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Revisão completa de TVP e TEP: tríade de Virchow, escores de Wells, D-dímero ajustado à idade, estratificação de risco da ESC, anticoagulação com doses (HBPM, DOACs, varfarina), trombólise, profilaxia hospitalar e Trombose associada à COVID-19.
[1] Kearon C, Akl EA, Ornelas J, Blaivas A, Jimenez D, Bounameaux H, et al. Antithrombotic Therapy for VTE Disease: CHEST Guideline and Expert Panel Report. Chest. 2016;149(2):315-352 · DOI 10.1016/j.chest.2015.11.026 | [2] Konstantinides SV, Meyer G, Becattini C, Bueno H, Geersing GJ, Harjola VP, et al. 2019 ESC Guidelines for the diagnosis and management of acute pulmonary embolism. Eur Heart J. 2020;41(4):543-603 · DOI 10.1093/eurheartj/ehz405 | [3] Ortel TL, Neumann I, Ageno W, Buiting D, Boyd R, Crowther M, et al. American Society of Hematology 2020 guidelines for management of venous thromboembolism: treatment of deep vein thrombosis and pulmonary embolism. Blood Adv. 2020;4(19):4693-4738 · DOI 10.1182/bloodadvances.2020001830 | [4] Sociedade Brasileira de Cardiologia. Diretrizes Brasileiras de Embolia Pulmonar. Rio de Janeiro: SBC, 2022 · https://portal.cardiol.br/diretrizes | [5] Bikdeli B, Madhavan MV, Jimenez D, Chuich T, Dreyfus I, Driggin E, et al. COVID-19 and Thrombotic or Thromboembolic Disease: Implications for Prevention, Antithrombotic Therapy, and Follow-Up. J Am Coll Cardiol. 2020;75(23):2950-2973 · DOI 10.1016/j.jacc.2020.04.031 | [6] Raskob GE, Angchaisuksiri P, Blanco AN, Baumgartner C, Blomqvist P, Brateanu A, et al. Thrombosis: a major contributor to the global disease burden. J Thromb Haemost. 2014;12(10):1580-1590 · DOI 10.1111/jth.12698 · DOI 10.1016/j.chest.2015.11.026
A doença tromboembólica venosa (DTEV) reúne a trombose venosa profunda (TVP) e a tromboembolia pulmonar (TEP), que são, na prática, duas faces da mesma doença: cerca de metade dos pacientes com TVP proximal sintomática tem TEP assintomático à imagem, e até 70% dos pacientes com TEP sintomático têm trombo no sistema venoso dos membros. É a causa evitável de morte hospitalar mais negligenciada da medicina: grande parte dos TEP fatais ocorre em pacientes que não receberam profilaxia indicada. A pandêmia de COVID-19 ainda ampliou a relevância do tema, ao associar inflamação, imobilização e hipertrombotismo em internações longas. Para a prova de Clínica Médica, o aluno precisa sair daqui com fluência em três eixos: raciocínio diagnóstico por probabilidade clínica (escores de Wells), estratificação de risco do TEP (ESC 2019) e esquemas de anticoagulação com doses e duração (CHEST 2016 e ASH 2020).
DTEV é a formação de trombo no sistema venoso, mais frequentemente nos segmentos profundos dos membros inferiores, com potencial para crescer localmente (TVP) e desprender-se, embolizando as artérias pulmonares (TEP). A classificação clinicamente útil tem quatro eixos. Anatomicamente, a TVP é proximal (veias poplítea, femoral ou ilíacas) ou distal (veias da panturrilha); apenas a proximal exige anticoagulação plena inquestionável. Fisiopatologicamente, o evento é provocado por fator de risco transitório maior (cirurgia de grande porte, imobilização, trauma, gestação/puerpério), provocado por fator persistente (câncer ativo, síndrome antifosfolípide, trombofilia de alto risco) ou não provocado (idiopático), o que define a duração do tratamento. Por fim, o TEP agudo é estratificado pelo risco de morte precoce, e é essa estratificação que manda na conduta.
| Estratificação de risco do TEP (ESC 2019) | Mortalidade precoce estimada | Definição operacional |
|---|---|---|
| Alto risco | Maior que 15% | Instabilidade hemodinâmica: choque ou hipotensão persistente (PAS menor que 90 mmHg por ao menos 15 min) |
| Risco intermediário-alto | Dentro da faixa de 3 a 15% | Paciente estável com disfunção de ventrículo direito na imagem E troponina elevada |
| Risco intermediário-baixo | Dentro da faixa de 3 a 15% | Estável com apenas um dos dois marcadores (imagem ou troponina), ou ambos negativos com PESI classe III-V |
| Baixo risco | Menor que 1% | Estável, sPESI igual a zero, sem disfunção de VD nem elevação de troponina |
A incidência da DTEV em países ocidentais é de 1 a 2 casos por 1.000 pessoas-ano, com TVP isolada respondendo por cerca de 60% dos eventos. A idade é o mais consistente fator de risco: abaixo dos 40 anos a incidência é menor que 1 por 10.000 habitantes-ano, passando a cerca de 1 por 100 acima dos 80 anos. O risco é maior no pós-operatório de cirurgia ortopédica maior e de grande cirurgia oncológica, em câncer ativo (risco 4 a 7 vezes maior), gestação e puerpério (4 a 5 vezes), uso de anticoncepcional hormonal combinado e terapia de reposição, obesidade, tabagismo, cateter venoso central e internação por insuficiência cardíaca, DPOC exacerbada ou AVC. Análises da carga global de doença da International Society on Thrombosis and Haemostasis mostram que a doença cardiovascular trombótica (isquêmica cardíaca, AVC e DTEV) é a principal causa de morte no mundo e que a DTEV pesa de forma relevante em países de baixa, média e alta renda, derrubando o mito de que trombose seria doença de país rico.
No Brasil não há registro nacional obrigatório de DTEV; os dados vêm de coortes hospitalares pontuais e da aplicação de escores de risco locais, com frequência de profilaxia correta ainda abaixo da recomendada em auditorias. O impacto pandêmico mudou o mapa epidemiológico: a COVID-19 elevou a incidência de eventos trombóticos, com séries relatando DTEV em cerca de 8 a 15% dos hospitalizados e cifras ainda maiores em pacientes críticos, mesmo sob profilaxia padrão, além de registrar eventos em jovens sem fatores clássicos.
O trombo venoso se forma pela interação dos três componentes da tríade de Virchow, descrita em 1856: estase (imobilização, insuficiência cardíaca, varizes), lesão endotelial (cirurgia, trauma, cateteres, quimioterapia, infecção) e hipercoagulabilidade (câncer, gestação, anticoncepcionais, síndrome antifosfolípide, mutações Fator V de Leiden e protrombina G20210A, deficiências de proteína C, S e antitrombina). O trombo rico em fibrina cresce em direção proximal na valvulopatia local, e fragmentos podem chegar às artérias pulmonares, onde o impacto hemodinâmico vai além da obstrução mecânica: há liberação de mediadores vasoconstritores (serotonina, tromboxano A2, endotelina), aumento abrupto da resistência vascular pulmonar e sobrecarga pressórica do ventrículo direito.
O ventrículo direito é a chave da morte por TEP. Sendo câmara de baixa pressão, tolera mal o aumento agudo da pós-carga: dilata, o septo interventricular desvia para a esquerda, o enchimento do ventrículo esquerdo cai, a perfusão coronária direita é comprometida e instala-se o círculo vicioso de isquemia com disfunção biventricular, hipotensão e parada. Por isso, a conduta no TEP de alto risco é restaurar o fluxo pulmonar (trombólise ou embolectomia) e não apenas anticoagular. Na COVID-19, soma-se o mecanismo de imunotrombose descrito por Bikdeli e colaboradores: ativação endotelial difusa pelo SARS-CoV-2, liberação de fator tecidual, formação de armadilhas extracelulares de neutrófilos (NETs) e inflamação sistêmica, gerando trombose micro e macrovascular simultânea.
| Achado clínico no TEP (registro PIOPED) | Frequência |
|---|---|
| Dispneia | 73% |
| Taquipneia maior que 20 irpm | 70% |
| Dor torácica pleurítica | 66% |
| Tosse | 37% |
| Taquicardia maior que 100 bpm | 30% |
| Hemoptise | 13% |
| Colapso circulatório / choque | 8% |
Nenhum exame isolado diagnostica DTEV: o fluxo começa sempre pela probabilidade clínica estratificada por escore validado. No TVP, o escore de Wells classifica o evento como provável (maior ou igual a 1 ponto) ou improvável (menor ou igual a zero); no TEP, a versão de dois níveis separa TEP provável (maior que 4 pontos) de improvável (menor ou igual a 4). Paciente com escore improvável faz D-dímero: se negativo, a doença está excluída e nenhum exame de imagem é necessário. Se o escore é provável, vai direto à imagem, porque a especificidade do D-dímero (~40%) é baixa demais e um resultado positivo muda nada. O corte de D-dímero ajustado à idade (idade x 10, em ng/mL equivalente fibrinogênio, para maiores de 50 anos) aumenta a especificidade nos idosos sem perda relevante de sensibilidade: uma mulher de 72 anos tem corte de 720, não de 500.
| Escore de Wells para TVP | Pontos |
|---|---|
| Câncer ativo em tratamento nos últimos 6 meses ou paliativo | +1 |
| Paralisia, paresia ou imobilização gessada recente de membro inferior | +1 |
| Repouso no leito maior que 3 dias ou cirurgia de grande porte nas últimas 12 semanas | +1 |
| Dolorimento localizado ao longo da trajetória venosa profunda | +1 |
| Edema de toda a perna | +1 |
| Panturrilha com diferença de perímetro maior que 3 cm em relação ao lado contralateral | +1 |
| Edema com deixa (sinal de Godet) confinado ao membro sintomático | +1 |
| Veias superficiais colaterais não varicosas | +1 |
| TVP previamente documentada | +1 |
| Diagnóstico alternativo pelo menos tão provável quanto TVP | -2 |
| Interpretação: menor ou igual a 0 TVP improvável; maior ou igual a 1 TVP provável |
| Escore de Wells para TEP | Pontos |
|---|---|
| Sinais clínicos de TVP | +3 |
| Diagnóstico alternativo menos provável que TEP | +3 |
| Frequência cardíaca maior que 100 bpm | +1,5 |
| Imobilização maior que 3 dias ou cirurgia nas últimas 4 semanas | +1,5 |
| TVP ou TEP prévio | +1,5 |
| Hemoptise | +1 |
| Câncer ativo | +1 |
| Interpretação: menor ou igual a 4 TEP improvável; maior que 4 TEP provável |
Definida a necessidade de imagem: a ultrassonografia Doppler venosa dos membros é o exame de escolha para TVP, com sensibilidade de cerca de 97% e especificidade acima de 94% para trombose proximal, caindo para 60-70% nos segmentos distais (por isso TVP distal com Doppler negativo e clínica persistente pede repetição em uma semana). Para TEP, a angiotomografia de tórax é o padrão atual: sensibilidade de cerca de 83% e especificidade de 96%, com a vantagem de apontar diagnósticos alternativos. A cintilografia de ventilação-perfusão reserva-se para contraindicação ao contraste (insuficiência renal grave, gravidez com protocolos locais). O ecocardiograma à beira do leito não diagnostica TEP, mas no paciente instável detecta sobrecarga do ventrículo direito (dilatação, hipocinesia livre, TAPSE menor que 16 mm, sinal de McConnell com contratilidade preservada do ápice), permitindo iniciar trombólise em alto risco sem aguardar transporte. O ECG traz taquicardia sinusa como achado mais frequente; o S1Q3T3 e o bloqueio de ramo direito são clássicos, porém tardios e inespecíficos. O escore PESI e sua versão simplificada sPESI quantificam o risco de morte em 30 dias e orientam a decisão de internar ou tratar em casa.
Paciente com probabilidade clínica provável deve receber anticoagulação plena já antes da confirmação, pois a maior parte das mortes ocorre nas primeiras horas. O suporte inclui oxigenioterapia para manter saturação acima de 90%, reposição volêmica cautelosa (no máximo 500 mL, volume maior agrava a dilatação do ventrículo direito) e noradrenalina na hipotensão. Os anticoagulantes diretos orais (DOACs) são preferidos à varfarina em TEV não associado a câncer por eficácia similar, menor sangramento grave e ausência de monitoramento. Em TEP de alto risco (choque), prefere-se heparina não fracionada IV pela meia-vida curta e possibilidade de trombólise imediata.
| Anticoagulante | Fase inicial | Manutenção |
|---|---|---|
| Enoxaparina | 1 mg/kg SC a cada 12 h (ou 1,5 mg/kg uma vez ao dia) | 1 mg/kg a cada 12 h por pelo menos 5 dias, sobreposta à varfarina quando esta é escolhida |
| Heparina não fracionada | 80 UI/kg IV em bolo, seguida de 18 UI/kg/h | Titular pelo TTPa 1,5 a 2,5 vezes o controle; preferida no TEP grave e no risco hemorrágico alto |
| Fondaparinux | 5 mg SC/dia se menor que 50 kg; 7,5 mg se 50-100 kg; 10 mg se maior que 100 kg | Mesma dose diária; evita trombocitopenia induzida por heparina |
| Apixabana | 10 mg VO a cada 12 h por 7 dias | 5 mg VO a cada 12 h (2,5 mg duas vezes ao dia na extensão de dose reduzida) |
| Rivaroxabana | 15 mg VO a cada 12 h por 21 dias | 20 mg ao dia junto com alimentação |
| Dabigatrana | Exige 5 a 10 dias de anticoagulante parenteral prévio | 150 mg VO a cada 12 h (75 mg se clearance 30-50 mL/min) |
| Edoxabana | Exige 5 a 10 dias de anticoagulante parenteral prévio | 60 mg VO ao dia (30 mg se menor que 60 kg, clearance 15-50 ou inibidores de glicoproteína P) |
| Varfarina | 5 mg VO/dia ajustando por INR, sobreposta ao parenteral | Manter INR entre 2 e 3; sobreposição mínima de 5 dias e INR maior ou igual a 2 por 24 h antes de suspender a heparina |
Duração: TEV provocado por fator transitório maior, 3 meses. Primeiro episódio não provocado, ao menos 3 meses e depois reavaliar risco de recorrência versus sangramento; muitos pacientes seguem anticoagulação indefinida (dose plena preferida à reduzida quando o risco trombótico predomina). Segundo TEV não provocado ou TEV com câncer ativo: anticoagulação indefinida enquanto persistir o fator. No TEV associado ao câncer, a heparina de baixo peso molecular (enoxaparina 1 mg/kg a cada 12 h) por 3 a 6 meses permanece preferencial, com DOACs como alternativa em cânceres selecionados e baixo risco de sangramento gastrointestinal.
Toda internação deve começar com avaliação de risco trombótico. No paciente clínico, o escore de Padua marca quatro itens maiores (câncer ativo, TEV prévio com fatores, imobilização reduzida por ao menos 3 dias, já tendo trombofilia de alto risco) e outros somando um ponto (idade maior que 70, insuficiência cardíaca ou respiratória, IAM ou AVC recente, infecção aguda ou reumatológica, obesidade, tratamento hormonal); maior ou igual a 4 pontos indica alto risco e profilaxia farmacológica. No cirúrgico, o escore de Caprini soma itens de 1 a 5 pontos, e maior ou igual a 5 caracteriza alto risco. O paciente de risco baixo e móvel não precisa de farmacoprofilaxia, apenas de mobilização precoce.
| Cenário | Esquema padrão de profilaxia |
|---|---|
| Clínico de alto risco (Padua maior ou igual a 4) | Enoxaparina 40 mg SC ao dia (20 mg se clearance menor que 30 mL/min) ou heparina 5000 UI SC a cada 8 h |
| Cirurgia geral de risco moderado (Caprini 3-4) | Enoxaparina 40 mg SC ao dia iniciada 2 h antes ou HNF 5000 UI SC a cada 8 h |
| Cirurgia ortopédica maior (quadril, joelho) | Enoxaparina 30 mg SC a cada 12 h iniciando 12-24 h após o procedimento, ou fondaparinux 2,5 mg/dia, ou rivaroxabana 10 mg/dia, por ao menos 10-14 dias |
| Neurocirurgia e cirurgia ocular | Métodos mecânicos (meias de compressão graduada, compressão pneumática intermitente) na fase de maior risco de sangramento |
| Contraindicação absoluta a anticoagulação | Meias de compressão e compressão intermitente; filtro de veia cava apenas em situações excepcionais |
A infecção pelo SARS-CoV-2 uniu os três pilares de Virchow em um só paciente: endotelite viral (lesão endotelial), hipercoagulabilidade com elevação de D-dímero, fibrinogênio e fator VIII, e imobilização prolongada. As revisões iniciais da era pré-vacina documentaram DTEV em cerca de 8 a 15% dos hospitalizados e taxas ainda superiores em unidades críticas, com TEP como causa relevante de deterioração súbita de hipoxemia. A conduta consolidada das diretrizes: profilaxia padrão com heparina para todos os hospitalizados, anticoagulação plena apenas quando há TEV confirmado ou suspeita alta, e vigilância ativa, interpretando elevações progressivas de D-dímero no contexto clínico, pois o D-dímero isolado na COVID-19 tem especificidade baixíssima.
As consequências de longo prazo justificam tratar DTEV como doença crônica. A recorrência após um primeiro episódio não provocado atinge cerca de 20 a 30% em dez anos, com maior densidade nos primeiros dois anos, e é a principal razão para anticoagulação estendida. A síndrome pós-trombótica, sequela venosa por hipertensão e incompetência valvular, afeta 20 a 50% dos pacientes com TVP proximal em dois anos (forma grave com úlcera em 5 a 10%) e se previne com anticoagulação eficaz precoce e compressão elástica. A hipertensão pulmonar tromboembólica crônica acomete 0,5 a 5% dos sobreviventes de TEP nos primeiros dois anos, com dispneia progressiva e hipertensão pulmonar pré-capilar ao cateterismo direito; o teste definitivo de rastreio é a ecocardiografia, e o tratamento curativo é a endarterectomia pulmonar em centros de referência. A mortalidade em 30 dias do TEP tratado varia conforme a estratificação: acima de 15% no alto risco, 3 a 15% no intermediário e abaixo de 1% no baixo risco, e o TEP de baixo risco selecionado por sPESI zero pode receber alta precoce e tratamento domiciliar com DOAC.
1.Os três componentes da tríade de Virchow, base fisiopatológica da trombose venosa, são:
2.No escore de Wells para TVP em dois níveis, o ponto de corte que separa doença improvável de provável é:
3.Mulher de 72 anos, suspeita clínica de TEP improvável. Qual o corte ajustado pela idade do D-dímero que ainda permite excluir a doença?
4.Paciente chega com dispneia súbita, PAS de 70 mmHg, taquicardia e ecocardiograma à beira do leito com ventrículo direito dilatado e hipocinético. Após suporte, a conduta de escolha é:
5.Primeiro episódio de TVP associado a câncer de pâncreas em tratamento. Qual a anticoagulação preferencial inicial e sua duração mínima?
6.Qual o esquema correto de ataque e manutenção da apixabana no TEV?
7.A anticoagulação recomendada para TVP proximal provocada por cirurgia de grande porte, sem outros fatores, dura:
8.Qual achado do ecocardiograma descrito como sinal de McConnell no TEP?
9.A síndrome pós-trombótica após TVP proximal tem frequência aproximada de:
10.Segundo a estratificação da ESC 2019, o TEP é classificado como de alto risco quando:
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