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Revisão sobre rinite alérgica pediátrica: classificação ARIA, fisiopatologia em fase imediata e tardia, diagnóstico com prick test e IgE específica, farmacoterapia com doses infantis (anti-histamínicos, corticoides intranasais, montelucaste), imunoterapia e medidas ambientais.
[1] Bousquet J, Khaltaev N, Cruz AA, et al. Allergic Rhinitis and its Impact on Asthma (ARIA) 2008 update. Allergy. 2008;63(Suppl 86):8-160 · DOI 10.1111/j.1398-9995.2007.01620.x | [2] Bousquet J, Anto JM, Bachert C, et al. Allergic rhinitis. Nature Reviews Disease Primers. 2020;6(1):95 · DOI 10.1038/s41572-020-00227-0 | [3] Wheatley LM, Togias A. Allergic rhinitis: clinical practice. New England Journal of Medicine. 2015;372(5):456-463 · DOI 10.1056/NEJMcp1412282 | [4] Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento de Otorrinolaringologia. Rinite alérgica na infância e adolescência. Documento Científico, 2023 · https://www.sbp.com.br/departamentos/otorrinolaringologia/documentos-cientificos/ | [5] ASBAI/SBP/ABOHCF. IV Consenso Brasileiro sobre Rinites, 2017 · http://www.sbai.org.br/imageBank/consenso-rinite-9-27-11-2017_final.pdf · DOI 10.1038/s41572-020-00227-0
A rinite alérgica é a doença crônica mais comum da infância e uma das principais causas de absentismo escolar, distúrbio do sono e prejuízo de aprendizado. Estudos ISAAC no Brasil encontraram sintomas de rinite em cerca de 25,7% dos escolares, com diagnóstico médico referido em torno de 19-21% - o Brasil está entre os países com maiores prevalências do mundo, e o principal alérgeno é o ácaro domiciliar, favorecido pelo clima tropical úmido. É a primeira porta de entrada do paciente alérgico: o diagnóstico é clínico, o tratamento é majoritariamente ambulatorial e o manejo correto muda a vida da criança. Para a prova, domine a classificação ARIA, a escolha do fármaco pela sintomatologia dominante (espirros e prurido versus obstrução), as doses pediátricas e o conceito de via aérea única com a asma.
A rinite alérgica é a inflamação da mucosa nasal mediada por IgE após exposição a aeroalérgenos, manifestando-se por dois ou mais sintomas cardinais: espirros em salvas, coriza aquosa anterior, prurido nasal (e ocular) e obstrução nasal. Não é um incômodo trivial: a inflamação nasal contínua está associada a asma, sinusite, otite média com derrame, distúrbios do sono e alteração cognitiva. A classificação ARIA (Allergic Rhinitis and its Impact on Asthma), usada mundialmente e adotada pelos consensos brasileiros, afastou os termos sazonal e perene (imprecisos no clima brasileiro, onde os ácaros predominam o ano todo) e passou a classificar pela duração e pela gravidade.
| Dimensão ARIA | Categoria | Critério |
|---|---|---|
| Duração | Intermitente | Sintomas em menos de 4 dias por semana OU por menos de 4 semanas |
| Duração | Persistente | Sintomas em 4 ou mais dias por semana E por 4 semanas ou mais |
| Gravidade | Leve | Nenhum dos itens seguintes: sono alterado, impedimento das atividades diárias/escola, sintomas incômodos |
| Gravidade | Moderada a grave | Presença de pelo menos um: sono alterado, impedimento das atividades diárias/escola, sintomas incômodos |
A combinação gera quatro categorias para a estratégia terapêutica: intermitente leve, intermitente moderada-grave, persistente leve e persistente moderada-grave. Quanto maior a duração e a gravidade, mais forte a indicação de corticoide intranasal como manutenção e de imunoterapia nos casos não controlados. Também é útil separar rinite alérgica (mediada por IgE, com evidência de sensibilização) da rinite não alérgica (inflamatória, neurogênica ou medicamentosa, com testes alérgicos negativos) e da rinite infecciosa, pois o tratamento difere.
Na primeira exposição, o alérgeno é capturado por células apresentadoras e apresentado a linfócitos T, que, em terreno genético atópico, se diferenciam em Th2 e produzem IL-4 e IL-13, induzindo a troca de classe para IgE nos linfócitos B (sensibilização). A IgE liga-se a receptores de alta afinidade (FcεRI) na superfície de mastócitos da mucosa nasal. Na reexposição, o alérgeno cruza duas IgE vizinhas na membrana do mastócito, disparando degranulação: é a fase imediata, em minutos, mediada por histamina, triptase, leucotrienos e prostaglandinas, que produz espirros, prurido e coriza aquosa - os sintomas típicos que a criança apresenta ainda na sala do ambulatorista. Em 50-80% dos casos segue-se a fase tardia, 4 a 8 horas depois, com recrutamento de eosinófilos, basófilos e linfócitos Th2 (IL-5, IL-13, eotaxina) na mucosa: predomina a congestão nasal persistente, e a mucosa fica hiper-reativa, respondendo a estímulos inespecíficos como mudanças de temperatura e odores (hiper-reatividade nasal).
Globalmente, a rinite alérgica afeta de 10% a 30% da população, com prevalência crescente em áreas urbanas. No Brasil, o ISAAC identificou sintomas de rinite em cerca de 25,7% dos escolares, com diagnóstico médico em 19-21%, e o inquérito de 2023 (Global Asthma Network) encontrou rinite alérgica em cerca de 28% dos adolescentes. A idade típica de início dos sintomas é pré-escolar, com pico de diagnóstico entre 6 e 12 anos; antes dos 2-3 anos, rinite alérgica é diagnóstico raro e deve-se pensar em outras causas de coriza. Os fatores de risco são: atopia familiar (o maior preditor - filho de dois pais alérgicos tem risco de 50-70%), exposição a ácaros da poeira domiciliar (Dermatophagoides pteronyssinus e farinae, e a Blomia tropicalis, altíssima no litoral e nas cidades úmidas brasileiras), baratas (Blatella germanica e Periplaneta), fungos (Alternaria, Aspergillus, Cladosporium), pêlos de animais (cães, gatos), poluição veicular, fumaça de tabaco (inclusive tabagismo passivo intrauterino, que aumenta a sensibilização) e as mudanças de umidade/temperatura como gatilhos inespecíficos.
O diagnóstico da rinite alérgica é CLÍNICO: dois ou mais sintomas cardinais (espirros, coriza aquosa, prurido nasal/ocular, obstrução) de forma recorrente, com padrão de exposição sugestivo e melhora com anti-histamínico, em criança com história familiar atópica. Ao exame: turbinatos inferiores edemaciados, pálidos ou azulados (mucosa vinhosa), com secreção aquosa; os sinais clássicos são os shiners alérgicos (hiperpigmentação peri-orbital por congestão venosa), o salto alérgico (gesto de coçar o nariz de baixo para cima, que forma o vinco nasal transverso), a respiração oral e, nos casos crônicos, a facies adenoideana com palato ogival e má oclusão. A rinoconjuntivite (prurido ocular, lacrimejamento, hiperemia conjuntival) acompanha grande parte dos casos de sensibilização a polens e animais.
| Achado clínico | Interpretação |
|---|---|
| Shiners alérgicos (olheiras) | Congestão venosa periorbital secundária à obstrução nasal |
| Salto alérgico e vinco nasal transverso | Hábito de coçar o nariz por prurido crônico |
| Turbinatos pálidos ou azulados + secreção aquosa | Rinite alérgica; turbinatos eritematosos com pus sugerem etiologia infecciosa |
| Respiração oral, ronco e sonolência diurna | Obstrução importante; investigar hipertrofia adenoideana e apneia do sono |
| Coriza unilateral purulenta ou sanguinolenta na criança pequena | Corpo estranho nasal até prova em contrário, não rinite alérgica |
Os testes alérgicos confirmam a sensibilização (IgE específica) e orientam o controle ambiental e a imunoterapia - não são obrigatórios para a rinite leve intermitente que responde ao tratamento, mas são indicados na doença persistente, moderada-grave ou com impacto importante. O prick test (teste de puntura cutânea) é o de primeira escolha: barato, rápido (leitura em 15-20 minutos) e com boa sensibilidade; considera-se positivo a pápula com diâmetro médio pelo menos 3 mm maior que o controle negativo, com o anti-histamínico suspenso por cerca de 5-7 dias antes. A IgE específica sérica (ImmunoCAP) tem desempenho semelhante e é reservada para dermatografismo, dermatite extensa, uso impossível de suspender o anti-histamínico, anafilaxia prévia ou má adesão ao teste cutâneo. A IgE total NÃO serve para diagnosticar rinite (eleva em parasitoses e é normal em muitos alérgicos). Citologia nasal (eosinófilos) e nasofibroscopia são complementares em casos selecionados; imagem de seios paranasais só na suspeita de complicação. O diagnóstico diferencial inclui hipertrofia adenoideana (obstrução isolada sem prurido), rinite infecciosa, rinite medicamentosa, corpo estranho, fenda palatina submucosa e, no lactente, atresia de coanas (coriza bilateral desde o nascimento com dificuldade respiratória).
| Característica | Prick test cutâneo | IgE específica sérica |
|---|---|---|
| Princípio | Pápula mediada por IgE na pele após puntura com extrato alergênico | Dosagem de anticorpos IgE séricos contra alérgenos (ImmunoCAP) |
| Critério positivo | Pápula >= 3 mm acima do controle negativo em 15-20 minutos | Classe >= 2 (ou >= 0,35 kUA/L), sempre correlacionada com a clínica |
| Vantagens | Barato, resultado imediato, alta sensibilidade | Não sofre interferência de anti-histamínicos/dermatite; quantifica |
| Limitações | Exige suspensão do anti-histamínico (5-7 dias); risco mínimo de reação | Custo maior; resultado demorado; exige coleta de sangue |
| Quando preferir | Primeira escolha na avaliação da criança alérgica | Dermatografismo, dermatite extensa, anafilaxia prévia, teste cutâneo inconclusivo |
O tratamento em degraus combina controle ambiental, terapias tópicas/orais e, nos casos graves, imunoterapia e encaminhamento. As medidas ambientais contra ácaros têm eficácia modesta quando isoladas, mas compõem o cuidado padrão: capas de colchão e travesseiro impermeáveis a alérgenos, lavagem semanal da roupa de cama a 55-60 graus Celsius, retirada de tapetes, cortinas pesadas, bichos de pelúcia do quarto (ou congelá-los semanalmente), umidade relativa abaixo de 50%, ventilação e sol, e limpeza com pano úmido. Controle de baratas (vedação de frestas, alimentos armazenados), retirada do animal do quarto (e idealmente da casa, se sensibilizado), combate à umidade e mofo, e sobretudo ambiente livre de tabaco. A lavagem nasal com solução salina (isotônica ou hipertônica 2-3%, em gotas, spray ou irrigation) é medida de suporte universal: remove alérgenos e secreções, reduz edema e potencializa a ação do corticoide intranasal, sem efeitos adversos - deve ser ensinada a toda família.
A escolha do fármaco depende do sintoma dominante e da gravidade: prurido, espirros e coriza respondem bem aos anti-histamínicos; obstrução nasal responde melhor ao corticoide intranasal, que é o anti-inflamatório mais eficaz da mucosa e a monoterapia de primeira linha na doença persistente e moderada-grave. Os anti-histamínicos de segunda geração são os de escolha por via oral: cetirizina, loratadina, desloratadina, fexofenadina, levocetirizina e bilastina, com início de ação em 1-2 horas, uma ou duas tomadas diárias e sem sedação clinicamente relevante. Os de primeira geração (dexclorfeniramina, hidroxizina, prometazina) NÃO são recomendados de rotina em crianças: causam sedação e déficit cognitivo, efeitos anticolinérgicos e tolerância rápida. A azelastina intranasal tem início ultrarrápido (15-30 minutos) e é útil na rinite intermitente e como resgate.
| Anti-histamínico oral (2ª geração) | Dose pediátrica habitual | Comentário |
|---|---|---|
| Loratadina | 2-5 anos: 5 mg/dia; a partir de 6 anos: 10 mg/dia | Uma vez ao dia; xarope bem aceito |
| Cetirizina | 2-5 anos: 2,5-5 mg/dia; 6-11 anos: 5-10 mg/dia | Uma vez ao dia; leve efeito sedativo em alguns pacientes |
| Desloratadina | 1-5 anos: 1,25 mg/dia; 6-11 anos: 2,5 mg/dia; a partir de 12: 5 mg/dia | Metabólito ativo da loratadina |
| Fexofenadina | 2-11 anos: 30 mg duas vezes ao dia; a partir de 12: 60 mg 12/12h ou 180 mg/dia | Menor passagem ao SNC; administrar com atenção a antiácidos |
| Bilastina | 6-11 anos: 10 mg/dia; a partir de 12 anos: 20 mg/dia | Uma vez ao dia; sem sedação; disponibilidade varia no SUS |
Corticoides intranasais (INCS): mometasona (a partir de 2-3 anos), propionato de fluticasona (a partir de 4 anos), furoato de fluticasona (a partir de 6 anos) e budesonida (a partir de 6 anos), na dose de 1 a 2 jatos (50 µg/jato na maioria das apresentações) por narina, uma vez ao dia, com início de ação em horas e efeito máximo após 1 a 2 semanas de uso regular - ensine a família a usar diariamente, e não apenas em crise, e a dirigir o jato para fora do septo (evitar epistaxe e a rara perfuração de septo). Os INCS atuais têm biodisponibilidade sistêmica mínima (mometasona e furoato de fluticasona <1%) e o efeito sobre o crescimento é pequeno e clinicamente pouco significativo nas doses habituais, mas recomenda-se monitorar a altura na criança em uso prolongado. Nas doses pediátricas corretas, são seguros e superiores aos anti-histamínicos para congestão, e à associação anti-histamínico + montelucaste.
| Corticoide intranasal | Idade mínima usual | Dose típica |
|---|---|---|
| Mometasona (furoato) | 2-3 anos | 1 jato (50 µg) por narina ao dia (2 jatos a partir de 12 anos) |
| Propionato de fluticasona | 4 anos | 1-2 jatos (50 µg) por narina ao dia |
| Furoato de fluticasona | 6 anos | 2 jatos (27,5 µg) por narina ao dia |
| Budesonida | 6 anos | 1-2 jatos (50-64 µg) por narina ao dia |
Outros fármacos com papéis definidos: montelucaste (4 mg para 2-5 anos, 5 mg para 6-14 anos, 10 mg a partir de 15 anos, por via oral à noite) é menos eficaz que o INCS isolado e reservado a casos selecionados ou em associação; desde 2020 carrega advertência em caixa (boxed warning) do FDA por eventos neuropsiquiátricos (sonhos anormais, insônia, depressão, agitação) - pergunte por esses sintomas no seguimento. Descongestionantes tópicos (oximetazolina 0,025-0,05%) são adjuvantes de curto prazo, com uso máximo de 3 a 5 dias, pois causam rinite medicamentosa (congestão de rebote); descongestionantes orais (pseudoefedrina, fenilefrina) não são recomendados de rotina em crianças por perfil de segurança desfavorável. O brometo de ipratrópio nasal (0,03-0,06%) reduz a coriza; o cromoglicato de sódio nasal é seguro, porém fraco e requer 3 a 4 aplicações diárias; o colírio anti-alérgico (olopatadina, cetotifeno) trata a conjuntivite associada. Na rinite grave não controlada com INCS otimizado e/ou com asma concomitante, o anticorpo anti-IgE omalizumabe é opção em serviços especializados.
A imunoterapia com alérgenos (hipossensibilização) é a única intervenção com potencial de modificar a história natural da doença, induzindo tolerância imunológica (desvio de Th2 para Treg, aumento de IL-10 e TGF-beta, mudança de classe para IgG4). Indicações: rinite persistente moderada a grave, ou rinite com controlo insuficiente da asma associada, com sensibilização IgE demonstrada (prick/IgE específica) e correlação clínica com a exposição, e falha ou necessidade contínua de farmacoterapia. Vias: subcutânea (SCIT, injeções semanais na fase de aumento e mensais na manutenção, com permanência de 30 minutos no serviço e adrenalina disponível pelo risco de anafilaxia sistêmica) e sublingual (SLIT, gotas ou comprimidos diários em casa, com perfil de segurança melhor - reações locais e raríssimas anafilaxias). A duração é de 3 a 5 anos para efeito sustentado; interromper precocemente perde o benefício. No Brasil, os extratos padronizados mais usados são de ácaros (D. pteronyssinus, D. farinae, Blomia tropicalis). Efeitos: redução de sintomas e consumo de medicamentos, melhora da qualidade de vida e evidência de redução do desenvolvimento de asma em crianças sensibilizadas.
A rinite alérgica é doença crônica com curso recorrente, mas controlável na grande maioria das crianças com tratamento tópico adequado e medidas ambientais. Reavalie em 2 a 4 semanas após iniciar INCS (aderência, técnica do jato, ganho sintomático); a persistência de sintomas sugere diagnóstico alternativo (hipertrofia adenoideana, rinite não alérgica, causas anatômicas ou imunodeficiência nas formas atípicas e refratárias), uso incorreto do dispositivo ou exposição alergênica mantida. Mantenha o INCS pelo período sintomático (nas rinites persistentes, por meses a anos, com reavaliação semestral de necessidade e vigilância do crescimento). Encaminhe ao especialista (alergista/otorrino) os casos moderados-graves não controlados, com indicação de imunoterapia, comorbidade asmática não controlada, suspeita de rinite não alérgica refratária ou complicações (otite média com derrame, apneia do sono, deformidade facial). Educação da família sobre a natureza crônica, técnica correta dos sprays e plano ambiental é parte do tratamento e melhora a adesão.
1.Criança de 7 anos com espirros, prurido nasal e coriza aquosa em 5 dias por semana há 3 meses, com sono alterado e queda no rendimento escolar. Pela classificação ARIA, trata-se de:
2.Qual é a monoterapia mais eficaz para a obstrução nasal da rinite alérgica persistente em crianças?
3.Sobre o prick test (teste de puntura) na investigação alérgica pediátrica:
4.A fase tardia da resposta alérgica nasal, que ocorre 4 a 8 horas após a exposição, caracteriza-se por:
5.O conceito de via aérea única implica que:
6.Qual esquema é adequado para o uso de descongestionante nasal tópico (oximetazolina) na criança?
7.Sobre o montelucaste na rinite alérgica infantil:
8.A principal medida não farmacológica universal, segura e que potencializa o corticoide intranasal é:
9.Criança de 3 anos com coriza unilateral purulenta e fétida, às vezes com sangue, há 2 semanas. A conduta prioritária é:
10.Quais critérios caracterizam a imunoterapia com alérgenos em relação à farmacoterapia?
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