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Revisão completa da cirurgia ambulatorial (day surgery) e da cirurgia menor: definições e classificação, seleção do paciente por critérios ASA e sociais, avaliação pré-anestésica, jejum pré-operatório ASA 2017, checklist de segurança da OMS, anestesia local com doses máximas dos anestésicos e protocolo de resgate lipídico, técnicas de procedimentos menores, tecnologias (eletrocirurgia, crioterapia, laser, telemedicina), escores de alta (Aldrete e PADS), complicações como náuseas, retenção urinária e infecção de sítio cirúrgico.
[1] Apfelbaum JL, Connis RT, Nickinovich DG, et al. Practice Advisory for Preanesthesia Evaluation: An Updated Report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Preanesthesia Evaluation. Anesthesiology. 2012;116(3):522-538 · DOI 10.1097/ALN.0b013e31823c1067 | [2] American Society of Anesthesiologists Committee. Practice Guidelines for Preoperative Fasting: Carbohydrates, Clear Liquids... An Updated Report. Anesthesiology. 2017;126(3):376-393 · DOI 10.1097/ALN.0000000000001452 | [3] Haynes AB, Weiser TG, Berry WR, et al. A Surgical Safety Checklist to Reduce Morbidity and Mortality in a Global Population. N Engl J Med. 2009;360(5):491-499 · DOI 10.1056/NEJMsa0810119 | [4] Awad IT, Chung F. Factors affecting recovery and discharge following ambulatory surgery. Can J Anesth. 2006;53(9):858-872 · DOI 10.1007/BF03022828 | [5] Apfel CC, Korttila K, Abdalla M, et al. A factorial trial of six interventions for the prevention of postoperative nausea and vomiting. N Engl J Med. 2004;350(24):2441-2451 · DOI 10.1056/NEJMoa032196 | [6] Becker DE, Reed KL. Local anesthetics: review of pharmacological considerations. Anesth Prog. 2012;59(2):90-102 · DOI 10.2344/0003-3006-59.2.90 | [7] Berrios-Torres SI, Umscheid CA, Bratzler DW, et al. Centers for Disease Control and Prevention Guideline for the Prevention of Surgical Site Infection, 2017. JAMA Surg. 2017;152(8):784-791 · DOI 10.1001/jamasurg.2017.0904 | [8] Sociedade Brasileira de Cardiologia. II Diretriz de Avaliação Perioperatória. Arq Bras Cardiol. 2011;96(3 Supl 1):1-68 · SciELO · DOI 10.1097/ALN.0000000000001452
A cirurgia ambulatorial (day surgery) é o modelo em que o paciente é operado e recebe alta no mesmo dia, sem pernoite, e a cirurgia menor é o universo de procedimentos de baixo risco realizados, em geral, sob anestesia local ou regional, em consultório ou centro cirúrgico ambulatorial: suturas, biópsias de pele, exérese de cistos e lipomas, drenagem de abscessos, correção de unha encravada, cirurgias de fissura e hemorroidas selecionadas. Estimativas internacionais mostram que mais de 60% das cirurgias eletivas de sistemas de saúde de alta renda já são feitas em regime ambulatorial, e programas como o britânico trabalham com metas próximas de 80% de taxa day-case. O modelo só é seguro quando sustentado por protocolos rígidos: seleção correta do paciente, jejum padronizado, checklist de segurança, analgesia multimodal, profilaxia de náuseas e critérios objetivos de alta (escores de Aldrete e PADS). Para a prova, o aluno deve levar os números: jejum de 2 horas para líquidos claros, doses máximas dos anestésicos locais, escore de alta maior ou igual a 9 e as condutas diante das complicações clássicas.
A cirurgia ambulatorial propriamente dita compreende admissão, operação e alta no mesmo dia (permanência inferior a 12 a 23 horas); quando há uma única noite de observação, fala-se em cirurgia de curta permanência ou recuperação estendida (23 horas). A cirurgia office-based é a realizada no consultório, com estrutura simplificada, reservada a procedimentos de pequeno porte e pacientes ASA I-II. A cirurgia menor, por sua vez, é definida por três atributos combinados: duração habitualmente menor que 1 a 2 horas, anestesia local ou regional (com ou sem sedação) e risco baixo de sangramento e de complicações sistêmicas. O que define o regime ambulatorial não é o tamanho da incisão, mas a soma do risco anestésico, cirúrgico e social: uma colecistectomia laparoscópica em paciente ASA I é ambulatorial em muitos centros, enquanto uma pequena exérese de pele em paciente grave com apneia do sono não controlada pode exigir internação.
| Modalidade | Permanência | Exemplos típicos | Requisito de estrutura |
|---|---|---|---|
| Cirurgia de consultório (office-based) | Horas, sem pernoite | Sutura, biópsia punch, exérese de lesões cutâneas, unha encravada | Sala procedimental, carrinho de emergência, drogas de reanimação |
| Centro cirúrgico ambulatorial (day surgery) | Alta no mesmo dia | Herniorrafias, cirurgia proctológica, catarata, artroscopias, cirurgia de varizes | Centro cirúrgico completo, anestesia disponível, sala de recuperação |
| Cirurgia de curta permanência | Até 23 horas / 1 pernoite | Colecistectomia laparoscópica, próteses ortopédicas em pacientes selecionados | Enfermaria de observação e equipe de plantão |
| Cirurgia menor | Variável | Drenagem de abscesso, punções, cateterismos vesicais, curativos complexos | Depende do local; sempre com consentimento e checklist |
A migração para o ambulatório é uma das maiores transformações da cirurgia moderna, impulsionada por anestésicos de ultracurta duração (propofol, remifentanil, sevoflurano e desflurano), técnicas minimamente invasivas, analgesia multimodal e protocolos de recuperação acelerada. Nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, as cirurgias ambulatoriais já superam a metade de todos os procedimentos eletivos, incluindo quase a totalidade das cirurgias de catarata e a maioria das artroscopias e herniorrafias. No Brasil, o modelo está consolidado em convênios e em serviços públicos de alta produtividade, com regulação profissional que exige os mesmos padrões de segurança do centro cirúrgico hospitalar: equipe treinada em reanimação, carrinho de parada, oxímetro, capnógrafo para sedação e protocolo de transferência para hospital de retaguarda. A organização eficiente depende de lista cirúrgica homogênea, avaliação pré-operatória centralizada, educação do paciente antes da chegada e trilha de recuperação com escores objetivos de alta.
A seleção é feita por quatro eixos: risco anestésico, risco cirúrgico, risco social e risco de complicações específicas. Quanto ao risco anestésico, são candidatos ideais os pacientes ASA I e II; pacientes ASA III compensados (hipertensão controlada, diabetes estável, asma em uso regular de inalador) são aceitos na maioria dos centros, e ASA IV não compensado contraindica o regime ambulatorial. A avaliação pré-anestésica (consulta com anestesiologista ou instrumentos validados de triagem) substitui o excesso de exames: recomendações internacionais e a II Diretriz de Avaliação Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia convergem que exames laboratoriais de rotina não são indicados em pacientes saudáveis submetidos a cirurgia de baixo risco, sendo reservados a indicações clínicas específicas. Rastrear apneia obstrutiva do sono com o escore STOP-BANG: pontuação alta (5 ou mais) sugere apneia grave e aumenta o risco de complicações respiratórias com sedação e opioides, exigindo cautela, monitores de oximetria prolongada e, muitas vezes, regime hospitalar.
As diretrizes da American Society of Anesthesiologists de 2017 estabeleceram o padrão atual, baseado em evidência de que o esvaziamento de líquidos claros é rápido (metade esvaziada em torno de 15 a 30 minutos) e que jejuns prolongados aumentam sede, irritabilidade, catabolismo e até resistência à insulina. Para adultos e crianças saudáveis em procedimento eletivo, recomenda-se jejum de 2 horas para líquidos claros (água, água com açúcar, café ou chá sem leite, sucos de frutas sem polpa, refrigerantes), 6 horas para refeição leve (torrada com geléia, frutas, leite, fórmulas infantis) e 8 horas ou mais para refeições com frituras, gorduras ou carnes, que atrasam o esvaziamento gástrico. A diretriz incentiva a ingestão de líquidos claros até 2 horas antes e admite bebidas com carboidratos em protocolos de recuperação acelerada, com exceção para pacientes com risco conhecido de aspiração (refluxo grave, obesidade importante, gastroparesia, hérnia hiatal sintomática). Medicamentos habituais podem ser tomados com um gole de água na manhã da cirurgia.
| Ingesta | Tempo mínimo de jejum | Exemplos |
|---|---|---|
| Líquidos claros | 2 horas | Água, café ou chá sem leite, suco sem polpa, água com carboidrato |
| Leite e fórmulas | 6 horas (fórmula infantil leve) e 8 horas (leite de vaca) | Leite, iogurte, fórmulas infantis |
| Refeição leve | 6 horas | Torradas, geléia, frutas, chá com biscoito |
| Refeição gordurosa ou com carnes | 8 horas ou mais | Frituras, carnes, ovos, manteiga, cremes |
O checklist de segurança cirúrgica da Organização Mundial da Saúde, validado em oito hospitais de países de diferentes rendas no estudo de Haynes (NEJM, 2009), reduziu complicações graves de 11,0% para 7,0% e a mortalidade de 1,5% para 0,8%, e é aplicável integralmente ao ambulatório. Ele tem três momentos: antes da indução anestésica (identificação do paciente com nome e data de nascimento, sítio cirúrgico marcado, verificação de máquina de anestesia, oxímetro pulsátil funcionando, alergias, via aérea difícil e risco de sangramento maior que 500 mL); antes da incisão (confirmação em voz alta de equipe, paciente, procedimento e sítio, antibioticoprofilaxia nos últimos 60 minutos, revisão de imagens); e antes de sair da sala (contagem de instrumentais e compressas, identificação da amostra, revisão dos cuidados de recuperação). Sítios laterais e múltiplos (hérnias bilaterais, lesões de pele múltiplas) devem ser marcados com caneta indelével com o paciente acordado. Na cirurgia menor com sedação e oxigênio suplementar, lembre do triângulo do fogo cirúrgico: oxidante (O2), combustível (álcool de preparo, drapes) e ignição (eletrocautério) não podem coexistir; aguarde a secagem do antisséptico alcoólico e reduza o fluxo de oxigênio antes de usar diatermia na face.
Dominar as doses máximas dos anestésicos locais é obrigatório e muito cobrado. A toxicidade sistêmica (LAST, local anesthetic systemic toxicity) ocorre por superdosagem absoluta (erro de cálculo), absorção rápida (mucosas, tecido muito vascularizado) ou injeção intravascular acidental, e tem apresentação bifásica: sinais de excitação do SNC (perioral e lingual parestesia, zumbido, gosto metálico, agitação, tremores, convulsões) seguidos de depressão cardiovascular (arritmias, colapso) — a bupivacaína é a mais cardiotóxica por ligar-se fortemente aos canais de sódio cardíacos. A prevenção passa por aspirar antes de injetar, injetar lentamente (30 segundos por 5 mL), usar a menor concentração eficaz e respeitar os limites por peso, com preferência por soluções com adrenalina (que reduz o pico plasmático) em sítios muito vascularizados. O cálculo deve ser feito antes de preparar a seringa: um paciente de 70 kg pode receber no máximo 350 mg de lidocaína com adrenalina (7 mg/kg), o que corresponde a 35 mL de solução a 1% (10 mg/mL).
| Anestésico | Dose máxima sem vasoconstritor | Dose máxima com adrenalina | Latência e duração (infiltração) |
|---|---|---|---|
| Lidocaína | 4,5 mg/kg (máximo 300 mg) | 7 mg/kg (máximo 500 mg) | Início 1-3 min; dura 1-2 h (4-8 h com adrenalina) |
| Mepivacaína | 5 mg/kg (máximo 400 mg) | 7 mg/kg (máximo 550 mg) | Início 3-5 min; dura 2-3 h |
| Bupivacaína | 2,5 mg/kg (máximo 175 mg) | 3 mg/kg (máximo 225 mg) | Início 5-10 min; dura 4-8 h; cardiotóxica |
| Ropivacaína | 3 mg/kg (máximo 200 mg) | Não há ganho relevante com adrenalina | Início 5-10 min; dura 4-6 h; menos cardiotóxica que bupivacaína |
| Prilocaína | 6 mg/kg (máximo 500 mg) | 8 mg/kg (máximo 600 mg) | Metahemoglobinemia em doses altas |
A cirurgia menor bem-feita começa pelo preparo: antissepsia com clorexidina alcoólica (exceto face e meato acústico, onde se prefere PVPI ou clorexidina aquosa), campo estéril, anestesia local infiltrativa planejada com dose calculada e instrumental básico (pinça dente-de-rato tipo Adson, porta-agulhas, lâmina 15 para pele, tesoura de Mayo e de iris, clampe tipo Halsted). Nas suturas, o nylon (poliamida) 3-0 a 5-0 é o fio de referência para pele; fios absorvíveis (ácido poligláctico, poliglecaprona 4-0 a 6-0) servem para planos profundos, mucosa e sutura intradérmica; a monocryl é opção para sutura subcuticular. A reaproximação por planos (subcutâneo, dérmico, cutâneo) reduz tensão e deiscência. Pontos simples e U vertical são o padrão; bordas em ângulo pedem ponto de meia-borboleta (half-buried mattress); lacerações de bordas regulares aceitam cola de cianoacrilato ou fitas. Fechamento por planos com correto alinhamento evita a deformidade em dog-ear.
A tecnologia moderna é o que permitiu migrar procedimentos do hospital para o ambulatório com segurança. Na sala: eletrocirurgia (unidade eletrocirúrgica com modos de corte (corrente contínua de alta frequência, corte limpo) e coagulação (corrente intermitente, hemostasia), com bipolar preferido em pacientes com marcapasso e em tecidos delicados), bisturi harmônico e ultrassônico (selagem vascular com menos calor lateral), radiofrequência, crioterapia com nitrogênio líquido a menos 196 graus Celsius (dois ciclos de congelamento-descongelamento de 10 a 30 segundos para lesões cutâneas benignas), laser de CO2 para lesões de pele e mucosa e fotocoagulação. No processo: prontuário eletrônico com checklist digital, agenda de seleção automática por critérios ASA, prescrição eletrônica de alta com instruções padronizadas, ultrassonografia point-of-care (por exemplo, a avaliação gástrica do ântrum para confirmar estômago vazio em jejum duvidoso, ou mapeamento de veias em cirurgia de varizes), e telemedicina para avaliação pré-anestésica remota e reavaliação pós-operatória, regulamentada no Brasil pela Resolução CFM nº 2.314/2022. Ferramentas de triagem computadorizada e apoio à decisão começam a ser usadas para prever risco de náusea, de retenção urinária e de dor pós-operatória, antecipando medidas preventivas na lista cirúrgica.
A recuperação ocorre em fases: fase I (sala de recuperação pós-anestésica, monitorização contínua, até o paciente estar consciente e estável — escore de Aldrete de 9 a 10), fase II (recuperação tardia, quando o paciente senta, deambula, veste-se, tolera via oral) e fase III (recuperação completa em casa). O escore de Aldrete avalia cinco domínios com 0 a 2 pontos: mobilidade, respiração, circulação (pressão arterial estável), consciência e saturação de oxigênio em ar ambiente; alta da recuperação com 9 ou 10 pontos. O escore PADS (Post-Anesthesia Discharge Scoring System) adiciona os domínios que interessam à alta domiciliar: sinais vitais estáveis, atividade deambulando no nível pré-operatório, náuseas e vômitos ausentes ou controláveis por via oral, dor controlada por analgesia oral e sangramento ausente ou mínimo; alta domiciliar com 9 ou mais pontos (mínimo 8 em alguns protocolos com acompanhante). Nem todos os protocolos exigem voiding (micção) antes da alta: ela é seletiva para cirurgias de alto risco de retenção (hérnias, cirurgia anorretal, cirurgia genital, bloqueio espinhal) e para pacientes de risco; para os demais, orienta-se retorno imediato se não urinar em 6 a 8 horas.
| Escore | Domínios avaliados (0 a 2 pontos cada) | Limiar de alta |
|---|---|---|
| Aldrete (modificado) | Mobilidade, respiração, circulação, consciência, saturação de O2 em ar ambiente | Maior ou igual a 9 para sair da sala de recuperação |
| PADS | Sinais vitais, atividade, náuseas e vômitos, dor, sangramento | Maior ou igual a 9 para alta domiciliar |
| Critérios complementares | Acompanhante adulto, tolerância oral aceitável, instruções escritas recebidas, analgesia de resgate prescrita | Todos obrigatórios, independentemente do escore |
Náuseas e vômitos pós-operatórios (NVPO) são a causa mais frequente de alta atrasada e de internação não planejada: incidência basal de cerca de 20 a 30% em anestesia geral, chegando a 80% em pacientes de altíssimo risco. Estratifique com os fatores de Apfel: sexo feminino, não tabagista, história prévia de NVPO ou enjoo de movimento e uso de opioide pós-operatório, cada fator soma aproximadamente 20 pontos percentuais de risco (0 fator: 10%; 4 fatores: 80%). O ensaio fatorial IMPACT (NEJM, 2004) demonstrou que ondansetrona 4 mg IV, dexametasona 4 mg IV e droperidol 1,25 mg IV reduzem NVPO de forma independente e aditiva, e que combinações são superiores a doses isoladas maiores; a técnica também conta: anestesia venosa total com propofol, hidratação generosa e evitar óxido nitroso e opioides reduzem o risco basal. Nos pacientes de risco moderado a alto, use profilaxia com dois ou três agentes e trate o estômago cheio residual com metoclopramida 10 mg IV.
1.Segundo as diretrizes ASA 2017 de jejum pré-operatório, adulto saudável para cirurgia eletiva pode ingerir água ou café sem leite até quanto tempo antes da indução anestésica?
2.Paciente de 80 kg será submetido a exérese de lipoma sob anestesia local com lidocaína a 1% sem adrenalina. Qual o volume máximo seguro?
3.Qual é o limiar usual do escore de Aldrete para alta da sala de recuperação pós-anestésica?
4.O estudo de Haynes (NEJM, 2009) sobre o checklist de segurança cirúrgica da OMS demonstrou:
5.Durante infiltração com bupivacaína, o paciente refere gosto metálico, zumbido e depois convulsiona. Após interromper a injeção e garantir vias aéreas, qual o tratamento específico?
6.Quais são os quatro fatores de risco do escore simplificado de Apfel para NVPO?
7.Qual paciente é o candidato clássico a regime ambulatorial?
8.Sobre antibioticoprofilaxia em cirurgia ambulatorial com implante de malha, qual o esquema padrão segundo o CDC 2017?
9.Homem de 66 anos, operado de hemorroidectomia sob bloqueio espinhal, tem 8 horas de pós-operatório, globo vesical doloroso e não consegue urinar. Volume vesical ao eco: 550 mL. Conduta?
10.Sobre a ingestão de líquidos e medicações no dia da cirurgia ambulatorial, qual afirmação é correta?
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