carregando…
carregando…
Revisão densa das síndromes pericárdicas: critérios diagnósticos da ESC, interpretação de ECG e PCR, estratificação de risco, esquemas de AINE e colchicina com doses, tamponamento, pericardite constritiva e recorrente.
[1] Cremer PC, Klein AL, Imazio M. Diagnosis, Risk Stratification, and Treatment of Pericarditis: A Review. JAMA. 2024;332(13):1090-1100 · DOI 10.1001/jama.2024.12935 · PMID 39235771 | [2] Adler Y, Charron P, Imazio M, et al. 2015 ESC Guidelines for the diagnosis and management of pericardial diseases. Eur Heart J. 2015;36(42):2921-2964 · DOI 10.1093/eurheartj/ehv318 | [3] Schulz-Menger J, Collini V, Gröschel J, et al. 2025 ESC Guidelines for the management of myocarditis and pericarditis. Eur Heart J. 2025;46:3952-4041 · DOI 10.1093/eurheartj/ehaf192 | [4] Imazio M, Brucato A, Cemin R, et al. A randomized trial of colchicine for acute pericarditis (ICAP). N Engl J Med. 2013;368(8):692-698 · DOI 10.1056/NEJMoa1208536 | [5] Imazio M, Gaita F, LeWinter M. Evaluation and Treatment of Pericarditis: A Systematic Review. JAMA. 2015;314(14):1498-1506 · DOI 10.1001/jama.2015.12763 · DOI 10.1001/jama.2024.12935
A pericardite aguda responde por aproximadamente 5% dos quadros de dor torácica não traumática que procuram o pronto-socorro e por cerca de 0,2% das internações hospitalares, sendo a causa mais frequente de dor torácica com supradesnivelamento de ST que NÃO é infarto. É a porta de entrada das síndromes pericárdicas, que incluem derrame, tamponamento e pericardite constritiva. Para a prova, o aluno precisa dominar quatro eixos: os critérios diagnósticos da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC), a diferenciação com a síndrome coronariana aguda, o esquema anti-inflamatório com colchicina e os sinais de alto risco que definem internação. O tratamento correto do primeiro episódio reduz pela metade o risco de recorrência, que é a principal complicação a longo prazo.
Pericardite é a inflamação do pericárdio, o saco fibroseroso de duas camadas (visceral e parietal) que envolve o coração e contém normalmente 15 a 50 mL de líquido seroso, cuja função é reduzir o atrito e limitar a dilatação das câmaras. A doença pericárdica não é uma entidade única, mas um espectro de síndromes que se sobrepõem: inflamação (pericardite aguda e recorrente), acúmulo de líquido (derrame e tamponamento) e rigidez (pericardite constritiva). A classificação temporal é a mais cobrada em prova: pericardite incessante é aquela em que os sintomas persistem por mais de 4 a 6 semanas apesar do tratamento, sem intervalo livre; a recorrente exige intervalo assintomático de pelo menos 4 a 6 semanas entre os episódios; e a crônica tem duração superior a 3 meses.
| Síndrome | Definição | Achado-chave | Conduta principal |
|---|---|---|---|
| Pericardite aguda | Inflamação do pericárdio, <4-6 semanas | Dor pleurítica + supradesnivelamento ST difuso | AINE + colchicina |
| Pericardite recorrente | Novo episódio após intervalo livre >=4-6 semanas | Repetição do quadro após taper | Colchicina 6 meses; IL-1 se refratária |
| Pericardite incessante | Sintomas contínuos >4-6 semanas sem remissão | Persistência de dor e PCR | Reavaliar etiologia; esquema poupador |
| Derrame pericárdico | Acúmulo de líquido na cavidade pericárdica | Ausência de colapso ao eco sem tamponamento | Tratar causa; drenar se grande ou sintomático |
| Tamponamento cardíaco | Compressão das câmaras por líquido sob pressão | Pulsus paradoxus >10 mmHg + colapso diastólico do AD | Pericardiocentese de urgência |
| Pericardite constritiva | Pericárdio rígido que limita o enchimento | Septal bounce + sinal de Kussmaul | Diurético; pericardiectomia em refratários |
A pericardite aguda ataca principalmente adultos jovens, de 20 a 50 anos, com leve predomínio masculino. Em países de alta renda e onde o acesso ao diagnóstico etiológico é amplo, 80% a 90% dos casos são idiopáticos ou virais, e o achado de um vírus ou de prova autoimune muda pouco a conduta, que continua empírica e anti-inflamatória. Em países de baixa e média renda, a tuberculose é a causa mais frequente de pericardite e de derrame pericárdico relevante, podendo chegar a mais da metade dos derrames moderados a grandes nesses contextos, conforme destacado na revisão do JAMA de 2024. No Brasil, convivem as duas realidades: pericardite viral/idiopática no ambulatório privado e pericardite tuberculosa e piogênica associada a HIV e desfavorecimento social nos serviços públicos de alta complexidade.
| Grupo etiológico | Principais causas | Contexto e frequência |
|---|---|---|
| Infecciosa viral | Enterovírus (Coxsackie, Echovírus), adenovírus, EBV, CMV, parvovírus B19, influenza, SARS-CoV-2 | Mais frequente em países de alta renda; geralmente benigna e autolimitada |
| Infecciosa bacteriana | Tuberculose; Staphylococcus aureus e pneumococo (pericardite purulenta) | TB é a causa líder global; purulenta ocorre em imunossuprimidos e pós-cirurgia |
| Não infecciosa inflamatória | Lúpus, artrite reumatoide, doença de Still, vasculites, febre reumática | Suspeitar em mulher jovem com envolvimento multissistêmico |
| Metabólica e iatrogênica | Uremia, síndrome pós-infarto agudo (Dressler), pós-pericardiotomia, radioterapia | Dressler: 1-4 semanas após IAM ou intervenção coronariana |
| Neoplásica | Câncer de pulmão, mama, linfomas, melanoma | Derrames hemorrágicos grandes e recidivantes; pior prognóstico |
| Fármacos e outras | Procainamida, hidralazina, isoniazida, penicilina, tetraciclinas | Lupus-like por fármacos; reverter com suspensão |
A agressão infecciosa, autoimune ou mecânica ativa macrófagos e células mesoteliais do pericárdio, que liberam IL-1 beta, IL-6 e TNF-alfa e montam um inflamasoma dependente de NLRP3. A IL-1 beta é a molécula central da doença: ela amplifica a inflamação local, aumenta a permeabilidade vascular do pericárdio (gerando exsudato e derrame) e sensibiliza nociceptores, produzindo a dor típica. Esse eixo explica por que a colchicina, que bloqueia a ativação do inflamasoma e a liberação de IL-1, previne recorrências, e por que os inibidores de IL-1 (anakinra e rilonacept) funcionam nos casos refratários e autoinflamatórios, como na doença periódica (febre mediterrânea familiar) e na síndrome TRAPS. A dor é referida aos dermátomos C3 a C5, o que explica a irradiação característica para o ombro e a borda do trapézio, um detalhe clássico de prova.
A dor da pericardite aguda é o sintoma dominante, presente em 85% a 95% dos casos, e tem tríade característica: pleurítica (piora com inspiração profunda e tosse), posicional (piora em decúbito dorsal, melhora sentado e inclinado para frente) e retroesternal, com irradiação para o músculo trapézio e ombro, sem equivalente na isquemia miocárdica. Febre baixa, tosse seca, mialgias e sintomas de virose antecedem o quadro em uma parcela dos casos. Na ausculta, o sinal patognomônico é o atrito pericárdico, descrito como som de couro novo ou rangido, de até três componentes (atrial, sistólico e diastólico), inconstante, melhor audível com o paciente sentado e inclinado à frente, com o diafragma do estetoscópio pressionado à borda esternal esquerda; está presente em menos de um terço dos pacientes no momento da avaliação. Nas formas com derrame importante, os bulbes ficam abafados. No tamponamento, somam-se a taquicardia, a distensão venosa jugular, a hipotensão e o pulso paradoxus, com ruídos abafados (tríade de Beck).
O diagnóstico de pericardite aguda é clínico e, pela ESC, exige pelo menos DOIS de quatro critérios: (1) dor torácica típica; (2) atrito pericárdico; (3) ECG com novo supradesnivelamento difuso de ST ou infradesnivelamento do segmento PR; (4) derrame pericárdico novo ou progressivo. Critérios de apoio, que aumentam a certeza mas não substituem os principais, são PCR elevada (presente em cerca de 75% dos casos e útil para seguir a resposta ao tratamento), marcadores de necrose miocárdica elevados (troponina, que define miopericardite quando alta) e achados de inflamação pericárdica ao ecocardiograma com mancha de constrição tardia, tomografia ou ressonância (realce tardio pericárdico). A PCR normal não exclui pericardite; se a suspeita for alta com PCR inicial normal, reavaliar o exame em alguns dias.
| Exame | Achado na pericardite | Frequência ou desempenho | Comentário para a prova |
|---|---|---|---|
| ECG | Supradesnivelamento difuso de ST (côncavo) + infradesnivelamento de PR, com supradesnivelamento de PR em aVR | Alterações em cerca de 60% dos casos | Fases: 1 ST alto; 2 normalização; 3 ondas T invertidas; 4 normalização. Sem ondas Q patológicas |
| PCR (proteína C reativa) | Elevada, geralmente >5 mg/L até >50 mg/L | Positiva em ~75% dos casos | Guia duração do tratamento e liberação esportiva; normaliza antes do taper |
| Troponina I ou T | Elevada quando há acometimento miocárdico | Positiva em até 1/3 dos casos | Miopericardite: prognóstico geralmente bom, mas afasta esporte por 3 meses e exige estratificação |
| Ecocardiograma | Derrame, espessamento, realce sob epicárdio; colapso diastólico no tamponamento | Derrame em 50-60% dos casos, geralmente pequeno | Obrigatório em todo caso suspeito; método-chave para tamponamento |
| Ressonância cardíaca | Realce tardio pericárdico e subepicárdico | Padrão-ouro não invasivo de inflamação | Indicada em casos recorrentes, inconclusos ou suspeita de miocardite |
| Hemograma, VHS, TSH, ANA, HIV, ureia/creatinina | Pesquisa etiológica dirigida | Rendimento baixo se rotineiro | Reservar para quadros atípicos, recorrentes ou com sinais de alarme |
| Achado | Pericardite aguda | Infarto com supra de ST |
|---|---|---|
| Território do ST | Difuso (derivações inferiores, anteriores e laterais ao mesmo tempo) | Regional, territorial (ex.: parede inferior: II, III e aVF) |
| Segmento PR | Infradesnivelado, com supra de PR em aVR | Geralmente normal ou supra de PR no território acometido |
| Onda Q e ondas R | Não há ondas Q patológicas; R preservado | Ondas Q podem surgir com perda de R |
| Reciprocidade | Ausente (só aVR se comporta como espelho) | Presente: supra em uma parede com infra na oposta |
| Dor | Pleurítica e posicional, melhora sentado inclinado | Em aperto, com esforço, não posicional |
| PCR e troponina | PCR alta em 75%; troponina normal ou pouco elevada | PCR normal no início; troponina muito elevada e em curva |
A grande maioria dos pacientes com pericardite aguda é de baixo risco e pode ser tratada ambulatorialmente com segurança. A revisão do JAMA de 2024 e as diretrizes da ESC definem critérios de alto risco que, quando presentes, indicam internação, investigação etiológica agressiva e observação monitorizada: febre acima de 38 graus Celsius, início subagudo ou insidioso ao longo de semanas, pericardite refratária a anti-inflamatórios não hormonais, imunossupressão (HIV, quimioterapia, transplantados), trauma importante, terapia anticoagulante em curso, derrame pericárdico moderado a grande, tamponamento ou derrame com compressão de câmaras, miopericardite com disfunção ventricular ou insuficiência cardíaca, e falha inicial de tratamento. Pacientes sem nenhum desses fatores, com dor controlada, PCR moderada, derrame ausente ou pequeno e troponina normal compõem o grupo de baixo risco, com evolução benigna.
O tratamento tem três pilares: repouso relativo e restrição esportiva, anti-inflamatório não hormonal (AINE) em dose anti-inflamatória plena e colchicina em dose baixa e tolerável, que é a droga que muda a história natural ao reduzir as recorrências em cerca de 50%. O esquema padrão para o primeiro episódio é aspirina 750 a 1000 mg por via oral a cada 8 horas, ou ibuprofeno 600 a 800 mg a cada 8 horas, mantidos até a resolução dos sintomas E a normalização da PCR, tipicamente 2 a 4 semanas, seguidos de retirada gradual ao longo de 2 a 4 semanas. A colchicina entra junto, na dose de 0,5 mg duas vezes ao dia (0,5 mg uma vez ao dia se peso inferior a 70 kg ou intolerância), por 3 meses no primeiro episódio e por no mínimo 6 meses nas recorrências. Corticoide NÃO é primeira linha: está reservado para gestantes, intolerância ou falha real de AINE, doença autoimmune ativa, uremia e pericardite tuberculosa (como adjuvante), sempre na menor dose possível, 0,2 a 0,5 mg/kg/dia de prednisona, com retirada lentíssima. Doses altas de corticoide (ex.: 1 mg/kg) são consideradas erro clássico, pois aumentam recorrência e dependência.
| Droga | Dose e via | Duração | Retirada (taper) | Observação |
|---|---|---|---|---|
| Ibuprofeno | 600-800 mg VO a cada 8 h | 2-4 semanas, até sintomas e PCR zerarem | Reduzir dose total em ~25% por semana | Proteção gástrica com omeprazol 20-40 mg/dia |
| Aspirina | 750-1000 mg VO a cada 8 h | 2-4 semanas, guiado pela PCR | Reduzir gradualmente em 2-4 semanas | Escolha em doença coronariana concomitante |
| Colchicina | 0,5 mg VO 2x/dia; 0,5 mg 1x/dia se <70 kg | 3 meses no 1o episódio; >=6 meses se recorrência | Sem taper; interromper ao final | Reduz recorrência ~50%; diarréia é o efeito adverso mais comum |
| Prednisona | 0,2-0,5 mg/kg/dia VO (dose baixa) | Semanas a meses, com retirada mínima de 2-4 semanas por degrau | Muito lenta, após PCR normalizar | Reservada a gestantes, uremia, autoimmune, falha de AINE |
| Anakinra (refratária) | 100 mg SC 1x/dia | Meses, com taper após remissão sustentada | Individualizada em centro especializado | Antagonista de IL-1; usado após falha de colchicina |
| Rilonacept (refratária) | 320 mg SC dose de ataque, depois 160 mg 1x/semana | Manutenção prolongada | Individualizada | Armadilha de IL-1 aprovada para pericardite recorrente |
O derrame pericárdico é classificado pelo ecocardiograma em pequeno (eco-livre menor que 10 mm em diástole), moderado (10 a 20 mm) e grande (maior que 20 mm). A velocidade de acúmulo importa mais que o volume: 200 mL instalados rapidamente podem tamponar, enquanto 2 L acumulados ao longo de meses podem causar apenas dispneia. O tamponamento é clínico e ecográfico: hipotensão, taquicardia, turgência jugular com x sistólica proeminente, pulso paradoxus maior que 10 mmHg (queda da pressão sistólica na inspiração), e ao ecocardiograma colapso diastólico das câmaras direitas, veia cava inferior dilatada sem colapso inspiratório (plenitude) e variação respirável acentuada dos fluxos de enchimento, expressando a interdependência ventricular. O tratamento é a pericardiocentese guiada por ecocardiografia, via subxifoidea, com dreno mantido até drenagem menor que 25-30 mL/dia; o líquido deve ser enviado para citologia, cultura, PCR para tuberculose, dosagem de adenosina desaminase (ADA) quando TB é suspeitada e pesquisa de IL-6 e triglicérides conforme contexto. Derrame moderado a grande SEM tamponamento e SEM diagnóstico etiológico também é indicação de drenagem diagnóstica em pacientes com alto risco de neoplasia ou tuberculose.
A constritiva é a fase fibrótica final: o pericárdio rígido e às vezes calcificado separa as cavidades cardíacas do espaço pleural, fixa o volume total das câmaras e cria interdependência ventricular intensa, com preenchimento rápido e abruptamente limitado na primeira metade da diástole (dip and plateau, ou sinal da raiz quadrada). O paciente tem insuficiência cardíaca direita grave e refratária: edema, ascite, hepatomegalia, turgência jugular com y descendente proeminente, sinal de Kussmaul (elevação da pressão venosa jugular na inspiração, ausente na tamponamento puro) e choque de pericárdio. O BNP tende a ser pouco elevado, ao contrário das miocardiopatias restritivas. Ao ecocardiograma destacam-se o septal bounce (movimentação septal paradoxal com a respiração), a dilatação da cava inferior e as variações respiratórias dos fluxos mitrais e tricúspides; a tomografia pode mostrar pericárdio espessado (acima de 3-4 mm), embora espessura normal não exclua constricção em até 1 a 2 dos casos. O tratamento inicial é diurético e controle da doença de base; na falha, a pericardiectomia é a terapia definitiva, com mortalidade perioperatória em torno de 5 a 15%, melhor quanto mais precoce a indicação e mais experiente o centro.
| Achado | Pericardite constritiva | Miocardiopatia restritiva (ex.: amiloidose) |
|---|---|---|
| Sinal de Kussmaul | Presente com frequência | Pode estar ausente |
| BNP | Normal ou pouco elevado | Muito elevado |
| Septal bounce ao eco | Típico | Ausente; hiperecogenicidade e thickening ventricular na amiloidose |
| Espessamento/calcificação pericárdica (TC/RM) | Presente na maioria | Pericárdio normal |
| Realce tardio na RM | Pericárdico | Realce miocárdico difuso ou subendocárdico |
| Tratamento definitivo | Pericardiectomia | Tratamento da doença de base; transplante em selecionados |
O prognóstico do primeiro episódio de pericardite viral/idiopática de baixo risco é excelente, com resolução em dias a poucas semanas. A complicação dominante é a recorrência, que acomete 15% a 30% dos pacientes que não usam colchicina e cai para cerca de metade desse valor com o tratamento combinado; um subgrupo menor evolui com pericardite incessante ou crônica, dependente de corticoide, com piora importante da qualidade de vida. Miopericardite com disfunção ventricular, tamponamento, evolução para constricção (mais comum após tuberculose, radioterapia e pós-cirurgia) e derrame neoplásico são os marcadores de mau prognóstico. O seguimento deve ser clínico e com PCR serial: liberar esporte somente após sintomas zerados e exames normalizados, e reavaliar em 1 a 2 semanas o paciente de baixo risco tratado ambulatorialmente. Pacientes com febre persistente, derrame progressivo ou falha terapêutica na primeira semana devem retornar para investigação etiológica e internação.
1.Jovem de 28 anos com dor retroesternal pleurítica que piora deitado e melhora sentado inclinado para frente. Qual conjunto fecha o diagnóstico de pericardite aguda pelos critérios da ESC?
2.Qual achado de ECG é mais característico da pericardite aguda em fase inicial?
3.Sobre a colchicina na pericardite aguda, qual assertiva é correta?
4.A conduta anti-inflamatória de primeira linha para um paciente de baixo risco com primeiro episódio de pericardite viral é:
5.Corticoide sistêmico na pericardite está formalmente indicado em qual cenário?
6.Paciente com pericardite e elevação de troponina, sem alteração da fração de ejeção. Qual orientação correta quanto à atividade esportiva?
7.O sinal físico que melhor caracteriza o tamponamento cardíaco é:
8.Achado ecocardiográfico que define compressão de câmaras no derrame pericárdico é:
9.Idosa com insuficiência cardíaca direita refratária, BNP pouco elevado, septal bounce ao eco e pericárdio calcificado na tomografia. O diagnóstico e o tratamento definitivo são:
10.Em paciente com derrame pericárdico moderado a grande de causa não esclarecida, qual exame do líquido pericárdico tem maior rendimento etiológico para tuberculose?
acesso de membros
Matérias, materiais na íntegra, resumos, quiz e revisões ficam liberados na sua conta — a prévia desfocada é só um gostinho.
Entrar e continuar