoide, sarcoidose) |
| Sinal de Nikolsky | Pressão lateral suave em pele aparentemente normal adjacente à lesão | Descolamento superficial da epiderme: pemfigo vulgar e foliáceo, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica |
| Sinal de Asboe-Hansen | Pressão vertical sobre bolha intacta | A bolha estende-se lateralmente à pele adjacente: acantólise intraepidérmica do pemfigo |
| Sinal de Auspitz | Raspagem da escama psoriásica com cureta ou lâmina | Surge pontilhado sangrante puntiforme (sangramento em gotas) por vasos dilatados no topo das papilas dérmicas |
| Sinal de Darier | Fricção da mácula ou pápula da urticária pigmentosa | Surge urtica localizada com eritema: degranulação de mastócitos na mastocitose cutânea |
Cuidado para não trocar os sinais na prova: Nikolsky usa pressão lateral em pele sã e indica perda de coesão epidérmica; Asboe-Hansen usa pressão vertical na própria bolha e também indica acantólise. Ambos são negativos no penfigoide bolhoso, em que a bolha é subepidérmica e tensa, resistente à pressão, em paciente idoso com prurido, sobretudo em flexões e abdome.
| Padrão clínico | Correlato histológico | Doença-modelo |
|---|---|---|
| Placa eritemato-escamosa com escama micácea e Auspitz positivo | Acantose regular, paraqueratose, microabscessos de neutrófilos no córneo (Munro) e vasos dilatados nas papilas | Psoríase |
| Vesículas agrupadas recorrentes em lábio ou genitália | Balonização de queratinócitos, células gigantes multinucleadas e inclusões virais | Herpes simples |
| Bolha tensa em idoso, mucosas poupadas | Clivagem subepidérmica com depósitos lineares de IgG e C3 na membrana basal | Penfigoide bolhoso |
| Bolha flácida e erosões difusas com Nikolsky positivo | Acantrólise intraepidérmica com aparência de lápide tumular | Pemfigo vulgar |
| Pápulas angulosas pruriginosas em punhos volares e tornozelos | Hipergranulose, degeneração vacuolar da camada basal e corpos de Civatte | Líquen plano |
| Púrpura palpável em membros inferiores | Vasculite leucocitoclástica de pequenos vasos com neutrófilos fragmentados | Vasculite por hipersensibilidade, púrpura de IgA |
| Nódulos dolorosos em face anterior das pernas | Paniculite septal sem vasculite | Eritema nodoso |
A prevenção em dermatologia é semeadura de semiologia: saber qual população examinar e como. A fotoproteção é a medida preventiva número um e a recomendação padrão é fotoprotetor com fator de proteção solar mínimo de 30, aplicado em quantidade generosa 15 a 30 minutos antes da exposição e reaplicado a cada 2 horas e após imersão, somado a chapéus, óculos, roupas e evitar o sol entre 10 e 16 horas. Grupos que exigem vigilância ativa: idosos com dano solar crônico e ceratoses actínicas (precursoras do carcinoma epidermoide), pacientes de olhos claros e fototipos I e II, portadores de xeroderma pigmentoso e albinismo, e transplantados de órgão sólido sob imunossupressão, cujo risco de carcinoma epidermoide sobe de 50 a 100 vezes em relação à população geral.
Nos fototipos V e VI (pele negra e morena escura), a semiologia muda e as provas cobram isso: o eritema pode ser cianótico, violáceo ou quase imperceptível, e deve ser procurado pela textura, calor e dor; o carcinoma basocelular tende a ser pigmentado e a surgir em áreas poupadas de sol; o melanoma concentra-se em palmas, plantas, leitos ungueais e mucosas (melanoma acral), frequentemente com diagnóstico tardio; e as desordens pigmentares (melasma, pitiríase versicolor, dermatitis neglecta) e os queloides têm prevalência maior. Em imunossuprimidos além dos transplantados, lembre de HIV (sarcoma de Kaposi, molusco em número exuberante, herpes crônico) e de quimioterapia (toxicidade acral eritematosa, fenômeno de reativação).
O ABCDE do melanoma, formalizado com o E de evolução pela revisão de Abbasi no JAMA em 2004, orienta quando uma lesão pigmentada precisa de biópsia: A de assimetria, B de bordas irregulares, C de cores variadas dentro da mesma lesão, D de diâmetro maior que 6 mm e E de evolução (mudança de forma, tamanho, cor ou sintoma). Some o sinal do patinho feio (ugly duckling): qualquer nevo que se destaque do padrão nevic individual do paciente merece investigação, e qualquer lesão pigmentada com prurido, sangramento ou ulceração é suspeita até prova contrária.
| Tumor cutâneo | Semiologia típica | Perfis de risco |
|---|---|---|
| Carcinoma basocelular | Pápula ou placa perolada com telangiectasias finas na superfície, borda elevada tipo cordão, ulceração central com crosta; cresce lentamente e raramente metastatiza | Idosos, fototipos claros, exposição solar crônica e intermitente intensa, imunossuprimidos |
| Carcinoma epidermoide | Placa queratósica avermelhada, nódulo ceratoso ou úlcera de fundo necrótico, às vezes sobre queratose actínica; pode metastatizar para linfonodos regionais | Dano solar crônico, ceratoses actínicas, transplantados (50 a 100 vezes mais risco), HPV, cicatrizes crônicas |
| Melanoma | Lesão pigmentada assimétrica, com bordas irregulares, cores variadas, diâmetro maior que 6 mm e evolução; formas acral, nodular (cresce vertical rápido) e lentigo maligno | Fototipos claros, história de queimaduras solares na infância, nevos atípicos ou numerosos, história familiar, imunossupressão |
A conduta perante lesão suspeita de melanoma é regra de prova: biópsia excisional completa com margem de 2 a 3 mm de pele clínica normal, jamais biópsia shaving ou incisional, exceto quando a lesão é gigante ou em local de difícil fechamento, casos em que se faz biópsia incisional do setor mais suspeito. Para carcinomas, a biópsia punch ou shave do nódulo, da borda e do leito é suficiente, e o exame das margens orienta a cirurgia de Mohs em áreas de risco facial ou tumores recorrentes.
1.Ao exame, nota-se lesão elevada, sólida, bem delimitada, de 0,6 cm, na face anterior do punho. Qual o nome correto da lesão elementar?
2.Qual a diferença essencial entre erosão e úlcera?
3.Criança febril, toxêmica, com máculas hemorrágicas de 2 a 5 mm que não desaparecem à vitropressão. Qual o significado semiológico do achado?
4.Idoso com bolhas tensas e integrais em abdome e flexões, mucosas poupadas, e biópsia mostrando clivagem subepidérmica. Qual o comportamento esperado dos sinais de Nikolsky e Asboe-Hansen?
5.Ao friccionar uma mácula marrom em criança, surge urtica localizada com eritema. Qual o sinal e a doença?
6.Qual a definição correta do sinal de Nikolsky?
7.Paciente com placas anulares pruriginosas de borda ativa e clareamento central no tronco, que progridem centrifugamente. Qual a configuração e o principal diagnóstico diferencial?
8.Qual a conduta correta diante de lesão pigmentada de 9 mm, assimétrica, com bordas irregulares e cores variadas em paciente de 45 anos?
9.Em paciente com fototipo VI, onde deve-se concentrar a busca ativa de melanoma e qual variação semiológica do eritema é esperada?
10.O que caracteriza o fenômeno de Koebner?
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