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Revisão completa do metabolismo lipídico: digestão e absorção, vias exógena e endógena das lipoproteínas, lipólise e beta-oxidação com balanço de ATP, cetogênese, lipogênese, metabolismo do colesterol, aplicação clínica do perfil lipídico, fármacos hipolipemiantes com alvos bioquímicos e erros inatos do metabolismo lipídico.
[1] Nelson DL, Cox MM. Lehninger Principles of Biochemistry. 7th ed. New York: W.H. Freeman/Macmillan, 2017 | [2] Rodwell VW, Bender DA, Botham KM, et al. Harper's Illustrated Biochemistry. 32nd ed. New York: McGraw-Hill, 2023 | [3] Grundy SM, Stone NJ, Bailey AL, et al. 2018 AHA/ACC Guideline on the Management of Blood Cholesterol. Circulation. 2019;139(25):e1082-e1143 · DOI 10.1161/CIR.0000000000000625 | [4] Mach F, Baigent C, Catapano AL, et al. 2019 ESC/EAS Guidelines for the management of dyslipidaemias. European Heart Journal. 2020;41(1):111-188 · DOI 10.1093/eurheartj/ehz455 | [5] Faludi AA, Izar MCO, Saraiva JFK, et al. Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose 2017. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2017;109(2 Supl 1):1-76 · DOI 10.5935/abc.20170196 · DOI 10.1161/CIR.0000000000000625
Os lipídeos respondem por 20 a 35% do valor calórico da dieta ocidental e são a principal reserva energética do organismo: 1 g de gordura fornece cerca de 9 kcal, contra 4 kcal de carboidratos e proteínas, e um adulto de 70 kg armazena 10 a 15 kg de triglicerídeos contra apenas 400 g de glicogênio. Para a prova de Bioquímica, o tema é cobrado em três eixos que este artigo cobre na íntegra: o mapa das lipoproteínas e apolipoproteínas (com as enzimas limitantes de cada via), o rendimento energético e a regulação hormonal da beta-oxidação e da cetogênese, e o metabolismo do colesterol, que conecta a bioquímica às diretrizes clínicas de dislipidemias e aos mecanismos de ação das estatinas, ezetimiba e inibidores de PCSK9.
Lipídeos são moléculas biológicas insolúveis em água e solúveis em solventes orgânicos, agrupadas por função e não por uma única estrutura. Ácidos graxos são os monômeros: saturados sem duplas ligações (palmitílico C16:0, esteárico C18:0), monoinsaturados (oleico C18:1 Δ9) e poli-insaturados (linoleico C18:2 ω-6, araquidônico C20:4 ω-6, α-linolênico C18:3 ω-3, EPA C20:5 e DHA C22:6 ω-3). Os poli-insaturados de cadeia longa definem a fluidez das membranas e são precursores dos eicosanoides; os ω-3 marinhos têm efeito hipotrigliceridêmico e antitrombótico usado em clínica.
| Classe | Exemplos | Função principal |
|---|---|---|
| Ácidos graxos | Palmitírico, oleico, araquidônico | Combustível oxidativo e precursor de eicosanoides |
| Triglicerídeos (TAG) | Triacilglicerol do tecido adiposo | Reserva energética concentrada e isolamento térmico |
| Fosfolipídeos | Fosfatidilcolina, fosfatidilserina | Bicamada das membranas; surfactante; sinalização |
| Esfingolipídeos | Esfingomielina, cerebrosídeos, gangliósideos, ceramida | Mielina, domínios de membrana e reconhecimento celular |
| Esteroides | Colesterol, ácidos biliares, hormônios esteroidais, vitamina D | Estrutura de membrana, emulsificação e sinalização hormonal |
| Eicosanoides | Prostaglandinas, tromboxano A2, leucotrienos | Mediadores lipídicos da inflamação, vaso e agregação plaquetária |
A digestão começa na boca (lipase lingual) e no estômago (lipase gástrica), responsáveis por menos de 10% da hidrólise, e se completa no duodeno: a colecistoquinina estimula a contração da vesícula e a secreção de enzimas pancreáticas, enquanto o secretin estimula bicarbonato, elevando o pH intestinal ao ótimo da lipase pancreática (pH 8). A lipase pancreática hidrolisa TAG em 2-monoacilglicerol e ácidos graxos livres na interface água-óleo, e precisa da colipase para deslocar os sais biliares da superfície da gotícula. Os sais biliares, sintetizados a partir do colesterol hepático (enzima limitante 7α-hidroxilase), emulsificam a gordura e formam micelas mistas que aproximam os produtos da hidrólise da borda em escova.
Lipoproteínas são micelas esféricas com núcleo hidrofóbico (colesterol esterificado e triglicerídeos) e casca anfipática (fosfolipídeos, colesterol livre e apolipoproteínas). Elas se ordenam por densidade: quanto mais proteína, maior a densidade e menor o tamanho. A via exógena transporta gordura da dieta em quilomicrons; a via endógena leva TAG hepáticos ao tecido adiposo em VLDL, que perde triglicerídeos e vira IDL e depois LDL, a principal transportadora de colesterol para os tecidos periféricos; a via reversa usa HDL para devolver colesterol dos tecidos ao fígado.
| Lipoproteína | Lipídeo dominante | Apo marcadora | Origem e função |
|---|---|---|---|
| Quilomicron e remanescente | Triglicerídeos da dieta | apoB-48, apoC, apoE | Intestino; entrega TAG ao tecido adiposo e músculo |
| VLDL | Triglicerídeos hepáticos | apoB-100, apoC-II | Fígado; via endógena de exportação de TAG |
| IDL (VLDL remanescente) | TAG e colesterol | apoB-100, apoE | Intermediária; 50% captada pelo fígado, 50% vira LDL |
| LDL | Colesterol esterificado | apoB-100 | Entrega colesterol à célula via receptor LDL (LDLR) |
| HDL | Colesterol e fosfolipídeos | apoA-I | Fígado/intestino; transporte reverso ativado pela LCAT |
| Lp(a) | Colesterol | apoB-100 + apo(a) | Fator de risco genético independente; homologia com o plasminogênio |
Três enzimas periféricas organizam o trânsito entre as partículas. A LPL hidrolisa TAG de quilomicrons e VLDL no endotélio; a lipase hepática (HL) remove TAG de IDL e HDL, gerando partículas LDL pequenas e densas; e a LCAT, ativada pela apoA-I no HDL, esterifica o colesterol livre captado da membrana celular (via ABCA1), mantendo o gradiente do transporte reverso. A proteína de transferência de colesteril éster (CETP) troca ésteres de colesterol de HDL por TAG de VLDL/LDL. Deficiência de LCAT causa córnea opaca e anemia (doença do olho de peixe); defeito do ABCA1 causa a doença de Tangier, com HDL quase ausente e acúmulo de colesterol em tonsilas e nervos.
No jejum, a queda da insulina e a elevação de glucagon, adrenalina e cortisol ativam a lipólise no adipócito: a ATGL hidrolisa TAG em diacilglicerol e a lipase sensível a hormônio (HSL, ativada por PKA via cAMP) completa a liberação de ácidos graxos livres, que viajam no plasma ligados à albumina. Na célula alvo, o ácido graxo é ativado a acil-CoA por uma acil-CoA sintetase que consome ATP até AMP + PPi (custo de 2 ATP de alta energia), e então entra na mitocôndria pela lançadeira da carnitina: a carnitina palmitoiltransferase I (CPT-I), na membrana externa, é a enzima limitante da beta-oxidação e é inibida pelo malonil-CoA, o elo que impede a lipólise e a lipogênese simultâneas.
A deficiência de MCAD é o erro inato da beta-oxidação mais comum (1:10.000 a 1:15.000 nascidos vivos): a criança apresenta hipoglicemia hipocetótica (corpos cetônicos inapropriadamente baixos para o jejum), letargia e hepatomegalia esteatótica após episódios de jejum prolongado ou infecção, com risco de morte súbita. O tratamento é evitar jejum e fornecer carboidrato. A deficiência primária de carnitina (defeito do transportador OCTN2) acumula acil-CoA no citosol, causa miopatia, cardiomiopatia dilatada, hipoglicemia hipocetótica e responde dramaticamente à suplementação oral de carnitina.
Ácidos graxos de cadeia muito longa (VLCFA, acima de C22, como o ácido lignocérico e cérvico) são encurtados nos peroxissomos por uma beta-oxidação que transfere elétrons direto ao oxigênio, gerando peróxido de hidrogênio em vez de ATP acoplado. Doenças peroxissomais ilustram a via: na adrenoleucodistrofia ligada ao X (defeito do transportador ABCD1) os VLCFA se acumulam no SNC e córtex adrenal, causando desmielinização e insuficiência adrenal; na síndrome de Zellweger, sem peroxissomos funcionais, acumulam-se VLCFA e ácido fitânico. A alfa-oxidação, exclusiva do peroxissomo, degrada o ácido fitânico da dieta (derivado do fitol clorofilado), e seu defeito causa a doença de Refsum (retinite pigmentar, anosmia, ataxia).
Quando a beta-oxidação hepática excede a capacidade do ciclo de Krebs (jejum prolongado, dieta cetogênica, diabetes descompensado, alcoolismo), o acetil-CoA é desviado para a cetogênese, que ocorre exclusivamente na matriz mitocondrial do fígado: 2 acetil-CoA formam acetoacetil-CoA, que recebe um terceiro acetil-CoA pela HMG-CoA sintase mitocondrial (enzima limitante, induzida por glucagon e ácidos graxos) formando HMG-CoA; a HMG-CoA liase cliva em acetoacetato, que pode ser reduzido a β-hidroxibutirato pela β-hidroxibutirato desidrogenase (NADH) ou sofrer descarboxilação espontânea a acetona (hálito adocicado).
No estado alimentado, o excesso de carboidrato vira gordura: o citrato formado na mitocôndria é exportado ao citosol pela lançadeira do citrato e clivado pela ATP citrato liase em acetil-CoA e oxaloacetato. A acetil-CoA carboxilase (ACC), enzima limitante da lipogênese, é uma biotina-dependente que carboxila acetil-CoA em malonil-CoA; é ativada por citrato e insulina (desfosforilação) e inibida por AMPK e palmitil-CoA. A síntase de ácidos graxos (multienezima única nos eucariotos) condensa 7 malonil-CoA a um acetil-CoA inicial usando 14 NADPH (da via das pentoses e da enzima málica) e produz palmitato (C16:0). O malonil-CoA, ao mesmo tempo, inibe a CPT-I, garantindo que a célula não sintetize e queime ácidos graxos ao mesmo tempo.
Alongamentos (retículo endoplasmático e mitocôndria) e dessaturações (dessaturases Δ9, Δ6 e Δ5 do retículo) diversificam o palmitato. Os humanos não têm dessaturases Δ12 nem Δ15, sendo incapazes de introduzir duplas ligações além do carbono 9: por isso o linoleico (ω-6) e o α-linolênico (ω-3) são essenciais da dieta. O linoleico é alongado e dessaturado até araquidônico, estoque de membrana que a fosfolipase A2 libera para a síntese de eicosanoides pelas cicloxigenases (aspirina aceta irreversivelmente a COX-1 e COX-2) e 5-lipoxigenase. O tecido adiposo reesterifica ácidos graxos em TAG pela via do glicerol-3-fosfato (da glicólise) e os armazena sob sinal insulinico.
| Via ou enzima | Estado alimentado (insulina alta) | Jejum (glucagon/adrenalina) |
|---|---|---|
| Lipoproteína lipase do adipócito | Ativada; capta TAG dos quilomicrons | Reprimida; pouca captação de gordura |
| Lipólise (ATGL e HSL) | Suprimida pela fosforilação baixa de PKA | Ativada via cAMP/PKA; libera ácidos graxos |
| ACC e lipogênese de novo | Ativa; malonil-CoA elevado bloqueia CPT-I | Inibida por AMPK; CPT-I liberada |
| Cetogênese hepática | Suprimida | Induzida; corpos cetônicos alimentam o cérebro |
| Glicólise hepática e lipogênese | Dominante; conversão de glicose em gordura | Gliconeogênese dominante a partir do glicerol |
O colesterol é sintetizado por praticamente todas as células nucleadas, mas fígado, intestino e tecidos esteroidogênicos dominam o pool (cerca de 1 g/dia sintetizados, somados a 300 a 500 mg da dieta). A via começa com 3 acetil-CoA até HMG-CoA; a HMG-CoA redutase, enzima limitante e alvo das estatinas, reduz HMG-CoA a mevalonato em 2 NADPH, e a partir daí a via segue ao esqualeno e ao colesterol. A HMG-CoA redutase é inibida por colesterol (retorno) e por fosforilação via AMPK, e ativada por insulina; a expressão dela e do receptor LDL é controlada pelo fator de transcrição SREBP-2, que migra ao núcleo quando o colesterol celular cai. O colesterol só é degradado por conversão: a 7α-hidroxilase gera ácidos biliares (rota de eliminação principal), e a cadeia esteroidogênica (desmolase/CYP11A1) produz pregnenolona; a 7-desidrocolesterol da pele é o precursor da vitamina D.
As células captam colesterol pelo receptor LDL (LDLR), que reconhece apoB-100 e apoE, internaliza a partícula em clatrinas e recicla. A PCSK9 secretada pelo fígado se liga ao complexo LDL-LDLR e o direciona ao lisossomo, destruindo o receptor: anticorpos monoclonais anti-PCSK9 e o inibidor de RNA inclisiran aumentam a densidade de LDLR e derrubam o LDL-C em 50 a 60%. A hipercolesterolemia familiar heterozigótica (1:250, mutação do LDLR, apoB ou PCSK9 ganho de função) tem LDL-C de 200 a 400 mg/dL, xantomas tendíneos e doença coronariana precoce; a homozigota (1:1.000.000, LDL-C acima de 500 mg/dL) exige inibidores de PCSK9, ezetimiba, aférese de LDL e, nas deficiências de receptor com resposta nula, evinacumabe (anti-ANGPTL3) ou transplante hepático.
O perfil lipídico de jejum mede colesterol total, HDL-C e triglicerídeos diretos; o LDL-C costuma ser calculado pela fórmula de Friedewald: LDL = colesterol total − HDL − (triglicerídeos/5), em mg/dL, válida para triglicerídeos abaixo de 400 mg/dL (acima disso, ou no jejum dispensado, usa-se dosagem direta de LDL-C). O não-HDL (total − HDL) reflete todas as partículas aterogênicas e vale em qualquer TG, com meta 30 mg/dL acima da meta de LDL. Triglicerídeus acima de 500 mg/dL (risco alto de pancreatite acima de 1.000) priorizam fibratos, ômega-3 e controle de diabetes e álcool antes da meta de LDL; na síndrome metabólica e no diabetes tipo 2, a dislipidemia é de VLDL alta, HDL baixo e LDL pequenas e densas, atraindo estatina de alta intensidade por risco associado.
| Fármaco | Alvo bioquímico | Posologia típica e efeito |
|---|---|---|
| Atorvastatina / rosuvastatina | Inibição competitiva da HMG-CoA redutase | 40-80 mg/dia ou 20-40 mg/dia; alta intensidade reduz LDL ≥ 50% |
| Ezetimiba | Inibe o transportador NPC1L1 da borda em escova | 10 mg/dia; queda adicional de 18 a 23% no LDL |
| Evolocumabe / alirocumabe | Anticorpo anti-PCSK9; preserva o LDLR | 140 mg SC a cada 2 semanas; queda de 50 a 60% do LDL |
| Ácido bempedoico | Inibe a ACL, a montante da HMG-CoA redutase | 180 mg/dia; queda adicional de 15 a 20% |
| Fenofibrato / gemfibrozil | Agonistas PPAR-alfa; ↑ LPL e oxidação de AG | 145-200 mg/dia ou 600 mg 2x/dia; reduzem TG 30 a 50% |
| Ômega-3 (EPA+DHA) | ↓ síntese hepática de VLDL; PPAR-alfa | 2 a 4 g/dia de EPA+DHA em hipertrigliceridemia |
| Orlistat | Inibe lipase gástrica e pancreática | 120 mg 3x/dia com as refeições; ↓ absorção de ~30% da gordura |
| Doença | Proteína deficiente | Material acumulado | Marcador clínico |
|---|---|---|---|
| Doença de Gaucher | Glicocerebrosidase (β-glicosidase) | Glicocerebrosídeo em macrófagos | Células de Gaucher, esplenomegalia, crise óssea; Ashkenazi |
| Niemann-Pick A e B | Esfingomielinase | Esfingomielina | Células espumadas, neurodegeneração (A), hepatomegalia (B) |
| Tay-Sachs | Hexosaminidase A | Gangliósideo GM2 | Mancha cereja vermelho macular, startle, sem hepatomegalia |
| Fabry (ligada ao X) | Alfa-galactosidase A | Ceramida trihexosídeo | Angioqueratomas, dor em queimadura, rins e coração |
| Deficiência de MCAD | Acil-CoA desidrogenase de cadeia média | Acilcarnitinas C8 | Hipoglicemia hipocetótica com jejum |
| Deficiência de carnitina | Transportador OCTN2 | Acil-CoA citosólico | Cardiomiopatia, miopatia, hipoglicemia hipocetótica |
| Hipercolesterolemia familiar | LDLR (mais comum), apoB, PCSK9 | LDL-C plasmático | Xantomas tendíneos, corneal arcus, DAC precoce |
Todas as lipidoses listadas têm herança autossômica recessiva, exceto Fabry, ligada ao X. O padrão de herança, o acúmulo no lysossoma e o traço físico distintivo (mancha cereja, célula de Gaucher, angioqueratoma) formam o trio que a banca cobra. A confirmação é enzimática por leucócitos ou por painel de sequenciamento; para Gaucher tipo 1 e Fabry existem terapia de reposição enzimática específica, o que tornou essas doenças modelo de tratamento de doenças lysossomais, e a triagem neonatal de MCAD por espectrometria de massas faz parte do teste do pezinho ampliado em vários estados brasileiros.
1.Qual enzima é o passo limitante da síntese de colesterol e o alvo direto das estatinas?
2.A captação de triglicerídeos dos quilomicrons pelo tecido adiposo requer qual apolipoproteína ativadora da lipoproteína lipase?
3.O malonil-CoA inibe qual enzima, impedindo que a célula sintetize e oxide ácidos graxos ao mesmo tempo?
4.A oxidação completa de um palmitato (C16:0) pela beta-oxidação e ciclo de Krebs gera aproximadamente quantos ATP líquidos na contagem atual (2,5 por NADH e 1,5 por FADH2)?
5.Por que o fígado produz, mas não consome corpos cetônicos?
6.Quais ácidos graxos são essenciais na dieta humana e por quê?
7.Um recém-nascido com hipoglicemia após jejum noturno, corpos cetônicos baixos e acilcarnitina C8 elevada na triagem tem, com maior probabilidade:
8.Paciente com angioqueratomas, crises de dor em queimadura nas mãos, insuficiência renal e cardiomiopatia hipertrófica, com herança ligada ao X, tem deficiência de qual enzima?
9.Perfil lipídico: colesterol total 220 mg/dL, HDL 45 mg/dL, triglicerídeos 200 mg/dL. Qual o LDL-C calculado por Friedewald?
10.Após 3 a 4 dias de jejum prolongado, qual adaptação metabólica economiza proteína muscular?
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