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Revisão completa da consulta pré-anestésica: classificação ASA, capacidade funcional em METs, risco cirúrgico, escore de Lee (RCRI), algoritmos ACC/AHA e ESC 2022, indicações de exames, avaliação de via aérea com Mallampati e STOP-Bang, manejo de medicamentos, jejum 2-6-8 e o papel da telemedicina.
[1] Halvorsen S, Mehilli J, Cassese S, et al. 2022 ESC Guidelines on cardiovascular assessment and management of patients undergoing non-cardiac surgery. Eur Heart J. 2022;43(39):3826-3924 · DOI 10.1093/eurheartj/ehac270 | [2] Fleisher LA, Fleischmann KE, Auerbach AD, et al. 2014 ACC/AHA guideline on perioperative cardiovascular evaluation and management of patients undergoing noncardiac surgery. J Am Coll Cardiol. 2014;64(22):e77-e137 · DOI 10.1016/j.jacc.2014.07.944 | [3] Gualandro DM, Yu PC, Caramelli B, et al. Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia 2024. Arq Bras Cardiol. 2024;121(9):e20240590 · DOI 10.36660/abc.20240590 | [4] Joshi GP, Abdelmalak BB, Weigel WA, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting: a modular update of the 2017 ASA Practice Guidelines. Anesthesiology. 2023;138(2):132-151 · DOI 10.1097/ALN.0000000000004381 | [5] Kamdar NV, Huverserian A, Jalilian L, et al. Development, implementation, and evaluation of a telemedicine preoperative evaluation initiative at a major academic medical center. Anesth Analg. 2020;131(6):1647-1656 · DOI 10.1213/ANE.0000000000005208 | [6] Devereaux PJ, Yang H, Yusuf S, et al. Effects of extended-release metoprolol succinate in patients undergoing non-cardiac surgery (POISE). Lancet. 2008;371(9627):1839-1847 · DOI 10.1016/S0140-6736(08)60601-2 · DOI 10.1093/eurheartj/ehac270
A consulta pré-anestésica é o encontro entre o anestesiologista e o paciente antes do ato anestésico-cirúrgico, obrigatória no Brasil pela rotina da Sociedade Brasileira de Anestesiologia. Ela existe por três motivos: reduzir risco (identificar e otimizar comorbidades antes do dia da cirurgia), planejar (escolher técnica anestésica, monitorização, via aérea e analgesia) e informar (consentimento, expectativas e jejum). O impacto é mensurável: avaliações estruturadas reduzem cancelamentos no dia da cirurgia, atrasos e custos, e aumentam a detecção de condições tratáveis como anemia, apneia obstrutiva do sono e doença coronariana instável. Para dimensionar o problema: a mortalidade atribuída exclusivamente à anestesia é hoje estimada em menos de 1 em 100 mil anestesias em serviços estruturados, mas a morbimortalidade perioperatória global é alta, com eventos cardiovasculares maiores ocorrendo em torno de 1% a 5% dos procedimentos não cardíacos de porte, dependendo do risco. É a avaliação prévia que separa o paciente que pode ir direto à sala daquele que precisa de otimização, teste ou mudança de medicação.
A classificação ASA descreve o estado físico pré-operatório e é linguagem universal entre anestesiologistas. Não foi desenhada como preditor de desfechos, mas correlaciona-se com mortalidade: estudos em grandes bases mostram mortalidade que vai de cerca de 0,05% no ASA I até acima de 50% no ASA V. O sufixo E designa procedimento de emergência, que aumenta o risco de qualquer classe. Decore as classes com exemplos.
| Classe ASA | Definição | Exemplo típico |
|---|---|---|
| ASA I | Paciente saudável, sem doença sistêmica | Atleta de 22 anos para hernioplastia eletiva |
| ASA II | Doença sistêmica leve, sem limitação funcional | Hipertenso controlado com enalapril; diabetes tipo 2 sem complicações |
| ASA III | Doença sistêmica grave com limitação funcional | Angina estável, DPOC moderada, IRC com creatinina de 2,5 mg/dL |
| ASA IV | Doença sistêmica grave com risco constante de vida | Angina instável, insuficiência cardíaca descompensada |
| ASA V | Paciente moribundo, não se espera sobreviver sem a cirurgia | Aneurisma aórtico roto, trauma grave com choque |
| ASA VI | Paciente com morte encefálica destinado a doação de órgãos | Doador em protocolo de captação |
| Sufixo E | Procedimento de emergência, somado à classe | ASA IIIE: apendicite aguda em hipertenso controlado |
A capacidade funcional é medida em equivalentes metabólicos (METs): 1 MET equivale ao consumo de oxigênio em repouso, cerca de 3,5 mL de O2 por kg por minuto. Pacientes que não alcançam 4 METs (subir um lance de escada, caminhar rápido no plano, tarefas domésticas leves) têm capacidade reduzida e maior risco perioperatório. A capacidade funcional é a variável que mais muda algoritmos: paciente com 4 ou mais METs e cirurgia de baixo risco dispensa testes adicionais; incapacidade ou capacidade desconhecida obriga a estratificar por escores clínicos. Cuidado com a pegadinha: o paciente que diz conseguir subir escada usando os braços na corrimão e parando duas vezes não tem 4 METs.
| Atividade | Gasto aproximado |
|---|---|
| Assistir TV, alimentar-se | 1 MET |
| Caminhar no plano em ritmo próprio, tarefas domésticas leves | 2 a 3 METs |
| Subir um lance de escada, caminhar rápido, jogar golfe | 4 a 5 METs (limiar de segurança) |
| Subir vários lances, correr, natação, tênis simples | 6 a 8 METs |
| Esportes de alta intensidade, corrida competitiva | Acima de 9 METs |
O risco é o produto paciente x cirurgia x anestesia. As diretrizes ESC 2022 e a brasileira SBC 2024 classificam o risco do procedimento pela incidência de eventos cardíacos maiores (morte cardíaca, infarto, AVC) em 30 dias: baixo risco menor que 1%, intermediário de 1% a 5% e alto risco igual ou maior que 5%. Exemplos clássicos: cirurgias superficiais, catarata, mama e endoscopias são de baixo risco; cirurgias abdominais eletivas de grande porte, artroplastias, carotídea, ressecção transuretral e cirurgias de cabeça e pescoço são intermediárias; cirurgia aórtica e vascular de grande porte aberta, além de emergências de grande porte em idosos com comorbidades, são de alto risco.
O algoritmo da ESC 2022 é passo a passo e cai em prova. Primeiro: emergência real opera-se já, com otimização no pós. Segundo: condições instáveis ativas, como síndrome coronariana aguda, angina instável, arritmia sintomática, insuficiência cardíaca descompensada e estenose aórtica grave sintomática, devem ser tratadas antes da cirurgia eletiva; infarto recente adia procedimentos eletivos por pelo menos 30 dias (ACC/AHA) e idealmente mais de 3 meses quando possível (ESC). Terceiro: cirurgia de baixo risco dispensa testes. Quarto: com risco intermediário ou alto, se a capacidade funcional for 4 METs ou mais, prossegue-se sem teste de isquemia. Quinto: capacidade ruim ou desconhecida leva a escores clínicos e biomarcadores antes de qualquer teste anatômico ou funcional, que só é indicado se o resultado mudar a conduta (por exemplo, revascularizar ou trocar a estratégia cirúrgica).
O índice de risco cardíaco revisado (RCRI ou índice de Lee) usa seis critérios: cirurgia intraperitoneal, intratorácica ou vascular suprainguinal; doença coronariana conhecida; insuficiência cardíaca (história de congestão ou fração de ejeção reduzida); acidente vascular cerebral ou ataque isquêmico transitório prévios; diabetes mellitus em uso de insulina; e creatinina maior que 2 mg/dL. Na coorte de derivação de Lee, o risco de complicações cardíacas maiores foi de 0,4% sem fatores, 0,9% com um, 6,6% com dois e 11% com três ou mais. Calculadoras multivariadas como a NSQIP estimam risco individual com mais calibração e servem para consentimento e definição de nível de cuidado.
| Pontos do RCRI | Risco de evento cardíaco maior |
|---|---|
| Nenhum | Cerca de 0,4% |
| 1 critério | Cerca de 1% |
| 2 critérios | Cerca de 6,6% |
| 3 ou mais | Cerca de 11% ou mais, considerar otimização e nível de cuidado elevado |
A ESC 2022 elevou os biomarcadores a protagonistas: recomenda dosar peptídeos natriuréticos (BNP ou NT-proBNP) antes de cirurgias de risco intermediário a alto, sendo valores como BNP acima de 92 pg/mL ou NT-proBNP acima de 300 pg/mL marcadores de risco aumentado, e recomenda troponina ultrassensível antes e 24 a 72 horas após cirurgias de alto risco para detectar lesão miocárdica perioperatória (MINS), que triplica a mortalidade em um ano e costuma ser silenciosa. O ecocardiograma é reservado para sopro novo ou suspeita de doença valvar sintomática: estenose aórtica grave sintomática contraindica cirurgia eletiva até ser tratada.
Exames de rotina universal são lenda: em pacientes ASA I e II para cirurgias de baixo risco, nenhum exame laboratorial altera conduta e todos podem gerar falsos positivos, atrasos e custos. A escolha é guiada pela história, pelo exame físico e pelo porte do procedimento. A tabela resume as indicações clássicas que caem em prova.
| Exame | Indicação clássica |
|---|---|
| Hemograma | Cirurgias com perda sanguínea esperada relevante, anemia conhecida, doença renal, quimioterapia, hematológicas, idade com comorbidades |
| Creatinina e eletrólitos | Hipertensão, diabetes, doença renal, uso de diurético, IECA ou BRA, idosos, cirurgias de porte |
| Glicemia e hemoglobina glicada | Diabetes conhecido ou suspeita; glicemia também em uso de corticoide |
| Coagulograma | História de sangramento anormal, hepatopatia, uso de anticoagulantes; nunca rotina em assintomático |
| ECG | Doença cardiovascular conhecida, fatores de risco em cirurgia de risco intermediário a alto, arritmia; considerar em 65 anos ou mais |
| Radiografia de tórax | Não rotina; apenas sinais ou sintomas cardiopulmonares novos ou não avaliados |
| Ecocardiograma | Sopro novo, dispneia ou congestão inexplicada, valvopatia conhecida não avaliada, cardiotoxicidade por quimioterapia |
| Beta-hCG | Toda paciente em idade fértil com possibilidade de gestação |
| Espirometria e provas funcionais | Não rotina; avaliação de ressecção pulmonar ou DPOC grave para otimização, não para cancelar |
A via aérea difícil é a emergência evitável mais temida da anestesia: laringoscopia difícil ocorre em torno de 5% a 8% e falha de intubação em 0,05% a 0,35% dos casos. A avaliação combina índices: classificação de Mallampati (visão da orofaringe com boca aberta e língua protusa), distância tireomentoniana menor que 6 cm, abertura interincisiva menor que 3 cm, extensão cervical reduzida, mobilidade mandibular (teste de protrusão), além do mnemônico LEMON: Look (aparência), Evaluate 3-3-2 (três dedos interincisivos, três do hioide ao mento, dois da cartilagem tireoide ao hioide), Mallampati, Obstrução e Obesidade, Neck mobility. Nenhum teste isolado tem boa acurácia; a soma deles e a história prévia de via aérea difícil (registro no prontuário e alerta ao paciente) valem mais que qualquer número.
| Mallampati | Estruturas visíveis | Risco de laringoscopia difícil |
|---|---|---|
| Classe I | Palato mole, úvula, pilares amigdalianos | Baixo |
| Classe II | Palato mole e parte da úvula | Baixo |
| Classe III | Apenas palato mole e base da úvula | Intermediário |
| Classe IV | Apenas palato duro | Alto |
Rastreie também apneia obstrutiva do sono com o STOP-Bang: ronco (Snoring), cansaço diurno (Tiredness), apneia observada (Observed apnea), pressão arterial elevada (Pressure), índice de massa corporal maior que 35, idade maior que 50 anos, circunferência cervical maior que 40 cm e sexo masculino. Pontuação de 0 a 2 é baixo risco, 3 a 4 intermediário e 5 a 8 alto risco de apneia moderada a grave. Pacientes de alto risco merecem plano anestésico com opioids poupados, extubação desperto e consideração de pressão positiva pós-operatória.
Suspender a droga errada ou manter a droga errada é erro clássico de prova e de prontuário. A regra geral: mantenha drogas cardiovasculares estáveis (betabloqueador, estatina, antagonista calcário, nitrato) e drogas do sistema nervoso central com síndrome de abstinência (anticonvulsivantes, antiparkinsonianos, inibidores de recaptação de serotonina); suspenda ou ajuste o que causa hipotensão, sangramento, cetoacidose ou interação anestésica específica.
| Droga ou classe | Conduta pré-operatória |
|---|---|
| Betabloqueador | Manter a dose habitual; nunca iniciar na véspera ou no dia (POISE) |
| Estatina | Manter; iniciar em cirurgia vascular com antecedência mínima de 1 semana |
| IECA e BRA | Suspender na véspera ou na manhã da cirurgia para reduzir hipotensão refratária na indução; retomar em 24 a 48 h se estável |
| Diurético | Suspender na manhã da cirurgia, especialmente tiazídico em idosos |
| Metformina | Manter até o dia; suspender por 24 a 48 h após se contraste iodado em volume ou risco de lesão renal aguda |
| Inibidor de SGLT2 | Suspender pelo menos 3 a 4 dias antes: risco de cetoacidose euglicêmica no jejum |
| Agonista de GLP-1 (consenso ASA 2023) | Diário: suspender no dia da cirurgia; semanal (semaglutida): suspender 1 semana antes, com atenção a retardo do esvaziamento gástrico |
| Insulina | Basal: reduzir 20 a 30% na noite anterior e manhã; rápida: suspender no dia; monitorar glicemia capilar |
| Varfarina | Suspender 5 dias antes; pontear apenas alto risco trombótico (valva mecânica mitral, trombose recente em até 3 meses) |
| Anticoagulante direto (DOAC) | Suspender 24 h antes em cirurgia de baixo risco hemorrágico e 48 h (ou mais, se função renal reduzida) em alto risco |
| AAS | Manter em prevenção secundária; discutir suspensão de 5 a 7 dias apenas quando risco hemorrágico ou bloqueio neuraxial mandar |
| AINH | Suspender com antecedência conforme meia-vida da droga |
| Corticoide crônico | Manter dose usual e cobrir estresse: hidrocortisona 50 a 100 mg IV na indução, depois 50 mg a cada 8 h por 24 a 48 h em cirurgias de porte |
| Ervas e suplementos | Suspender 1 a 2 semanas antes (alho, ginkgo, ginseng, hipérico) |
| IMAO | Não suspender abruptamente; comunicar o anestesiologista para escolha de drogas seguras |
A diretriz ASA atualizada em 2023 (atualização modular da de 2017) mantém e reforça o binômio 2-6-8: líquidos claros até 2 horas antes, o que inclui água, chá, café preto, sucos sem polpa e bebidas carboidratadas com ou sem proteína em adultos saudáveis; leite materno até 4 horas (não é líquido claro, tem gordura); refeição leve (torradas com líquido claro) e fórmulas infantis até 6 horas; e refeições com frituras, carnes ou gorduras até 8 horas. O jejum prolongado tradicional de madrugada inteira é deletério: aumenta sede, irritabilidade, resistência à insulina e mal-estar, e carboidratos claros até 2 horas antes melhoram a recuperação. Mascar chiclete não é motivo para cancelar ou atrasar cirurgia em paciente saudável, conforme a atualização de 2023. A exceção é o paciente com risco de aspiração: obesidade mórbida, diabetes com gastroparesia, hérnia hiatal sintomática, gravidez e uso de agonistas de GLP-1 recentes pedem julgamento individual.
A telemedicina migrou da exceção pandêmica para ferramenta estruturada da consulta pré-anestésica. O modelo clássico é híbrido e escalonado: questionário eletrônico de triagem seguido de teleconsulta síncrona por vídeo ou telefone para a maioria dos candidatos de baixa complexidade, reservando a consulta presencial para quem tem achados de risco. A experiência publicada é consistente: a iniciativa da Universidade da Califórnia em Los Angeles avaliou 419 pacientes por telemedicina ao longo de 2 anos sem aumento de cancelamentos no dia da cirurgia, com alta satisfação e economia de deslocamento, e outras séries mostram melhor comparecimento à consulta pré-anestésica quando a opção remota é oferecida. No Brasil, a Resolução CFM nº 2.314 de 2022 regulamentou a telemedicina em caráter definitivo, incluindo a teleconsulta, com registro em prontuário e responsabilidade médica equivalentes à consulta presencial.
O período de maior risco cardíaco vai das primeiras horas ao terceiro dia pós-operatório, quando a ativação neuro-humoral, anemia, hipotermia, dor e alterações de coagulação convergem para desestabilizar placas e provocar isquemia silenciosa. Otimizações com eficácia demonstrada e prazo: cessação do tabagismo (ideal 4 a 8 semanas; já reduz complicações de ferida após 4 semanas e a carboxiemoglobina cai em 24 horas), abstinência alcoólica em dependentes (4 semanas), correção de anemia ferropriva com ferro por via oral ou endovenosa (1 a 4 semanas conforme o preparo, jamais transfundir apenas para levar ao centro cirúrgico um número), controle glicêmico evitando tanto hiperglicemia acima de 180 mg/dL quanto hipoglicemia, e continuidade de terapias respiratórias com broncodilatador e reabilitação no DPOC. A fraqueza (fragilidade) é melhor preditor de desfechos em idosos do que a idade cronológica e pode indicar estratégias menos agressivas ou preparo multimodal.
Prognóstico e desfechos a comunicar: risco de morte, infarto, AVC, insuficiência renal aguda, confusão pós-operatória e complicações pulmonares conforme o estrato calculado. Nível de cuidado (enfermaria, stepdown ou UTI) deve ser negociado antes, não depois. O seguimento da consulta pré-anestésica termina com o plano documentado e acessível à equipe do dia da cirurgia, incluindo o plano de via aérea, o plano de anticoagulação e o de analgesia multimodal.
1.Segundo a diretriz ASA de jejum atualizada em 2023, até quantas horas antes da anestesia um adulto saudável pode ingerir líquidos claros, incluindo bebidas carboidratadas?
2.Qual critério NÃO faz parte do índice de risco cardíaco revisado (RCRI, índice de Lee)?
3.Paciente com 4 METs de capacidade funcional, sem sintomas cardíacos, candidato a cirurgia de risco intermediário. Qual a conduta segundo ESC 2022 e ACC/AHA?
4.Paciente usa metoprolol succinato há 2 anos para cardiopatia isquêmica e será operado amanhã de cirurgia de grande porte. Qual a conduta correta com o betabloqueador?
5.Homem de 62 anos, hipertenso, em uso de semaglutida semanal e dapagliflozina para diabetes tipo 2, será operado eletivamente. Como manejar os antidiabéticos?
6.Gestante a termo, saudável, programada para cesárea eletiva. Qual a classificação ASA?
7.Idoso com sopro sistólico eugênico, dispneia progressiva e síncope prévia; eco pendente; cirurgia eletiva de hérnia. Qual a conduta?
8.Qual paciente é o melhor candidato à avaliação pré-anestésica por telemedicina?
9.Qual achado caracteriza a classe III de Mallampati?
10.Segundo a ESC 2022, quais biomarcadores devem ser considerados antes de cirurgia não cardíaca de risco intermediário a alto?
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