carregando…
carregando…
Revisão completa da parada cardíaca perioperatória: classificação etiológica ligada à anestesia, fisiopatologia, reconhecimento no paciente monitorizado, algoritmo de reanimação com doses de drogas e situações especiais como toxicidade de anestésico local, hipertermia maligna, anafilaxia e parada em cirurgia cardíaca.
[1] Panchal AR, Bartos JA, Cabañas JG, et al. Part 3: Adult Basic and Advanced Life Support: 2020 American Heart Association Guidelines for CPR and Emergency Cardiovascular Care. Circulation. 2020;142(16 Suppl 2):S366-S468 · DOI 10.1161/CIR.0000000000000916 | [2] Soar J, Böttiger BW, Carli P, et al. European Resuscitation Council Guidelines 2021: Adult advanced life support. Resuscitation. 2021;161:115-151 · DOI 10.1016/j.resuscitation.2021.02.013 | [3] Sprung J, Warner ME, Contreras MG, et al. Predictors of survival following cardiac arrest in patients undergoing noncardiac surgery: a study of 518,294 patients at a tertiary referral center. Anesthesiology. 2003;99(2):259-269 · PMID 12780526 | [4] Bhananker SM, Posner KL, Domino KB. Anesthesia-related cardiac arrest in children: update from the Pediatric Perioperative Cardiac Arrest Registry. Anesth Analg. 2007 · PMID 17646488 | [5] Glahn KPE, Ellis FR, Halsall PJ, et al. Recognizing and managing a malignant hyperthermia crisis: guidelines from the European Malignant Hyperthermia Group. Br J Anaesth. 2010;105(4):417-420 · DOI 10.1093/bja/aeq243 · DOI 10.1161/CIR.0000000000000916
A parada cardíaca no centro cirúrgico é o desfecho que todo anestesiologista precisa saber reverter em segundos, e é justamente por isso que virou tema clássico de prova: cobram o algoritmo, cobram a dose e cobram a causa reversível que o aluno deixou passar. A incidência de parada cardíaca perioperatória em cirurgias não cardíacas fica entre 2 e 5 eventos para cada 10.000 anestesias em grandes séries, como a da Mayo Clinic com 518.294 anestesias de Sprung e colaboradores, com sobrevida imediata à reanimação em torno de 40% e alta hospitalar em torno de um terço dos casos. O dado mais importante da história da especialidade é a queda da mortalidade atribuível à anestesia: de aproximadamente 1 para cada 10.000 anestésicos nas séries antigas para algo entre 1:100.000 e 1:200.000 em registros modernos, graças a monitores, checklists e treinamento em crise. Neste artigo você vai integrar fisiopatologia, algoritmo de suporte avançado de vida adaptado ao paciente anestesiado e as emergências especificamente anestésicas: toxicidade sistêmica de anestésico local, hipertermia maligna, anafilaxia perioperatória e parada após circulação extracorpórea.
Define-se parada cardíaca perioperatória como a cessação súbita e confirmada da atividade mecânica cardíaca com perda de pulso durante indução, manutenção ou emergência anestésica. Para fins de análise, classifica-se em três grupos: parada causada pela anestesia (ex.: overdose de anestésico, hipoxemia por intubação esofágica, bloqueio neural central alto, toxicidade de anestésico local), parada na qual a anestesia contribuiu como fator agravante (depressão miocárdica em cardiopata grave, hipovolemia não reconhecida sob vasodilatação) e parada decorrente da doença de base ou do ato cirúrgico (infarto, tromboembolia, sangramento maciço). O paciente anestesiado é único: está sob depressão de consciência, não refere sintoma, está intubado ou sob sedação profunda e conectado a monitores contínuos, o que torna o reconhecimento mais rápido, mas a interpretação mais técnica. Além disso, o leito opera com equipe reduzida à noite, o que exige designação explícita de papéis no primeiro segundo da crise.
| Causa (H e T) | Exemplo típico no centro cirúrgico | Conduta imediata além da RCP |
|---|---|---|
| Hipóxia / hipoxemia | Falha de intubação, extubação acidental, obstrução de circuito, broncoaspiração | Oxigenação com FiO2 de 1,0, via aérea definitiva, broncoscopia |
| Hipovolemia | Hemorragia cirúrgica, perda terceiro espaço, hipovolemia relativa por vasodilatação | Expansão com cristaloide, sangue e controle do sangramento com o cirurgião |
| H+ (acidose) | Acidose metabólica por choque prolongado ou sepse | Ventilação minuto aumentada; bicarbonato 1 mEq/kg se pH menor que 7,1 |
| Hipercalemia | Succinilcolina em queimado, traumatizado crônico ou em doença de motorneurônio | Gluconato de cálcio 10% de 30 mL IV ou cloreto de cálcio 10% de 10 mL, insulina com glicose |
| Hipotermia | Cirurgia longa com campo aberto, lavagem fria, reposição sem aquecimento | Aquecimento ativo; em hipotermia profunda, RCP prolongada até reaquecimento |
| Tensão (pneumotórax hipertensivo) | Barotrauma em ventilação com pressão positiva, punção de veia subclávia | Descompressão com agulha no 4o ou 5o espaço intercostal na linha hemiclavicular ou 2o espaço na linha medioclavicular |
| Tamponamento | Trauma penetrante, pós-cardiotomia, dissecção de aorta | Pericardiocentese ou resternotomia de urgência |
| Toxinas anestésicas | LAST por bupivacaína ou ropivacaína, overdose de opioide, anafilaxia | Emulsão lipídica 20%, naloxona, adrenalina |
| Trombose (coronariana ou pulmonar) | Infarto perioperatório, embolia pulmonar intraoperatória, embolia gasosa | Coronariografia se SUP; discussão de trombólise ou embolectomia |
| Trauma | Trauma fechado com hipovolemia oculta, lesão cardíaca | Controle de danos, reposição agressiva, tampa de laparostomia |
Em adultos, as causas cardiovasculares e respiratórias dominam, com predomínio de assistolia e atividade elétrica sem pulso sobre fibrilação ventricular, embora a proporção de ritmos chocáveis seja maior no centro cirúrgico do que na comunidade. Em crianças, o registro norte-americano POCA (Pediatric Perioperative Cardiac Arrest Registry) mostrou mudança histórica de perfil: com a queda das paradas por hipoxemia ligada a via aérea, as causas medicamentosas passaram a responder por cerca de 18% de todas as paradas anestésicas pediátricas no ciclo 1998-2004, com destaque para depressão cardiovascular por anestésicos voláteis em pacientes com cardiopatia. O risco cresce progressivamente com o estado físico ASA, com idade extrema, com caráter de urgência e emergência da cirurgia e com o horário noturno. Na indução e na emergência anestésica concentram-se os eventos, o que justifica vigilância máxima nesses dois momentos: na indução por deposição rápida de drogas e perda das vias de compensação, e na emergência por extubação, carga adreinérgica e sangramento não compensado.
A anestesia desmonta, uma a uma, as respostas compensatórias que sustentam a perfusão. Os agentes inalatórios e o propofol deprimem contratilidade miocárdica (redução da fração de ejeção e do inotropismo por menor influxo de cálcio), dilatam o leito venoso (queda do retorno venoso e da pré-carga) e atenuam a resposta simpática barorreflexa. Opioides causam bradicardia e apneia; o bloqueio neuromaxial alto retira o tônus simpático em até 10 a 12 dermatomos acima do nível sensitivo, podendo abolir a inervação cardíaca aceleradora (T1 a T4) e bloquear os músculos intercostais. Somam-se hipovolemia, acidose, eletrólitos e hipoxemia, e o débito cardíaco entra em espiral descendente até a parada. Instalada a parada, o miocárdio passa por três fases: elétrica (primeiros 4 minutos, quando a desfibrilação tem máxima eficácia), circulatória (a RCP artificial gera fluxo de 25 a 33% do basal) e metabólica (acidose intracelular, falência enzimática e morte celular progressiva).
Dois números fisiológicos organizam a reanimação e são cobrados em prova. Primeiro, a pressão de perfusão coronária, definida como pressão diastólica aórtica menos pressão diastólica do átrio direito: valores iguais ou maiores que 15 mmHg na artéria invasiva predizem retorno da circulação espontânea. Segundo, o CO2 exalado final da onda (ETCO2), que reflete o débito cardíaco produzido pelas compressões: RCP com ETCO2 persistentemente abaixo de 10 mmHg indica fluxo ineficaz, enquanto elevação súbita e sustentada do ETCO2 é o sinal mais precoce e confiável de retorno da circulação espontânea, mesmo antes da checagem de pulso. No paciente intubado, a queda abrupta do ETCO2 para valores próximos de zero com circuito íntegro sugere parada ou embolia pulmonar maciça e deve disparar checagem imediata de ritmo.
O centro cirúrgico é o único cenário de parada em que a vítima chega monitorizada: eletrocardiograma contínuo, pletismografia de oximetria, capnografia e frequentemente pressão arterial invasiva. O reconhecimento, portanto, não depende de palpar pulso por 10 segundos como na comunidade: a combinação de traçado eletrocardiográfico de fibrilação ventricular, taquicardia ventricular sem pulso, assistolia ou ritmo organizado com pressão invasora plana e queda do ETCO2 estabelece o diagnóstico quase instantaneamente. A palpação de pulso carotídeo ou femoral continua indicada quando não há via arterial, limitada a 10 segundos. O ecocardiograma ponto de cuidado (eco transtorácico durante as pausas programadas de checagem de ritmo) diferencia assistolia verdadeira de pseudo-DEP (contração miocárdica sem pulso palpável), estima volume e função e caça as causas mecânicas: colapso de veia cava na hipovolemia, ausência de deslizamento pleural no pneumotórax, derrame pericárdico no tamponamento. Nunca interrompa compressões por mais de 10 segundos para obter essas imagens.
| Droga | Indicação | Dose e via no adulto | Observações de prova |
|---|---|---|---|
| Adrenalina (epinefrina) | Todos os ritmos de parada após o momento do algoritmo | 1 mg IV ou IO a cada 3 a 5 minutos | Não usar via traqueal; em anafilaxia com pulso a via é IM |
| Amiodarona | FV ou TV sem pulso refratária ao 3o choque | 300 mg IV em bolus; repetir 150 mg após 5 min | Diluir em dextrose 5%; não misturar com adrenalina em mesma linha |
| Lidocaína | Alternativa à amiodarona | 1 a 1,5 mg/kg IV; depois 0,5 a 0,75 mg/kg | Não usar junto com amiodarona |
| Sulfato de magnésio | Torsades de pointes, hipomagnesemia | 1 a 2 g IV em 10 min | Não é rotina na FV comum |
| Bicarbonato de sódio | Acidose por tempo de parada longa, hipercalemia, intoxicação por antidepressivo tricíclico | 1 mEq/kg IV | Não usar de rotina; piora acidose intracelular e hipercapnia |
| Cálcio (gluconato 10% ou cloreto 10%) | Hipercalemia, hipocalcemia, hipermagnesemia, overdose de bloqueador de canal de cálcio | Gluconato 30 mL IV ou cloreto 10 mL IV | Cloreto tem 3 vezes mais cálcio ionizável |
| Atropina | Bradicardia com pulso | 1 mg IV a cada 3 a 5 min, máximo 3 mg | Não é mais recomendada em assistolia nem em DEP |
| Vasopressina | Nenhuma indicação rotineira | Removida do algoritmo desde 2015 | Pegadinha clássica de prova |
| Naloxona | Depressão por opioide com pulso | 0,04 a 0,4 mg IV, repetir a cada 2 a 3 min | Meia-vida menor que a dos opioides: risco de renarcotização |
| Flumazenil | Sedação por benzodiazepínico | 0,2 mg IV em 15 s, repetir até 1 mg | Cuidado em usuário crônico: risco de convulsão |
| Sugammadex | Reversão de bloqueio neuromuscular por rocurônio ou vecurônio | 2 mg/kg IV (reversão de rotina) a 16 mg/kg (reversão imediata) | Dose de 16 mg/kg reverte rocurônio 1,2 mg/kg administrado há 3 minutos |
| Emulsão lipídica 20% | Toxicidade sistêmica de anestésico local | Bolus 1,5 mL/kg em 2 a 3 min; infusão 0,25 mL/kg/min | Detalhada na seção de situações especiais |
Toxicidade sistêmica de anestésico local (LAST): bupivacaína e, em menor grau, ropivacaína e lidocaína em excesso ligam canais de sódio e de cálcio cardíacos e mitocôndrias, produzindo convulsão, arritmias ventriculares refratárias e colapso. O tratamento é a emulsão lipídica 20%, que cria uma fase lipídica no plasma que sequestra o anestésico (mecanismo de sumidouro lipídico). Protocolo: bolus de 1,5 mL/kg (cerca de 100 mL no adulto de 70 kg) em 2 a 3 minutos, repetido uma a duas vezes até o total de 3 mL/kg se persistirem alterações, seguido de infusão de 0,25 mL/kg/min até estabilidade, com limite acumulado de aproximadamente 10 mL/kg nas primeiras horas. Reduza as doses de adrenalina (bolus de no máximo 1 mcg/kg), evite vasopressina, verapamil e betabloqueadores, mantenha RCP prolongada (o coração intoxicado pode recuperar após 40 a 60 minutos de reanimação com lipídio) e monitore o paciente por no mínimo 12 horas, pois há recorrência descrita.
Hipertermia maligna: crise hipermetabólica autossômica dominante por variantes do gene RYR1 (receptor de rianodina) e menos frequentemente CACNA1S, desencadeada por agentes halogenados ou succinilcolina. O sinal mais precoce e específico é a elevação inexplicada e progressiva do ETCO2 com ventilação minuto constante, seguida de taquicardia, rigidez de masseter, acidose mista, hipertermia (sinal tardio), rabdomiólise com mioglobinúria (urina cor de refrigerante de cola) e hipercalemia. Tratamento: suspender o agente desencadeador, trocar o circuito e usar filtros de carvão, hiperventilar com oxigênio a 100% elevando a ventilação minuto em 2 a 3 vezes, dantrolene 2,5 mg/kg IV repetido até regredir os sinais (doses acumuladas acima de 10 mg/kg são descritas; a apresentação concentrada de 250 mg em 5 mL dilui em segundos), tratar hipercalemia com cálcio, insulina e glicose, resfriar se temperatura maior que 39 graus Celsius, e manter dantrolene de manutenção com 1 mg/kg a cada 4 a 6 horas (ou 0,25 mg/kg/h) por 24 a 48 horas em unidade de terapia intensiva, pois a recrudescência ocorre nas primeiras 24 a 48 horas. O protocolo completo do Grupo Europeu de Hipertermia Maligna orienta a crise passo a passo.
Anafilaxia perioperatória: incidência estimada entre 1:10.000 e 1:20.000 anestesias, com principais desencadeantes os bloqueadores neuromusculares (rocurônio e succinilcolina em primeiro lugar), látex, antibióticos betalactâmicos, cloroexidina e corantes. Sob anestesia, o primeiro sinal costuma ser hipotensão súbita (a broncoespasmo e o exantema podem faltar ou aparecer depois) e a crise pode evoluir para parada em assistolia ou DEP. Com pulso: adrenalina 0,5 mg IM intramuscular em face anterolateral de coxa (0,01 mg/kg na criança) ou, no paciente monitorizado com hipotensão, bolus IV de 50 a 100 mcg titulados, além de expansão agressiva com 20 a 30 mL/kg de cristaloide. Em parada: adrenalina 1 mg IV no esquema padrão, RCP prolongada e correção de acidose. Colete triptase sérica imediatamente, em 1 a 2 horas e em 24 horas (pico entre 15 e 90 minutos) e encaminhe o paciente para investigação alergológica em 4 a 6 semanas; reações bifásicas justificam observação de 6 a 24 horas.
Parada em cirurgia cardíaca e pós-cardiotomia imediata: seguem regra própria do European Resuscitation Council. Fibrilação ou taquicardia ventricular nos primeiros minutos após a circulação extracorpórea levam até 3 choques sequenciais de 200 J antes de iniciar RCP prolongada; bradicardia extrema ou assistolia no coração recentemente operado respondem a marcapasso epicárdico (frequência de 90 bpm com captura otimizada) antes de adrenalina em dose plena; doses de adrenalina são reduzidas (bolus de 100 mcg, até 1 mcg/kg), pois o coração manuseado é hipersensível; e a resternotomia de urgência à beira do leito deve ocorrer se não houver retorno da circulação espontânea em até 5 minutos de RCP, para massagem cardíaca interna, controle de sangramento e eventual retorno à bomba.
A maioria das paradas anestésicas evitáveis nasce de falhas de processo, não de desconhecimento técnico: troca de seringas, concentrações erradas, vaporizador mal preenchido, alarmes desligados, fixação de erro (continuar acreditando numa hipótese que não se confirma e ignorar dados contraditórios) e comunicação hierárquica falha. Contramedidas validadas: capnografia obligatória em toda sedação e anestesia geral (detecta apneia e desconexão antes da dessaturação), checklist de cirurgia segura da OMS, padronização de cor rotulada de seringas, declaração verbal de dose antes de injetar, checklist cognitivo de crise colado no carrinho de parada (a leitura em voz alta melhora a adesão ao algoritmo de forma mensurável), treinamento em simulação com debriefing e designação explícita de papéis (líder, via aérea, drogas, compressões, registro, comunicação com família e com a equipe cirúrgica). O lema da Anesthesia Patient Safety Foundation resume a meta: nenhum paciente deverá ser prejudicado pela anestesia.
Integrar conhecimentos significa enxergar a parada anestésica como três camadas simultâneas: a cadeia fisiopatológica que levou ao colapso (droga, perda de volume, via aérea, alergia, genética), o algoritmo universal de suporte avançado de vida com suas doses inegociáveis e a camada humana de liderança, comunicação e checagem que transforma conhecimento em sobrevida. Revise este artigo junto com os temas de farmacologia dos anestésicos, avaliação pré-anestésica e bloqueios regionais: as provas de anestesiologia gostam de cruzar o mecanismo da droga com a emergência que ela causa.
1.Paciente em fibrilação ventricular no centro cirúrgico. Qual energia inicial em desfibrilador bifásico?
2.Qual a dose e o intervalo da adrenalina na parada cardíaca do adulto?
3.Após o terceiro choque sem reversão da fibrilação ventricular, qual droga se indica?
4.Durante a RCP com via aérea avançada, o ETCO2 permanece em 6 mmHg. O que isso indica?
5.Convulsão e fibrilação ventricular após bloqueio com bupivacaína. Conduta de eleição?
6.Durante anestesia com sevoflurano, ETCO2 sobe progressivamente com ventilação constante, taquicardia e rigidez de masseter. Drogas e dose?
7.Hipotensão súbita com exantema após indução com rocurônio, paciente ainda com pulso. Primeira linha de tratamento?
8.Monitor mostra assistolia com ETCO2 plana. Qual a conduta correta?
9.Paciente comatoso após retorno da circulação espontânea intraoperatória. Qual o alvo de temperatura nas primeiras 24 horas?
10.Fibrilação ventricular refratária 10 minutos após saída de circulação extracorpórea. Conduta específica da cirurgia cardíaca?
acesso de membros
Matérias, materiais na íntegra, resumos, quiz e revisões ficam liberados na sua conta — a prévia desfocada é só um gostinho.
Entrar e continuar