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Revisão completa das hérnias da parede abdominal (umbilicais, epigástricas, espigáleas, lombares e incisionais): classificação EHS, fisiopatologia do colágeno, diagnóstico por imagem, fatores preditivos de complexidade, técnicas de reparo com malha, conduta na urgência e complicações, com tabelas, quiz e flashcards.
[1] Muysoms FE, Miserez F, Berrevoet GB, et al. Classification of primary and incisional abdominal wall hernias. Hernia. 2009;13(4):407-414 · DOI 10.1007/s10029-009-0518-x | [2] Henriksen NA, Montgomery A, Kaufmann R, et al. Guidelines for treatment of umbilical and epigastric hernias. Hernia. 2020;24:1-15 · DOI 10.1007/s10029-020-02213-y | [3] European Hernia Society e Americas Hernia Society. Guidelines for treatment of primary ventral hernias in rare locations or special circumstances. BJS Open. 2020;4(2):342-353 · DOI 10.1002/bjs5.50259 | [4] Luijendijk RW, Hop WC, van den Tol MP, et al. A comparison of suture repair with mesh repair for incisional hernia. N Engl J Med. 2000;343(6):392-398 · DOI 10.1056/NEJM200008103430603 | [5] The HerniaSurge Group. International guidelines for groin hernia management. Hernia. 2018;22(1):1-165 · DOI 10.1007/s10029-017-1668-x · DOI 10.1007/s10029-020-02213-y
As hérnias da parede abdominal estão entre as operações mais frequentes da cirurgia geral: só as hérnias primárias da linha alba (umbilicais e epigástricas) e as incisionais somam centenas de milhares de reparos por ano no mundo, e de 10 a 15 por cento dos pacientes submetidos à laparotomia mediana desenvolvem hérnia incisional em 1 a 3 anos, proporção que pode chegar a 20 por cento em grupos de risco. A consequência de tratar mal é medida em recidivas: no ensaio randomizado clássico de Luijendijk (NEJM, 2000), a recorrência em 3 anos foi de 43 por cento com sutura contra 24 por cento com malha em hérnias incisionais, diferença que se ampliou para 63 contra 32 por cento em 10 anos no seguimento do mesmo grupo. Este artigo organiza o tema do jeito que a prova cobra: classificação da European Hernia Society (EHS), fisiopatologia do colágeno e da pressão abdominal, e um check-list de fatores preditivos de complexidade que define a técnica, o momento e o local da cirurgia.
Hérnia é a protrusão de conteúdo da cavidade abdominal através de um defeito na parede que normalmente o contém. O conceito anatômico clássico descreve três componentes: o anel herniário (defeito aponeurótico por onde passa a protrusão), o saco peritoneal (invaginação do peritônio parietal que reveste o conteúdo, formado por visceras, epíploon ou ambos) e os tegumentos que o recobrem. A distinção entre hérnia e diástase dos retos é obrigatória: na diástase (ou diástase abdominal), há afastamento dos músculos retos do abdome com alargamento da linha alba, geralmente acima de 2 a 3 cm, porém SEM solução de continuidade fascial e sem saco peritoneal, portanto sem risco de encarceramento e com tratamento predominantemente conservador na maioria dos casos, especialmente pós-gestacional.
Em 2009, a European Hernia Society publicou a classificação que padronizou a descrição das hérnias primárias e incisionais da parede abdominal, permitindo comparar séries e escolher técnica. As hérnias primárias dividem-se em as da linha alba (epigástricas e umbilicais) e as de outras localizações (espigáleas e lombares). Todas são graduadas pela largura do defeito, medida em centímetros na tomografia ou no ato operatório: W1 para defeitos menores que 2 cm, W2 de 2 a 4 cm e W3 maiores que 4 cm. Nas hérnias incisionais, a classificação registra a localização na linha média em cinco níveis (M1 subxifoide até M5 suprapúbica), as laterais em quatro níveis (L1 a L4), a combinação de defeitos múltiplos, a largura W1 a W3 e a recidiva, marcada com a letra minúscula r ao lado do código. O grande valor prático é transformar a impressão vaga de hérnia grande ou difícil em um código objetivo que prediz complexidade.
| Hérnia primária | Localização anatômica | Particularidade |
|---|---|---|
| Umbilical | anel umbilical e linha alba periumbilical | adquirida no adulto (obesidade, gravidez, ascite) e congênita na criança; graduada pela largura W1 a W3 |
| Epigástrica | linha alba entre o apêndice xifoide e o umbigo | atravessa a linha alba por defeito interpolado; dor e protrusão epigástrica |
| Espigálea | aponeurose espigálea, entre o músculo reto e a borda lateral, abaixo da linha arqueada | frequentemente interparietal (intramuscular), de difícil palpação; risco alto de encarceramento |
| Lombar | triângulo superior de Grynfeltt ou triângulo inferior de Petit | rara; diagnóstico frequentemente por imagem |
A classificação clínica pela vitalidade do conteúdo é a que decide a porta do hospital. A hérnia redutível reduz espontaneamente ou com manobras, sem sinais inflamatórios. A hérnia encarcerada tem conteúdo fixo no saco, sem redução, e pode evoluir para obstrução intestinal; a estrangulada soma compromisso vascular, com dor intensa e contínua, tegumento tenso e avermelhado, taquicardia, desidratação e, em fases avançadas, peritonite e choque. Duas formas especiais são clássicas de prova: a hérnia de Richter encarcera apenas a borda antimesentérica da alça e pode estrangular sem obstrução intestinal completa, enganando o clínico; e a hérnia de Littré tem como conteúdo um divertículo de Meckel. Na hérnia deslizante (por deslize), a parede de um órgão oco (ceco ou bexiga) faz parte do próprio saco, elevando o risco de lesão visceral na dissecção.
| Forma clínica | Definição | Conduta-chave |
|---|---|---|
| Redutível | conteúdo retorna à cavidade com manobra ou decúbito | cirurgia eletiva planejada, com otimização de fatores de risco |
| Encarcerada sem estrangulamento | conteúdo fixo, sem sinais de sofrimento visceral | internação, tentativa de redução cuidadosa em ausência de sinais de estrangulamento e cirurgia em regime de urgência |
| Estrangulada | compromisso vascular do conteúdo, dor intensa, sinais inflamatórios ou sistêmicos | emergência: cirurgia imediata, avaliar viabilidade intestinal, antibioticoterapia |
| Hérnia de Richter | encarceramento apenas da borda antimesentérica | pode estrangular sem obstrução; alta suspeita e operação precoce |
| Hérnia de Littré | conteúdo é divertículo de Meckel | cirurgia com ressecção do divertículo |
| Deslizante (por deslize) | parede de órgão oco integra o saco | dissecção cuidadosa para não lesar ceco ou bexiga |
Nas hérnias da parede abdominal, as de virilha (inguinais e femorais) respondem por cerca de 75 por cento dos casos, seguidas pelas umbilicais e epigástricas; as incisionais são a complicação mais frequente da laparotomia mediana. Os fatores de risco para hérnia incisional são os mesmos que predizem complexidade do reparo: obesidade (risco crescente com o IMC, com aumento de 2 a 4 vezes acima de IMC 30), diabetes, tabagismo, DPOC e tosse crônica, desnutrição e hipoalbuminemia, uso de corticoides e imunossupressores, colagenopatias como a síndrome de Ehlers-Danlos, infecção do sítio operatório (que multiplica o risco por até 4 vezes), anemia, neoplasias e hipertensão intra-abdominal crônica por ascite ou gravidez. Nas umbilicais, destacam-se gravidez, ascite (especialmente na cirrose, população de altíssimo risco de complicações), obesidade e hemodiálise.
A parede abdominal saudável depende do equilíbrio entre síntese e degradação da matriz extracelular, sobretudo da razão entre colágeno tipo I (tensile strength, resistência) e tipo III (colágeno imaturo, elástico e provisório). Pacientes com hérnias incisionais e recidivadas apresentam desproporção dessa razão e aumento das metaloproteinases de matriz (MMP-1, MMP-2, MMP-8, MMP-13), que degradam o colágeno da linha alba. O tabagismo agrava o quadro de três formas: hipóxia tecidual pelo vasoespasmo, indução de colagenólise e inibição da função dos neutrófilos e macrófagos, elevando tanto a incidência de hérnia quanto as taxas de infecção e recidiva pós-operatórias. Em paralelo, qualquer fator que aumente cronicamente a pressão intra-abdominal (obesidade visceral, ascite, tosse, constipação, BPH com esforço miccional, gravidez) sobrecarrega o defeito. A cicatriz da aponeurose atinge cerca de 50 por cento da força final em 6 semanas e um platô em torno de 80 a 90 por cento após meses; é nessa janela vulnerável que suturas sob tensão e tecidos de baixa qualidade cedem, explicando porque a maioria das recidivas aparece nos primeiros 2 a 3 anos.
O quadro típico é uma tumoração da parede que aumenta com ortostatismo, esforço e manobra de Valsalva, e reduz em decúbito, acompanhada de desconforto local. Hérnias pequenas da linha alba podem se manifestar apenas por dor epigástrica esforço-dependente. Na anamnese, sempre questione cirurgias prévias, número de reparos anteriores, tabagismo, diabetes, corticoides e sintomas obstrutivos. No exame, inspecione em pé e à manobra de Valsalva, palpe os anéis herniários e measure a largura do defeito; hérnias encarceradas são irreductíveis, duras e dolorosas, e a estrangulada soma sinais flogísticos locais e sinais sistêmicos. A ultrassonografia é o exame de primeira linha para defeitos pequenos e dúvidas clínicas, com sensibilidade e especificidade elevadas (em torno de 86 a 100 por cento conforme a série e o operador) e vantagem de avaliar dinamicamente com Valsalva; a tomografia com contraste é o exame de escolha para hérnias incisionais complexas, recidivadas, espigáleas e lombares, além de permitir volumetria para planejar a técnica, e é mandatória na urgência para suspeita de estrangulamento, obstrução ou complicação.
| Exame | Melhor indicação | Observações práticas |
|---|---|---|
| Exame clínico | tumorações redutíveis palpáveis | padrão para diagnóstico na atenção básica; examinar em pé e deitado, com Valsalva |
| Ultrassonografia | defeitos pequenos, obesidade, dúvida clínica, dor sem massa evidente | primeira linha; dinâmica com Valsalva; operador-dependente |
| Tomografia com contraste | incisionais complexas, recidivas, espigáleas, lombares, urgências | mede largura e extensão, mostra conteúdo, aderências e permite volumetria |
| Ressonância magnética | casos selecionados, gestantes, suspeita de tumor de parede | papel restrito; sem radiação |
| Herniografia | hérnias ocultas de virilha | uso histórico, praticamente abandonado |
Complexidade, no contexto da parede abdominal, significa risco somado de recidiva, de infecção de prótese e de complicações sistêmicas. Os preditores se agrupam em três domínios: relacionados ao defeito (largura maior que 4 cm, defeitos múltiplos, localizações lateral ou combinada, recidiva múltipla e perda de domínio), relacionados ao paciente (IMC acima de 30, tabagismo ativo, diabetes mal controlada com HbA1c acima de 8 por cento, desnutrição com albumina baixa, imunossupressão, idade avançada, colagenopatias) e relacionados ao campo operatório (campo contaminado ou infectado, ressecção intestinal concomitante, pele alterada com fístulas ou úlceras, múltiplas operações prévias). A perda de domínio, definida quando o conteúdo herniário não pode retornar fisiologicamente à cavidade por atrofia da musculatura e retração, é o marcador extremo: quantifica-se na TC pela razão entre o volume do saco herniário e o volume da cavidade abdominal peritoneal, com valores acima de 20 a 25 por cento associados a maior risco de síndrome compartimental abdominal, dificuldade ventilatória e recidiva, exigindo preparo progressivo (pneumoperitônio progressivo, toxina botulínica na musculatura, perda de peso) antes do reparo definitivo.
| Preditor de complexidade | Por que aumenta a dificuldade | Meta antes da cirurgia |
|---|---|---|
| Largura maior que 4 cm (W3) ou defeitos múltiplos | impossibilidade de fechamento sem tensão; mais recidiva | planejar malha ampla retromuscular, eTEP ou liberação de componentes |
| Recidiva (código r) | planos anatômicos destruídos e aderências | tomografia pré-operatória; referenciar a centro com experiência |
| Perda de domínio (razão volumétrica acima de 20 a 25%) | cavidade abdominal não comporta o conteúdo | preparo progressivo com pneumoperitônio ou toxina botulínica e perda de peso |
| IMC acima de 30 | hipertensão intra-abdominal e mais infecção de sítio | emagrecimento supervisionado; idealmente IMC menor que 30 |
| Tabagismo ativo | colagenólise, hipóxia e infecção | cessação de pelo menos 4 semanas antes |
| Diabetes mal controlada | infecção de sítio e falha do reparo | HbA1c menor que 8 por cento, quando possível |
| Campo contaminado ou infectado | risco de infecção da prótese | malha sintética retromuscular em muitos casos; absorvíveis ou biológicas em situações selecionadas |
| Pele alterada, fístulas ou múltiplas cirurgias | necrose cutânea e ferida complexa | avaliação multidisciplinar e planejamento de cobertura |
A regra de ouro das diretrizes é reforçar a parede com prótese sempre que o defeito e o risco do paciente somarem risco relevante de recidiva. Nas hérnias umbilicais e epigástricas, as diretrizes EHS de 2020 recomendam malha para defeitos maiores que 1 cm, preferencialmente malha plana pré-peritoneal ou retromuscular por via aberta, com sutura primária aceitável para defeitos menores que 1 cm; a técnica de Mayo (colete sobre calção, vest-over-pants) foi abandonada por taxas elevadas de recidiva. A via laparoscópica com malha intraperitoneal (IPOM) é alternativa para defeitos selecionados, sobretudo em obesos, com cuidado com aderências e cobertura antiaderente voltada para as vísceras. Nas incisionais, o padrão-ouro aberto é o reparo retromuscular de Rives-Stoppa, com malha de sobreposição ampla (pelo menos 3 a 5 cm além do defeito) no plano pré-aponeurótico posterior; técnicas endoscópicas como o eTEP reproduzem esse plano por via minimamente invasiva, e defeitos gigantes, com perda de domínio ou recidivas complexas, podem exigir liberação de componentes (separação de componentes), em especial a liberação do músculo transverso do abdome (TAR). O bridging (inlay, malha apenas tamponando o defeito sem fechar a fáscia) fica como última opção, com as maiores taxas de recidiva e seroma.
| Técnica ou plano | Como é | Indicação típica |
|---|---|---|
| Sutura primária | fechamento aponeurótico sem prótese | umbilicais e epigástricas menores que 1 cm; recidiva alta em defeitos maiores |
| Sublay retromuscular (Rives-Stoppa) | malha no plano retromuscular com sobreposição ampla | padrão-ouro aberto para defeitos largos da linha média |
| Onlay | malha sobre a aponeurose anterior | alternativa quando o plano retromuscular está inacessível; mais seroma |
| Inlay ou bridging | malha ocupando o defeito sem aproximar a fáscia | última opção; maiores taxas de recidiva |
| IPOM laparoscópica | malha intraperitoneal fixada por via laparoscópica | defeitos medianos selecionados; exige cobertura antiaderente e habilidade em aderecíólise |
| eTEP | plano retromuscular por via endoscópica | defeitos complexos com abordagem minimamente invasiva |
| Liberação de componentes e TAR | secção controlada de camadas musculares para fechar a linha média | defeitos gigantes, perda de domínio e recidivas complexas |
| Matrizes absorvíveis ou biológicas | próteses temporárias ou reabsorvíveis | campos contaminados selecionados; custo alto e benefício discutido |
Três populações mudam a conduta e rendem questões de prova. Na cirrose com ascite, a hérnia umbilical tem risco elevado de ruptura, encarceramento e falência do reparo; o ideal é controlar a ascite (diuréticos, paracenteses, albumina) e operar de forma eletiva em centro com equipe de hepatologia, preferencialmente quando houver perspectiva de transplante ou controle do líquido, pois a cirurgia de urgência nesses pacientes cursa com mortalidade alta. Na gravidez, o reparo eletivo é postergado para após o parto e a involução uterina, reservando-se a cirurgia para encarceramento. Em pacientes em diálise peritoneal, o reparo deve ser programado junto à equipe de nefrologia, com interrupção temporária da diálise peritoneal. Em todos os casos, o princípio é o mesmo: converter uma urgência evitável em uma eletiva otimizada.
As complicações do reparo dividem-se em precoces (seroma, hematoma, infecção de sítio, lesão intestinal na aderecíólise, íleo) e tardias (recidiva, dor crônica, infecção tardia da prótese, fibrose). O seroma é a complicação mais frequente dos reparos laparoscópicos e com malhas de grande sobreposição, atingindo até cerca de 30 por cento dos casos, com resolução conservadora na maioria; aspiração fica reservada a seromas persistentes, sintomáticos ou com suspeita de infecção. A infecção de sítio varia de aproximadamente 5 a 20 por cento conforme técnica, IMC e campo, e na maioria das vezes permite salvamento da prótese com antibioticoterapia, drenagem e curativos, sem retirada. A recidiva concentra-se nos primeiros 2 a 3 anos e é o desfecho que mais depende da técnica: a comparação histórica de Luijendijk (43 contra 24 por cento em 3 anos) e o seguimento de Burger em 10 anos (63 contra 32 por cento) fixaram o papel central da malha. O seguimento ideal combina consulta com exame clínico em 2 a 4 semanas, avaliação de ferida e retorno tardio para rastreio de recidiva e dor crônica, especialmente nos reparos de defeitos largos.
| Complicação | Frequência aproximada | Conduta prática |
|---|---|---|
| Recidiva após sutura de incisional | cerca de 43% em 3 anos e 63% em 10 anos | novo reparo com malha, preferencialmente retromuscular |
| Recidiva após reparo com malha | cerca de 24% em 3 anos e 32% em 10 anos | revisar fatores de risco e planejar plano cirúrgico distinto |
| Seroma | até cerca de 30% nos reparos laparoscópicos | observação; aspirar apenas se persistente ou suspeito |
| Infecção de sítio cirúrgico | aproximadamente 5 a 20% | antibioticoterapia e drenagem; salvamento da malha na maioria |
| Lesão intestinal na aderecíólise | variável; maior em recidivas e IPOM | reparo imediato e reavaliação da prótese conforme contaminação |
| Dor crônica | menos frequente que nas hérnias de virilha | abordagem multimodal da dor e reavaliação individualizada |
1.Na classificação da European Hernia Society, uma hérnia incisional com defeito de 3 cm de largura na linha média, já operada uma vez, é codificada quanto à largura e à recidiva?
2.Segundo as diretrizes EHS de 2020 para hérnias umbilicais e epigástricas do adulto, o reforço com malha é recomendado para defeitos:
3.Qual característica torna a hérnia de Richter particularmente perigosa?
4.No ensaio randomizado de Luijendijk e colegas (NEJM, 2000), as taxas de recidiva em 3 anos do reparo de hérnia incisional foram:
5.Paciente com tumoração intermitente no flanco direito, abaixo da linha arqueada, mal palpável e dor crônica; a suspeita principal e o melhor exame são:
6.Perda de domínio em hérnias incisionais complexas é caracterizada por:
7.O reparo considerado padrão-ouro aberto para hérnias incisionais largas da linha média é:
8.Gestante de 28 semanas com hérnia umbilical redutível e assintomática; a conduta correta é:
9.A antibioticoprofilaxia padrão para reparo eletivo de hérnia da parede abdominal é:
10.Paciente chega à emergência com hérnia umbilical endurecida, eritematosa, dor contínua há 8 horas, taquicardia e vômitos. A conduta é:
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