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Revisão das complicações anestésicas cobradas em prova: hipertermia maligna, anafilaxia perioperatória (NAP6), toxicidade sistêmica de anestésico local, via aérea difícil e cenário CICO, raquianestesia e hipotensão na cesárea, cefaleia pós-punção dural e náuseas e vômitos pós-operatórios, com doses de tratamento.
[1] Apfelbaum JL, Hagberg CA, Connis RT, et al. 2022 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Management of the Difficult Airway. Anesthesiology. 2022;136(1):31-81 · DOI 10.1097/ALN.0000000000004002 | [2] American Society of Anesthesiologists Task Force on Obstetric Anesthesia; Society for Obstetric Anesthesia and Perinatology. Practice Guidelines for Obstetric Anesthesia: An Updated Report. Anesthesiology. 2016;124(2):270-300 · DOI 10.1097/ALN.0000000000000935 | [3] Harper NJN, Cook TM, Garcez T, et al. Anaesthesia, surgery, and life-threatening allergic reactions: management and outcomes in the 6th National Audit Project (NAP6). Br J Anaesth. 2018;121(1):172-188 · DOI 10.1016/j.bja.2018.04.015 | [4] Rosenberg H, Pollock N, Schiemann A, Bulger T, Stowell K. Malignant hyperthermia: a review. Orphanet J Rare Dis. 2015;10:93 · DOI 10.1186/s13023-015-0310-1 | [5] Neal JM, Bernards CM, Butterworth JF, et al. ASRA Practice Advisory on Local Anesthetic Systemic Toxicity. Reg Anesth Pain Med. 2010;35(2):152-161 · DOI 10.1097/AAP.0b013e3181d22fcd | [6] Gan TJ, Diemunsch P, Habib AS, et al. Fourth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting. Anesth Analg. 2020;131(2):411-448 · DOI 10.1213/ANE.0000000000004833 · DOI 10.1097/ALN.0000000000004002
A anestesia moderna é extraordinariamente segura — a mortalidade atribuída exclusivamente ao ato anestésico caiu para cerca de 1 por 100 mil anestésicos em séries contemporâneas —, mas as complicações continuam sendo o coração das provas de anestesiologia porque exigem reconhecimento em minutos. Hipertermia maligna, anafilaxia, toxicidade de anestésico local, falha de via aérea, hipotensão após raquianestesia e cefaleia pós-punção dural são eventos de relógio: cada minuto de atraso no dantroleno, na adrenalina ou na emulsão lipídica custa cardiomiócitos e neurônios. Em obstetrícia o problema se multiplica porque há dois pacientes: as mudanças fisiológicas da gestação (via aérea edematosa, consumo de oxigênio aumentado, estômago cheio) reduzem a margem de erro, e as decisões vasculares e ventilatórias afetam o feto quase instantaneamente. Este artigo percorre cada complicação com fisiopatologia, apresentação inicial e tratamento com doses, no formato em que as bancas cobram: primeiro sinal, primeira droga, primeira dose.
Hipertermia maligna (HM) é uma miopatia farmacogenética autossômica dominante, na qual anestésicos voláteis halogenados ou a succinilcolina provocam liberação descontrolada de cálcio pelo retículo sarcoplasmático do músculo esquelético, gerando contração sustentada, hipermetabolismo e necrose muscular. Em cerca de 70-80% das famílias o gene implicado é o RYR1 (receptor de rianodina tipo 1); uma minoria mapeia para o CACNA1S (subunidade do canal de cálcio L do músculo esquelético). O diagnóstico histórico padrão-ouro é o teste de contratura in vitro do músculo (cafeína-halotano), hoje complementado por painel genético. A incidência anestésica é de aproximadamente 1:100.000 anestésicos gerais em adultos e maior em crianças; eventos fora do contexto anestésico (esforço físico extremo com calor) são raros e polêmicos.
| Categoria | Gatilhos de HM (evitar) | Agentes seguros |
|---|---|---|
| Inalatórios | halotano, sevoflurano, isoflurano, desflurano, enflurano | nenhum volátil é seguro; usar máquina preparada ou filtros de carvão |
| Injetáveis e adjuvantes | succinilcolina (úNICO bloqueador neuromuscular despolarizante gatilho) | propofol, tiopental, etomidato, cetamina, opioides, benzodiazepínicos, bloqueadores não despolarizantes |
| Gases e técnicas | — (nenhum gatilho adicional) | óxido nitroso e anestesia regional são seguros |
Tratamento — sequência de relógio: 1) interromper o agente suspeito, chamar ajuda e hiperventilar com FiO2 de 100% em fluxo alto (>=10 L/min) por pelo menos 3-5 minutos; 2) trocar o circuito ou usar filtros de carvão ativado; 3) dantroleno IV na dose inicial de 2,5 mg/kg (repetir até o controle dos sinais, até o máximo de 10 mg/kg) — as apresentações modernas em solução pronta facilitam a preparação; 4) após a estabilização, dantroleno 1 mg/kg a cada 4-6 horas ou infusão de 0,25 mg/kg/h por 24-48 horas para prevenir recorrência, descrita em aproximadamente 10-25% dos casos nas primeiras 24-36 horas; 5) medidas de suporte: resfriamento ativo se temperatura >39 °C, tratamento da hipercalemia (cloreto de cálcio 10 mg/kg, insulina com glicose, bicarbonato), expansão volêmica e diurese forçada para proteger o rim da mioglobinúria (alvo débito urinário 2 mL/kg/h). O paciente é monitorizado em UTI por 24-48 horas e a família deve ser encaminhada para aconselhamento e teste de contratura/genético — o paciente recebe alerta de susceptibilidade a HM para toda a vida.
A anafilaxia intraoperatória é difícil porque o paciente anestesiado não relata prurido, sensação de morte iminente ou angioedema visível sob campos cirúrgicos, e os primeiros sinais — hipotensão e taquicardia — são atribuídos à anestesia ou à cirurgia. O NAP6 (Reino Unido) estimou incidência de 1:10.000 anestésicos gerais, com mortalidade de 3,8%, e confirmou os bloqueadores neuromusculares como principais responsáveis (cerca de metade dos casos com agente identificado, com destaque para rocurônio e succinilcolina), seguidos por antibióticos, clorexidina (presente em antissepsia cutânea, cateteres venosos e géis lubrificantes), azul de patente, látex e coloides. Pacientes em uso de betabloqueadores e inibidores da ECA têm reações mais graves e refratárias. Sob anestesia geral, a hipotensão pode ser o único sinal; broncoespasmo súbito, urticária em área exposta, edema de face e queda inexplicada da complacência pulmonar completam o quadro.
| Desencadeante | Papel no NAP6 | Dica de prova |
|---|---|---|
| Bloqueadores neuromusculares | principal grupo (aprox. metade dos casos identificados) | rocurônio e succinilcolina lideram; anafilaxia pode ocorrer na primeira exposição (IgE contra determinantes de amônio quaternário) |
| Antibióticos | segundo grupo mais comum | cefalosporinas e vancomicina; potencialização histamínica com relaxantes |
| Clorexidina | terceiro mais comum | presente em antissepia tópica, cateteres e lubrificantes — perguntar alergia específica |
| Látex | casa de queda clássica | grupos de risco: profissionais de saúde, espinha bífida, atopia grave; latência de 30-60 min (reação tardia em relação ao início da anestesia) |
| Azul de patente e coloides | minoritários | corantes de linfografia e hemodiluição |
A LAST ocorre quando a concentração plasmática de anestésico local ultrapassa o limiar tóxico — por injeção intravascular acidental, absorção rápida de sítios muito vascularizados ou overdose absoluta. A bupivacaína é a mais cardiotóxica: altamente lipofílica, liga-se com força aos canais de sódio cardíacos em diástole, produzindo arritmias refratárias (alargamento de QRS, taquicardia ventricular, fibrilação) e parada cardíaca de reanimação prolongada. O sistema nervoso central avisa primeiro: formigamento perioral, sabor metálico, zumbido, agitação, visão turva, depois convulsões. Em obstetrícia o risco é clássico pela vascularização epidural aumentada, mas a LAST aparece em qualquer bloco periférico, bloqueio de plexo e até em infiltração tumescente de grande volume.
A diretriz da ASA de 2022 organiza o manejo da via aérea difícil em estratégias para via aérea difícil antecipada (preferir intubação desperto com endoscopia flexível, anestesia tópica e sedação titulada), via aérea difícil não antecipada na indução e extubação de risco. Conceitos operacionais: limitar as tentativas de laringoscopia (a cada tentativa aumenta edema, sangramento e reduz a saturação — não mais que 3-4 tentativas totais, alternando o dispositivo), usar o videolaringoscópio precocemente, aceitar o dispositivo supraglótico (máscara laríngea) como resgate imediato da oxigenação e, diante da falha de intubação, decidir conscientemente entre acordar o paciente (retornar à ventilação espontânea) e resgatar a via aérea definitiva — até pela via de acesso cervical anterior. Oxigenação apneica transnasal contínua (OPTN / THRIVE) ganha tempo em apneia, mas não substitui o plano.
A gestante a termo é a via aérea mais desafiadora da rotina: Mallampati piora ao longo do trabalho de parto (edema, vascularização), seios mamários volumosos e laringe anteriorizada dificultam a laringoscopia, a capacidade residual funcional cai cerca de 20% e o consumo de oxigênio sobe 20-30%, encurtando o tempo de dessaturação segura em apneia para frequentemente menos de 3 minutos. A taxa de intubação falha na anestesia geral obstétrica é classicamente 1:250 a 1:300, muito maior que na população cirúrgica geral (1:2.000 a 1:3.000). Além disso a gestante tem risco de aspiração de conteúdo gástrico (síndrome de Mendelson): o ácido clorídrico com pH <2,5 e volume >25 mL causa pneumonia química grave; a compressão uterina desloca o estômago, o esfíncter inferior do esôfago relaxa por ação da progesterona e a motilidade gástrica diminui, tornando o estômago efetivamente cheio independentemente do jejum.
A analgesia de parto e a raquianestesia para cesárea são extremamente seguras, mas suas complicações são as mais cobradas em prova de anestesiologia obstétrica porque exigem ação imediata. A tabela a seguir organiza incidência aproximada, apresentação e conduta das principais. Lembrar que qualquer novo déficit motor após bloqueio neuroaxial exige investigação urgente: a distinção entre bloqueio simpático excessivo, raquianestesia alta, hematoma e abscesso decide entre vasopressor, ventilação e descompressão cirúrgica em horas.
| Complicação | Incidência aproximada | Apresentação típica | Conduta |
|---|---|---|---|
| Hipotensão espinal | 70-80% sem profilaxia | queda da PAS >20% ou PAS <100 mmHg, náusea, vômito, alteração da consciência e sofrimento fetal | vasopressor (noradrenalina ou fenilefrina), cristaloide em co-hidratação, deslocamento uterino à esquerda, O2 |
| Raquianestesia alta/total | rara (<1:1.000) | dispnia, dificuldade de falar e deglutir, braquialgia, disfunção de nervos cranianos, hipotensão com bradicardia, apneia por bloqueio frênico (nível >C5) | via aérea e ventilação com 100% O2, vasopressor + atropina, sedação leve, suporte até regredir (30-60 min) |
| Cefaleia pós-punção dural (PDPH) | 1-2% após raquianestesia com agulha 25-27G; até 50-80% após punção acidental com agulha de epidural (wet tap) | cefaleia fronto-occipital postural (piora sentada, melhora deitada), rigidez de nuca, fotofobia, tinido, náusea, início em 24-48 h | conservador 24-48 h (repouso relativo, hidratação, analgésicos, cafeína, laxantes); blood patch epidural com 15-20 mL de sangue autólogo se refratária (sucesso 70-90%) |
| Hematoma neuroaxial | 1:100.000-1:150.000 (epidural) | dor lombar intensa e progressiva + déficit motor/sensitivo abaixo do nível, anestesia em sela, disfunção esfincteriana | RNM urgente e descompressão cirúrgica idealmente em até 8 horas; suspender/reverter anticoagulação conforme protocolo ASRA |
| Abscesso epidural / meningite | <1:100.000 | febre, dor e hiperestesia lombar, déficit neurológico progressivo em dias | RNM com contraste, hemoculturas, antibioticoterapia IV e drenagem cirúrgica |
| Toxicidade sistêmica de anestésico local | rara; maior risco em epidural (injeção intravascular) | perioral, zumbido, convulsão, arritmia durante a dose-teste ou a bolus | parar injeção, emulsão lipídica 20% conforme protocolo LAST, suporte avançado |
A raquianestesia é a técnica preferida para cesárea (bupivacaína 0,5% hiperbárica na dose de 10-12 mg, associada a fentanil 10-15 µg e morfina 100-150 µg, com alvo sensitivo de T4 ao frio). O bloqueio simpático que acompanha é proporcional ao nível: vasodilatação venosa e arterial com hipotensão em até 70-80% das pacientes sem profilaxia, reduzindo o fluxo uteroplacentário (o útero não se autorregula) e causando acidose fetal. A profilaxia moderna combina três frentes: deslocamento uterino à esquerda (retira a compressão aórtica/cava), co-hidratação com cristaloide (500-1.000 mL iniciada junto com a punção, mais eficaz que a pré-carga) e vasopressor profilático em infusão.
PONV afeta cerca de 30% dos pacientes sem profilaxia e é a queixa pós-operatória que mais angustia (muitos preferem dor a vômito), com risco de deiscência, sangramento e aspiração no pós-operatório imediato. O escore simplificado de Apfel (adultos) usa quatro preditores: sexo feminino, não tabagista, história prévia de PONV ou enjoo de movimento e uso de opioide pós-operatório; o risco aproximado é 10% (0 fatores), 20% (1), 40% (2), 60% (3) e 80% (4). Em crianças usa-se o escore POVOC (cirurgia >=30 minutos, idade >=3 anos, cirurgia estrábica, história de POV na criança ou em parentes de primeiro grau). A estratégia é estratificar risco e combinar intervenções: cada antiemético diferente adiciona redução absoluta de cerca de 20-25%; a anestesia total intravenosa com propofol, a hidratação adequada e a economia de opioides (multimodal analgesia) reduzem risco basais.
| Risco (fatores de Apfel) | Estratégia recomendada | Exemplos práticos |
|---|---|---|
| Baixo (0-1; 10-20%) | profilaxia não é obrigatória; considerar TIVA | resgate com um antiemético se sintomas |
| Moderado (2; 40%) | monoterapia profilática ou TIVA | ondansetrona 4 mg IV no fim da cirurgia OU dexametasona 4-5 mg IV na indução OU droperidol 0,625-1,25 mg |
| Alto (3-4; 60-80%) | combinação de 2-3 profiláticos + TIVA + economia de opioide | dexametasona 4-5 mg na indução + ondansetrona 4 mg no fim + escopolamina TTS ou droperidol; bloqueio multimodal |
| Resgate após profilaxia falha | usar antiemético de CLASSE DIFERENTE da profilaxia, após >=6 h da dose | se recebeu ondansetrona: droperidol, prometazina ou dimenidrinato; não repetir ondansetrona precocemente |
Doses pediátricas: ondansetrona 50-100 µg/kg (máximo 4 mg), dexametasona 150 µg/kg (máximo 5 mg), dimenidrinato 0,5-1 mg/kg. Ondansetrona prolonga o QT — cautela com outros QT-prolongadores; droperidol tem alerta de torsades em doses altas (as doses antieméticas são seguras). A escopolamina transdérmica deve ser aplicada na noite anterior ou >=2 horas antes do fim da cirurgia (pico lento) e causa sedação, visão turva e boca seca, sobretudo em idosos.
Recuperação da consciência intraoperatória (awareness) ocorre em aproximadamente 0,1-0,2% das anestesias gerais, com risco concentrado em induções finas (cesárea de urgência, politrauma hipovolêmico), TIVA sem monitorização de profundidade e uso de bloqueio neuromuscular sem hipnótico adequado. Prevenção: garantir concentração expirada de agente volátil >=0,7 MAC na manutenção (alarmes de baixa concentração), monitorar profundidade com entropia/BIS (alvo 40-60) quando TIVA, e checar funcionamento de bombas e circuitos; o diagnóstico é feito pela entrevista pós-operatória (questionário de Brant) e o manejo inclui validação, escuta e encaminhamento — o stress pós-traumático é real. Laringoespasmo na extubação, mais comum em crianças e em via aérea superior irritada, trata-se com estímulo do ângulo mandibular (pressão laríngea anterior), CPAP com 100% O2 e, se refratário, succinilcolina 1 mg/kg (ou rocurônio) com atropina em crianças; o quadro pode evoluir para edema pulmonar por pressão negativa.
Toda complicação anestésica relevante tem um seguimento obrigatório que a banca adora cobrar. HM: registro do paciente e familiares em banco de dados de susceptibilidade, teste de contratura in vitro ou painel genético dos parentes de primeiro grau, alerta escrito (cartão/pulseira) e precauções em futuras anestesias (máquina preparada, dantroleno disponível). Anafilaxia: encaminhamento a alergista para testes cutâneos com bloqueadores neuromusculares e clorexidina em 4-6 semanas (testar muito cedo dá falso negativo pela refratariedade cutânea), carta com o agente implicado e alternativas seguras. PDPH: retorno se piora, febre ou novos déficits (diferencial de hematoma/abscesso/ trombose venosa cerebral); o blood patch pode ser repetido. LAST: observação >=12 h e notificação. O prognóstico global é bom quando o reconhecimento é precoce: as mortes por HM caíram de 70% na era pré-dantroleno para <5% hoje; a anafilaxia mata 3,8% no NAP6, quase sempre por atraso de adrenalina; e a lesão neurológica por hematoma neuroaxial é reversível quando a descompressão ocorre em até 8 horas.
1.Durante anestesia geral com sevoflurano em criança, o CO2 expirado final sobe progressivamente com ventilação adequada, acompanhado de taquicardia. Qual é a hipótese e a primeira conduta?
2.Quais drogas são SEGURAS em paciente com susceptibilidade a hipertermia maligna?
3.Paciente sob anestesia geral desenvolve hipotensão súbita, taquicardia, broncoespasmo e urticária no tórax logo após a dose de rocurônio. Qual é o primeiro tratamento?
4.Qual agente é o desencadeante mais frequente de anafilaxia perioperatória segundo o NAP6?
5.Durante um bloqueio de plexo braquial com bupivacaína, o paciente refere formigamento perioral e zumbido e em seguida convulsiona. Após proteger as vias aéreas e administrar oxigênio, qual é o tratamento específico?
6.Qual é a dose máxima recomendada de bupivacaína para um bloqueio periférico em adulto de 70 kg sem adrenalina?
7.Em um cenário CICO (não consigo intubar, não consigo oxigenar) em adulto, qual é o acesso de resgate recomendado para o anestesiologista não cirurgião?
8.Gestante a termo submetida a raquianestesia para cesárea desenvolve hipotensão com PA de 85/45 e náusea. Qual vasopressor preserva melhor o pH do cordão umbilical?
9.Dois dias após punção dural acidental com agulha de Tuohy durante analgesia de parto, a paciente apresenta cefaleia intensa que piora ao sentar e melhora ao deitar, com fotofobia. Qual é o tratamento definitivo se as medidas conservadoras falharem após 24-48 horas?
10.Segundo o escore de Apfel para risco de PONV em adultos, qual item NÃO faz parte dos quatro preditores?
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